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História All of me - fillie - Capítulo 28


Escrita por:


Notas do Autor


Desculpe o sumiço, mas eu voltei. Com esse capítulo, acredito eu, que muito esperado 😅

Tenham uma boa leitura 💖

Capítulo 28 - O que vai ser agora?


P.O.V Millie 

Lausanne Suíça 

Naquela mesma noite


Eu ainda estava em choque. Parecia um sonho, não poderia ser real. Mas era, e Finn estava bem na minha frente, olhando-me nos olhos e eu o encarando, sem dizer uma palavra. Eu não sabia o que fazer, se entrava no Starbucks, ou se ficava ali parada olhando para ele. Como se lendo meus pensamentos, ele me guiou até um banco que tinha logo ali perto. Por sorte, não havia quase ninguém nas ruas, e já estava ficando noite. 


- Eu sei que deve ser muito complicado para você - começou ele - Mas eu tinha que vim te ver, e eu não aguentava mais saber de quase tudo o que passava na sua cabeça, e não fazer nada. 


- Finn, eu realmente ainda estou em choque - disse, agora com um pouco mais de calma - E eu acho que não seja nem o lugar e nem a hora certa para falar sobre isso - tentei, querendo adiar algumas horas essa conversa, da qual eu não estava nem um pouco preparada. 


- Eu sei, quer ir para o seu apartamento? Acho que para o seu próprio bem - o jeito como ele estava falando me dava arrepios. 


- Meu próprio bem? Tem certeza que você quer falar sobre isso? - as palavras saíram da minha boca sem ao menos eu perceber. 


- Eu prometo te explicar tudo. Cada detalhe que você quiser saber, mas não acho que no meio da rua seja o melhor lugar. Sinceramente. 


- Olha Finn, me desculpa, mas você sai de Toronto, para vir aqui e dar detalhes sobre a sua traição? Me desculpe, mas pode ir embora se for por isso - disse eu, um pouco alterada, ou melhor, irritada, mas com razão. 


- Eu não traí você, tá legal - ele afirmou, tentando desviar o olhar, e assim feito, olhou para o céu - Eu não tive tempo, fui obrigado. 


- Obrigado à quê? E como você não me traiu? - perguntei, confusa. 


- É exatamente por isso que falei para ir ao seu apartamento, você estaria em casa, com a sua reação e tudo mais, acho que na rua não se é o lugar adequado. 


- Finn, eu não sei se quero ouvir o que você tem para falar, eu realmente apenas queria aproveitar a noite com a minha amiga e eu estou cansada, muito cansada - disse, independentemente do que ele fosse falar, queria que esperasse, queria aproveitar minha noite comendo sorvete e chocolate quente e vendo a um filme de comédia com a Sophia. 


- Millie, tá tudo bem? - ele perguntou, parecendo se importar, e preocupado. 


- Estou. Mas eu sei, que a conversa que teremos, irá me quebrar em pedaços, eu irei chorar, gritar, e falar muita coisa para você. E eu não quero ter essa conversa agora, quero apenas passar essa noite com a minha amiga. Amanhã de manhã cedo, a gente conversa. 


- Tem certeza? - ele perguntou colocando a mão grande e macia no meu ombro, eu apenas fiz que sim com a cabeça. Ele ficou, parado ali ainda, me encarando, ele parecia querer me abraçar, e eu queria o mesmo. Até que ele fez, me abraçou, e por instinto, deitei minha cabeça no seu ombro e deixei lágrimas rolarem. Seu perfume, à o seu perfume, o mesmo de sempre. Ele se afastou, pegou em minha mãos e me olhou fixo nos olhos, beijou minha testa e então disse - Amanhã, te encontro no parque - ele se afasta um pouco - O que eu tenho para falar é realmente muito importante e você precisa escutar - eu faço que sim com a cabeça, agora sem lágrimas em meu rosto, e mais calma, então, ele olha para o relógio em seu braço, e depois olha para mim com um sorriso brincalhão - E se por acaso você não aparecer, eu sei onde você mora - ele definitivamente sabe como me fazer rir, por essa eu não esperava, nunca, ele faz um aceno com a mão, dizendo "tchau" e eu sorrio. 


