História All of me - Capítulo 17


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Categorias Grey's Anatomy, Supernatural
Personagens Alexandra "Lexie" Grey, Amelia Shepherd, April Kepner, Arizona Robbins, Bela Talbot, Bobby Singer, Calliope "Callie" Torres, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jackson Avery, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Personagens Originais, Richard Webber, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Destiel, Grey's Anatomy, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Sam Winchester, Seattle Grace, Sobrenatural, Supernatural
Visualizações 128
Palavras 3.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, galeraaaa!!!
Estamos aqui mais uma vez com um capítulo novinho e bem fresquinho pra vocês lerem e não comentarem :*
Mais uma vez eu entrei com a amizade maravilhosa de Dean e Amy, e vou dar um spoiler sobre isso: Vai dar merda no futuro haha
Boa leitura, guris!

Capítulo 17 - Cas, o que somos?


Fanfic / Fanfiction All of me - Capítulo 17 - Cas, o que somos?

Depois de chorar até quase os olhos ficarem em carne viva, voltei pra sala de espera pra ficar com Dean, ele estava de cabeça baixa, segurando a touca de Sam nas mãos, ele parecia rezar.

-Já tentei, nada acontece... -falei com a voz trêmula e me sentei ao seu lado, peguei em sua mão e o olhei nos olhos.

-Amy, me diz que ele vai ficar bem, por favor... -Dean secava as lágrimas com a touca do irmão. -Sam é a única coisa que eu tenho, é meu irmão caçula...

-O que eu to usando pra me confortar é que eu conheço todos os médicos que estão lá dentro com ele, e são realmente muito bons, mas tudo depende do Sam, se ele vai reagir, se ele vai conseguir sair dessa. – eu estava soluçando de tanto chorar. -Não vou aguentar perder mais um, na mesma sala de cirurgia, no mesmo hospital...

Nos abraçamos e ficamos ali por horas sem notícias, eu já sabia que eles não queriam me dar notícias fracionadas, estavam esperando ter um quadro estável pra poder me notificar.

Dean me deu a touca de Sam e eu coloquei, torei meu jaleco e fiquei só com a roupa azul de médico atendente.

-Preciso ligar pra Bobby, e avisar o que houve. -Dean pegou o celular do bolso e ligou pro meu pai, deu pra ouvir ele xingar do outro lado e depois disse que estava vindo pra cá.

Me levantei e fui até a galeria novamente, Sam estava aberto na mesa de cirurgia, conectado a vários tubos e com muitas agulhas, Amelia estava mexendo em seu cérebro, tudo aquilo ali me deu um imenso arrepio no corpo inteiro. Alex estava encarregado de cuidar de mim, então veio me tirar dessa tortura. Ele me levou de volta pra Dean, e ficou conversando conosco pra nos distrair.

-Você é um dos caras que está cuidando do meu irmão? -Dean perguntou o olhando com seus olhos vermelhos de tanto chorar.

-Não, eu sou pediatra, se seu irmão fosse alguns anos mais novo, quem sabe eu estaria lá dentro com ele. -Alex sorriu, tentando nos fazer sorrir também. -Mas a equipe é boa, eu não mudaria nenhum integrante dali.

-Eu ainda acho que deveríamos chamar a Yang pra cuidar do coração dele. -falei nervosa, mesmo sabendo que seria impossível ela chegar a tempo.

 

Dean

 

Eu sabia que Castiel estava mais forte, então por que diabos não me respondia? Pode ser que ele chegue aqui junto com Bobby, já que estavam juntos. Sam não merece passar por isso, Amy não merece passar por isso, e nem eu mereço. Por que essas coisas vivem acontecendo conosco? Essa droga de família maldiçoada!

Horas se passavam e nada de notícias de Sam. Chegamos aqui já faz quase 24 horas. O Alex estava com a gente, nos tranquilizando, dava pra ver o terror estampado em Amy. Assim que Bobby chegou, ele correu até nós e nos abraçou forte, Bobby praticamente me criou, eu o tinha como um pai, Sam não teve tanto contato com ele como eu, acho que é por isso que eu não consigo ver Amy como nada além de uma irmã.

