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História All I Wanted Was You - Repostando - Capítulo 27


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Capítulo 27 - Capítulo 27


POV Camila.

Tinha os olhos presos no meu pai, ele cortava algumas verduras e as jogava na panela. Algumas cozinheiras a qual minha mãe contratou ele decidiu dá-las uma folga. 

Meu humor estava mais do que radiante. Já não via hora de escurecer. Algo me dizia que a noite séria cheia, Lauren com certeza estaria ocupada com suas coisas da universidade, mas só sua companhia estaria ótima para mim.

- Você anda tão pensativa. - Meu pai murmurou. Ele andou até mim apenas para pegar o vidro de sal que estava no balcão. - E também tão sorridente. No quê você tanto pensa?

Na maioria do tempo Lauren sempre estava presente nos meus pensamentos. Viemos a ficar bem juntas desde que topei em fazer a reabilitação, e foi uma escolha certa a se fazer.

- Lauren. - O sorriso o qual meu pai tinha antes, foi desaparecendo aos poucos. - O que foi? 

- Nada. Vocês estão bem? 

- Bem? Sim, estamos. - Ele desviou os olhos ao caminhar até a geladeira. - Tá bom, o quê o senhor disse a ela?

- Eu não disse nada de mais. 

- Papa... 

- Apenas tivemos uma conversa, só isso! E teria com qualquer outra pessoa que "pegasse" minha filha!

- Meu Deus, você não disse isso! 

- Camila embaixo do meu teto!

Arregalei os olhos, então Lauren estava dizendo a verdade. Meu pai realmente ouviu tudo. 

- O senhor ouviu?! 

- Eu vi Camila.

- Meu Deus papa! O que você estava fazendo lá? - Ele me encarou sério. 

- Fui ver como você estava e te encontrei naquela cena. Poderia ao menos ter trancado a porta. 

- Se ouviu não deveria nem ter aberto a porta!

- Da próxima vez que for fazer isso  aqui, avise.

- Não! Porque eu avisaria uma coisa dessas! - Passei a mãos no rosto, estava totalmente sem graça.

- Tem razão. Me desculpe por "espiar", foi sem querer. 

- Tá bom. Me desculpa também, não terá uma próxima vez. - Suspirei. 

- Quer dizer com a Lauren? 

- O quê? Não! Jesus, eu vou pro meu quarto.  

O dia se passou assim, meu pai de vez enquando perguntava por Lauren, e minha resposta sempre era a mesma. Quer ela estava ocupada com as provas. Meu pai era meio desconfiado das coisas, e sempre foi assim e a pior época foi na minha adolescência. Eu não podia fazer nada, ele sempre me fazia uma série de perguntas. 

 Quando a noite finalmente chegou, eu logo me apressei para tomar um banho, e minha alegria foi muita por conseguir fazer aquilo sozinha depois de tanto tempo. Meu papa até fingiu um choro com a desculpa que eu não precisava mais dele.

Na sala ele assistia um jogo de hóquei na tevê. Ao me ver sorriu de lado, eu por lado fingir que não era comigo. 

- Está linda, hija.Vai sair? 

- Sim, Lauren vem me buscar daqui a pouco.

- Ah, entendi. Onde vocês vão ficar se não aqui?

- Meu Deus, papa! O senhor ainda está pensando nisso?

- Estou preocupado, o último relacionamento que você teve foi um desastre. E sobre isso, por onde anda aquele moleque?

- Eu não sei e não faço questão. 

- Você ainda sente alguma coisa por ele?

- Sério? Claro que não papa. Zac soube do meu acidente e decidiu sumir.

- Eu sabia que aquele garoto não prestava. Não queria te dizer isso, mas eu te avisei.

Revirei os olhos e decidi me sentar ao seu lado. Peguei meu celular, não havia nenhuma mensagem de Lauren. Não tinha por que está nervosa, ela com certeza viria. 

Enquanto o relógio não marcava nove horas. Eu decidi ler um livro, o qual já estava nas suas últimas páginas. 

Fiquei tão focada na leitura, que nem sentir meu celular vibrando na mesinha e com os chamados do meu pai. 

- O seu celular está tocando. Gente, você é igualzinha a sua mãe. - Ele se levantou e seguiu para cozinha.

Quando atendi o telefone quase fiquei surda. Era Dinha e ela parecia bem bêbada. 

- Fala Camila?

- Fala? Falar o quê? 

- O quê? Okay, eu vim numa festa com a Mani, o Dj é primo dela. Camila, ele é incrível e se ele fosse mulher eu pegava. - Ela soltou uma gargalhada. - Cadê você Camila? 

- Onde mais eu estaria Dinah? Estou em casa! 

- Quem está falando mesmo? 

- Camila, Dinah! Meu Deus, você está bêbada?

- Quê? Não! Onde você tá? 

- Em casa Dinah, eu já te falei.

- Como assim em casa? Não pode ser. - Ela bêbada é mais idiota quando sóbria. 

Quando eu ia desligar na cara dela. A voz de Normani se fez presente. 

- Desculpa, a gente viu uma garota que se parecia muito com você, nossa, até de mais! Mas agora sabemos que não é você. 

Rimos com a confusão e antes que ela desligasse eu pude ouví-la gritando com minha amiga sobre não beber mais nada. Se ela soubesse que Dinah dar trabalho quando bêbada, ela não teria ido à uma festa com ela. 

- E então? 

Meu pai entrou outra vez na sala, ele fazia um movimento com os dedos batendo sobre o pulso. Olhei o relógio e ele marcava oito e cinquenta.

Não sei quanto tempo fiquei jogada no sofá assistindo aquele jogo de hóquei com meu pai. Mas quando o relógio passou das nove horas eu subir para o meu quarto, troquei de roupa e me deitei. Lauren não pareceu, nem de supresa. Ou ela estava muito ocupada, ou se esqueceu de mim. 

Naquela noite eu dormir um pouco decepcionada, e eu preferia acreditar de que Lauren estivesse muito ocupada para não aparecer. 



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