História Alliance - Capítulo 22


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Categorias Alexandra Daddario, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Alexandra Daddario, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor, Assalto, Criminal, Fanfic, Justin Bieber
Visualizações 53
Palavras 4.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiê seus lindos, olha eu te volta.

Capítulo 22 - Capítulo 19


Anteriormente.

Fui para a clínica que tinha dentro da mansão, de tanta que uso as gases e os algodões fiquei sem.

Quando estava no corredor da Clínica encontro a Brooke, passo reto mas ela percebe minha mão, na verdade eu estava deixando um rastro de sangue de tão forte que Justin apertou minha mão e de tão fundo o corte na mesma.

-Que foi princesa? Se cortou fazendo a cutícula da unha? - ela disse parando na minha frente me impedindo de passar.

-Não enche minha paciência por favor, hoje não - falei tentado passa pelo outro lado mais ela também foi para o lado me impedido de passar.

-Ashley sabe falar por favor?, nossa isso é algo realmente raro.

-Sai da minha frente ou…

-Ou o que?, vai contar para o Justin?, porquê é isso que as putas fazendo quando as ameaçam, falam para o seu cafetão.

Sem pensar duas vezes, com minha mão sangrando deu um tapa forte nela, com certeza doeu mais nela do que em mim, estava com raiva e a raiva me serve de anestesia em diversos momentos da minha vida

-Filha da puta, você é uma idiota que morrerá sozinha, que nunca terá amor sincero de alguém - dei um sorriso ao ver a marca vermelho do meu sangue no rosto dela.

Continuei meu caminho até a clínica, entrei e fechei a porta, encostei as costas na porta e deslize até o chão e comecei a pensar, as palavras da Brooke carregavam uma verdadeira e elas ecoavam pela minha cabeça, meu problema é o fato de tudo que eu escuto eu guardar.

Eu estava revivendo coisas do passado, palavras que meu pai falava para mim agora sendo repetida por outra pessoa, as mesmas palavras, mas eu fiz uma promessa para mim mesma que não choraria mais por essas coisas e se eu quero algo, eu consigo.

Me odiava por me afastar deles quando eles foram legais, mas sei que Gonzalez é sim capaz de fazer um ataque surpresa para matar a equipe do Justin e fazer parecer um acidente, sei que ele é capaz e seria egoísmo pensar em mim nessa situação.

-Ashley?, Sei que está aí - era a Caitlin o que fez eu achar mais estranho ainda.

-Eu estou ocupada.

-Sei o que aconteceu, abre a porta para conversamos.

Eu resolvi abrir porquê apesar de tudo eu precisava disso e a curiosidade também me moveu.

Ela entrou e pegou gases, algodão, coisas para curativo.

-Senta aqui, deixa eu ver isso - sentei na maca meio desconfiada, porquê agora que eu estou tentando me afastar ela tenta proximidade?

Ela olhou minha mão e depois passou remédios e fez um curativo, assim que terminou se sentou ao meu lado.

-Então... como se sente?

-Bem eu acho, obrigada.

-Eu te venero Ashley, deu um tapa na cara da Brooke que eu não suporto e ainda fez Justin se sentir mal por algo que fez, ninguém fez isso.

-Atah, até parece.

-É sério, você tem um temperamento difícil mas uma força invejável.

-O aconteceu com a Caitlin que me odiava?

-Ela te observou e percebeu que você é uma pessoa corajosa, não é fácil estar no seu lugar Ashley, em um território inimigo, lidando com pessoas difíceis.

-Não acredito que vou dizer isso mas obrigada Caitlin.

Caitlin me puxou para um abraço na qual retribui, sei que tenho que me afastar mas naquele momento aquilo me pareceu tão certo.

                                 ×~× ×~× ×~×

POV's Justin Bieber

Já faz um mês e meio desde Ashley passou a iguinorar os membros da equipe, menos a Caitlin, até o gesso ela já tinha tirado (por conta), ela já tinha se recuperando totalmente dos ferimentos sofridos no acidente. As vezes a via falando com o Chris mas nada como antes, só assuntos da máfia.

