História All in My head - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Romance, Segredos
Visualizações 106
Palavras 2.952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! <3

Capítulo 4 - Patinar no gelo


Fanfic / Fanfiction All in My head - Capítulo 4 - Patinar no gelo

3° Capitulo.

Toronto, Ontário, Canadá - 03:40pm

P.O.V Alicia Miller

- Você gostou? - Perguntou Angel, ansiosa e com um sorriso enorme em seus lábios rosados, enquanto fitava eu abrindo o embulho do presente e vendo um vestido lindo dentro do mesmo.

Era um vestido consideravelmente simples, mas não deixava de ser lindo. ele era longo e da cor branca, sem estampa, era completamente liso. Agradeço mentalmente por ela saber qual meu número, ele iria caber perfeitamente no meu corpo.

- Eu amei, obrigada! - Abracei-a forte e dei um beijo estalado na sua bochecha, recebendo um sorriso sincero em troca. - Também adorei o chaveiro da Torre Eiffel. - Balancei o objeto no meu dedo indicador e ela riu.

- Eu ainda não entendo porque você insistiu tanto para que eu trouxesse esse chaveiro, se por aqui tem vários. Aliás, você tem um pendurado bem ali.

Olhei para o lugar que ela apontava e reconheci meu chaveiro pendurado na cabeceira da minha cama.

- Não é a mesma coisa que compra em Paris, baby. - Pisquei para ela e guardei meus presentes, voltando a sentar na cama.

- Tyler irá morrer quando ver o que eu trouxe para ele. - Riu sozinha e eu ja imaginava que ela estava aprontando alguma coisa.

- E o que é?

- Não posso dizer. É surpresa.

Revirei os olhos e andei lentamente até o andar de baixo, sendo acompanhada por Angel, que não parava de falar um momento sequer e eu amava esse seu jeito tagalera.

- Vamos nós diverti um pouco entre amigos e tirar essa expressão de tédio do seu lindo rostinho. Você está muito pra baixo esses dias e sabe que como sua melhor amiga - Apontou para si mesmo, enquanto me acompanhava pela escadaria da minha casa. - Meu dever é sempre te fazer sorri. - Disse passando na minha frente assim que chegamos na sala, indo até onde eu guardava meus filmes. - Então vamos assistir um filme de terror, e olha eu deixo você escolher o filme. - Exclamou animada, dando uns pulinhos pela sala de estar, parecendo uma legítima criança. - Sei como você ama e faz você esquecer o que tanto ronda nessa sua cabecinha. - Apontou para mim e eu neguei rindo, mesmo sabendo que ela estava certa.

Pensei em responde-la a respeito do que disse que tinha algo me incomodando, mas o som da campainha tocando me interrompeu.

Fui atender a porta depois de eu e Angel tirar no impa ou par para ver quem ia e eu ter perdido, alegando que ela tinha roubado na maior cara de pau.

Destranquei a porta e abri-a, encontrando meu amigo sorridente do outro lado. Puxando as sacolas das mãos de Ty, depois de da-lo um beijo no rosto e ajudando-o a leva-las até a cozinha. Coloquei todas em cima do balcão e comecei a retirar tudo, guardando os refrigerantes na geladeira.

- Cadê a loira? - Perguntou Ty enquanto me ajudava a tirar todas as coisas da sacola e eu aproveitei que ele também estava tirando e fui coloca a pipoca no fogo, para adiantar.

- Deve ter subido la pra cima. - Dei de ombros e ele assentiu, saindo da cozinha.

Continuei preparando as coisas, já que provavelmente se eu não fizesse, iamos assistir o filme sem comer nada, se dependesse daqueles dois.

- Angeline! - Gritou Tyler na sala, a procura da loira saltitante. - Cadê meus presentes? - Perguntou um pouco mais alto, sua voz ficando cada vez mais distante a medida que ele se afastava da cozinha. - Não pense que eu esqueci.

Dei risada, sabendo que em poucos minutos eles estariam, mais uma vez, brigando pelo que Angel aprontou. Ou não.

A minha tarde não poderia ser mais divertida.

...

A alegria de Tyler ao ver o presente que Angeline trouxe para ele era radiante, não entendi o porque ele gostava tanto de jaquetas de couros, mas o deixava sexy. E mesmo tendo variadas jaquetas em seus closet em casa, parecia que tinha ganhado a primeira. Ele era muito fofo.

- Obrigada, Loira. - Bagunçou o cabelo de Angel, dando um beijinho na sua testa. - Cadê o seu presente, Ali?

- Guardado. 