Volto para o Starbucks, bem mais calma, por incrível que pareça. Sento-me na mesa novamente e vejo Sophia me encarando. 


- O que foi? - pergunto com um riso. 


- Você está bem? Quem era aquele lá fora? - ela faz uma pausa pensando - Um novo namorado e nem me contou? Ora que malvada. 


- Respondendo a sua primeira pergunta, sim estou bem, e aquele lá fora era o Finn - ela não me deixa terminar de contar e já me interrompe. 


- Finn? Você conheceu outro Finn? Oh céus, não dava para ser Fineas ou sei lá o quê? - ela pergunta me fazendo rir. 


- Calma - digo respirando fundo - Quem é que se chama Fienas? - ela começa a rir então. 


- Eu falei Fineas? 


- Sim, com todas as letras F-I-N-E-A-S - soletrei. 


- Está bem, isso realmente saiu do controle. Mas agora me responda, quem diabos era aquele? 


- Já te disse, Finn - ela revira os olhos - Meu ex-namorado.


- O que? Seu ex? 


- Uhum - respondo. 


- E o que ele queria? 


- Me ver, bem, falar comigo, para ser exata. 


- E você vai ir falar com ele? 


- Vou, amanhã, ele me pediu para ir hoje, mas queria aproveitar nossa noite, de filme, sorvete e chocolate. 


- Owww, você é uma fofa - ela diz pegando seu café. 


- Ah, eu sei - digo fazendo-a rir. 


Após alguns longos minutos de conversa e de um bom e gostoso café, saímos do Starbucks, Sophia está mais ansiosa do que eu para "reencontrar" o Finn. Passamos no mercado comprar sorvete, chocolate e alguns outros doces. O ponto principal agora é saber qual vai ser o filme, eu e Sophia gostamos de filmes totalmente diferentes, então a decisão agora será difícil. 


- Que tal, Por Lugares Incríveis? - ela perguntou sorridente. 


- Ah, nós já assistimos este, aquele dia com os rapazes - disse eu tentando pensar em algum filme também - E se for, Milagre da Cela 7? - perguntei. 


- Chorar não é o que precisamos no momento, deixamos para outro dia. 


- É, tem razão, precisamos de mais, alto- astral - disse eu enquanto fazíamos sinal com a mão para o táxi parar. 


- Talvez, Para todos os Garotos que já Amei? - perguntou Sophia pensativa. Finalmente um táxi, entramos no mesmo. 


- Para a rua Lausanne - disse para o motorista - Talvez, já que você está nessa vibe romântica, poderíamos ver A Barra do Beijo - disse e Sophia abriu um sorriso largo. 


- Decido. Assistimos o primeiro e o segundo. Temos sorvete e chocolate o suficiente - diz ela rindo um pouco. 


- E melhor ainda - comecei - Teremos que fazer chocolate quente, por favor, não à nada melhor para uma noite de frio e assistindo filme. 


- Certo, será a melhor noite de filmes - ela falou. 


Logo mais o táxi para pouco a frente ao prédio de nossos apartamentos, agradeço e lanço-lhe o dinheiro. Saímos do táxi e, hum, parecia não estar mais tão frio. Adentramos ao prédio, Sophia foi ao seu apartamento colocar um pijama e eu fui para o meu com as sacolas do mercado. 

Na subida das escadas chequei meu celular o total de 15 vezes para ver se havia alguma mensagem de Sadie, Noah ou quem sabe, até do Finn. 

Ó céus, acho que minha ficha acabou de cair, Finn, ele está aqui, na Suíça, e quer me ver amanhã, e ele foi tão... fofo e gentil.


- Ahhhhhhh pare de pensar nele um pouco Millie, amanhã, amanhã você pensa em tudo e vão falar sobre tudo - falei, baixo e em sussurro para eu mesma. 


