História All My Loving REESCRITA - Capítulo 1


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Categorias Emma Watson, Harry Potter, Karen Gillan, Tom Felton
Personagens Blásio Zabini, Draco Malfoy, Hermione Granger, Personagens Originais
Tags Blasmy, Dramione
Visualizações 57
Palavras 3.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá gente, tudo bem com vocês? Tudo sim! Tudo não (para alguns se estiver com péssimo dia). E estou bem sim, muito obrigado por perguntar. Eu sei que estão confusos com a história reescrita e sei que estão perdidos pq não avisei a vocês antes na minha fic original, mas eu vou lhe explicar o pq.
Eu tenho muitas ideias para fanfic, principalmente a parte sobre Narcisa querer muito descobrir quem estava por trás da Organização Anônimo e ela pareceu muito desesperada. Vcs estão curiosos o motivo de ela colocar o próprio filho em perigo e recrutar o Rony. E pensei que tudo está muito ligado a esse organização e será muito suspense.
Resolvi mudar a Amy e ela será a personagem principal pois gostei de escrevê-la, principalmente pela sua personalidade e ela não sera uma cientista como na fic original. Mas tenho certeza de que ela fazia parte de algo muito importante na vida passada.
A mãe da Amy e da Hermione, assim como Narcisa, Molly e LIlian serão muito importantes na fic. (Como assim, Lilian? A própria Lilian Potter? SIM! Vocês vão entender melhor em cada capitulos)
O mais importante....alguns dos personagens serão vilões e espiões, sejam atentos!
Além disso, como eu disse decidi criar a fic Dramione e Blasmy por vontade devido as algumas ideias que não deu para segurar e tive que escrever.
Karen Gillian (mais conhecida por interpretar Amy Pond de Doctor Who e Nebula de Guardiões de galaxia) será Amy Granger. Eu coloquei nome da personagem que Karen sempre fez em papel: Amy Pond pois ela sempre foi minha personagem favorita.
Alguns personagens originais são referentes a Doctor Who.

Novamente o aviso: PLÁGIO É CRIME!

Boa leitura! Leiam com vontade, comentam e favoritem, pode recomendar para seus amigos ler.

Capítulo 1 - De volta a aula.


Fanfic / Fanfiction All My Loving REESCRITA - Capítulo 1 - De volta a aula.

POV.Narradora.

20 de fevereiro de 1978.

Mary olhou para a sua mãe que tinha expressão severa, Walburga Black ainda não tinha superando o fato de que sua filha estava grávida, ainda mais jovem. Ela olhou para a mãe implorando para entrar na casa, já que não tinha para onde ir. Mary estava lá fora, molhando-se de chuva forte. Ela estava usando seu vestido negro com manga comprido, sua barriga estava maior como se estivesse engolido o planeta. Já que ficava implorando muito a mãe fora, estava preocupada que Walburga não aceitasse ela entrar pois estava morta de frio.

A mulher severa na frente de sua porta com cabelo negro, preso e usava vestido elegante e tipico de moda na Era Vitoriana e ela não parece uma mulher gentil. Mary sempre soube que a sua mãe nunca foi boa mas não deixaria sua filha morrer, por fim ela deixou a jovem entrar.

-Por que não foi para St. Mungus?-Walburga perguntou para a filha ainda mais fria possível, Seu maxilar tremia devido ao frio e ela abraçou a si mesma, Mary podia ouvir o barulho da escada, Régulo Black apareceu descendo e pareceu surpreso com mistura de nojo.

-O que ela está fazendo aqui?-Régulo perguntou de forma arrogante, a garota engoliu em seco.

-Régulo, vá chamar a Anne por favor.-Walburga pediu, o rapaz concordou e deu volta para em cima. A mulher voltou para a filha.-Está fugindo do seu namoradinho?

-Ele não é meu namorado.-Mary rebateu tentando não irritar.

-Então é só uma putinha que dorme com qualquer um. Eu tenho vergonha de você!-Ela cuspiu suas palavras com tom de nojo, isso feria mais a Mary.-Não é atoa que ele teve que abandonar você e sua criatura imuda. Espero que seja de Sangue-puro.

Mary engoliu em seco, não dizendo nada. Olhou a sala de volta e percebeu que nada tinha mudando, não demorou muito para que a enfermeira particular Anne aparecer. Ela também não parece uma mulher gentil, era mais velha que a Welburga, tinha seus cabelos loiros com pouco gisalhos, seus olhos são azuis porem frios, rugas nas bochechas e lábio fina e curva. Anne analisou a jovem com ar superior.

