História All i see is Black - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Bellatrix Lestrange, Helena Ravenclaw, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Marlene Mckinnon, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Nick Quase Sem-Cabeça, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Pirraça, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Harry Potter, Hogwarts, James Potter, Lilían Evans, Lily Evans, Os Marotos, Personagem Original, Remo Lupin, Remus Lupin, Romance, Sirius Black, Tiago Potter
Visualizações 43
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus marotinhos! Como estão? Bem, eu espero.

Então, aqui estou eu com mais um capítulo pronto, mas, antes de vocês começarem, queria deixar algumas coisas claras para melhorar o entendimento:

1- O ano em que os alunos estão, nessa fic, é o quinto.

2- Coisas em ITÁLICO, ou são pensamentos dos personagens, ou coisas que aconteceram no passado, ou algum tipo de ênfase. Por favor, digam se estiver confuso de ler assim.

3- Introduzi uma personagem (que eu particularmente amo demais) e quero saber como vocês a enxergam.

4- Existem coisas nesse capítulo que não são do Universo de Harry Potter, mas sim da minha mente. Vou falar mais disso nas notas finais.

5- Vocês podem considerar esse um capítulo meio parado, mas é porque ainda estou trabalhando na relação dos ´personagens. Mais uns dois capítulos, acredito eu, e a história começa a se desenvolver. Peço paciência, pois é a minha primeira fic ><.

* Essa história é uma ficção baseada no universo criado pela ilustríssima J.K. Rowling. Todos os personagens, com exceção da Alana, pertencem a ela;
*Plágio é crime cuja punição pode ser severa.


É isso, gente! Boa leitura e nos vemos nas notas finais!

Capítulo 2 - As mosqueteiras da Grifinória


Fanfic / Fanfiction All i see is Black - Capítulo 2 - As mosqueteiras da Grifinória

Salão Comunal da Grifinória, dormitório feminino

 

 

 

Caos.

 

Esbarrões, roupas pelo chão, falatório desconexo, gritinhos irritantes... Com certeza caos definia bem a situação do quarto de Lílian e Alana naquele horário específico da manhã.

Quase todas as meninas do dormitório se aglomeravam em frente a uma penteadeira para passar pelas mãos de Marlene McKinnon, que, segundo as garotas do último ano, conseguia fazer milagres em qualquer um.

 

Tudo isso por causa de um pouco de maquiagem.- Alana resmungava internamente  enquanto tateava a cama em busca do seu livro de Herbologia -  Tudo isso para chamar a atenção. Droga de Marlene! Não tenho uma manhã tranquila desde o terceiro ano!

 

 

- ALANA! – a voz estridente de McKinnon fez Alana pular de susto – Alana, onde você está? – A garota gritava e esticava o pescoço procurando pela amiga.

- Aqui!

- Cadê Lily?

- Banho.

- Muito bem, galerinha. Hora de ir! – A maquiadora disse alto batendo palmas, enquanto as meninas saíam, algumas desapontadas por não terem sido atendidas  e outras felizes da vida com o visual. – McGonagall, venha aqui! – Ordenou.

 

 

Marlene, Alana e Lílian eram conhecidas como as mosqueteiras da Grifinória. Andavam sempre juntas e faziam tudo umas pelas outras. Segundo o próprio Dumbledore, em uma conversa com a vice-diretora, Minerva, cada uma possuía uma personalidade diferente, qualidades únicas e habilidades mágicas incríveis.

Serão bruxas exemplares – Ele dizia.

Lílian era bondosa, receptiva e alegre. Era como se ela transbordasse sentimentos bons e inundasse as outras pessoas com eles. Contudo, a teimosia e a ingenuidade, aliadas à crença de que todos são bons ou que podem vir a ser, preocupava Dumbledore.

Marlene era um espírito livre. Não se importava nem um pouco com o que achavam ou deixavam de achar dela. Quando decidia que alguém ou alguma coisa era importante batalhava até o fim, sempre buscando a vitória. Para o lendário bruxo, McKinnon  era um tanto drástica nas suas crenças. Ou gostava, ou odiava. Ou tentava, ou largava de mão. Não existia meio termo quando se tratava da bruxa, além de possuir uma honestidade agressiva e, por vezes, impertinente que acabava resultando em  detenção.

Alana era, das três, a melhor aluna, sempre se dedicando nas aulas e procurando aprender mais. Dumbledore chegou a pensar que a menina iria para Corvinal mas depois de seu primeiro ano como estudante e moradora de Hogwarts , ele constatou que, de fato, Grifinória era a melhor das opções. Isso porque a garota era ousada e destemida, sempre enfrentando os desafios e nunca desistindo quando surgia algum obstáculo.

Dona de uma língua afiada e um vasto vocabulário, Alana, diferente Marlene, conseguia ser sutil quando necessário,  até mesmo se calando perante situações nas quais a melhor resposta é o silêncio.  Vez ou outra, era encontrada conversando com o fantasma de Helena Ravenclaw, que a considerava uma bruxinha educada e curiosa .