Abro a porta do apartamento e Cristina Yang vem com o rabinho balançando na minha direção. 


- Oi meu amorzinho, coisa linda da mamãe - disse com uma voz fofa a ela enquanto deixava as coisas em cima do balcão da cozinha e dando atenção a ela. Fiquei uns 5 minutos com a mesma então, fui colocar meu pijama. O escolhido de hoje, sem surpresa para minha pessoa, um dos meus preferidos, calça branca com estrelas em vermelho bordô, e a parte de cima com a escrita de Hogwarts e em volta estrelas douradas. Totalmente fofo e quentinho. Eu adoro. 


A campainha toca em seguida, atendo e claro, Sophia com mais duas barras de chocolate meio amargo. 


- Ah, eu amo - digo pegando os chocolates. 


- Tudo preparado? - perguntou ela, entrando com seu pijama, de seda e quadriculado. 


- Ainda não - fechei a porta - Ainda não fiz o chocolate quente. 


- Certo, vai colocando o filme que eu faço - ela diz já na cozinha pegando as coisas. 


- Está bem. A Barraca do Beijo certo? - perguntei para ter certeza e ela balança a cabeça dizendo que sim. 


Pausei o começo do filme e esperei pela Sophia, ela termina logo depois e se senta no sofá, espero não pensar muito em Finn está noite, mas eu estou muito ansiosa para vê-lo, acho que Sophia percebe minha áurea pensativa e me chacoalha no braço. 


- Você está bem? - perguntou me oferecendo uma das colheres para o sorvete. 


- Só pensativa - peguei a colher - Sobre amanhã. 


- Eu ainda nem acredito que ele tenha vindo - disse ela segurando minha mão com conforto, mas parecia não ligar muito.


- Pois é. Acho engraçado sabe, ele aparecer aqui assim, eu já estava quase me acostumando sem ele, e então isso - disse pensativa. 


- Amiga, é o destino, eu me lembro de quando você contou todas as vezes que se encontram surpreendente por acaso. Eu sabia que o destino juntaria vocês uma hora ou outra - as palavras de Sophia foram um alívio para os meus ouvidos. 


- Mas você acha que a gente volta? A ficar juntos? - perguntei pensativa, muito pensativa. 


- Ora Millie, acorda, vocês se amam, é claro que vão voltar, talvez não amanhã, por que vocês vão precisar recomeçar. Então sim, vocês ainda irão voltar, nem que eu tenha que virar uma casamenteira. 


Não contive o riso. 


- Uma casamenteira, sério?


- Se for para juntar vocês, tenho certeza que até a Sadie faria isso se preciso - quando ela tocou no nome da Sadie, foi quando me lembrei. 


- Sadie. Eu esqueci de contar a ela que o Finn estava aqui - comecei a entrar em pânico e Sophia começou a rir. 


- Mulher se acalma. Ela sabe, não se preocupe.


- Como ela sabe? - agora sim eu estava confusa. 


- Eu também sabia que ele viria, ela queria arrumar um jeito de trazê-lo e eu dei uma ajudinha - ela dá um sorriso amarelo delicado. 


- Você mente muito mal - começo a rir - E aquele papo de destino e tudo mais? 


- Bem, eu tento ser uma boa atriz - ela joga os cabelos de um lado para o outro. 


- Certo, você tem razão. Mas agora vamos assistir. 


O filme foi ótimo, a gente chorou um pouco mas rimos muito, Sophia não parava de fazer piadas sobre os acontecimentos no meio do filme que remetem a nossa realidade. Tudo já tinha acabado, chocolate, sorvete, salgadinhos e a bebida, assim finalizamos nossa noite, cheias de doces e riso. 