-Está perto do parto.-Ela não perguntou, sim confirmado balançando a cabeça, com Elfo Domestico atrás dele..-Monstro, traga o cobertor e o quarto está limpo?

-Sim, enfermeira Tennant.-O Monstro respondeu e subiu para pegar o cobertor.

A enfermeira segurou a mão da jovem e a ajudou a subir para o quarto no qual a enfermeira referia. Mary percebeu assim que chegou no quarto que pertencia ao Sirius, agora que não existia nada pertencido ao seu irmão naquele quarto, apenas paredes brancos e cama branca. O Monstro entregou o cobertor para a Mary que cobriu, enfermeira Tennant obrigou a jovem a se deitar.

-O parto será dolorosa.-Anne Tennant avisou sem nenhuma simpatia, o que assustou a Mary.- E não vai ser rápido. Você será forçada a empurrar para que o seu filho sair, o que é mais natural. Se não conseguir empurrar, precisa me avisar pois assim eu vou precisar tirar o feto na minha própria mão, o que será mais dolorosa. É mais comum para as mulheres jovens e você não será a primeira. Com a sua condição, é melhor torcer para que ambos sobrevivam durante o parto.-Mary tentou não demostrar o medo, mas era possivel já que a Annie disse que o parto será mais dificil, principalmente ouvir que seu filho não sobreviveria se o parto fosse dificil demais.-Sente alguma dor?

-Nesse momento, não.... mas a bolsa estourou há 10 minutos.-Mary respondeu nervosa, após sua resposta sentiu a dor nas costas e cólica, gemeu de dor.-Agora sim...

-Você está trabalhando no parto há pouco tempo e não percebeu.-Mary disse e o Monstro já preparava as coisas no quarto e tudo estava pronto. Mary notou que Walburga e Régulo estavam na sua frente, parados e observando friamente.

-Eles não vão sair?-Mary perguntou desviando o olhar para sua mãe e irmão, Anne percebeu que a pergunta foi dirigida a enfermeira.

-Eles que decidem.-Respondeu começando a se ajoelhar na cama, forçando a abrir as pernas da Mary.-Respire fundo, okay.-Mary fez o que a enfermeira ordenou.

Não demorou muito para que a jovem entrar no trabalho do parto. Sentiu a dor ficando imensa e grande seu corpo já estava com calor e Mary segurou a cabaceira de cama, fazendo o que a velha enfermeira ordenando. Tentou empurrar e empurrar, a agonia de imaginar não conseguir fazer seu filho sair. Sua mãe ou seu irmão estavam ali parados, nem sequer moveu o dedo para acalmar ou ajudar a menina.

A dor abdominal é intensa, sentiu seus 20 ossos sendo quebrados de uma só. Seus olhos encheram de lágrimas e não respirava corretamente. Com a maior dor, ela gritou. Durou mais horas e não veio o bebê, a enfermeira respirou fundo e fez o que imaginou que faria. Enfiou sua mão na vagina e podia sentir a cabeça do bebê.

-Agora entendi o porquê. A cabeça está virada para cima em direção ao seu abdômen, pois o bebê não consegue fazer sua cabeça passar por osso pubico, por isso o parto está dificil. Vai doer mais mas preciso virar para baixo para um lado, está pronta?-Perguntou fazendo a Mary concordar, sua respiração estava um pouco fraca. Mary sentiu a pressão no abdômen e gritou de dor, Anne virou a cabeça devagar do bebê e tirou a mão rápidamente.-Empurre mais uma vez.-Ela empurrou com a força e depois podia ouvir o choro de uma criança. Ela respirou aliviada, mas desmaiou.

Ela acordou alguns minutos depois e notou que a cama já estava limpa e a enfermeira estava segurando o bebê enrolada de cobertor branco, ela percebeu que Walburga estava de braços cruzados observando a criança e Régulo apoiando na parede. Annie entregou para o bebê que chorava desesperadamente.

-É uma menina.-Anne falou para a Mary friamente. Ela segurou a bebê e sentiu alegria tomar conta de si mesma. A garotinha era linda, cabelinho ruivo e seus olhos escuros. Ela passou muito tempo admirando sua filha e depois notou algo muito estranho.

-Ainda estou confusa...-Mary engoliu em seco.-Pensei que iria pôr minha filha para adoção. Você mesma me ameaçou.