Coloquei a bacia cheia de pipoca na mesa de centro e coloquei as latinhas de refrigerantes ao redor, me jogando no meio dos dois, sendo abraçada no mesmo instante por eles.

- Qual filme você escolheu? - Angel perguntou colocando a pipoca em seu colo.

- Sobrenatural 2.

- Esse não é aquela série de demônios que você costuma assisti, é? - Tyler franziu os cenhos.

- Infelizmente, não.  - Me lamentei. - Mas eu ainda vou conseguir convencer vocês dois a assistir.

- Até parece. - Angel riu. - Só to assistindo com vocês hoje para te animar, mas nem pense em tentar me convencer, eu não quero.

- Você tem que superar esse trauma, An. - Ty se intrometeu, olhando atenciosamente para a loira ao meu lado.

- Não consigo. - Abanou a mão para deixar esse assunto para la. - Vamos assistir ou não? Tenho um compromisso a noite.

- Mais um dos jantares de negócios dos seus pais? - Perguntei, colocando o filme para rodar.

- Sim. - Bufou, frustrada. - Mamãe acha que eu devo participar dessas coisas para me "preparar" - Fez aspas com os dedos. - Para quando eu me forma. Besteira, eu não quero fazer advocacia igual ela e meu pai, quero fazer moda, mas toda vez que falo sobre isso ela só falta me xingar. - Respirou fundo e eu apertei sua mão,  sabendo como é frustrante ter alguém querendo comandar seu futuro.

- Tudo bem, chega de falar de problemas. Vamos esquecer as responsabilidades por agora. - Falei tentando anima-la, pois sempre era ela quem animava quem estava triste ao seu redor. Ela é uma menina de ouro.

Já na metade do filme, angel se encolheu um pouco mais para perto de mim, assim que a velha mulher apareceu de repente na televisão, assustando-a.

- Tira esse filme! Tira! Tira! 

Angel estava desde o começo reclamando por eu ter escolhido esse filme de terror para assistir, na verdade quem começou com isso foi ela. Depois que colocamos o filme para rodar, nas primeiras cenas ela ja estava alegando que não consiguiria dormi sozinha depois.

De início, não demos atenção para as reclamações da loira, pois estava concentrada no filme, mas ao passar do tempo sua birra foi ficando mais chata e atrapalhava as cenas, seus gritinhos tomava a sala toda, tornando impossivel entender as falas dos personagens.

- Qual é, Angeline, eu quero assistir o filme, será que da pra parar?

- Mas é claro que não, você viu aquela mulher? ela me causa calafrios.

Revirei os olhos.

O filme nem dava tanto medo, algumas partes sim mas não totalmente, talvez seja porque eu ja tenha assistido quando lançou com o Justin. Íamos assistir todos os filmes legais que lançava no cinema, principalmente terror. Era um programa divertido. 

Pensar em justin me deixava triste. Queria que ele estivesse aqui, mesmo não se dando muito bem com Tyler, ele nunca recusou quando fazíamos cinema em minha casa, mas ele recusou, em poucas palavras. Parecia com raiva, ou talvez ele tivesse um compromisso mais impostante. Tentei não ficar triste com ele, mas era impossivel. Estava difícil ser compreensiva. Ele estava cada vez mais distante e iria ser difícil voltarmos a ser como era antes.

- Angel, cala a boca. - Ty reclamou, vidrado no filme.

Angel grunhiu alto e enterrou o rosto no meu braço, parecendo desistir de assistir.

Apertei o coberto que estava no meu colo e deitei minha cabeça no ombro de Tyler, recebendo sua carícia no meu cabelo. Angel tinha, finalmente, parado com a birra e dormido, deixando assim nós em paz.

- O que houve?

Tyler provavelmente percebeu que eu tinha desfocado minha atenção do filme, enquanto ficava imersa em pensamentos, bons e ruins.

- Nada. - Dei um sorriso fraco. - Ela dormiu.- Apontei para Angel com a cabeça e Ty soltou uma risada baixa.

- Já não aguentava mais ouvi-lá reclamar.

Dei risada e concordei. 

Voltei a prestar atenção no filme, podendo ver que o pai tentava matar seus filhos e sua mulher. 

Mesmo o filme sendo interessante, estava sendo difícil manter meus olhos abertos com as carícias que eu estava recebendo no meu cabelo. Acabei adormecendo antes mesmo que eu percebesse que Tyler tinha me deitado no sofá, ao seu lado, colocando angel a minha frente, graças ao sofá ser um sofá cama espaçoso.

...

Ao decorrer da semana, as provas foram chegando e meu tempo ficando cada vez mais curto para sequer pensar em dormir  uma única noite em paz.