A verdade é que eu estava começando me acostumar com ela, apesar de tudo ela era uma mulher além do que se mostrava, ela me enfrentava e eu realmente achava isso interessante porquê vários homens tinham medo de me enfrentar, ela não.

Estávamos todos na mesa do café incluindo Ashley, eram raros os momentos em que ela estava, ela trocava cinco palavras por dia com nós no máximo.

-Reunião depois do café - falei rude me levantando, até eu mudei um pouco com isso, eu simplesmente estava tentando entender tudo isso.

Alguns minutos depois e já estavamos todos na sala de reuniões.

-Chamei vocês aqui porquê semana que vem iremos viajar, colocar ordem em uma parte do Canadá, eu estou tento problema com um dos nossos laboratórios que é usado para extrair e fabricar as drogas, eu simplesmente não estou tento mais notícias desse laboratório, as linhas telefônicas foram cortadas, as câmeras de segurança não transmitem mais nenhuma imagem e todas as pessoas que eu envio para lá não voltam esse laboratório é o principal responsável por abastecer aquela região para o tráfico então iremos nós mesmos descobrir o que houve.

1 semana depois...

Estávamos entrando no jatinho particular, nossas drogas e todos os serviços que prestamos é de qualidade por isso nossas drogas são feitas em laboratórios por pessoas altamente qualificadas.

Quando desembarcamos no Canadá fomos direto para minha mansão do Canadá.

-quero vocês na sala de reuniões em uma hora, quem se atrasar nem se de o trabalho de tentar participar desse nosso trabalho​.

Dito isso, fui para meu escritório e Ryan me seguiu até lá.

-O que foi Ryan? - disse me sentando em minha poltrona e pegando um cigarro.

-O que foi?, sério que está me perguntando?, eu que te pergunto, você mudou Justin, você só fica com esse humor e nós que pagamos por isso.

Acendi o cigarro e os levei as lábios dando a primeira tragada.

-Você está doido Ryan, eu…

-Não invente desculpas, sei que estava gostando de se distrair com a russa, quem sabe até gostando dela.

-Não enche meu saco Ryan eu tenho o que fazer, sai do meu escritório, sabe que eu não gosto de ninguém e nunca irei gosta.

-Acho bom você abrir os olhos, você está afastando as pessoas e eu também tenho meus limites Justin.

-Então porquê ainda está aqui?

Ryan se levantou e saiu ele tentou nos últimos dias falar comigo mas não conseguiu, eu só resolvi focar no que realmente é importante depois do ocorrido.

Estávamos entrando nos carros indo em direção ao laboratório que ficava longe em um lugar deserto afinal era algo ilegal então quanto mais longe a polícia estivesse melhor.

Ashley ainda era minha parceira então estava indo em meu carro.

-Iremos ficar quanto tempo no Canadá? - ela pergunta.

-Não sei.

-Pode dizer quanto tempo mais ou menos?

-Se eu soubesse eu já teria dito.

-Justin o que eu fiz para você me tratar assim, não só a mim como sua equipe também?

-Você se afastou, não me culpe, só continuei o que você começou.

-Você está agindo que nem um filho da puta.

-Meu modo de agir é da minha conta não da sua.

Depois disso ela não disse mais nada.

Chegamos no laboratório e ele estava totalmente destruído, bombardearam a porra do laboratório.

Eu e meus vários homens nos reunimos e montamos até tendas nas áreas que não estava totalmente destruídas, por que andamos com tendas?, simples, estamos sempre preparados para tudo.

Chris entregou escutas para todos.

Eu fui com a Ashley, o Ryan foi com a Brooke e o Chaz com a Caitlin.