-Cas não veio junto? -perguntei e ele me olhou com cautela.

-Dean, Castiel começou a sentir fortes dores no que eu calculo que tenha sido ao mesmo tempo que tudo ocorreu com Sam, houve uma explosão de luz e ele sumiu aos gritos, não sei o que aconteceu. – Bobby acolhia Amy em seus braços, que chorava de cabeça baixa.

Meu corpo todo estremeceu, os dois homens que eu amo estão em perigo, o que eu posso fazer? Nada...

Chutei a perna da cadeira e levei as mãos até a nuca, tentando pensar em uma forma de ser útil.

3 dias se passaram e Sam estava em recorrentes cirurgias, quando achavam que ele estava melhorando, outra coisa ficava pior, ele teve convulsões e tudo mais, agora estava em coma induzido e aparentemente de acordo com a chefe da Amy, ele estava estável, o risco maior já havia passado e nós poderíamos entrar pra vê-lo. Amy não havia dormido nada, suas olheiras se misturaram com seu choro e seus olhos estavam quase que em carne viva. Estava preocupado que ela pudesse vir a adoecer.

-Dean, eu trabalho aqui há anos, e sei que quando um paciente passa por tanto estresse cirúrgico, por dias seguidos, ele não vai estar com uma aparência boa pra nós, que estamos acostumados a vê-lo bem, então eu não sei se é uma boa ideia... -Amy apertava minhas mãos enquanto Callie falava. -Pelo que eu soube, ele é só um monte de tubos e fios, pode não ser bom pro psicológico de vocês, principalmente pra você Amy.

-Já vi coisa pior aqui, eu aguento! -Amy secou as lágrimas e ergueu a cabeça.

-Eu preciso vê-lo, saber por mim mesmo que ele está vivo... -falei e ela deu um sorriso de lado e nos acompanhou até o quarto que ele estava.

Assim que entrei no quarto, meu chão foi ficando mole, como se eu tivesse em areia movediça. Sam estava magro, quer dizer, mais que o normal. Seu rosto estava chupado e realmente ele era só um monte de tubos e fios. Amy fraquejou e eu consegui segurá-la pela cintura.

-Sam... -ela sussurrou e foi até ele pegar sua mão, e quando o fez, chorou mais um pouco. -Eu to aqui, meu amor, por favor, não me deixe, volta pra mim...

Ficamos alguns minutos com Sam ali e depois de um tempo, os monitores começaram a apitar e Sam começou a se mexer um pouco, começou a tossir, eu me assustei e Amy olhou tudo com cuidado e esboçou um sorriso quando sua amiga April entrou no quarto pra atender ao chamado.

-Ele está rejeitando o tubo de respiração, não é? -Amy perguntava sorrindo e tremendo de nervoso.

-Ao que tudo indica, sim. -April sorriu de volta e começou a preparar Sam pra retirar o tubo.

Enquanto ela retirava o tubo, Sam tossia e se movia, Amy disse que provavelmente o efeito do remédio que o deixava dormir estava passando. Ele chegou a abrir os olhos, ficou um tempo estático, olhando pro nada e respirando fundo, como se assimilasse aos poucos o que estava acontecendo. Peguei em sua outra mão livre, Amy e eu ficamos olhando pra ele, esperando qualquer tipo de reação.

-Já é uma vitória e tanto ele ter lutado contra o tubo, mas não sei como seu corpo vai reagir a esse tanto de cirurgia que ele passou. -April falava calmamente, pra não nos assustar.

-Ele consegue nos ouvir? -perguntei.

-Não se sabe ao certo, mas vocês podem tentar, funciona como terapia, o cérebro dele vai receber essas informações aqui de fora, mas não sabemos como ele irá processar.

Assim que ela terminou de falar, Sam fechou os olhos novamente.

No dia seguinte, depois de ter conseguido cochilar por umas 3 horas, depois desses quase 4 dias. Levei o material pra fazer a barba de Sam, que já estava grande, e por mais que Amy gostasse, estava horrível, ainda mais com ele magro daquele jeito.

