História All Of Me - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Irene, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Seulgi, Suho
Tags Bae Joohyun, Bangtan, Bts, Irene, Kim Taehyung, Red Velvet, Romance, Vrene
Visualizações 12
Palavras 1.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!

Capítulo 9 - Capítulo nove


Fanfic / Fanfiction All Of Me - Capítulo 9 - Capítulo nove

O tempo passava e nada de Taehyung responder minhas mensagens. Pedi para meus amigos me levarem até o seu apartamento, mas eles me enrolaram dizendo que Taehyung não estava lá. Meu coração estava apertado e eu só queria saber se ele estava bem.
Me encontrava na sala, encarando seu terno amassado por eu tanto agarrá-lo. Meu celular tocou e eu corri até o aparelho, na esperança de ser ele, mas não era. Os pensamentos de que eu teria sido uma simples diversão pra Taehyung e que ele realmente tinha namorada me ocorriam e eu só ficava mais triste ainda.
- Alô.
- Filha?
- Pai. - digo em um tom de alívio. Era bom ouvir a voz de meu pai depois de tanto tempo. 
- Como está, minha pequena?
- Está tudo bem e ai? - eu sabia que minha voz havia saído embargada, mas não sabia o motivo. Estava chorando de saudade do meu pai ou por mentir, dizendo que estava tudo bem?
- O que houve, meu amor? Por que está chorando?
- Estou com saudades, papai.
- Quem ouvir isso vai achar que tenho uma filha de cinco anos e não de vinte e um.
Dou risada e começo a conversar com ele, sabendo das novidades. Parece que ele viria pra Coréia no mês que vem abrir uma nova filial da empresa com o tio Yang. Disse também que estava trazendo consigo uma surpresa e esperava que eu gostasse.
- Qualquer coisa que venha do senhor eu vou amar.
- Que bom, meu amor. A propósito, quando vai voltar pra faculdade?
- Não sei, pai, o mais rápido possível. Prometo que vou te orgulhar, meu rei. - digo brincando.
- Assim eu vou ficar mal acostumado, minha filha. - rimos. Ouço seu nome ser chamado do outro lado da ligação e ele suspira, cansado. - Desculpe, meu anjo, tenho que ir.
- Tudo bem. Eu te amo e estou com saudades.
- Te amo, Ayumi. Espero que até mês que vem as coisas já estejam resolvidas e o que quer que seja que você mentiu pra mim, não te afete mais. - e assim, ele desligou o celular.
Meu pai me conhecia bem demais. É pai... eu também espero que tudo esteja resolvido.
[...]
Já passavam da meia-noite quando ouvi algo caindo de fora do quarto. Levantei e andei nas pontinhas do pé, tentando não fazer barulho. Abri a porta e caminhei até a sala, não vendo nada. Quando ia voltar pro quarto, escutei um gemido de dor e um palavrão. Ah não. Eu conhecia aquela voz.
Abri a porta do apartamento, o encontrando caido no chão. Me aproximei, sentindo o cheiro de bebida e arregalei os olhos. Puxei o mesmo para dentro do apartamento e o encarei, enquanto ele tentava se levantar. Praguejei mentalmente, enquanto arrastava ele até o banheiro. 
- Taehyung, me ajude! - exclamei.
Assim que cheguei ao banheiro, soltei seu corpo no vaso sanitário e respirei aliviada. Ele me encarava curioso, mas ao mesmo tempo bravo. Enfiei seu corpo no chuveiro gelado, ouvindo suas reclamações sem sentido e xingamentos. Sai do banheiro, indo até o quarto e procurando roupas. Por sorte, havia uma cueca de algum dos meninos, só não sei de qual. Separei uma muda de roupas e deixei em cima da cama.
Adentrei o lavabo novamente e vi Taehyung tomando banho normalmente, até o momento em que ele tirou a cueca, o que foi a minha deixa. Sentei no quarto, enquanto o esperava. Meu coração estava disparado e gritava: 'ELE ESTÁ AQUI! É ELE!'. O chuveiro foi desligado, o que me fez ficar mais nervosa ainda.
Taehyung saiu com uma toalha enrolada na cintura e outra secando os cabelos. Parecia mais sóbrio. Ele parou e me encarou, analisando cada pedaço do meu rosto e por mais que eu quisesse desviar, não conseguia. Estava incomodada com o silêncio, então pigareei e comecei a pensar em algo pra falar.
- Ahm. Aqui tem umas roupas que os garotos deixaram aqui. Devem servir em você. Ali tem um comprimido e água. - digo e me levanto. - Vou esperar lá fora. 
Pensei que ele iria me impedir ou coisa assim, mas nada aconteceu. Eu saí do quarto e caminhei até a sala sozinha e assim permaneci por algum tempo, depois que ele veio em silêncio. Estava sentada no sofá, assistindo um programa qualquer que parei de prestar atenção assim que senti seus olhos sobre mim. Desliguei a tv e me virei pra ele, devolvendo a gaze.
- Por que fez aquilo? - sua voz rouca e grave diz, me arrepiando e mostrando o quanto ele me afetava. Droga!
- Aquilo?
- Por que acreditou nos outros quando eu te disse a verdade?
- Taehyung, eu só não sabia o que pensar. Qual é, nós não somos absolutamente nada um do outro. - percebi que minhas palavras o afetaram pelo jeito que ele desviou dos meus olhos e passou a encarar o chão. Me aproximei e assim, ficamos cara a cara. - O pensamento de você ter uma namorada e estar me usando, machucou.
- E eu? Você pensou em mim quando resolveu sozinha, acreditar em algo completamente mentiroso?