-Quero que traga o responsável, vivo, revirem tudo, não quero saber de um responsável vivo e o pessoal da minha equipe pessoal, sem se separarem dos parceiros e ninguém deve tirar as escutas.

Dito isso cada um foi para um canto da área do laboratório que era enorme, eu e a Ashley pegamos as armas e fomos caminhando pela área que era simplesmente enorme, afinal era fabricado diversos tipos de drogas e em grande demanda.

Entramos até em áreas de florestas porquê eram muito próxima por diversos motivos e era um ótimo lugar para se esconder.

Quando andamos pela floresta, escutamos sons e logo apontamos as armas e seguimos em direção, se os caras que fizeram isso continuaram aqui, só prova que eles são muito burros.

Nós aproximamos da onde os sons saíram e eu de repente eu visualizo um arma apontada para mim.

Um homem de mais ou menos 1, 75, cabelos castanhos apontava uma arma para nós.

-É sério isso?, vai mesmo atirar em mim?, tem certeza? - falei sorrindo ironico.

Em um movimento rápido dei um tiro na mão do homem e rapidamente me abaixei por sabia que ele provavelmente conseguiria apertar o gatilho antes de largar a arma.

No que ele largo a arma, Ashley acertou suas face com um chute seguido de outro no saco.

-Te achei - disse Ashley com tom de divertimento para um cara que agora se contorcia no chão de dor.

Retornamos aonde montamos as tendas acompanhados de dois caras.

Chaz e Caitlin tinham pego três caras aparentemente.

-E então? - perguntei para o Chaz enquanto Ashley e Caitlin levava os dois caras para os prender em uma barra de ferro que estavam embutida no chão.

-Não falam nada, nem sob tortura.

-Vocês não sabem como os torturar, é isso, vou fazer essa porra eu mesmo que rapidinho eles falam, incompetentes - falei saindo e entrando em uma tenda na qual Chris estava mexendo em seu Notebook.

-E então?, descobriu algo?

-Nada, os funcionários simplesmente sumiram, não consegui entrar em contato com grande parte dos familiar desses funcionários, entrei em contato com no máximo 500 famílias e todas elas disseram que não tiveram mais notícias de seus familiares e não foram até a delegacia com medo pois sabem que seus parentes faziam coisas ilegais.

-Como assim?, tínhamos um laboratório com mas de 3.000 funcionários fabricando dia e noite essas porras, como só conseguiu falar com 500 familiares?

-Eu não sei Justin, não houve registro de denúncias sobre alguem que tenham achado algum corpo nessa região, então não sabemos se estão realmente mortos ou foram presos por eles, eu preciso de um nome.

-Somente um nome?

-Sim, você sabe que é fácil, só um nome completo de algum deles e eu descubro a vida inteira do cara.

-Então esteja com os ouvidos bem abertos porquê que algum filho da puta vai gritar o nome agora.

Falei saindo da tenta e indo em direção aos caras presos.

Ryan ainda não retornou, ele saiu com a Brooke e até agora nada.

Observei os caras que me encaravam totalmente destemidos, sem medo nenhum.

-Ashley - falei e logo ela se aproximou.

-Que? - disse indiferente.

-Descobre o nome desse cara - falei apontando para o que tinha a postura mais séria dos cinco, nem fodendo eu iria sujar minhas mãos com tão pouco.

-Qual é o seu nome? - Ashley perguntou para o homem e obviamente não teve resposta me fazendo rir de seu método totalmente passivo de descobrir as coisas  - Chaz, quero ele preso em uma das cadeiras de tortura.

Eu só observava, não iria sujar minhas mãos com pouca coisa, a pessoa tem que ser foda para me fazer a tortura com minha mãos.

Agora iria testar as habilidades da russa.

Entramos em uma tenda separada somente para tortura com uma cadeira no centro.

Tinha uma caixa com vários objetos de tortura, afinal estávamos sempre preparados.

Ela pegou uma faca, isso vai ser divertido.

