História All Of Me - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Irene, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Seulgi, Suho
Tags Bae Joohyun, Bangtan, Bts, Irene, Kim Taehyung, Red Velvet, Romance, Vrene
Visualizações 12
Palavras 2.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!

Capítulo 7 - Capítulo sete


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 7 - Capítulo sete

Terminamos de repassar a coreografia e me sentei no chão, tentando recuperar o fôlego. Taehyung me encarava e podia ver que ele queria saber o motivo de eu ter saido do pequeno vestuária sendo abraçada por Suho. Mas como podia responder se nem eu sabia? 
- Bom, eu preciso ir. - Suho se despede e eu agradeci mentalmente por isso. - Yumie, foi uma honra te ajudar nessa coreografia e posso dizer que os movimentos me lembraram muito nossa época de namoro. Até mais garotos e Seulgi.
Boquiaberta era pouco pra descrever o meu estado. Por que raios ele tinha dito aqui? Taehyung se levantou e marchou com raiva até o vestuário. Olhei para os meninos e para Seulgi pedindo ajuda, mas eles também estavam chocados com a cena. O que eu faria?
Levanto e vou á pequena sala, encontrando-o sentado, cobrindo o rosto com as mãos. Respiro fundo antes de chegar perto; encosto no seu braço e ele levanta a cabeça, me encarando. - Você está bem?
- Estou ótimo. - ele responde frio, me deixando um pouco chateada.
- Qual é, Tae. Por que está me tratando assim? 
- Porra, Ayumi! Por que você tinha que namorar um cara tão... tão como ele?
- O que?
- Eu...
- Tae, esqueça o que aconteceu lá. Por favor! Hoje foi a primeira vez que você me viu dançar, quero que guarde essa lembrança, não as recordações das palavras ridículas que Suho falou.
Ele pareceu pensar por um instante e logo se levantou, agarrando minha cintura. - Tem razão. Me desculpe, eu exagerei.
- Sim, exagerou. - respondi, recebendo um bico manhoso dele. Rio e passo meus braços pelo seu pescoço. - Mas... quero agradecer pelo jeito que estava me olhando na hora da dança. Ajudou a estimular meu lado sexy pra você.
Taehyung parecia estar surpreso com as minhas palavras e eu também. Só queria ser mais como ele, que solta essas coisas como algo simples. Óbvio que eu ainda sentia vergonha, meu interior queimava de timidez, mas a vontade de ver suas reações eram maiores que tudo. 
- Mas o que temos aqui... - ele diz, caminhando e prensando-me contra um dos armários. - Uma nova face de Myung Ayumi?
- Aquela que estava bem escondida.
- Eu gosto dela.
- Você gosta? - pergunta, roçando nossos lábios, recebendo um grunhir de Taehyung como resposta.
Antes que percebesse, já estávamos nos beijando feito loucos e eu gostava disso. Se não fosse a porta abrindo e nossos três amigos nos encarando como se fôssemos alienígenas, teriamos terminado, com toda a certeza.
- Que baixaria é essa?! - Hoseok berrou novamente.
- Não seja indiscreto, Jung Hoseok. - Seulgi fala e de direciona a nós. - Mas que porra é essa, Ayumi?
Dou risada e me escondo no pescoço de Taehyung, que me dá um pequeno selar no topo da cabeça. - Sinto muito, mas eu preciso ir.
- Mas já? - pergunto manhosa, enquanto fico na ponta dos pés.
- Vamos que eles irão começar a putaria de novo. - Jimin exclama e os três se retiram, fechando a porta.
- Preciso ir pra empresa. - ele diz, fazendo uma careta.
- Oh, tudo bem.
Me desvencilho de seus braços e vou em direção a porta, mas sua mão na minha cintura impediu a minha saída. - Não vou ir antes do meu beijo.
- Deixa de ser bobo, coreano. - dou risada e selo sua bochecha, recebendo um revirar de olhos e um gemido de frustação. - Tudo bem, tudo bem.
Beijo seus labios como se fosse a última vez que nos veríamos e podia sentir o quanto Taehyung estava envolvido - se é que me entende. Quando um gemido saiu de minha boca ao nossas partes friccionarem, percebi que era hora de parar. Finalizo o beijo com um selinho e encaro seus olhos.
- Bom trabalho. 
Acompanho Taehyung até a porta do estúdio sob suas reclamações. - Vai mesmo me deixar nesse estado? - ele questiona, apontando para sua ereção.
- Desculpa, coreano, você tem que ir trabalhar. Numa próxima quem sabe.
Dou as costas e vou até o celular, colocar a música quando ouço um ''você me paga, baixinha'' em alto e bom som.
[...]
Minha casa estava chata. Não aguentava mais andar pra lá e pra cá sem ter o que fazer. Já fazia mais de uma semana que eu não via Taehyung, que só trocávamos mensagens por conta de uma viagem sua a trabalho. Um fato novo era que sua empresa era praticamente a maior de Seoul e competia até com a do meu pai e do tio Yang. Não consigo enxergar Taehyung com traje social como os do meu pai, mas imagino que seja a coisa mais sexy do mundo.