Não tinha tempo para respirar e muito menos sair depois da escola, estava a maior correria. Minhas notas não estavam do agrado de minha mãe e eu precisava mudar isso, se não... Três meses de castigo. Mesmo meu pai insistindo que eu já tenho idade suficiente e não sou mais criança para ficar de castigo, ela não se importava.

Era sábado a tarde e eu estava mais uma vez sentada na cama estudando para a prova que eu teria na semana que vem. Química não era o meu forte, mas minhas notas estavam cada vez mais baixas e eu precisava mudar isso, eu não aguentaria passar mais um ano naquela escola e nem suportar a fúria da Senhora Miller.

Olhei através da janela do meu quarto a neve caindo do céu e as ruas completamente brancas por conta dela, o frio estava cada vez mais rigoroso nessa época do ano, deixando as ruas livres de pedestres e raramente passavam carros. Apertei a blusa rosa que cobria meu corpo procurando me aquecer um pouco, ou simplesmente para impedir que lembranças antigas invadissem minha mente.

Empurrei os livros que cercavam-me na cama e levantei para ir até a janela à poucos metros de onde eu me encontrava. Eu não usava nada mais que uma blusa fina de frio e uma calça moletom, com meias nos pés. Sentei no sofá pequeno que ficava ali e permaneci olhando para o nada.

Eu costumava fazer bonecos de neve quando criança junto com meus pais, Justin e sua mãe, Patrícia. Quando ela tornou-se vizinha dos meus pais, eles sequer pensavam em me ter, e ela também não tinha Justin. Aconteceu que meses depois tia Pattie engravidou, e em março do ano seguinte seu bebê nasceu. Ela foi mãe solteira, por muito tempo, e meus pais à ajudaram com tudo, o tempo todo, desde a mudança, a gravidez, os primeiros anos de vida de Justin. Coincidentemente, minha mãe acabou engravidando no mesmo período em que Pattie havia engravidado no ano anterior, fazendo assim com que eu nascesse exatamente em março, como Justin, mudando apenas o dia.

Pouca diferença de idade, gostos em comum, personalidades completamente diferentes, maturidade nem se fala, Justin parece que não cresce. E inteligência, o mesmo costumava dizer que eu era mais inteligente que ele, até crescer e ficar um pouco convencido demais de que ele é o melhor em tudo. Coitado.

Sempre nos demos muito bem, apesar das brigas. Nossos pais tentavam nos unir ao máximo, mesmo que não fosse preciso, já que fazíamos isso por si só. Grudados. Era exatamente assim que ficávamos, grudados o tempo inteiro, desde sempre. Ele costumava escalar minha janela de madrugada e dormir comigo quando tinha algum pesadelo. Meus pais e sua mãe sabiam disso, e nunca nos impediram, mesmo com o passar do tempo, e nós crescendo. Realmente, ele escalou minha janela e dormiu comigo até anos atrás, antes de começar a namorar Mia. Exatamente aí que tudo começou a mudar, pra pior.

O barulho do meu celular tocando em cima da cama me despertou dos meus pensamentos. Balancei minha cabeça em sinal de negação e suspirei. Levantei vagarosamente e andei até lá, pegando o aparelho em minhas mãos. Era uma mensagem do Justin. Estranhei de imediato, já que ele não me manda mensagem à alguns dias, falamos muito pouco na escola e quando estamos fora dela não trocamos uma mensagem sequer. Era compreensível, pois assim como eu ele também estava lotado de provas e tarefas da escola.

Abri a mensagem:

Justin: Ryan e eu vamos patinar no Nathan Phillips Square hoje, você quer ir?

Ponderei sobre ir ou não ir, o frio estava tanto lá fora que eu cheguei a escrever que não iria, mas ficar em casa sem fazer nada á não ser estudar era bem pior, então aceitei:

Me: Sim.

Justin: Em uma hora chego aí, esteja pronta.

Mesmo estando um pouco distantes, eu estava feliz de passar um tempo com ele.

Sorri e joguei novamente meu celular na cama, indo até meu closet escolher uma roupa quente, escolhendo outra calça moletom, agora cinza e um agasalho. Tomei um banho rápido e me vesti no banheiro, já aproveitando e passando uma maquiagem leve para disfarçar a cara de sono. Sequei meu cabelo de qualquer jeito com o secador e passei a escova, fazendo uns cachos nas pontas com a mão. Coloquei meu tênis e um cachecol enrolado no pescoço.