-Vou pergunta só mais uma vez, qual é o seu nome?

Ele não respondeu, ela cravou a faca em sua coxa, sem nem piscar, o cara somente somente fechou os olhos e o vi segurando o grito.

-Ira dizer agora? - sem respostas - Caitlin pega para mim álcool e um esqueiro - sem aviso ela puxou a faca da perna que agora jorrava sangue.

-Vamos fazer um jogo - ela se abaixou na altura do homem que estavam sentando tentando se fazer de forte - eu faço uma pergunta e se você responder eu não coloco fogo na sua ferida, mas para cada pergunta sem resposta além do fogo eu corto um dedo seu, bom você tem vinte dedos, então se gosta dos vinte sugiro que responda, não posso prometer que vai sobreviver porquê não vai, mas pode ser menos doloroso, então… nome?

Ele não respondeu e ela jogou álcool na ferida do homem, esse álcool obviamente não era álcool fraco, em seguida ela coloca fogo na ferida dele e uns segundos depois ele começa a se contorcer, eles foram treinados bem, ele não responde.

-Caitlin, pega um faca, acho que alguém vai perder os dedos —

Caitlin se aproximou com uma mesa pequena de rodinhas e uma faca.

Ashley pegou a faca e soltou dos braços dele para e ela mesma a colocou na mesa, o homem lutava para puxar a mão mas a Ashley é bem forte quando quer.

-Vejamos, o indicador ou o midinho? - ela me perguntou.

-indicador - falei lançando um sorriso.

Em um movimento rápido ela cortou o dedo do cara que gritou, por a perna dele ainda pegava fogo (por mais baixo que estive o fogo) e ele acabará de perder o dedo.

-Se pensa que estou brincando eu não estou, eu cumpro o que falo então ao menos que queira ficar sem mão é melhor começar a falar, ainda estou boazinha de mais cortando só o dedo.

-Steve, Steve Shields - o cara gritou.

-Isso foi fácil - ela diz

Ashley pegou uma garrafa de água gelada e jogou sobre a ferida, afinal não queríamos ninguém morto até termos informações que queríamos.

-Para quem trabalha?

-Ele vai mata minha família não posso - o cara é tão burro e solta informação sem perceber, ele tinha família, é claro que Ashley usaria isso a seu favor.

-Chris vem aqui e trás seu Notebook por favor - ela estava falando pela escuta.

Não demorou muito para Chris entrou na tenda.

-Chris pesquisa para mim a família do Steve Shields.

Dois minutos depois Chris já tinha a resposta.

-Bom…  a esposa dele se chama Amélia Collins, 29 anos, e a filha de 6 se chama Kayle Shields.

-Localização?

-Nova York.

-Manda uma visitinha para elas, e diz que foi o Steve que mandou - assassino de aluguel, óbvio que ela faria algo do gênero.

-NÃO, EU FALO O QUE QUISER SE PROMETER PROTEÇÃO DELAS - ele gritou.

-Okay, eu o farei, Chris esquece - disse voltando a falar com o Cris - para quem trabalha e como conseguiram destruir um laboratório inteiro de um mafioso?

-Eu trabalho para um homem mas eu não sei o nome, ele não permite que ninguém saiba.

-E cadê as pessoas desse laboratório?

-Nos matamos - ele diz com um sorriso nos lábios, um sorriso de satisfação.

-Vocês o que?

-Temos uma organização na nossas organização, limpamos o mundo dos seres humanos, são todos maus, ninguém merece viver, fazemos um favor a humanidade -  serial killer?

-Tipo seriais killeres?

-É, tipo isso - ele sorriu, aparentando estar muito feliz pelo que fez.

-O que vocês fizeram?, quero que conte agora a razão que te levou a destruir um laboratório de um mafioso e matar seus familiares também - falei olhando para o cara que não quis responder, ele pensa que eu tenho paciência? - eu fiz uma pergunta porra e ao menos que queira assistir a morta da sua mulher e das suas filha agora eu sugiro que fale.

