História All of me - Capítulo 12


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Categorias Grey's Anatomy, Supernatural
Personagens Alexandra "Lexie" Grey, Amelia Shepherd, April Kepner, Arizona Robbins, Bela Talbot, Bobby Singer, Calliope "Callie" Torres, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jackson Avery, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Personagens Originais, Richard Webber, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Destiel, Grey's Anatomy, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Sam Winchester, Seattle Grace, Sobrenatural, Supernatural
Visualizações 211
Palavras 2.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite pra vocês que também estão com ódio do arcanjo Miguel, terminei a série ontem e estou muito puta com esse desgraçado!
Enfim, fiz esse capítulo hoje na correria, pq eu achava que já tinha capítulo pronto pra eu não precisar me preocupar, mas descobri que não tinha, então fiz correndo kkk desculpem
Espero que gostem, ta bem simples.

Capítulo 12 - RoadHouse


Fanfic / Fanfiction All of me - Capítulo 12 - RoadHouse

Dean

 

Acordei no meio da madrugada com uma fome absurda, fui até a cozinha e comi o restante de torta que ainda tinha ali. Enquanto eu comia, vi Sam se aproximar só com sua ridícula calça de moletom, ele parecia exausto e foi direto pra geladeira, pegou um galão de água e começou a beber.

-Nossa, a Amy está te destruindo. -eu ri ao ver o peito e o pescoço dele cheios de chupões e arranhões ainda vermelhos.

-Isso porque você não viu o que eu fiz com ela. -ele sorriu e se sentou, respirou fundo e jogou a cabeça pra trás. – O que faz acordado a essa hora?

-Senti fome. -mostrei o prato com torta. -Por que essa cara de preocupado?

-Amy quer voltar pra Seattle. -ele respondeu e eu não achei estranho.

-E você está preocupado, por quê? – tornei a perguntar.

-Não sei, acho ótimo que ela seja médica, ela salva vidas e tudo mais, ela tem amigos, ela tem a vida dela, mas eu não sei se eu estou pronto pra deixa-la ir de novo. -Sam mexeu no cabelo e me olhou. -Ela já faz parte da família.

-Sim, eu concordo, mas impedir ela de voltar a trabalhar, seria a mesma coisa que ela te impedisse de caçar. -Olhei pra ele e peguei duas cervejas na geladeira. -Temos trabalhos diferentes, e amamos o que fazemos, você e eu caçamos demônios desde crianças, se tentarem tirar isso de nós, não vamos gostar, certo?

-Sim, mas ela acabou de se recuperar, ela ainda tem pesadelos que mesmo com você e eu estando juntos com ela, já é difícil de acalmar ela pra dormir de novo, imagina ela sozinha em Seattle, quem vai cuidar dela?

-Espera.. -eu sorri ao perceber o que estava acontecendo ali. -Você não está preocupado que Amy volte a trabalhar, você só não quer que ela fique sozinha com aquele doutorzinho que você deu umas porradas lá no hospital. Você está com ciúmes!

Sam parecia procurar respostas em seu cérebro, mas obviamente eu estava certo e ele ficou sem respostas.

Depois de rir um pouco e beber mais uma cerveja com Sam, fomos para nossos quartos.

 

Sam

 

Quando voltei a acordar, agora de manhã, Amy não estava mais na cama. Levantei, me estiquei e fui pra cozinha, onde encontrei Amy sentada no balcão, rindo com Bobby, que estava preparando omeletes.

-Bom dia. -falei e me aproximei de Amy, dei um beijo nela e me sentei.

Peguei uma caneca de café e pus meu cabelo pra trás, estava embaraçado já que Amy o puxou bastante na noite passada. Sorri lembrando dos detalhes daquela transa maravilhosa. Fiquei checando meu celular e nem percebi que todos haviam saído dali e eu estava sozinho, voltei pro quarto pra tomar um banho e trocar de roupa e vi Amy de costas, vestindo apenas calcinha e sutiã, com marcas das minhas mãos em sua bunda e algumas marcas roxas em seus ombros e pescoço. Cheguei por trás dela e dei um beijo em seu pescoço, fazendo ela se encolher e rir.

-Vamos tomar um banho? -ela se virou pra mim e pôs os braços ao redor do meu pescoço.

