História All Night - A Saga (Camren G!P) - Capítulo 44


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


† Hei, amores.
Boa leitura.

Se conter erros, perdão, voltarei depois para corrigi-los.

Capítulo 44 - Take My Hand


Fanfic / Fanfiction All Night - A Saga (Camren G!P) - Capítulo 44 - Take My Hand

"Duvida da luz dos astros,

De que o sol tenha calor.

Duvida até da verdade,

Mas confia no meu amor”.

William Shakespeare



“Ser consciente é um tormento
Quanto mais aprendemos, menos entendemos
Cada resposta contém uma nova busca
Uma busca para a não-existência, uma jornada sem fim
Eu não tenho medo de morrer! Eu tenho medo de estar
Vivo sem saber disso
Eu tenho tanto medo, eu não suportaria
Gastar toda a minha energia em coisas que não importam mais [...]” 
Epica - Sensorium


Pov Camila [TRÊS MESES DEPOIS]
 

Me sinto imensa, não somente pela alegria que a cada dia arrebata o meu coração de amor, mas também pela enorme barriga. Estou me sentindo maior que a casa. Lauren disse que estou ‘apenas’, mais distribuída, “A gordura agora vai também, para os meus brinquedos favoritos, amor. Estou orgulhosa disso” e, dizendo que o tecido adiposo, não fica somente concentrada em meu “Monumento”, minha região que tira dela o fôlego, que a infeliz nem precisa – é muita tara por essa bunda – se eu tivesse domínio sobre esse meu poder, que todos insistem em dizer que tenho, depois que o Ty fez essa outra revelação, eu bateria nela – bateria muito – e, depois a encheria de beijos, porque felizmente eu a amo o suficiente para perdoar, até quando me enfurece. Já disse que ela é irritante de tão perfeita? Pois é, Lauren é.

Poderia ser os três meses mais tranquilos das nossas vidas. Sério, sabe! Sem mais Lucy, Ty e Sciver. Se não fosse o instinto protetor e preocupado que insiste persegui-la – "Está com fome? Amor, está sentindo alguma coisa? Baby, não irei arredar um centímetro dos meus pés, até saber o que está acontecendo”, ou quando fiz algo sem pensar e ela estourou “Onde ela está?" – Ah, esse dia foi legal, eu fui encontrar os meus amigos na cidade. Mesmo que eu tenha saído com ela ainda em uma reunião. Não tinha se passado nem mesmo quinze minutos à sós com as meninas e Zayn, e Lolo apareceu pela primeira vez na luz do dia para eles, que ficaram com cara de bestas. Também não era pra menos, ela nunca tinha feito isso na luz do dia. Foi bom, porque aproveitamos para contar a novidade.

Otimo o chá de fraldas foi outra dor de cabeça, simplesmente meus amigos insistiram em saber o sexo do bebê, e como nem as próprias mães não tinham a mínima noção de saber e Zayn solta um “Uê, suas despreparadas, porque acham que existe o exame de sangue. Aff! Atrasadas”, Lauren arregalou os olhos para mim “O que é? Lern eu sou advogada e, não alguém da área da saúde”. Elas me levaram ao hospital para fazer esse exame, “Além de ter que levar uma copia falsificada de todas as consultas que a gestante tem que fazer ao longo da gravidez”. Pré-Natal mais louco do mundo, e tendo esse monte de ‘loucos’ ao meu redor, tenho medo do meu bebê nascer com trauma, pobrezinho.

O exame estava na minha bolsa quando voltamos para a casa naquele dia, ela olhava para mim e eu não sabia o que dizer, na verdade eu queria dizer, mas eu já tinha colocado em minha cabeça que eu queria saber somente na hora que ele ou ela nascesse. Quando eu disse isso, ela fez uma carinha linda, mas eu não a impedi de saber, ela é a mãe do meu pacotinho também, ela é a progenitora, a pessoa mais importante da minha vida, e mais que isso, merece saber. Lauren parou o carro no acostamento de terra e abriu o exame. Eu nunca vi ela reagir a isso, susto, felicidade, amor. Ela solta o meu cinto de segurança e me beija agora com lágrimas escorrendo – Devo ter chorado também – porque ela sussurrou um “Eu te amo tanto, tanto, que chega ser impossível mensurar. Obrigada Dra. Jauregui”, revirei os olhos, ela e essa mania de me irritar colocando apenas o seu sobrenome. Merda, eu amo esse sobrenome.