-Fomos contratado, nossa organização nunca se meteu nisso para ganhar dinheiro, sempre matamos os outros porquê acreditamos ser o melhor para o mundo, mas a pessoa ofereceu muito para que fazermos isso no seu laboratório, matar os familiares deles foi só um extra.

-Vocês mataram todos?, sem nenhum pudor?, homens?, crianças?, mulheres?, idosos?, jovens? - pergunta Ashley.

-Sim, as mulheres eram as melhores, nós nos divertimos muito com elas antes de as matar, se é que me entendem.

-Quem pagou vocês? - vi a raiva nítida nos olhos da Ashley, ela estava com um olhar que nem mesmo eu já tinha visto, vi uma veia saltando de seu pescoço, ela entendeu a parte do estuprou e obviamente não ficou nada feliz, ela como mulher em meio a um mundo machista que é a máfia se sentiu ofendida.

-O que foi princesa?, quer se divertir comigo antes que eu responda?

-QUEM PAGOU VOCÊS? - ela gritou assustando todos presentes na tenta, eu percebi que esse assunto se tornou delicado para ela considerando que ela presenciou a morte da mãe de forma tão drástica.

-Sabe como é a sensação de matar uma mulher depois de a estuprar? - Ashley ficou imóvel, isso mexeu com ela, talvez o fato de pensar em todas aquelas mulheres sendo estupradas e mortas em seguida, afinal ela é mulher e já sofreu muito em coisas relacionadas a morte a sangue frio.

Peguei minha arma e atirei em seu ombro ouvindo ele gritar.

-Ela não quer saber, e ao menos que queira presenciar isso com sua mulher sendo a vítima eu sugiro que abra a boca.

-Foi o Simmons, eu não sei o primeiro nome dele nem quem ele é.

Simmons, filho da puta, era o dono da máfia italiana.

-Se acredita que estão limpando o mundo, então eu pouparei a sua vida, para assistir a morte de sua família, você tem ideias de quantas famílias destruiu?,depois eu terei o prazer de matar você e seus companheiros - falei

-NÃO, NÃO VOCÊ PROMETEU - ele se debatia na cadeira -FILHA DA PUTA, VOCÊ PROMETEU.

-Eu não prometi nada, foi ela e mesmo que tivesse prometido, não se deve acreditar na palavra de um mafioso.

Ashley saiu da tenta e eu a segui.

Ela pegou um cigarro, ela estava nervosa, apesar de ser da máfia há valores que eu sei que ela não perdeu mesmo entrando na máfia, há traumas que também não saem assim, traumas na qual eu nunca compreenderei afinal ela não me contaria.

Me aproximei da Ashley que agora fumava maconha.

-Está tudo bem?

-Eu preciso de cocaína, essa porra não esta fazendo efeito - ela jogou o cigarro de maconha no chão, estava nervosa, ela estava se segurando para não matar o cara agora mesmo.

-Depois você se droga agora não.

-NÃO DÁ PORRA, AQUELE FILHO DA PUTA MATOU CRIANÇAS, JOVENS, IDOSOS.

-Para de gritar comigo porra, alguém dessas pessoas eram familiar seu?, então pronto porra, não faz diferença na sua nem na minha vida - falei bravo, fui incessivel sim, mas a culpa não era minha dessas mortes - quando se está na máfia é necessário saber controlar a porra das suas emoções, você está se descontrolado isso só atrapalha.

-Okay… só não as matem, por favor - me surpreende sua resposta seguida da minha frieza.

Não respondi nada, ela se levantou e foi até a tenda novamente.

Alguns minutos depois eu entrei na tenda e o mesmo homem ainda se debatia na cadeira, aparentemente puto com algo que a Ashley fez ou falou.