- Não. Por isso peço desculpas. Eu queria ter ido na sua casa antes, mas não sei onde é. Eu não sabia o quanto ia mexer comigo isso tudo, não tinha percebido o quanto gosto de você. - digo sem nenhuma pausa. - Você é especial, eu não devia ter acreditado sem falar com você antes. Foi tudo tão de repente e...
Numa questão de segundos, seus lábios tomaram os meus em um beijo carinhoso. Minhas mãos agarraram sua camiseta, enquanto as suas permaneciam nos lados do meu rosto. Nos separamos por falta de ar e ele cola nossas testas. - Eu também gosto de você. - sussurrou, me fazendo sorrir.
- Senti sua falta.
- Eu também senti a sua. - agora, eu encaixava meus braços em seu pescoço e ele mantinha as mãos no meu quadril. - Nunca mais faça isso.
- Não vou.
O que eu disse era verdade, tudo aconteceu rápido demais. Se antes me dissessem que eu estaria gostando do Taehyung, eu riria. Mas agora estou aqui, nessa situação. E percebi que não tem outro lugar que eu quero estar, a não ser seus braços.
- Agora me diz. - ele fala enquanto anda comigo até meu quarto. - O que aquele idiota estava fazendo aqui?
- O Suho?
- Sim.
- Ahm. Ele queria conversar. - desvio o olhar dele pois eu não sabia mentir. 
- Sobre o que?
- Bobagem.
- Vai continuar mentindo até quando? - ele fala quando me joga na cama e se deita ao meu lado.
Mordo os lábios apreensiva, enquanto Tae me puxa pra deitar no seu peito. - Ele... 
- Ele?
- Ele se confessou.
E silêncio. Taehyung não fala nada, apenas para o carinho que estava fazendo em meu braço. Levanto meu rosto para olhá-lo e encontro um Taehyung com maxilar travado e bravo. Me levanto e sento no seu colo; ele cruza os braços e vira a cabeça para o lado, parecendo um neném emburrado.
- Tae.
- Hm.
- Está bravo? - pergunto e ele apenas assente com a cabeça. Aproximo meus lábios do seu rosto e deposito um beijo em seu maxilar. - Ainda está? 
- Sim. - ele fala após pigarrear.
Beijo seu pescoço e vejo ele se encolher. Segundos depois, ele já estava por cima de mim. Dou um grito com o susto e começo a rir. 
- Não me provoca, baixinha.
- E se eu provocar? O que você vai fazer? - pergunto e mordo os lábios, tentando ser sensual.
Não obtenho resposta. Taehyung simplesmente me beija, me fazendo suspirar contra sua boca. Nossas línguas travavam uma batalha e ele estava ganhando, pois enquanto nos beijávamos, suas mãos passeavam sobre a lateral do meu corpo. Lentamente, sinto seu toque adentrar minha camiseta e apertar minha cintura possessivamente. Tiro sua camiseta e ele aperta nossos corpos, fazendo nossas intimidades friccionarem.
- Tae... - murmuro quase como um gemido, o que fez Taehyung sorrir. Idiota! 
Empurro seu corpo com toda a força que tinha e volto a me posicionar sobre o seu colo, sentindo o quanto ele me desejava. Não me movo, apenas me apoio no seu peitoral e encaro seus olhos, que praticamente me comiam. Volto a beijá-lo, desço para o pescoço e ali deposito um chupão, o que fez Taehyung me apertar mais forte e soltar um grunhir, mas fomos interrompidos pelo toque do seu celular.
- Deixa tocar. - ele diz e encaixa sua mão em meus cabelos, puxando-os e deixando meu pescoço livre pra si.
O telefone não parava, o que estava começando a me irritar. Me afasto de seu toque e bufo, me sentando na cama. - Atende logo.
Ele levanta nervoso e atende o aparelho, falando algumas palavras.
- Agora? Não dá, estou ocupado. E daí? Roubo? Aish Jin! - ele exclama, passando as mãos no cabelos. - Ok, ok, estou indo.
- O que aconteceu? Está de saída?
- Sim. Nada demais, aparentemente alguns documentos foram roubados da empresa. - Tae fala, colocando a camisa novamente.
- E isso é nada demais?
- Nada que eu não possa resolver.
Ele parecia tão lindo ali. Preocupado, cabelos umidos, com os lábios vermelhos pelos nossos atos anteriores, pescoço marcado... pensamentos impuros e maliciosos começam a passar pela minha cabeça e antes que percebesse, já estava mordendo os lábios enquanto o olhava calçar o tênis.
Me jogo na cama e deito de bruço, suspirando. - Pode deixar a porta aberta, estou com preguiça de levantar.
- Assim eu vou desistir e ficar aqui. - sinto seu corpo sobre o meu e sua mão descendo da minha costela até minha bunda. - Eu amo sua bunda.
- Taehyung! - grito e me viro, vendo ele rir caindo em cima de mim.
- O que? Só as verdades.
- Idiota.
- Sou, por você. - ele diz e me beija. 
O beijo estava quente novamente e quando me dei conta, estava quase sem blusa.  Empurro seu peito e ele cola nossas testas, ouvindo o som das nossas respirações decompassadas. - Você precisa ir.
- Hmmm, não quero mais ir.
- Mas você precisa.
- Ok, baixinha. Mas levanta essa bunda linda e gostosa e vem trancar a porta porque eu não vou sair e te deixar desprotegida.
- Que cavalheiro. 
Taehyung me pega no colo e me carrega até a sala, onde ele deposita um pequeno beijo em minha testa e um selinho. Foi embora depois de prometer me mandar mensagem avisando se estava tudo bem.
Me peguei sorrindo sozinha e questionei: eu realmente estava apaixonada por um cara que conheço a menos de três meses?
Não consegui resposta porque na minha cabeça, só tinha a imagem de Taehyung.
 


Notas Finais


obrigada!


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