Mas o que a deixa inquieta mesmo é sobre “Esse Alguém” que até hoje não sei quem é, só falta ser aquele que atacou o meu povo. Ela fazia e refazia planos, e se esse plano oferecia uma mínima chance que fosse de falhar, Lauren prendia todos os responsáveis na sala de reuniões, sempre dizendo que se o plano falhar, era o fim e todos nós morreríamos. Ela repassava mentalmente todas às vezes, avaliando, imaginando à procura desses possíveis defeitos. Mesmo não encontrando nenhum.

O que ela me mostrou e pediu qualquer opinião era um plano ousado, seria usado caso, Esse Alguém, chegasse perto de mim ou do nosso pacotinho. Ele exigiu um cálculo de tempo muito cuidadoso, que estaria em ação em frações de segundos. Mesmo que eu disse que ela era sensacional em tudo, essa criatura de inteligência absurda, gostava de ouvir eu dizendo. Passei a contar nos dedos e até numerá-los, e observei como ela gosta de ouvir quando estamos à sós curtindo nosso pacotinho. Como agora.

- Saudade de alguma coisa?

Lauren pergunta atrás de mim recostada com as costas na cadeira de sol e minha cabeça em seu peito servindo de travesseiro. Nas últimas semanas tem sido o melhor travesseiro e para sempre vai ser, depois que descobrir essa posição.

- Sim – Levanto minha cabeça para olhá-la – Como que ele pode não gostar de Burguer King, amor? Isso é a coisa mais gostosa do mundo.

Ela solta a risada que me contagia.

- Pensei que eu era a coisa mais gostosa que você comia. É o que você sempre diz. Devo me sentir ofendida, e ficarei a partir de hoje. – Ela ergue uma sobrancelha quando termina de falar.

Nego com a cabeça, coisa besta, ela é a coisa mais gostosa que eu amo comer quando quero provocá-la. Estava entre suas pernas e suas mãos, junto com as minhas, acariciavam a minha barriga, quando ele se mexia.

Queria dizer isso que pensei, mas de uma maneira diferente, se o pacotinho não tivesse me dado um belo chute digno de um gol em minhas costelas. Gemo de dor mesmo que eu tivesse sorrindo, para não preocupa-la.

- Foi forte? – Lauren me pergunta preocupada e tira sua mão da minha barriga e acaricia o meu rosto. Nego e ela cerra os olhos – Não me esconda a sua dor, Camila. Eu sei que doí.

- Ele só está com pouco espaço para se mover. Tadinho. – Gemo outra vez, ele não tem culpa se meu corpo pequeno não lhe da espaço suficiente para se mover. – Meu amorzinho, poderia pelo menos decidir qual posição quer, e ficar quietinho. Só um pouquinho, mama está com sono.

Converso com ele para tentar se aquietar, mas o meu pacotinho parece obedecer a voz somente de uma única mãe aqui.

Sinto Lauren se mover ficando de lado e me colocando também, olho em seus olhos, já sabendo o que ela iria fazer. Seu rosto se aproxima e beija meus olhos, meu nariz, passa para a minha boca, e logo após sinto seus lábios gelado na ‘gigante’ casa do nosso bebê.

- Oiee, amor. Sabe, eu estou com uma ansiedade muito imensa em te conhecer e poder brincar muito com você. Talvez até mais imensa que a barriga da mama – Dou um tapa em seu ombro, como ela pode dizer isso? Lauren sua peste – Está vendo? Até apanho por sua causa. – Sorrimos juntas, sabemos que essa tapa passa longe até mesmo de uma cutucada – Mas, a mamãe não quer te colocar de castigo por machucar a mama, ela já não consegue dormir direito, e nem pode comer aquele pão com carne que tanto ama, porque você não é muito fã. Apesar que devo concordar com você e te agradecer, isso não é nada saudável. Então vamos fazer um pequeno acordo. Se você ficar quietinho por algum tempo só para ela dormir um pouquinho, pensarei sobre o seu castigo. Combinado?

Ele se move, mas não me machuca. Toco em seu rosto e a ela se ergue.

- É impressionante a maneira como essa criatura te ouve e te obedece. Será que terei que ser o pai nessa relação? Por que ele não me escuta? Se eu soubesse não teria subido naquela moto. Você só fez o trabalho de colocar ele aqui – Aponto para a barriga – Eu que sofro por não vestir minhas roupas, de está imensamente com curvas salientadas, por perder noites de sono, de chorar por qualquer coisa, por comer somente o que ele quer, nem posso mais comer meu hamburguer. – Faço um biquinho e sei que Lauren está mordendo o lábio não por ficar com pena de mim, até a minha mulher tira sarro de mim – Ele tinha que me obedecer. Era o mínimo. Tão pequeno e tão ingrato – Choramingo.