-NOSSA ORGANIZAÇÃO IRA TE CAÇAR ASHLEY BENETTI, QUANDO TIVER FILHOS ELES MORRERAM DA MANEIRA MAIS CRUEL, SEUS CRÂNIO SERÃO ESTOURADOS BEM NA SUA FRENTE, SEU MARIDO SE É QUE VOCÊ IRA SE CASAR, SERÁ MORTO TAMBÉM NA SUA FRETE E VOCÊ SÓ OUVIRÁ OS GRITOS INCAPAZ DE FAZER ALGO ATÉ QUE POR FIM VOCÊ MORRERA DA MANEIRA MAIS DOLOROSA E LENTA POSSÍVEL.

Eu observei tudo sem entrar então ele nem notou minha presença lá.

-Alguem me dá uma faca? - ela disse com tom de tédio ela pegou a faca e passou por um lado da bochecha do homem fazendo um corte profundo - eu corto sua língua se continuar me enchendo, essa é a sua história, é você que está passando por isso não eu e só para constar eu não terei filhos e nem marido, se queria ser um serial killer competente a primeira regra que deveria seguir é: nada de família.

-Chris?, já está tudo pronto? - falei olhando para o mesmo, eu tive uma conversa com o Chris enquanto estava fora da tenda.

Ashley me olha confusa não entendo ao certo o que houve.

-Sabe Steve?, a coisas na vida que fazemos e que retornam para nós muita das vezes da pior forma.

Chris abre o Notebook e logo a imagem de uma mulher e uma garotinha aparece na tela.

-Não irei poupar sua família e espero que entenda que isso nada mais é que consequências de seus atos.

O homem assistiu pelo Notebook do Chris a morte da família, nem Ashley conseguiu ver isso, ela era fria, mas até sua frieza tinha limites, ela me olhou com um ódio profundo, nada que ela já não tenha visto na Rússia.

Em seguida Ashley matou o cara com dois tiro direto no coração para acabar com o sofrimento dele.

-Como pode fazer isso?

-Ele mereceu tudo que aconteceu Ashley.

-Era uma criança de 6 anos, você é tão lixo quanto ele.

-Ai que triste, nem vou dormir a noite - falei irônico, o que ela esperava de mim?, eu sou da máfia, matar pessoas é algo completamente comum para mim, já está na hora de ser para ela também ou ela não irá sobreviver na máfia.

Ryan chegou com a Brooke arrancando os cabelos de tão nervoso com ela, eles juntos pegaram 4 caras.

Os outros não queria dar informações mas Ashley era boa para arrancar qualquer coisa deles (incluindo o pau de um) ela provavelmente ama tortura os outros, eu sou uma prova disso.

-Brooke pega o próximo e prende na cadeira para mim - ela disse autoritária.

-Para de mandar em mim como se fosse líder - ela realmente estava parecendo, e eu não estava me incomodando, ela era boa mesmo.

-Ela é minha parceira o que a faz ter esse direito agora faz o que ela está mandando porra.

Recebi uma ligação do Chris deu uma saída com a desculpa de precisar de silêncio, digamos que caras sendo torturados nem sempre é silencioso.

Ligação on

-Oi Chris.

-Justin está podendo falar?

-Sim, Ashley está conseguindo liderar bem.

-Ashley está liderando ainda?

-É tipo isso, mas tenho tempo porquê?

-Eu deveria te falar pessoalmente mas não consigo é importante.

-Fala logo Chris.

-Lembra que me pediu para procurar por algo a ver com a mudança repentina da Ashley?

-Sim lembro, achou algo?

-Sim, uma conversa de celular, foi muito difícil conseguir essa conversa era com o Gonzalez então estava protegida a sete chaves, o celular dela é protegido a sete chaves.

-Fala logo porra.

-Na ligação o Gonzalez manda Ashley se afastar, disse que nos mataria se ela não se afastasse, ele disse que vai me esquartejar e foi na mesma data que ela começou a ficar estranha com nós.

-Gonzalez é um filho da puta mesmo.