-Enquanto você dorme, sua namorada não fecha os olhos nem pra piscar direito, com medo de que aconteça algo contigo enquanto ela não está aqui. -falei enquanto espalhava o creme de barbear nele. -Você deu sorte em conseguir uma mulher assim, e eu te agradeço por isso, é a melhor amiga que eu pude arrumar na vida. -fui tirando sua barba com cuidado pra não cortar seu rosto -Não se preocupa que eu estou cuidando dela pra você, tirando o fato de que ela não dorme de jeito nenhum, mas ela sendo cirurgiã, deve ser normal ficar tanto tempo sem dormir, né? -

Continuei o trabalho até não ter mais nada, passei um pano em seu rosto e depois arrumei seu cabelo.

-Mesmo achando que você deveria cortar isso tudo, vou deixar arrumado pra você não reclamar depois. -sorri pra ele, que não demonstrou nenhuma reação.

Seus batimentos estavam normais, seu estado era estável e às vezes ele respirava fundo. Ouvi um dos médicos falar com Amy que tiraria ele do coma induzido, pra ver se ele começaria a reagir a alguns medicamentos, como reagiu ao tubo.

 

Amy

 

Eu já tinha aceitado um pouco o fato de que Sam estava morto, a porcentagem de recuperação de uma pessoa que passou por 3 dias seguidos de cirurgias, era praticamente zero, mas senti meu coração bater novamente quando Sam lutou contra o tubo de respiração, isso queria dizer que ele ainda estava ali, preso dentro daquele coma, mas estava vivo, não tinha virado um completo vegetal. Claro que muita coisa ainda pode acontecer, ele pode ter sofrido danos irreparáveis que podem afetar sua qualidade de vida no futuro, mas o simples fato de que ele estava respirando sozinho, já era um motivo e tanto para comemorar.

Entrei no quarto para vê-lo, Dean estava terminando de cuidar dele e saiu quando viu que eu queria entrar. April veio tirar o medicamento que o mantinha em coma, pra ver se ele reagiria novamente com alguma coisa. Me sentei ao seu lado e peguei sua mão, fiz carinho em seus dedos e fiquei olhando pra ele. Seu coração ia acelerando a medida que o medicamento ia acabando. Subi na cama e me deitei ao seu lado, apoiei a cabeça em seu ombro e fiquei acariciando seu rosto por um tempo.

 

Bobby

 

Era horrível ver minhas crianças naquela situação, Sam entre a vida e a morte, Dean com um turbilhão de preocupações e Amy sofrendo. Eu estava sentado na cafeteria tomando um café bem forte, quando consegui relaxar um pouco ao ver Jody chegando e sentando ao meu lado.

-Como eles estão? -sua voz doce penetrou minha mente e eu consegui dar um sorriso.

-Sam está rejeitou o tubo de respiração, os olhos de Amy estão em carne viva de tanto chorar e Dean... bem, você sabe. -respondi e ela pegou em minhas mãos.

-Vai dar tudo certo! -ela sorriu e se debruçou um pouco sobre a mesa pra me beijar.

Jody era o motivo no qual eu ainda não havia tido um ataque cardíaco, ela me acalmava de uma forma tão sutil que eu nem percebia, não sei porque demorei tanto tempo pra tentar algo com ela.

-Vamos tentar fazer com que as crianças descansem um pouco ou pelo menos que comam algo. -Jody me ajudou a levantar e fui com ela até a sala de espera, onde Dean estava sentado. -Oi, meu amor..

-Jody! -Dean se levantou e a abraçou forte, respirando fundo.

Eu sabia que com Jody ali, seria mais fácil de lidar com tudo, ela tinha uma força extraordinária e amava muito as crianças, então creio que à partir de agora, fique um pouco mais tranquilo.

 

1 semana depois

 

Dean

 

10 dias se passaram desde que cheguei aqui com Sam, e até agora, nada. Amy só conseguiu comer alguma coisa ontem à noite, quando Bobby ameaçou ir embora e não falar mais com ela se ela não se cuidasse. Eu consegui dormir por algumas ho9ras, mas só quando estava no quarto com Sam, e Amy a mesma coisa, ela chegou a se deitar ao lado dele na cama pra conseguir dormir tranquila.