- Porque você o ama tanto mesmo assim. E eu te amo tanto, por segurar essa barra tão bravamente. Não é qualquer uma que consegue levar em seu ventre um meio-vampiro.

Encho meus olhos de lágrimas e Lauren não se controla mais e abre a boca para gargalha limpando a trilha de água que começa a escorrer pelo meu rosto.

Lauren beija meus lábios só que eu não correspondo, só quero abraçá-la.

- Não quer me beijar? – Sua voz ressoa um tom mais rouco, gargalhando e eu nego com a cabeça.

- Não, eu quero apenas o meu travesseiro – Choramingo e sua risada aumenta.

- É todo seu, amor – Lern diz e eu me abaixo, deitando o meu rosto em seus seios cobertos por uma blusa branca minha.

Fecho meus olhos e escondo meu rosto em seu peito para sentir seu cheiro e recosto a minha bochecha no local macio, quando ela começa a brincar com os meus cabelos.

- Sabe... – Falo e ela sorri beijando o alto da minha cabeça – Essas partes sensíveis que me faz chorar por coisas bestas é muito chato. E você é uma delícia também, ontem você tinha que ter gargalhado assim quando eu engasguei com você, e não, ter ficado tão histérica lavando a minha boca e me dando água. – Olho séria para ela – Se você tivesse chamado alguém eu nunca mais iria fazer o que fiz ontem. – Ela arregala os olhos e engole em seco – Fica esperta, Lolo. Posso ser chorona, mas fico uma pilha de nervos e você sabe que o que eu prometo, sou fiel e cumpro mesmo sendo algo que você ama tant…

Lauren não me deixa terminar e pega meu queixo e me beija olhando em meus olhos, mas que filha da mãe, ela só parou de me beijar quando ansiei pelo ar.

Seus olhos verdes estudam o meu rosto meio zonzo e somente quando tem certeza de que estou bem, seus braços me apertam um pouco forte.

- Você pelo menos perdeu essa mania de controle, eu odiava aquilo.

- Estamos evoluindo. E você pareceu entender o que minha força pode causar em você.

Olho para ela e assinto.

- Sei sim. Mas, não sei onde, ontem você disse que você já me mostrou 15%. Um dia vou fazer você pagar por me deixar assim.

Levanto minha mão para o ar e ela segue abrindo o sorriso que amo, ela sabe o que irei fazer.

- Gostosa. Amorosa. Vampira. Insaciável. Protetora. Maravilhosa. Foda. Amo foder com você.

Lauren arregala os olhos, eu sempre parava no foda, mas queria provocá-la. Escondo meu rosto em seu colo, começo a beijar sua pele e subo até o seu pescoço.

Ela segura meu rosto com as duas mãos.

- Eu te amo, Camila. Amo essa parte que somente eu sei e suporto. Porque Sofi mesmo corre de você. – Seu sorrido safado se abre.

- Essa traidorazinha me paga. Ela somente sabe contar a história de Mikaelly e outros registros da Sarah. Pode uma coisa dessas?

Lauren gargalhou e me puxou para o seu peito.

- Durma um pouco. Velarei seu sono.

- Ok. Se eu dormir demais me leve para a cama?

- Não precisa perguntar, Camz.

Ajeito meu corpo e me permito descansar um pouco.



“[...]Nosso futuro já foi escrito por nós sozinhos
Mas nós não captamos o sentido do nosso curso de vida programado
Nós apenas tememos o que está por vir e sentimos o cheiro da morte todos os dias
Procure pelas respostas que estão além[...]”

 

Não estou pronta ainda para acordar. Me reviro na cama, para tentar dormir um pouco mais, mas foi uma grande idiotice minha. Erro, eu errei feio em me mover, sinto como se meus órgãos internos estivessem se contorcido, e uma cólica imensa atingiu minha parede abdominal.

- Ôuhhh, merda.

- Tudo bem? – Lauren pergunta apreensiva.

- Ai, não sei.

Fecho meus olhos com força e sinto as mãos delicadas e gélidas dela me acariciarem.

- Relaxa, meu amor.

Aos poucos a sensação de desconforto passou.

- Nossa, que coisa ruim.

Me ponho reta na cama e elevo minhas mãos ao rosto, limpo o suor que se formou e depois e alguns segundos, desço minhas mãos e olho para aqueles par de diamantes me fitando.

- O que foi?

- Odeio ver você sentindo dor, me sinto tão inútil, eu n...

Tapei sua boca com a minha mão e ela a segura, desferindo selinhos por toda a região.

- Não iremos engravidar tão cedo – Lauren diz séria me fitando.

- Depende de o quão cedo vai demorar. Eu amo crianças, Lolo. E ter apenas um filho não está em meus planos.