-Ela fez isso porquê sabia que se Gonzalez fizesse um ataque surpresa não estaríamos preparados e com certeza morreria-mos, não estaríamos prontos pois nossos únicos inimigos estavam se aliando a nós então não teria motivos para uma segurança reforçada.

Nesse momento escuto um grito feminino e corro.

Ligação off

Um dos comparsas que prendemos está segurando a Ashley com uma arma apontada para a cabeça dela, meus homens estão todos com armas apontadas para ele.

-Que porra é essa? - falo.

-Se você se mexer ela morra - é tudo que ele diz.

-Pedi para a idiota da Brooke prender o cara, mas ela o deixou escapar - diz Ashley, ela não tinha medo do cara nem nessa situação que ela estava desarmada.

-CALA A PORRA DA BOCA - ele grita para ela rodando a mão no cabelo dela o puxando, pego minha arma e aponto para ele.

-Olha a forma que fala com ela seu filho da puta.

-Não tem medo que eu atire agora?, No mínimo deveria estar implorando pela vida dela.

Ele não iria atirar, nela agora, ela é a garantia que ele saia vivo, não que ele vá, mas com ela viva ele tem a opção pedir qualquer coisa em troca dela.

-Não Justin, eu não sou um membro importante, não deixe ele ter vocês na mão, diz para o Gonzalez que a decisão foi minha e que as vezes é preciso fazer sacrifícios.

-Sabe, essa Ashley até que é gostosa, escuta meu plano Bieber, eu não vou a matar, nós vamos fugir daqui e eu irei a foder até me cansar, imagina a cena, ela gritando por socorro ou implorando para que eu não faça isso, enquanto o sangue escorrendo por suas pernas por conta da força que eu usarei, e ela chorar enquanto eu sinto prazer, muito prazer, enquanto a puxo pelo cabelo e distribuo tapas por seu rosto e bunda, podemos até ter uns filhos que eu farei questão de mata-los, o que acha Ashley? - ouvir suas palavras fez com que eu quisesse matar esse desgraçado da pior forma possível, eu nunca senti tanta raiva, minha veias saltavam.

-Eu prefiro morrer - ela disse

-Tem certeza? - ele perguntou a ela.

-Vamos fazer uma troca, eu por ela - falei, obviamente eu já estava arquitetando um plano nessa troca, mas alguém sairia ferido isso é inevitável.

-Agora me interessei, mande que abaixem as armas e joga a sua arma para o lado.

-Abaixa as armas - falei para meus homens que logo obedeceram.

-Eu vou soltar ela e vou até você, se ela me atacar eu atiro em você, se você me atacar eu atiro nela.

Ele a jogou no chão.

Quando ele a soltou e se virou na minha direção deu alguns passos e eu estava me preparando para o atacar mesmo sabendo que teria um preço a ser pago mas começo a sentir uma dor na virilha, quando me dei conta percebi que o filho da puta tinha atirado em mim.

Olhei para a frente e  Ashley tinha cravado uma faca pequena que ela provavelmente sempre carregava com ela na parte de trás do joelho dele fazendo com que ele caísse no chão, ela pegou rapidamente sua arma e atirou em seus  joelhos.

Com o tiro que levei acabei não conseguindo ficar de pé, cai no chão batendo forte a cabeça, minha visão foi ficando turva, as vozes distantes mas ainda estava um pouco consciente.

Escuto a Ashley gritar, o que me surpreende.

Ashley se aproximou e começou a dar leves tapas em meu rosto, a voz dela ficava distante.

-Justin. Justin por favor não, olha para mim, Justin por favor mantém os olhos abertos - estava com a cabeça no colo dela, ela dava tapas leves em meu o rosto e falava com um  tom de desespero, com um tom de choro apesar de não a ver chorando, ela cola nossas testa e nesse momento eu perdi totalmente os sentidos e apaguei.


Notas Finais


Bjss seus lindosss


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