-Vamos sim. -sorri e fui beijando ela até a porta do banheiro, onde entramos e nossas roupas foram parar no chão. -Por que eu vi sua mala no quarto?

-Eu vou voltar pra Seattle. -ela ligou o chuveiro e se molhou enquanto eu olhava incrédulo pro seu rosto. -Amor, conversamos sobre isso.

-Sim, mas eu achei que você fosse sei lá, daqui uns dias, ou semanas, não achei que fosse logo hoje. -passei sabonete em suas costas.

Tomamos o restante do banho em silêncio, eu sei que é egoísmo da minha parte, querer trabalhar, mas não querer que Amy trabalhe, não é bem assim, não me importo em Amy trabalhar, o único problema é que Seattle é muito longe e nenhum de nós dois está pronto pra abrir mão do que construímos. Minha vida está em Lawrence, meu irmão, meus amigos por perto e tudo mais. Já Amy, tem tudo isso em Seattle e por ironia do destino, os dois locais ficam absurdamente longe.

 

Amy

 

Depois do banho, me arrumei e me agasalhei bem já que estava bem frio, fui tirando minhas roupas das gavetas de Sam e aproveitei pra pegar algumas camisas dele também. Pus minhas coisas na mala e fui olhando o quarto pra ver se não havia esquecido nada, Sam estava no canto, com a cara emburrada, de braços cruzados.

-Amor, eu preciso voltar, meu emprego, meus amigos, meus pacientes, meu apartamento tá lá abandonado. -falei e ri daquela carinha linda.

-Não quero que você vá -ele me olhou nos olhos e eu senti vontade de apertar ele. -Vai ficar lá, sozinha naquele apartamento, com aquele doutorzinho dando em cima de você.

-Com quem eu estou namorando mesmo? -levantei uma sobrancelha e perguntei.

-Comigo, né -ele respondeu.

-Então pronto! -me sentei em seu colo -Pode vir até o Brad Pitt dar em cima de mim, que eu vou mil vezes preferir você.

Ele virou a cabeça pro outro lado e eu puxei de volta, olhei nos olhos dele.

-Sam, eu vou voltar pra minha casa, vou rever meus amigos, vou voltar a abrir corpos e mexer em órgãos, vou salvar vidas e vou dolorosamente dormir sozinha à noite, mas vamos sempre manter contato, certo? -dei um longo beijo nele e senti todo o desespero em seus lábios. -Provavelmente eu vou ter que trocar de apartamento, mas eu vou te mantendo informado.

-Tudo bem, só me promete que não vamos ficar muito tempo sem nos ver, já passei tempo o suficiente longe de você, não quero mais -ele me olhou nos olhos e eu sorri

-Eu prometo. – nos abraçamos por alguns minutos.

Sam finalmente cedeu e me ajudou a arrumar o restante das coisas. Dean entrou no quarto e se sentou, olhando pra mim.

-Que foi? Vai fazer birra igual seu irmão? -perguntei e ele apenas me abraçou bem forte e sorriu pra mim, depois saiu do quarto.

-Ele não lida muito bem com despedidas. -Sam comentou e eu ri.

-Gente, eu não to indo embora pra sempre, eu só vou trabalhar, ganhar meu dinheiro, salvar algumas vidas, deixar umas mocinhas com inveja de mim, porque eu sou maravilhosa! -Sam riu e fechou minha mala. -Eu sei que sou uma das melhores médicas daquele lugar, se é que não a melhor, né? A única que podia me barrar era a Lexie, mas ela morreu.

Sam estava vermelho de tanto rir, acho que ele percebeu que meu nervosismo por ter que andar de avião novamente estava me subindo a cabeça e eu estava dando uma crise de autoestima boa, geralmente quando começo a tagarelar assim, é que eu não estou muito bem. Ele levou minha mala até a sala, me revistou inteira pra ver se eu estava bem, me deu a jaqueta dele pra eu me esquentar e sentir o cheiro dele. Dean, colocou o casaco e sacudiu as chaves do carro.

-Vamos? -Ele me olhou e sorriu.