Apesar de que ultimamente qualquer coisa está sendo sexy pra mim. Não precisa me dizer, eu sei que estou na seca.
Resolvo sair para uma caminhada. Coloco uma calça jeans colada preta, um moletom branco e tênis preto. Deixo meu celular em cima da cama e só pego a chave. Verifico se preciso de mais alguma coisa e pego um pouco de dinheiro na bolsa e coloco na calça. Desço até o hall, cumprimentando o porteiro e saindo do prédio, sendo atingida pela brisa fria que fez meus mamilos enrijecerem pelo fato de eu não usar nenhum sutiã ou outra blusa por baixo. 
Caminho sem pensar em uma rota. Passo por artistas de rua, por parquinhos infantis, até chegar em uma praça. Sorrio ao ver um casal de pré-adolescentes que deviam ter seus 12 pra 13 anos. Estavam extremamente tímidos um com a presença do outro, o que me fez questionar: quando é que perdemos essa vergonha? 
Tudo com Taehyung foi rápido. Uma hora ele estava me salvando e na outra, estávamos quase transando no meu apartamento. As borboletas no meu estômago aparecem só de pensar nele e meu coração se aperta, confirmando o que eu temia. Sentia sua falta.
Talvez eu devia voltar logo pra faculdade. Eu sinto saudade das matérias e devia voltar enquanto não perdesse muita coisa, o que seria um problema pra me formar.
Continuo sentada até sentir uma presença ao meu lado. Me ajeitei na cadeira e virei, dando de cara com um rosto familiar. - Chanyeol?
- Olá Ayumi.
- Quanto tempo não te vejo!
- Sim. Faz tempo que não aparece lá no bar e eu não sabia se podia aparecer na sua casa do nada. - ele sorri e eu percebo o quão bonito ele era.
- Realmente faz muito tempo que não vou lá. - lembrei-me da primeira vez que pus os pés lá e foi inevitável não sorrir com as lembranças.
- Apareça, está tudo mais tranquilo por lá. Posso te fazer uma das minhas bebidas favoritas. - ele sorri e eu retribuo. - O que fazia com Taehyung aquele dia?
- Estávamos só conversando.
- Que susto.
- Por que?
- Ah, digamos que ele tem um histórico com mulheres. - franzo minha sobrancelha. - E ainda tem a minha irmã.
- O que tem a sua irmã? 
- Ah, ela e o Taehyung namoram.
Namorada?! Taehyung tem uma namorada e não me disse? Nem meus amigos? Levanto rapidamente e olho para Chanyeol com um sorriso, mesmo que estivesse sentindo vontade de chorar. - Preciso ir. Nos vemos outro dia. - dou um beijo em sua bochecha e caminho em direção a minha casa.
Meus passos eram lentos e eu só queria entender tudo. Quando foi que eu comecei a me importar com Taehyung, quando foi que começamos essa coisa que somos - éramos -, quando foi que meu coração começou a disparar na sua presença... e aish! Não consegui a resposta de nada.
- Ayumi! - ouço meu nome ser gritado e olho pra trás, me arrependendo.
- O que você quer?
- Quero pedir desculpas pela forma que agi no outro dia. 
- Por que fez aquilo?
-  Foi um impulso e... - passou as mãos no cabelo e suspirou frustado, me encarando em seguida.
- Quero saber o motivo, Suho. Tem que ter um motivo pra você ter dito tais coisas naquele dia. 
- Eu... podemos ir ao seu apartamento?
- Pra que? Diga aqui.
- Eu só quero conversar pra esclarecer as coisas. Lembra da mensagem que eu mandei antes de ir viajar? Que queria conversar? Então...
De repente, memórias da mensagem vem a minha mente e eu assinto com a cabeça e sem dizer mais nada, caminho em sua frente. Minha cabeça estava uma zona por causa de Taehyung e ainda vinha Suho. O que eu estava fazendo com a minha vida? Balancei a cabeça ao perceber que questionar a mim mesma não iria ajudar em absolutamente nada.
Não trocamos uma palavra, nem na rua, muito menos no elevador. Ao chegar no meu apartamento, percebo que a porta estava aberta. Franzo a sobrancelha e encaro Suho confusa, mas o mesmo que tinha sua atenção presa no chão daquele corredor não tão grande.
- Espere aqui fora. - digo e abro a porta, tendo a supresa do ano.
Taehyung estava sentado, com a mala ao lado e assistindo televisão. Chamo sua atenção pela forma que abri a porta e ele me encara sorrindo. Um raiva estranha começou a tomar meu corpo. - Oi baixinha.
- O que você quer aqui? - pergunto seca e mostrando minha raiva.
Ele percebe e se levanta confuso. Então vacilei. Meus olhos se prenderam no corpo do coreano de uma forma inexplicável. O terno jogado no sofá, a calça social apertada, a camisa branca com as mangas dobradas e a gravata afrouxada lhe davam um ar sexy; até demais. Quando percebo o que estava fazendo, desvio os olhos e respiro fundo, jogando a chave na mesa de centro.