Ao contrário de Lílian, Alana não era nem um pouco receptiva. Existiam diversas barreiras a serem ultrapassadas por aqueles que queriam conhecer a verdadeira Alana McGonagall, não a garota constantemente na defensiva e hostil, mas a menina determinada, ativa e alegre que era.

Contudo, o orgulho e a infinita capacidade de guardar mágoas, para o diretor, eram defeitos enraizados em Alana. Não importava o quanto Dumbledore havia conversado com ela, contado histórias sobre o perdão, ela não cedia. Para Alana, as relações eram como enfeites de natal feitos de vidro que, se deixados cair, por desleixo ou sem intenção, quebrariam, causando um dano irreparável.

 

 

- Graças a Merlin aquelas gralhas foram embora! -  Alana resmungou enquanto ia ao encontro de Marlene.

- É com o dinheiro daquelas gralhas que você enche seu estoque de sapos de chocolate. – A loira riu e puxou o banquinho da penteadeira – Senta aqui que eu vou dar um jeito nessa sua cara feia.

- Não adianta – Alana se sentou – os medibruxos disseram que não tem jeito. – Deu um suspiro sarcástico e pesaroso.

- Você tem é sorte de não conseguir se ver, mana. – As duas riram e McKinnon começou a pentear o cabelo da amiga, transformando-o em um rabo de cavalo alto.

- Quero um coque.

- Mas eu não. Rabo de cavalo fica ótimo em você.

- Mas –

- Se você não consegue ver a beleza do seu penteado, eu consigo. Além do mais, sua tia SEMPRE usa coque. – Alana suspirou. Era Marlene, não tinha como discutir. – Hoje à noite vou fazer as suas sobrancelhas.

- Oh, não. Por favor! – A jovem McGonagall fez uma expressão de dor – Eu não me importo com elas assim.

- Claro que não, você não as vê! – Lílian entrou na conversa após sair do banheiro enrolada em uma toalha.

- A alma de vocês já tem uma vaga reservada no Inferno Bruxo por causa dessas piadas.

 

 

 

Marlene fez o de sempre em Alana: Um pouco de brilho labial e cera de fada para aumentar os cílios.

A garota odiava ficar sentada enquanto a amiga a maquiava, mas as duas tinham um trato: Desde que Marlene fosse rápida e não passasse muita coisa em seu rosto, Alana aceitaria o que ela fizesse.

 

- Terminei.

- Ótimo. – Alana se levantou – Lily, vai logo que faltam vinte minutos para a aula de Herbologia e temos que atravessar o castelo quase inteiro.

Sem muita delonga, Lílian se sentou e em poucos segundos tagarelava animadamente com Marlene sobre penteados, realces daqui e dali, perfumes e etc.

Enquanto as duas conversavam euforicamente, Alana amarrou  os sapatos e arrumou  a mochila de Marlene. A garota trabalhava tanto no rosto das outras meninas que sempre esquecia de arrumar o próprio material.

- Quero que ele não pare de me olhar. – Alana revirou os olhos com a declaração vinda de Lílian. Era óbvio que estavam falando de James.

- Ele já não para mesmo. – Marlene disse sorridente.

- Não a encoraje, Mar. James é um perfeito idiota. – A morena puxou uma cadeira e se sentou ao lado de Lílian – Aliás, todos aqueles garotos são.

- Tem certeza? – a ruiva perguntou maliciosa.

- “Oh, o Remus é tãããão diferente!” – Marlene começou a implicar, imitando a voz de Alana.

- “Ele é tão engraçado!” – E Lílian entrou na brincadeira.

- “Oh, Marlene! Por que ele tinha que andar com eles?”

- “A risada dele é tão boa!”

- Calem a boca, vocês. – Alana deu uma pausa para rir de toda aquela palhaçada – Ele é diferente dos outros, só isso, mas se anda com eles, alguma coisa podre deve ter.

- Claro. Se convença disso e se feche no seu mundo. – Marlene disparou enquanto escovava os cabelos longos e ruivos da amiga.

- Por que não o chama para sair, Ana?

- Lily, ele é um deles. Eu não vou fazer isso.

- Mas se gosta tanto dele – a ruiva insistiu- dev-

- Eu não gosto dele assim, de qualquer forma. – Alana interrompeu a amiga e se levantou. – Além do mais, a minha vida amorosa não deveria estar em voga aqui, não é?

- O que quer dizer? – Marlene perguntou com a voz carregada de curiosidade.

- Ué, a Lily e aquele Potter nojento estão juntos.

- Mentira! -  McKinnon colocou uma mão sobre a broca e soltou um gritinho – Desde quando?

- Desde ontem. – Lílian confirmou sentindo suas bochechas esquentarem.

- Espera, antes ou depois dele ter derrubado a Ana nas malas?