-Sim, mas nada mudaria se eu fizer isso. Quando você e essa porca melhorar, sairia dessa casa. Lhe dou dinheiro e passagem para morar algum lugar, já que aqui não é muito bem-vinda. -Mary sentiu aliviada por saber que sua mãe não colocaria a criança para lar adotivo. O sorriso irônico surgiu nos lábios de Régulo por causa da última frase dita da Welburga.-Você ainda não respondeu a minha pergunta. Ela é sangue-puro?

 

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5 de março de 1989

Amélia Mary Stuart estava lendo um livro com sua irmã mais nova, Hermione Granger. A ruiva tinha 11 anos enquanto a Hermione tinha 10, ambas estavam no quarto delas ouvindo os gritos dos seus pais lá embaixo da sala. Era plena dia do almoço, Hermione deixou a janela aberta para que os gritos não fossem ouvida mas sem sucesso. Amélia fechou o livro pois perdeu o foco da leitura e Hermione olhou para a irmã sem dizer nada, a menina resolveu ir olhar o que estava acontecendo.

Hermione tentou impedir mas ela não a ouviu, saiu do quarto e parou na escada observando um homem alto, moreno e olhos azuis escuro. Tinha barba cavanhaque e um terno que parece chique. Amélia se sentou no topo da escada, escutando as vozes altas.

-Você nos abandonou! Quando te contei que estava grávida, você fez o que? NEGOU TUDO E VOCÊ EM SUA PRÓPRIA PALAVRA QUE NUNCA HOUVE NADA ENTRE NÓS!-Jane gritou para o homem furiosa, Amélia notou que seu pai Chris Granger estava abraçando a sua mãe, tentando segurar para ela não partir em cima do homem.-E AGORA APARECE AQUI DIZENDO QUE QUER MINHA FILHA DE VOLTA?! NÃO!

-EU ERA JOVEM NAQUELE ÉPOCA, ESTAVA DESESPERADO!-O homem gritou para sua mãe.-MAS EU PENSEI MUITO E QUANDO IA TE PROCURAR, VOCÊ JÁ HAVIA SUMIDO!

-NÃO ERA PARA SUMIR? O QUE EU IA FAZER COM MINHA VIDA ENTÃO? SOZINHA NA RUA? VOCÊ SABIA QUE MINHA MÃE ME EXPULSOU POR CAUSA DA GRAVIDEZ? SABIA QUE EU ESTARIA MORRENDO SE NÃO FOSSE MEU MARIDO?! -Jane respirou fundo, ainda nervosa com o homem.-Chris foi mais pai presente que você jamais foi, Roman.

-Ela é minha filha!-Esse tal Roman disse com calmo, porém frio.-Vou levá-la a força.

-Não vai tirar a Amélia de mim!

Ao ouvir sua mãe pronunciar seu nome, Amy sentiu calafrio. O homem que mal conhece iria separar ela da sua mãe, seu pai (adotivo que ela acabará de descobrir) e especialmente, da sua irmã. Ela sentiu seu mundo girar, como se tudo ao seu redor fosse esmagado em toda realidade. Seu peito começou a subir e descer, ficando cada vez mais dolorosa devido o aperto, o ar lhe faltava.

Os objetos e os moveis começaram a se voar a força, as janelas se quebraram do nada e umas coisas derrubadas assustando os adultos. Jane olhou para a sua filha em escada, encolhida. Suas mãos estavam cobrindo os ouvidos, olhos fechados mas dava para notar as lágrimas rolando. Então entendeu: Amélia tinha ouvindo tudo e entrou em pânico.

Estavam surpresos pelas habilidades da filha.

-É para isso estou aqui.-Roman Stuart respondeu de forma arrogante, porém orgulhoso.

 

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1 de setembro de 1997

Hermione ainda estava deitada na cama, com milhões de pensamentos na cabeça. Ainda era manhã, ela sentia-se entendiada, fazia 2 anos que ela estava fora de Hogwarts. Depois de tantas perdas, a Diretoria McGonagall decidiu aos alunos dar dois anos fora de Hogwarts por causa de luto.

O mais problema era que Hermione estava irritada e triste ao mesmo tempo, fazia 1 ano  que ela havia terminando o namoro com Rony. Tinha descobrindo o segredo imperdoável, porém o termino sobre por causa de ele ter  apaixonado pela garota na Cornival, Clara McCall, a nova vizinha dele era só uma fachada.  Harry e Gina estavam noivos, ambos pareciam apaixonados. Mione sabia que eles foram feito um pelo outro, o destino era para os dois ficar juntos e ela sabia. Sentia-se inveja pela forma de como o casal se trata. Carinhos, trocas de beijos, sorrisos bobos. Era casal perfeito demais e Rony e Hermione não eram como eles.