Lauren se aproxima de mim, com um sorriso triste.

- Realmente, ainda não vale para você, passar a eternidade ao meu lado, ter um pedacinho de nós duas que podemos chamar de nosso, mesmo assim, você quer ter mais? Quer passar por todo esse desconforto, só para me dar outro filho?

Os olhos de Lauren se iluminam quando confirmo com a cabeça em meio a um sorriso.

- Sim, eu quero. Mais pra frente. Mas… – Aproximo de seu rosto e a beijo castamente – Você terá que concordar em me ver enorme outra vez.

Pronto, foi o bastante para ela explodir na gargalhada rouca, eu fico atônita, sem entender o motivo da crise de riso.

- Céus, por Deus, Camila! Você está preocupada em ficar imensa? E não por tudo que terá que abrir mão outra vez. Do hambúrguer? Das noites em claro, porque não consegue achar uma posição para dormir. Dos enjoos, das mudanças de humor.

- Preciso ver se algum terá seus olhos, enfrentarei sim, outra vez e quantas forem precisas, um deles tem que sair de puxando.

Lauren esconde seu rosto na curva do meu pescoço e começa a sorrir copiosamente.

- Você não existe, Camz. – Ela me olha por cima – Eu te amo tanto.

- Te amo mais.

Nos beijamos. E a paz que nos preencheu nesse instante vai toda embora, quando uma rajada de vento, e nuvens negras carregadas, com trovões e raios, invadem o céu noturno, que minutos antes estava limpo e repleta de estrelas.

Lauren rugiu de ódio, se pondo em pé, enquanto a porta do nosso quarto se abriu abruptamente.

- Eles estão aqui – Ela olha para os vigilantes junto com Halsey – Hora de seguir o plano. Sem erros, não permito erros.

- Sim, minha majestade.

Minha mulher me olha preocupada, e anda em direção à janela. Tudo aconteceu em câmera lenta. Lauren mal chegou no umbral de madeira e uma sombra negra a puxou para fora, levando consigo os cacos de vidro, madeira e tijolos.

- Avancem – Ouço Halsey dar a ordem e vir em minha direção.

- Não, vai ajudar Lauren.

- Não, eu sigo o plano. Ela é inteligente, e você sabe que isso aconteceria. Ela esta bem. Olhe.

Mesmo nos braços de Halsey, olhei ela agarrando a sombra negra e o levando para fora, pelo mesmo lugar que ele a tinha lançado minutos antes.

Sim, o plano de Lauren era impecável, nada estava fora do cronograma. Fui levada para a ala de segurança afastada da casa. Jus já estava lá com a minha família e, junto deles, Clara, Dinah e Blake. Demi saiu ao nosso encontro, já com as armas UV’s carregadas de munição em um mala.

- Halsey, tudo pronto.

Não, nem tudo, meu subconsciente despertou, sexto sentido aguçado estava pressentindo que alguma coisa não estava certa. Olho novamente para a floresta, a chuva caia forte, trovões e relâmpagos reluziam o cenário escuro. Sinto uma presença fria e maléfica se aproximando cada fez mais rápido de onde estávamos. Olho para as pessoas no local e é quando o vejo, um espectro voou na direção de Sofi, corri em sua direção na tentativa de protegê-la. Esse espectro não estava sozinho, tinha mais deles, agora, todos os membros do clã, lutava contra os espectral’s. Pulei na frente da minha irmãzinha e, ele parou em minha frente, me olhou de forma fria e sorriu maléfico para mim, se impulsionou para trás e passou pelo meu corpo. Uma onda fria, sem vida apertou o meu coração internamente e gritei pela dor, ele se foi depois de sair de mim.

- Não, Camila – Clara gritou e veio ao meu encontro antes que eu caísse no chão.

Arfei pela dor iminente quando tentei falar alguma coisa, em vão, parece que cada movimento que eu fizesse era errado e me machucava instantaneamente, não só a mim mas ao meu bebê também.

- Calma...

Ouço vozes me cercando, mas apenas queria poder vê-la antes disso tudo acabar.

- Lauren… Eu preciso dela aqui comigo. – Seguro a mãe da minha sogra. – Independente do que acontecer comigo, por favor, Clara! Te imploro, salve o meu filho.

A minha vida estava por um fio, e eu só desejava que meu bebê tivesse a chance de viver. Egoísta? Sim, por minha família eu sou.

- Ele vive, Clara…

Grito de dor chamando por Lauren sem parar, enquanto a chuva nos molhava na noite ténue de guerra que se formou.




Notas Finais


Me contem o que estão achando.
Vamos caminhando para os cap's finais.
Espero que tenham gostado.
Buenas noches.


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