Terminei de me arrumar a tempo de escutar a buzina do carro de Justin, peguei meu celular e coloquei uma touca, desci as escadas corrento. Papai estava na sala, indo em direção à porta de entrada, provavelmente para ver quem estava lá fora.

Parei ao seu lado e ele estava olhando o carro, no momento seguinte Justin abaixou o vidro e acenou para ele, sendo retribuído com o gesto. Seu sorriso em minha direção me deixou em transe por alguns segundos, mas procurei não focar nele, não queria parecer uma idiota.

Avisei para meu pai que iria sair com Justin e ele não reclamou, parecia estar feliz por eu saindo de casa, já que passa maior parte do tempo reclamando que... Espera.

- Você que pediu para o Justin me chamar pra sair. - Concluí meu pensamento, no fundo sabendo que ele faria isso cedo ou tarde.

Merda.

Meu pai ficou um pouco surpreso com a minha fala, provavelmente não achava que eu iria me tocar com o que ele fez, depois ficou meio receoso, achando que eu iria querer brigar por isso, mas fiquei apenas olhando para ele. 

Ele não era a pessoa com quem eu estava chateada no momento.

- Querida. - Ele disse carinhosamente, agora olhando para mim. - Estudar é importante, mas viver a vida também é. - Diz com ternura, olhando em meus olhos. - Eu fico muito orgulhoso em ver você se esforçando na escola, estudando todos os dias, mas você é uma adolescente e precisa sair um pouco com os seus amigos.

- Eu sei pai, mas... - Parei, soltando um suspiro cansada. Eu não queria desobedecer minha mãe, mas a idéia de ficar trancada no meu quarto em um sábado não me agradava nem um pouco. - Obrigado por fazer isso.

Eu sabia que ele fez isso com uma boa intenção. Então eu não deveria ficar com raiva. 

Meu pai era bem mais liberal que minha mãe. Segundo ela, eu tinha que apenas me focar nos estudos, me forma em medicina e crescer na vida, assim como eles. Era compreensível, qual pai ou mãe não deseja isso para seu filho?

Já meu pai era diferente, ele não quer que eu siga seus passos e me forme em advocacia, que eu perca o pouco que me resta da minha liberdade, já que ano que vem eu irei entrar na faculdade e começar a trabalhar, e segundo ele eu não irei conseguir viver direito. 

Eu conseguia entender os dois, mas seria uma luta dizer para minha mãe que eu não queria me formar em medicina.

- Fazia algum tempo que eu não via você com o Justin, então pensei que seria legal vocês dois sairem juntos. - Explicou e eu assenti.

- Se a mamãe souber que você fez isso, ela vai brigar. - Brinquei com ele, ganhando um sorriso em troca.

Meu pai era o melhor.

- Nosso segredo. - Sussurrou e eu assenti, sorrindo. - Vá e se divirta um pouco, eu me resolvo com sua mãe depois. - Piscou pra mim.

Dei-lhe um beijo na bochecha e entrei no carro, cumprimentando Justin.

- E o Ryan? - Perguntei assim que notei que estávamos a sós no carro, sem sinal algum de Ryan no banco traseiro.

- Vou passar para busca-lo agora.

Assenti.

- Mais alguém irá com nós? - Perguntei como quem não quer nada e ele negou, acelerando o carro.

Suspirei aliviada.

- Só nós três, por que?

- Nada. - Desvie o olhar para a janela observado a paisagem completamente branca.

- Tudo bem? - Ele perguntou me lançando um olhar rápido e olhando novamente para a estrada. - Você está estranha.

Nós parecemos dois estranhos, Justin.

- Tirando o fato que meu pai teve que te ligar para me tirar um pouco de casa.... Está tudo ótimo. - dei-lhe um sorriso sarcástico e ele ficou sério.

A idéia de Justin estar saindo comigo apenas pelo meu pai ter pedido não me agradou, estávamos mais afastado do que nunca. Isso me fazia lembrar que ele nunca foi bom em manter promessas.

- Ele só quer que você se divirta um pouco. - Ele disse simples, sem tirar os olhos da estrada.

- E eu não estou reclamando da atitude dele. - Deixei claro.

- Então...? - Incentivou-me a dizer.

- Não é nada. - Dei o assunto por encerrado e ele me olhou por um curto momento, estreitando os olhos. - Estamos muito longe da casa do Ryan?

Não valeria a pena, de qualquer forma.


Notas Finais


Espero que vocês tenha gostado, me desculpe pela demora para atualizar, prometo que não vai demorar até o próximo ser postado. Comentem o que estão achando, se tiverem críticas construtivas, podem mandar.

Até mais!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...