-Ei, você ta linda. -sussurrei pra Amy, que estava tomando uma grande caneca de chocolate quente, seu cabelo recentemente penteado e um pouco de maquiagem pra cobrir as olheiras.

-Você me ama. -ela respondeu sorrindo e me olhou.

-De todas as coisas que Sam fez na vida, eu agradeço todos os dias por ele ter trazido você pras nossas vidas. -me aproximei mais dela, estava bem frio e ela estava usando um casaco fino, então tirei minha jaqueta e pus sobre os ombros dela, ajeitei a touca de Sam que ela ainda estava usando e apertei a bochecha dela até ficar vermelha e ela rir.

-Você precisa parar de fazer a barba. -ela sorriu e alisou minha bochecha. -Fica muito mais gato.

-Eu não gosto, fico com cara de velho. -respondi e ela riu. -Todo mundo sabe que eu sou um neném.

Era bom poder ver Amy rir novamente, ela estava toda preocupada com Sam, então poder distraí-la nem que fosse só por alguns minutos, já era uma grande vitória.

Eu gostava de ir cochilar, já que toda vez Castiel estava em meus sonhos, ele chegou a se comunicar comigo, disse que estava preso no céu, resolvendo coisas que colocavam a vida de Sam em perigo. Ele disse que estava fazendo de tudo pra poder voltar logo pra cá, e que Sam não corria perigo, já que não estava na hora dele morrer, então depois disso, todos nós ficamos mais calmos, mas a tensão só continuava pelo fato de que ele não acordava, então existe uma possibilidade dele continuar em coma até o dia destinado à sua morte.

 

Amy

 

Eu tinha sorte de ter Dean na minha vida, foi o melhor presente que eu poderia ter ganho, um irmão mais velho que cuida tão bem de mim. Sam já resmungava algumas coisas, chamava alguns nomes, o meu e de Dean eram mais frequentes. Todos os dias eu vinha até seu quarto e conversava com ele sobre tudo, o clima ou sei lá, qualquer assunto. Eu volto a operar amanhã, a ala psiquiátrica me liberou depois que eu comi e dormi, então eu estava habilitada a voltar. Eu conversava por horas com ele ali, às vezes Dean me acompanhava e conversava comigo, era bom pra estimular o cérebro dele.

-Ei, Samuel, vamos acordar logo, não aguento mais te ver assim. -falei pra ele e mexi em sua mão, e senti os dedos dele se mexendo de volta.

Sorri com seus movimentos e me inclinei para beijá-lo, mexi em seu cabelo e voltei a me sentar. -Sinto falta da sua voz e dos seus olhos verdes.

-Estou com dor de cabeça...

-O que? -me assustei e olhei direito. -Sam? Você falou?

-Sim, estou com dor de cabeça, por favor... -ele sussurrava, ainda fraco.

-APRIL, DEAN!!! -gritei e vi ele juntar as sobrancelhas. -Desculpa, meu amor.

Dean entrou desesperado e Sam abriu os olhos aos poucos, April sorriu animada e eu disse que ele estava com dor de cabeça, logo Amelia estava ali pra checar tudo.

Depois de alguns minutos e de fazer todos os exames possíveis, Sam finalmente estava liberado.

-O que aconteceu? -ele perguntou à Dean e depois olhou pra mim, me chamando com as mãos.

-Lúcifer aconteceu. -Dean respondeu. -Você surtou, seu corpo quase explodiu, achei que dessa vez eu tinha te perdido, irmão...

-Foi horrível, meu amor. -falei, já choramingando. -Espero nunca mais ter que te ver da forma que eu vi.

-Quanto tempo eu fiquei fora do ar? -ele perguntou enquanto mexia no cabelo.

-10 dias em coma. -Dean olhou pra ele e sorriu. -Tive que te barbear e arrumar esse seu cabelo.

Sam sorriu e trocou um olhar de carinho com Dean, que retribuiu e mexeu em seu ombro, se levantando da cadeira. -É bom ter você de volta, Sammy.

-Obrigado por cuidarem de mim, não sei o que seria de mim sem vocês. -Sam sorriu pra nós dois.