Depois da derrota do Voldemort, Lucius Malfoy foi condenado a praticar magia negra, por estar do lado de Lorde das Trevas. O Ministro fez feitiço da Verdade, onde todos os condenados pudessem falar a verdade sem perceber. Todos estavam lá, ouvindo tudo o que o Sr.Malfoy falava, estavam aterrorizados pelo que Lucius dizia que estava sempre ao lado dele, era leal. Morreria por ele e tudo mais. Depois de Narcista Malfoy.

"Eu não podia fazer nada. Eu não queria que meu marido trancasse e prendesse meu filho no porão. Não suportaria pensar que ele passaria dois dias sem comer, ficar congelado. Quanto mais Draco acusava, mais torturas de Maldição meu marido lançava, eu tinha que protegê-lo. Eu e Draco concordavamos em juntar ao Lorde das Trevas, para que não seremos torturados pelas mãos desses porcos."

A voz da Narcista Malfoy não saia da sua cabeça. Ela estava chocada pelo que Draco Malfoy passou, ele sofria de torturas pelo seu pai. Sentia-se pena dele e sentia-se raiva pelo Lucius. Ele estava com medo e por isso se juntou ao Voldemort.

"Lucius...eu não chamaria de pai...ele machucou a minha mãe e eu tinha que fazer alguma coisa. Eu tinha que deixar que eles colocar a marca em mim. Eu nunca quis se juntar a eles, mas eu juntei. Eu só queria que eles deixassem minha mãe em paz. Eu não posso culpá-la pelo que meu pai fez."

Quando Ministro removeu o feitiço da Verdade, Lucius foi o único a condenar em Azkaban enquanto Draco e Narcista Malfoy foram libertados. Deram 30 anos de prisão ao Lucius Malfoy, para Hermione a tribunal não era diferente em mundo trouxa. E então a Diretoria McGonagall anunciou que o loiro continuaria a estudar em Hogwarts, e até oferenceu a Narcista a trabalhar na Escola.

A bruxa ouviu a porta ser batida, revirou os olhos pois sua mãe sempre entrava no quarto sem permissaõ, mas fazer isso por gentileza deve estar querendo alguma coisa:

-Entre.-Gritou a morena sentada na cama agora. Para a sua felicidade, não era a sua mãe. Uma ruiva aparenta ser 19 anos entrou no quarto com maior sorriso que poderia dar. Hermione deu grito e pulou da cama correndo até a sua irmã, dando abraço num pulo. Amélia gargalhou:

-Parece que acabou de abraçar quem morreu e voltou.-Brincou Amy fazendo Hermione soltar o abraço, em folêgo ela sorriu. Estava feliz em ver sua irmã.-Você cresceu e é muito bonita pessoalmente. Estava ansiosa para te abraçar de verdade, conversar por Web não me ajuda muito.

-Concordo.-Hermione deu risada.-Então...-Ela tomou folêgo e puxou a irmã para se sentar na cama.-O que realmente faz aqui? Por que não me avisou que viria?

-Bom...quis fazer surpresa e tenho muitas noticias para lhe dar.-Amy disse com sorriso nervosa.-Meu pai morreu e vim morar aqui.

-Deve ser ruim dizer que estou feliz por tê-la aqui?-Hermione perguntou parecendo culpada, Amy gargalhou.

-Claro que não. Meu pai morreu, foi tarde.-Falou em falsa lamentação.-Você sabe muito bem que ele não é pai carinhoso do mundo.

-Mas parece maldade comemorar com a morte de um membro de familia.-Hermione disse, Amy revirou os olhos.

-Você continua sendo sempre a certinha. Não é atoa que é a mais inteligente em Hogwarts, entendi porque quebra regras.-Ela recebeu almofada na cara, ouvindo a risada da Hermione.

-Fiz por necessidade, não por diversão, você sabe muito bem.-Hermione retrucou, Amy sabia sobre os problemas da Hermione com Harry e Rony em Hogwarts.-E outra noticia? Por favor me diga que é boa.

-E é. Mamãe conversou com a Diretora Minerva McGanagoll. Ela concordou que eu fosse estudar em Hogwarts com você.-Amy concuiu com sorriso vitoriosa, Hermione pulou de felicidade.