A viagem até o aeroporto foi uma comédia, eu não conseguia parar de rir, as histórias que meu pai contava dos meninos quando eram crianças, eram maravilhosas e eu adorava saber essas coisas. A despedida não foi lá muito legal, meu pai estava visivelmente com medo e preocupado de eu voltar sozinha e tudo mais, e Sam compartilhava do mesmo sentimento, o único que parecia me apoiar era Dean, ele me disse que odiava ser controlado e que não tentaria me controlar como os outros estão tentando fazer, se eu quero ir, eu devo ir. Me despedi dos 3 com abraços bem forte e um beijo carinhoso em Sam, que acariciou meu rosto e me fez prometer que me cuidaria.

Embarquei no avião e a tremedeira no corpo inteiro já havia começado, pus meus fones de ouvidos e tentei escutar algumas músicas para relaxar, o que foi prontamente em vão, já que eu estava apavorada.

 

Sam

 

Quando chegamos ao bunker, recebi uma ligação de Jody pedindo ajuda em um caso, não demoramos muito e já fomos ajuda-la.

 

3 meses depois

 

Nunca tomei um café tão ruim na minha vida, mas era o que tinha na estrada e eu estava precisando de cafeína. Dean finalmente voltou da farmácia e entrou no carro, limpou e deu pontos no meu machucado no braço, logo após cuidei dos ferimentos dele. Nos envolvemos em um caso complicado com vampiros e lobisomens, acabamos nos machucando, mas nada de muito absurdo. Estávamos na estrada, perto de um bar conhecido por caçadores, onde por sinal, não vamos há tempos, dada a oportunidade, estávamos com planos de passar lá. Estou desde cedo mandando mensagens pra Amy, estou com saudades dela, mas nós dois temos andado bem ocupados em nossas respectivas profissões.

Dean estacionou ao lado do Roadhouse e descemos do carro. Ao entrar, avistei Jo limpando o balcão, mas ao ouvir o barulho da porta se abrindo ela se virou e sorriu ao nos ver, em seguida correu pra os abraçar.

-Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo? -ela disse e Dean a beijou na testa enquanto ela o abraçava. -Quanto tempo, rapazes, por onde andaram?

-Vamos contar tudo. -falei, caminhando até o balcão. -Mas antes, preciso da bebida mais forte que você tem aí.

Após algumas doses, muita conversa e uma tentativa de Jo cuidar dos nossos machucados, Ellen chegou e ficou toda animada com nossa presença.

-Meus meninos! -ela sorria e nos abraçava. -Que bom que estão aqui, precisam de alguma coisa? O que houve com vocês? -ela apontou pros nossos machucados.

-Acidente de trabalho, nada demais. -sorri e ela me olhou.

-Você está diferente. -ela me observava, como se quisesse descobrir por conta própria o que estava diferente em mim.

-É, ele ta apaixonadinho. -Dean riu e tanto Ellen quanto Jo ficaram surpresas. -Mas a garota é maravilhosa, não tem como não se apaixonar, é da família.

-Mas ela sabe de... -Ellen gesticulou com as mãos e nós entendemos.

-Sim, já passamos por maus bocados juntos. -falei. -Até pro inferno ela já foi e voltou, é uma de nós.

-E é filha do Bobby. -Dean completou.

-E desde quanto Bobby tem filhos? -Jo perguntou confusa.

-Pois é, nem ele sabia da existência da Amy, mas agora está tudo uma embolação só. -respondi.

-Ela veio de outro país pra conhecer o pai e de bônus ganhou um namorado e um cunhado maravilhoso. -Dean sorriu e virou mais uma dose de tequila. -Inclusive, ficamos de nos encontrar aqui, Sam, já passou o endereço pra ela?

-Sim, ela disse que já está a caminho. -respondi e olhei o celular, meu wallpaper era uma foto nossa, aquele sorriso dela me ajudava a levar o dia com mais leveza.

-Quem diria que um dia um Winchester ia namorar. -Ellen riu e mexeu nos meus ombros. -Fico feliz por você, Sam.

Depois de algumas horas, Dean e eu fomos para os fundos do bar, que era a casa de Ellen e Jo, Dean tomou banho primeiro, enquanto eu terminava de responder as mensagens de Amy.

 

Amy

 

Que porra de lugar longe, mas eu me recusava a pegar avião novamente, então paguei uma pequena fortuna de táxi, que por sinal, era quase o mesmo valor de uma passagem de avião. Arrumei meu cabelo e quando estávamos quase nos perdendo, avistei o Impala de Dean e senti um alívio no peito, sorri e terminei a corrida. Peguei minha mala e entrei no bar, gostei do lugar, bem rústico e bem organizado. Havia uma mulher no balcão, ela sorriu e me deu as boas vindas, me sentei de frente ao balcão e deixei minha mala do meu lado.