- O que está acontecendo? - nessa hora, Suho entrou e arregalou os olhos, surpreso com a cena.
- O que ele está fazendo aqui? - Taehyung rosna para Suho e me encara com raiva.
- Não é da sua conta. Suho, pode esperar no meu quarto, por favor? 
- Claro. - ele caminha até o quarto que era longe da sala, me deixando sozinha com Taehyung.
O silêncio era absurdo e eu ficava cada vez mais brava. Ele ainda encarava o corredor que Suho havia entrado com os punhos cerrados, enquanto eu observava suas ações. Mas não. Ele me fez de trouxa e eu não suportaria isso.
- O que ele está fazendo aqui? - repete curzando os braços e me encarando.
- Eu não tenho que dar satisfação da minha vida pra você, Taehyung. - pelo jeito que seus olhos se arregalaram e as sobrancelhas levantaram, eu podia dizer que o peguei de surpresa. - O que você está fazendo dentro do meu apartamento?
- Por que isso agora, Ayumi? O que eu fiz? - ele se aproxima, me fazendo dar um passo pra trás.
- Não sei. Talvez ter omitido o fato de namorar!
- O que? Eu não namoro!
- Vá contar suas mentiras pra sua namorada. - reviro os olhos e me afasto, sendo puxada pelo braço. - Eu não estou brincando, Taehyung.
- Eu também não estou! Quem te falou isso?
- Não importa. O que importa é que agora eu sei que você não presta.
- Qual é Ayumi, vai mesmo acreditar em quem te contou essas coisas e não em mim?
- Taehyung... não piora as coisas. Por que mentiriam sobre isso?
- Porque não nos querem juntos. O que te falaram?
- Falaram que você viajou com sua namorada.
Algo pareceu estalar na cabeça de Taehyung, pois ele arregalou os olhos e caminhou até mim rapidamente, segurando meus ombros.
- Não é verdade, Ayumi! Por favor, acredita em mim!
- Acho que você precisa ir. Estou cansada, ainda tenho que lidar com o Suho e...
- É, por que com ele você pode conversar né? - Taehyung me soltou e cruzou os braços, mostrando que estava bravo.
- Taehyung...
- Tudo bem, Ayumi. Você quer que eu vá embora? Estou indo. - ele pega sua mala e caminha até a porta. - Se divirta com o mauricinho metido a besta.
E assim, ele fechou a porta com força. Meu coração se apertou; eu devia ter acreditado nele? Queria ir atrás dele e beijá-lo até ficar sem ar, mas não podia. Ele namorava. Ou não? Balanço a cabeça e caminho em direção ao quarto, dando de cara com Suho sentado na cama.
- Te dei problemas? - ele perguntou, esfregando as mãos no jeans que usava.
- Fique tranquilo. O que quer conversar?
- Eu quero te falar uma coisa. - Suho se levanta e fica de frente pra mim, me fazendo franzir as sobrancelhas. - Eu sei que já fazem mais de dois anos desde que terminamos e seguimos em frente. Você conheceu outros caras e eu conheci outras garotas, e nesse meio tempo continuamos amigos. Nossa amizade sempre foi linda; talvez não tão linda quanto a sua e de Seulgi ou a minha e o Kai, mas é bonita.
- Sim. - dou uma risadinha, confusa com o que estava por vir.
- Ayumi, você é a mulher mais incrível que eu já conheci na vida. Tanto na personalidade quanto na aparência, sempre disse isso e sempre vou dizer. Amo o jeito que você trata as crianças do estúdio, amo o jeito que você sorri quando está tímida e quando faz um biquinho quando está confusa. Amo sua pinta no canto da boca, amo sua cintura, amo sua bunda... E amo você.
Eu fiquei quieta, esperando que ele começasse a rir da minha cara e dizer que era apenas uma brincadeira, mas ele não fez nada disso, o que me deixou confusa. - Suho... o que?
- Eu não te esqueci, Ayumi, e acho que nunca vou esquecer. Você é boa demais pra ser esquecida.
- Eu... não sei o que dizer.
- Não diga nada. Não precisa.
Em um piscar de olhos, os lábios de Suho encontraram os meus. Com os olhos arregalados, empurrei seus ombros e ele se afastou. Olho pro chão, tentando entender o que tinha acontecido, mas não obtinha resposta alguma.
- Você precisa ir.
- Qual é Ayumi, vai dizer que não sentiu isso? Que não sentiu como se um milhão de borboletas voassem no seu estômago? É isso que se sente quando está apaixonada.
Não Suho, infelizmente não. Sinto isso com Taehyung.
- Suho, por favor, vá embora.
Ouvi seu bufar decepcionado e seus passos pesados até a saída. As lágrimas rolavam livres agora pelo meu rosto. Eu me sentia triste. Triste por ter acreditado em Taehyung e acabado machucada e apaixonada, triste por Suho  ainda estar nessa, triste por não conseguir da um jeito na minha vida, triste por não ter nenhuma família por perto pra poder chorar no colo.
 


Notas Finais


obrigada!


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