Sophia volta para sua casa, e já eram quase duas da manhã, arrumei a nossa bagunça na sala e na cozinha e depois fui fazer uma pequena skin care que Sadie me ensinará por facetime, essa menina tem muitos truques que eu até desconheço ela às vezes. Pego Cristina Yang e vou me deitar na cama, quentinha e confortável, adormeço rapidamente, acho que mais pelo o horário que eu me encontrava acordada. Mas fui dormir com meus pensamentos inteiramente no Finn, fiquei me perguntando se amanhã será estranho encontrá-lo, hoje quando ele me deu o beijo na testa e falou "se você não aparecer, eu sei onde você mora" parecia tudo normal, como se nada nunca tivesse acontecido, como, estranhos conhecidos. Parece loucura, eu sei, mas para mim parece amor, eu e o Finn somos um livro entreaberto, com as páginas em branco a serem escritas com a história e o futuro que quisermos do nosso jeito. E como toda boa história de romance, onde ocorrem recomeços e segunda chance, amanhã, ou melhor, daqui a algumas horas, esse será o nosso momento, nossa decisão. 


Acordo com minha cabeça latejando, o cabelo já não está mais arrumado como ontem quando saí do salão, uma briga interna ocorreu entre a cama e eu para levantar neste frio de domingo, mas tento criar coragem e levanto. Vou ao banheiro olho-me no espelho e veja só, a skin care que Sadie me passará funcionou muito bem, vou aplicar a minha rotina. 

Tiro meu pijama, contra a minha vontade, e coloco uma calça jeans preta meio justa, uma blusa de tricô lisa, vermelha meio alaranjada e mais larga, nos pés, a mesma bota de cano médio de ontem a noite, está virando um dos meus calçados preferidos e por incrível que pareça, confortável por ser salto alto. Pego minha lindíssima bolsa preta da gucci, minha mais nova queridinha e favorita, pois não se é sempre que tenho uma bolsa da gucci, então vou usá-la muito, sim. 

Dou um retoque nos cachos do meu mais novo e lindo cabelo, passo uma base e um corretivo leve para disfarçar minhas olheiras e meu rosto amassado. Agora estou pronta, verifico onde Cristina Yang está e para a minha não mais surpresa, está dormindo no meu quarto. Agora sim, saio do apartamento e vou até o café onde Jaeden trabalha, espero encontrá-lo lá, será bom ver um rosto amigo antes de qualquer loucura que irá acontecer. 


- Olá minha cliente preferida - ele diz sorridente ao me ver entrando. 


- Bom dia - disse me sentando na bancada - O café de sempre - pedi. 


- Bem, não querendo estragar o seu "bom dia", mas tem alguém te esperando na mesa onze. 


- Ah sim - disse me virando e vendo Finn de costas sentado - Acho que vocês já se conheceram né. 


- Digamos que sim, está tudo bem? - ele perguntou me entregando a xícara de café. 


- Sim - me levantei e sorri - Eu vou lá - ele balança a cabeça positivamente e eu vou. 


Um pouco nervosa, um pouco ansiosa, e bem lá no fundo, feliz por vê-lo novamente. 


- Oi - disse me sentando. 


- Você veio - ele sorri. Ahh o seu sorriso, como estava com saudades. 


- É claro que eu vim - ri baixo. 


- Seu cabelo está bonito, prefiro assim. 


- Obrigada, idéia da Sophia - beberiquei o café que estava com um sabor imperdível como sempre. 


- Você está bem? 


- O quê? - Millie, essa não é a hora para ter um chilique, uma voz na minha mente sussurrou. 


- Perguntei se você está bem - ele ergueu uma sobrancelha. 


- Você está mesmo me pedindo isso? Depois de tudo o que você fez, acha que estou como? - tudo bem, não foi assim, absurdamente fora de controle.


- Achei que já tinha superado. 


- Superado? Finn nós não estamos mais no ensino médio, para dizer "achei que você tinha superado" - vejo ele revirar os olhos - O que você queria me dizer? - vamos encarar os fatos como adultos. 


- Vai me deixar explicar? 


- Está bem, fale - disse esperando o mesmo começar. 


- Eu sei que vai parecer loucura, mas vou explicar. 