- Antes. – As melhores amigas responderam em uníssono.

- Como você tá em relação a isso, Ana?

- O que você acha, Mar?... Ele é o imbecil que pegava no nosso pé desde o primeiro ano. Que me sacaneava por ser cega e chamava a Lílian de sangue-ruim.- “Vamos te chamar de Toupeira. É um bicho cego e mal-humorado, igual a você!”- Mas no ano passado ele notou que a nossa Lily é maravilhosa e começou a dar e cima dela, certo? – Alana  não conseguiu conter um riso sarcástico – E parece que a Lily esqueceu quem ele realmente é e agora tá apaixonadinha pelo maior agressor do colégio.

- Não é assim! – Protestou Lílian – Ele prometeu que ia pegar leve com você e com o Severus. – A voz foi abaixando até quase sumir.

- Eu vi o “pegar leve” dele ontem, Lílian. E mesmo se esse fosse o caso, mesmo se ele deixasse a mim e ao Severus em paz, e o resto dos alunos que ele enlouquece?

- Ana, cal- Marlene tentou intervir mas não obteve êxito.

- Como uma pessoa como você, tão boa, pode gostar de alguém assim?

- Você não o conhece como eu.

- Ah, agora vocês se conhecem! – O tom da garota se elevou – Escutou isso, Marlene? O cara joga uma lábia e ela já o conhece!

- Alana, senta e abaixa a sua bola! –  a loira ordenou – não vê que tá chateando a Lily? – a jovem McGonagall parou por alguns segundos, suspirou pesarosa e se sentou ao lado da ruiva novamente.

- Como um ser humano que sofre nas mãos daquele imbecil, eu estou tentando te alertar. – pegou na mão da amiga como se estivesse pedindo desculpas –  Como sua amiga, eu estou tentando te mostrar que esse caminho é o mais  irracional e estúpido que você poderia seguir.

- Eu sei que não é o ideal, mas voc-

- Mas, Lily, se for isso que você realmente quer, sabe que eu vou apoiar, né? Do meu jeito, mas vou. – Encostou a cabeça no ombro de Lília  – E quando você se estrepar, quebrar o seu coração em mil pedacinhos, eu e a Mar vamos catar cada um deles.

- Para de agourar meu relacionamento! – Lílian empurrou a amiga, já sorrindo.

- Você se estressa demais, Ana. – começou Marlene – Afinal, não vai ser você quem vai beijar James Potter.

- É, nem aturar aquele pé no saco. – Completou.

- Nem  pegar na mão.

- Ou fazer todas as coisas melosas que namorados fazem. – As duas colocaram a língua para fora e fingiram vomitar.

-Vocês são duas imbecis. – Lílian se levantou fingindo indignação e foi arrumar a mochila – E o que você está falando, Marlene? Eu bem sei de você e Sirius!

- Até tu, Marlene? – Alana se virou para a amiga, completamente chocada.

- Não sei do que você está falando, Evans, querida. Eu e Sirius não estamos juntos.

- Graças a Merlin, voc-

- Só nos pegamos e às vezes as coisas ficam mais... sérias. – Mckinnon soltou uma risadinha marota e deu uma piscadinha na direção da ruiva.

- Marlene, sua bruxa nojenta! – Alana bufou e jogou uma almofada na cabeça da amiga – Sirius Black é tão ruim quanto James Potter!

- Sim, eu sei. – disse em meio aos risos – a diferença é que eu não estou apaixonada e nem nada. Me conhecem muito bem para saber que eu não me apaixono. É só diversão mesmo. – Deu de ombros e pegou a mochila. – Você deveria tentar dar uma chance aos garotos, Ana. Eu sei que James pode ser um cuzão, mas tem o Remus que é uma graça. E o Peter.

- Por favor, me poupe de mais coisas sobre a “diversão” de vocês e das ofertas para me juntar à gangue do mal.

- Como queira. – Marlene abriu a porta do quarto  – Você se desfaz do Remus, mas quando ele fala um “ai”, você se derrete toda.

- Está bem, Marlene. Eu acho ele legal e interessante. Até gosto de ficar perto dele e conversar, mas não por esses motivos que vocês acham.

- Sei. – Lílian soltou baixinho enquanto enfiava os livros na bolsa.

- E eu não vou ficar aqui tentando colocar isso nas cabecinhas perturbadas de vocês. Vamos que já estamos atrasadas. 


Notas Finais


E então, o que acharam?

Sobre a "cera de fada", eu queria algo que representasse o rímel dos trouxas. Eu procurei feito uma doida, mas não achei nada sobre maquiagem no mundo de Harry Potter - não que isso vá ser de suma importância para a história, mas era para o capítulo, pois queria deixar claro que Alana não gosta de passar o reboco.

Obrigada pelos favoritos no capítulo passado! Olhei cada perfil (A STALKER).


*Imagem retirada do pinterest.


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