-Deseja alguma coisa, querida? -a mulher perguntou. -Meu nome é Ellen.

-Oi, Ellen, sou Amy e gostaria muito de uma dose bem caprichada de tequila. -sorri pra ela, que pareceu me reconhecer.

-Amy? Amy Singer? -ela perguntou. -Namorada do Sam?

-Sim.. -olhei desconfiada, olhei ao redor e não vi os meninos. -Onde estão os rapazes?

-Foram tomar um banho, já devem estar voltando. -ela serviu minha tequila e voltou a limpar algumas garrafas pra coloca-las nas prateleiras.

Olhei o celular e não haviam mensagens novas de Sam, fiz um rabo de cavalo e voltei a beber, quando uma garota loira apareceu, estava sorrindo e veio falar comigo.

-Mais uma dose? -ela perguntou.

-Sim, por favor. -olhei bem pra ela. -Os Winchester estão lá atrás?

-Estão, você deve ser a Amy, certo? -ela sorriu pra mim encheu meu copo enquanto eu concordava com a cabeça.

Olhei bem pra ela e senti uma coisa estranha, seria ciúme? Por que ela estava lá atrás com meninos? Oque aconteceu? Por que diabos eles estão demorando tanto?

Quando virei de costas pra sair, ouvi a voz de Dean.

-Ora, se não é a minha irmãzinha! -virei já sorrindo, estava morrendo de saudades, corri até ele, que me pegou no colo e me abraçou bem forte.

-Ah, parece que não te vejo há séculos. -acariciei seu rosto e olhei seus olhos.

A loira ficou olhando, como se esperasse que algo mais acontecesse, ih, já não fui com a cara dela. Dean me pôs no chão e me olhou dos pés à cabeça.

-Jo, essa é Amy. -Dean nos apresentou e eu dei um falso sorriso pra ela.

-Amy... -era a voz de Sam, eu me arrepiei inteira quando ouvi, virei de costas e ele estava lá, com o cabelo úmido, um sorriso lindo e a barba por fazer, do jeitinho que eu me apaixonei.

Ele veio até a mim e me abraçou forte, mexeu em meu cabelo e levantou meu rosto, fiquei na ponta dos pés pra tentar alcança-lo e ele me beijou, um beijo lento, calmo, cheio de desejo e saudade, chupei a língua e os lábios de Sam como se fossem as coisas mais gostosas do mundo, e não é que eram mesmo? Sentir aqueles lábios, aquelas mãos e aquele cheiro novamente, me faziam ficar mais calma.

Me sentei junto com Sam, enquanto Dean ia fazer alguma coisa no carro, conversamos um pouco, até que toquei no assunto.

-Não gostei dessa Jo, ela parece querer me desafiar, eu acabo com ela, hein. -falei, mostrando meu lado ciumento.

-Ciúmes da Jo? -ele riu. -Meu amor, desde que conheci a Jo que vi que ela tem uma queda pelo Dean, e vice versa, só que eles nunca tiveram oportunidade.

-Dean? -levantei uma sobrancelha. -Ela não é isso tudo pra ficar com ele.

-Ih, pegou implicância e nem conhece a garota. -ele continuava rindo e segurava minhas mãos. -Amy, ela é legal, já nos ajudou bastante, é uma boa caçadora e uma boa amiga, com o tempo você vai ver.

-Ellen Harvelle... -era a voz do meu pai, virei pra vê-lo entrar no bar e me levantei pra abraça-lo. -Já vi que conheceram a minha menina.

-Sim, ela acabou de chegar, tem um fígado forte, tomou quase metade da minha garrafa de tequila. -Ellen riu e eu ri também.

-A gangue ta reunida. -Dean entrou novamente. -Vamos ao trabalho.


Notas Finais


Então, galera,me deu vontade de colocar uma ação, eles são caçadores e nunca acontece nada, né? kkk
Então vou tentar fazer uma caçada com o bonde todo reunido no próximo capítulo (que vai ao ar na quarta feira).
Comentem o que acharam, me deem ideias, estou aberta para opiniões de vocês <3


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