Foi então que ele começou, prestei a atenção em cada detalhe e em cada nome, a história não é longa, mas complicada de entender, e conforme mais ele fala, parece que mais as coisas fazem sentido, sobre o que eu pensava. Isso é demais para minha cabeça, até agora não estou acreditando que foi tudo obra da incrível doutora Abby, eu estou, apenas, sem reação. 


- Eu preciso te confessar algo - ele disse com o olhar brilhante e sincero. 


- Claro, diga. 


- Eu ficava na minha cama, pensando em todas as vezes que você poderia estar lá comigo mas não estava. 


De novo não, não posso chorar com estas palavras, não agora no meio do café, - segure as lágrimas Millie -, disse para eu mesma. 


- Eu não poderia culpar você, nunca. Esquece o que eu falei, não era o que eu queria dizer, e não posso retirar o que disse a você. 


Ele me pareceu arrependido, e essas palavras, parece estarem me confortando, mas lá no fundo, eu ainda me lembro de tudo o que passei e isso está me deixando horrível, minha mente está cansada disso tudo. 


- E então quando você se foi, eu me perguntava, o que eu sou agora? - conforme dizia, parecia se lembrar de tudo e que os sentimentos continuaram ali - E agora eu me pergunto, será que serei alguém que você quer por perto? E quando perdi você, me senti como alguém que estivesse caindo, fiquei no escuro, por que você sempre foi minha luz. E nas noites em que eu ia até o bar onde te vi pela primeira vez, me perguntei se eu seria alguém de quem você se lembraria - ele me olha nos olhos, esperando uma resposta, e vou dar-lhe, talvez seja difícil dele ouvi las, mas são necessárias. 


- Vai ser difícil para mim dizer isto, mas eu preciso que você ouça, por que isso seria algo que eu te diria se você aparecesse aqui a duas semanas atrás - escuto seu riso, fraco, mas escutei - Você, se lembra do dia em que me ligou? Pois eu me lembro. De repente, depois de semanas, eu me perguntava se aquilo era verdade. Você tinha dito 'para sempre', e no final, eu lutei contra isso. 


- Eu estou realmente nas cordas desta vez, eu estava lutando todos os dias por você, eu nunca deveria ter dito adeus, talvez seja isso que as pessoas estúpidas fazem. Você me deu paz e eu desperdicei, e realmente tenho que admitir que, você era o meu remédio, e eu sei, o quanto te machuquei e o quanto fui um tolo. 


Os céus, nem o melhor café do mundo iria me tranquilizar agora depois dessa declaração, não não, não é declaração, desabafo com um pouco de declaração? E agora, o que eu digo depois disso, tenho que ser sincera também e não me demonstrar estar fraca.


- Por favor, seja honesto, estamos melhores para isso? Eu estava acreditando que nunca mais o veria, mas ao invés disso, você me procurou e disse 'eu sinto sua falta'. Eu senti isso. Mas continuo confusa, eu senti falta de falar com você sobre as cirurgias, e todas as vezes em que você disse que eu pegava as melhores - rimos juntos - Nada aconteceu da maneira que eu queria. Tudo o que eu conheço, me trazia de volta até nós. 


- Eu não estava mais suportando não saber o que passava em sua mente, ou o quão triste você poderia estar - ele tenta sorrir - Você pode me desculpar? - um pedido difícil, mas não impossível. 


- Claro, mas quanto tempo você vai ficar?


- O tempo que for necessário. 


- Você não pode deixar Western agora. Não depois de toda a repercussão, e eu vou precisar de um tempo para encaixar tudo no lugar - ele pegou em minha mão. 


- Eu posso parecer precipitado, mas estou curioso, como fica nosso relacionamento? 


Uma boa pergunta, para uma resposta difícil de responder com tanto sentimento envolvido.


Notas Finais


Juro que tentei fazer um capítulo grande e significativo para essa saga, pode ser que eu tenha falhado, mas eu espero (verdadeiramente) que vocês tenham gostado. 🧡🍀


até o próximo minha genteee


~Vou deixar uma pergunta aqui nos comentários, quem puder responder eu agradeço (importante) 💕


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