-É uma noticia maravilhosa! E Ilvermorny?

-Agilbert Fontaine e MInarva McGanagoll se comunicaram e eles também concordaram que eu fosse mudar de escola. Preciso de nova vida.-Amy deu de ombros.-Ilvermorny é uma escola boa, mas os alunos são intelectualmente piores.

-Entendo.-Hermione concordou.- Mas eis um problema.-Hermione deu sorriso amarelo.-Ninguém sabe que eu tenho irmã, Amy.

-Fui eu quem pedi para você fingir ser única filha. Lembra?-Amy falou. Hermione sabia o motivo sobre Roman Stuart.

-Lembro.-Hermione já estava séria, assim como sua irmã estava.

-Certo...-Amy olhou para o relogio e se levantou na cama.-Vamos arrumar as malas. A estação chegaria em 56 minutos.

-Você acabou de chegar?-Hermione perguntou confusa.

-Não. Cheguei ontem a noite, depois de você ter ido dormir. Não quis te acordar.

(...)

As irmãs Granger estavam abraçadas aos seus pais, era um abraço carinhoso, juntos. O trem tinha acabando de chegar, o abraço foi interrompida por causa do barulho do motor.

-Quero que vocês se comportem bem.-Srta.Granger disse para suas filhas.-Não briguem por coisas bobas, ouviram?

-Mãe. Qual foi a última vez que você nos viu brigados?-Amy perguntou rindo.-Nós somos da paz, nunca brigamos.

Srta.Granger semicerrou os olhos, de uma forma brincadeira.

-É mesmo?-Brincou, fazendo todos rirem.

-São apenas 14 minutos, vou sentir saudades.-Hermione falou abraçando seus pais de novo.

-Nós também vamos sentir, querida. Lembre-se de nos ligar, ou mandar cartas. Não me importo o que é.-O Sr.Granger disse, as meninas apenas concordaram.

-Hogwarts tem WIFI?-Amy perguntou para a irmã que negou com a cabeça.

-É o mundo bruxo, Amy. Lembra? Eles só usam magias, não tecnologias.-Hermione respondeu.

-Mas eu tenho que conversar com meus amigos no Whatsapp. Será que funciona?-Perguntou Amy tentando localizar a rede no celular. Amy também tinha muitos amigos bruxos e trouxas, o que não surpreenderia a Hermione afinal. Ela também tinha amigos trouxas.

-Para mim, parece coisa nova. Mas vão estranhar quando todos ver o celular.

-É sério. Os bruxos precisam evoluir mais.-Amy disse indignada.

-Conversem em trem, minhas queridas. Amamos vocês.-A Srta.Granger disse interrompendo as conversas das irmãs. Eles se despdiram e as Grangers entraram em trem, acharam o cabine vazio e entraram.

-Queria conhecer Harry Potter pessoalmente, poxa. -Amy lamentou.

-Harry está no último vagão, nós vamos nos encontrar em Hogwarts e você o conhecerá. Coitado, vai se assustar com a sua loucura.-Hermione disse preocupada com seu pobre melhor amigo. Amélia é muito fã do Harry Potter, se ela encontrá-lo, não iria resistir a sua loucura.

-Muito engraçado, irmã.--Debochou, a Mione mostrou a sua lingua.

O barulho da porta do cabine foram ouvidas das meninas Grangers, chamando atenção.

-Ora, ora se não é a pequena Granger. A sangue-ruim de volta a Hogwarts.-A voz irritante do certo loiro fez a morena ferver o sangue. A ruiva apenas ficou confusa, sem entender as palavras do loiro.-Sabia que ia voltar.

-O que você quer, Malfoy?-A voz da morena era seca e fria.

-O cabine é meu.-O loiro falou, Mione começou a rir.

-Achamos primeiro, então procurem o cabine por ai.-Hermione retrucou.

-Acho que não. O cabine é meu, então você vai ter que sair daqui.-Draco discutiu, Hermione ia abrir a boca, mas foi interrompida pela sua irmã.

-Então esse é o Malfoy que você tanto fala?-Amélia disse entre risos.-Muito bonito, a próposito.

-Amy, esse é o meu pior inimigo.-MIone falou irritada, a ruiva olhou para Draco de cima para baixo, analisando-o.

-É ridiculo, Mione. Seu inimigo é mais bonito, credo. O meu pior inimigo é o maluco preseguidor de quatro olhos. Queria estar em seu lugar. Desde quando homem e mulher são inimigos?