Dean o abraçou e beijou o topo de sua cabeça, dando alguns tapinhas leves em suas costas e ombros, o olhou por algum tempo e depois sorriu.

-Agora dá um trato nessa mocinha aí que ta com os olhos em carne viva de tanto chorar por você, seu idiota!

-Cretino! -eles sorriram e Dean saiu do quarto, me deixando a sós com Sam.

Ele me chamou pra sentar ao seu lado na cama e acariciou meu rosto, limpando a maquiagem pra ver o estrago que estava ali, lentamente ele veio se aproximando mais e mais e me beijou, não pude deixar de soltar algumas lágrimas, meu Sam estava vivo, perfeito e estava ali comigo. Ele sorriu e afastou as lágrimas com seus dedos.

-Quero saber o que foi que eu fiz pra poder merecer ter uma mulher maravilhosa como você na minha vida... -ele me dava beijinhos e acariciava meu rosto. -Obrigado por estar comigo em todos os momentos, meu amor.

-Eu fiquei tão preocupada com você... -mexi em seus belos cabelos castanhos e encarei seus olhos verdes. -Eu te amo tanto, não sei o que fazer se eu te perder.

O abracei bem forte e ouvi seus ossos estalarem, ri com isso e fiquei ali com ele, só aproveitando o fato de que ele estava vivo.

 

Dean

 

Depois que saí do quarto de Sam, fechei os olhos e agradeci silenciosamente à Castiel por ter ajudado a manter Sam vivo e quando tornei a abrir os olhos, Castiel estava na minha frente, com seu habitual sobretudo e um sorriso estampado no rosto, seus olhos azuis brilhavam e eu o abracei forte, arrancando uma risada gostosa dele.

Quando Cas ia falar alguma coisa, eu o beijei, se querer saber se tinha gente olhando ou não, pus as mãos por dentro do sobretudo, o abraçando pela cintura e o puxando pra mim, Cas me beijava vorazmente, com fome, com desejo, com saudade. Eu procurava brechas para respirar sem ter que me separar daqueles lábios grossos, fui tateando a parede e abri uma porta, que ao entrarmos ali, vi que era o quarto que os médicos dormiam. Tranquei a porta e pus uma mão dentro da calça de Cas e senti sua cueca molhada de pré gozo e seu membro duro, latejando.

-Dean... -ele sorria e tentava falar entre o beijo. -Estamos num hospital.

-Sim, olha que oportunidade maravilhosa. – abaixei um pouco a minha calça e me sentei na cama, puxando ele pra mim, tirei sua calça e ele se sentou em meu colo, com uma perna de cada lado, roçando seu membro no meu. -Gostei da atitude.

-Senti sua falta. -Cas me beijou enquanto se empinava um pouco pra eu me encaixar nele, foi lento e prazeroso, senti o corpo apertado e quente dele me acolher. -Ohh..

-Castiel... -suspirei em seus lábios e fui movendo meu quadril pra cima e pra baixo. -Que delícia...

Ficamos por ali alguns minutos, nos saciando da melhor forma possível, eu estava feliz com o meu anjo ali comigo. Depois que Cas e eu gozamos, nos vestimos e deitamos um pouco pra recuperar o fôlego.

-Cas, o que somos? -perguntei, acariciando seu rosto.

-Amigos? -ele respondeu indeciso. -Por que?

-Curiosidade.. -respirei fundo. -E se eu ficar com uma mulher ou com outro cara?

-Normal, não somos um casal como Sam e Amy. -ele respondeu e eu juro que fiquei chateado com aquilo, mas não podia esperar muito dele, ele é um anjo, eu sou um mero caçador, nunca daria certo, então, melhor manter assim e não forçar nada pra não dar errado, não se mexe em time que está ganhando, certo?


Notas Finais


Nosso querido Sammyzinho está de volta, o próximo capítulo promete, galera, acho que vocês vão gostar mais do que esse.
Cas e Dean, como sempre tirando uma casquinha, coisa mais linda hahaa <3
Nos vemos agora no domingo, com um capítulo novo, até lá :*


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