-O que tem a ver com isso, Amy?-Hermione perguntou sem entender.

-Você sabia que pessoas com inimigos de sexos opostos tendem a ser mais apaixonados?-Perguntou a Amy sorrindo.-E esse moço é gostoso.

-Você é louca.-Hermione falou incrédula.

-Mas é verdade.-Amy falou rindo.

-EI, estou aqui sabia?-Draco falou incomodado.

-Sei, estamos vendo você.-Amy respondeu sarcastica.-A pergunta que não quer calar: Porque vocês se odeiam? Contem-me a história. Adoro histórias.

(...)

Amy sabia o motivo do ódio dos dois mas estava divertida com a situação dos dois. Porém a situação ficou tédio quando os dois começou a transformar a história em discussão.

-Parem, okay. As vezes ainda acho o ódio de vocês muito infantil, mas vocês estão crescidos e ainda tem tempo para deixar essas besteiras de lado e se pegar, o que acha? Vocês se combinam muito.

-Ele é o principe da sonserina, é galinha. Não vou ficar com esse idiota. Tá maluca? Fumou crack? Maconha?-Hermione olhou para a irmã incrédula.

-A última parte eu tentei, mas foi há três anos.-Amy ironizou, dando risada.

-Você é a pior irmã do mundo.-Hermione disse não parecendo surpresa. Não era a primeira vez que Amélia provocava pelo fato de ela sempre falava do Draco Malfoy em todos os tipos de xingamentos. Parece apaixonada.

Ficaram em silêncio no metro as horas inteira, Hermione lia seus livros preferidos, Amy ouvia a musica de The Beatles de fone de ouvido. Ela cantava "Hey Jude". Era uma das suas preferidas.

 

Hey Jude, don't make it bad

Take a sad song and make it better

Remember to let her into your heart

Then you can start to make it better

Hey Jude, don't be afraid

You were made to go out and get her

The minute you let her under your skin

Then you begin to make it better

And anytime you feel the pain, hey Jude, refrain

Don't carry the world upon your shoulders

For well you know that it's a fool who plays it cool

By making his world a little colder

Nah nah nah nah nah nah nah nah nah

Hey Jude, don't let me down

You have found her, now go and get her

Remember to let her into your heart

Then you can start to make it better

So let it out and let it in, hey Jude, begin

You're waiting for someone to perform with

And don't you know that it's just you, hey Jude, you'll do

The movement you need is on your shoulder

Nah nah nah nah nah nah nah nah nah yeah

Hey Jude, don't make it bad

Take a sad song and make it better

Remember to let her under your skin

Then you'll begin to make it

Better better better better better better, oh

Nah nah nah nah nah nah, nah nah nah, hey Jude

Nah nah nah nah nah nah, nah nah nah, hey Jude

Nah nah nah nah nah nah, nah nah nah, hey Jude

 

A viagem levou horas para o trem parar, todos perceberam que tinha acabando de chegar em Hogwarts, Hermione ajudou Amy a se vestir o uniforme  de novato.

(...)

Quando todos entraram em salão, Amy e os outros novatos ficaram encantados. Era incrivel demais, era como se fosse um sonho mas não era. Era real, Amy admirava. A Srta.McGonagall fez o mesmo discusrso, regras e tals. Assim que terminou o discurso, colocaram o chapeu seletor em uma cadeira.

MInerava pronunciava os nomes das listas dos novatos e depois:

-Amelia Granger.-MInerava pronunciou, fazendo com que todos do salão ficassem confusos e surpresos. Amy sentiu o suor na testa, calafrios, mas mesmo assim foi até o chapéu seletor.

-Amélia Granger, mais conhecida como Amy. Nascida trouxa, irmã da Hermione Granger. Inteligente, simpatia. Já foi a casa Horned Serpent de Ilvermorny. AH...você perdeu alguém? Já sei...você é forte, corajosa. Eu diria que ela vai para...Cornival!-O chapéu seletor finalizou as falas, o pessoal da Cornival bateram as palmas. A mesma seguiu até a casa de Corvinal.

Amy sentou-se ao lado da Luna.

-Eu sou a Luna Lovegood, você é a irmã da Hermione, certo?

-Sim, prazer.-Amy cumprimentou simpatia.

 


Notas Finais


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Favoritem, cometam e compartilhem! Não sejam fantasmas!
Aceito opiniões e sugestões.


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