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História Alma corrompida - Capítulo 12


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Notas do Autor


Nós nos vemos lá embaixo.

Capítulo 12 - Prazer.


Fanfic / Fanfiction Alma corrompida - Capítulo 12 - Prazer.

02 de julho de 2020. Konoha. 09:09.


Sai estava deitado em sua cama, que era do lado da janela, esperando Yamato ou Anko. Anko e Yamato eram uma dupla de amigos que haviam tirado Sai do orfanato há três — ou quatro — meses atrás. Na verdade, Sai não conseguia se sentir bem. Nem alí, nem no orfanato, e nem em lugar nenhum. Estava quebrado por dentro, já não sentia mais nada. Não era como antes. 

Riscava o papel em tons de vermelho. O sangue escorria de sua mão. O desenho era um coração sobre a mão de um ser humano, que na visão de Sai, era algo do tipo "Você tem meu coração em suas mãos, por isso deixa ele parar tão lentamente.".

Parou de colorir, deixando os lápis no lençol escuro da cama. Olhou para o desenho, lembrando-se de sua mãe. Lembrou de todos os momentos felizes com ela, do quanto ela o fazia bem, de tantas vezes quando ele caia ela dava um beijinho dizendo "Calma meu amor, vai passar..." De tão doce que essa frase saia de sua boca.

Down, let me down, down... — A voz melodiosa que cantava morreu no meio do caminho. Sai chorava, agarrado ao desenho que havia feito. Julgando-se como culpado pela morte da matriarca.

Fraco. Era isso que se sentia diante aos pensamentos conturbados e contraditórios de sua mente. Chorando copiosamente, tremendo.

— Sai? — A voz de Anko se alastrou pelo quarto escuro. A Mitarashi andou até a cama do albino, antes mesmo de falar algo, ele a agarrou, chorando copiosamente em seu pescoço.

— Eu não aguento mais viver Anko!



02 de julho de 2020. Konoha. 10:39.


— Gaara? — O Lee parou brutalmente ao ver o de olhos esmeraldas em sua frente. E por incrível que pareça, na visão do moreno, o Sabaku conseguia ultrapassar qualquer patamar de perfeição.

Oh, Olá Lee. — Acenou com a mão livre, já que a outra carregava um vaso de flor, com as bochechas levemente ruborizadas. Sem querer, o vaso, que era de pequeno porte, escorregou do braço do Sabaku. Mas Rock Lee foi mais rápido, se abaixou, pegando o vaso com as mãos calejadas e machucadas pelo treino excessivo. Se levantou, encarando os olhos esmeralda do Sabaku. Rock Lee era bem mais alto que Gaara, oque fez o Sabaku erger a cabeça para encarar os olhos negros do Lee.

O moreno entregou o vaso para o de cabelos vermelhos, que com as mãos delicadas pegou o mesmo, segurando com mais firmeza.

— Obrigada. — Disse sem graça, vendo o moreno de afastar um pouco. — São para o meu jardim... — Rock Lee sorriu ao perceber o quão fofo o Sabaku se tornava a cada palavra dita. — Os Yamanakas me doam flores, para colocar no meu jardim... Odeio ver a natureza sofrer.

— Isso é Incrível. Tipo, tu cuida da natureza e tals. — O Lee percebeu que estava se perdendo complemente na própria fala e o Sabaku percebeu isso. Gaara cobriu a boca com o punho fechado, rindo suave. Rock Lee se viu encantado com o ruivo. — Eu nem sei mais oque eu tô falando... — Riu sem graça ao se deparar com a graciosidade de Gaara.


02 de julho de 2020. Konoha. 16:09.


Nanananão. — Konan balançou o dedo indicador de um lado para o outro, com um sorrisinho meigo e debochado. — Vamos fazer sim.

— Quem decidiu isso? — Obito cruzou os braços. — Você é a única mina do grupo, e também não tem direito de nada só porque namora o líder e o outro lá.

Konan ficou indignada com tal reação. Itachi esticou a boca para o lado, expondo um sorriso forçado, enquanto puxava a gola da própria blusa, Deidara riu de canto, quase rindo da reação do Uchiha.

Os olhos âmbar de Konan encaram o Uchiha ao lado de Sasori — Já que às vezes estava lá para dar apoio, porque ainda fazia parte daquele grupo. —, logo sorriu, parando para fazer um biquinho debochado. Ela segurou ambos lados da bochecha Uchiha, apertando-as.

— O neném não tá feliz, uhm? — Fez uma voz forçadamente fofa com um toque leve de ironia. Desmanchou o biquinho, e segurou o queixo do Uchiha, fazendo o mesmo a encarar. — Sou eu que dou as regras aqui, docinho. Se não está feliz. — Soltou o queixo do moreno, apontando para a porta de saída da casa de festa. — A porta está bem alí. — Sorriu vitoriosa, se virou, erguendo o braço que apontava para a porta de saída. — Quero Sasori e Hidan comigo, venham. — Chamou os dois, que seguiram rindo da humilhação recente que Obito havia levado.

— Por isso eu venero a Konan. — Revelou Itachi, rindo disfarçadamente.

Obito revirou os olhos.

— Itachi, deixa eu te perguntar uma coisa. — Obito escorou-se na mesa, olhando para o parente que arrumava o arranjo de flor de outra mesa.

— Diga. — Mandou simplista, pegando as flores roxas do arranjo, colocando no vaso da mesa.

— Qual o teu lance com Shisui? — Questinou malicioso. Deidara engasgou com a água da garrafa, quase cuspindo tudo. Itachi arregalou os olhos, corando violentamente até o pescoço. Como estava de costas para o sobrinho de Mandara, Obito não percebeu o tal ato, apenas assustou-se com Deidara. — Gente, é uma brincadeira.

Itachi pegou um dos salgadinhos que dividiam ali para arrumar o local, jogando em Obito.

— Ei?! Uhm-- — Pegou o salgado, colocando-o na boca. — Isso tá bom.

— Idiota... — Deidara murmurou.


02 de julho de 2020. Konoha. 16:45.


— Prontinho. — Sasori pulou da cadeira, após colocar a última luz colorida alí no teto.

— Obrigada marionete! — Konan o abraçou. — Você é o melhor! Ah! — Ela se separou do de cabelos vermelhos, olhando-o com os famosos "olhinhos pidões". — Você, Shisui e Sai poderiam tocar aqui? Eu pago o quanto for!

— Origami, não precisa pagar. — Sasori riu. — Fazemos isso por diversão.

— M-mas eu insist--

— Não precisa. — Declarou sincero.

— EBA! — Gritou como uma criança depois de ganhar o presente tão esperado de natal.


02 de julho de 2020. Konoha. 19:47.


Hinata estava na sala de sua casa. Completamente acabada. Havia acabado de colocar a pequena Hyūga na cama. Via o filme entediada, até que a campainha toca. Ela se levantou estranhando. Era sete da noite, estava chovendo muito lá fora, porque alguém iria aparecer aquelas horas ali?

Olhou espantada depois de abriu a porta, se deparou com uma cena esquisita, sua namorada dos olhos verdes completamente encharcada, segurando uma mochila nas costas. Para Hinata, Sakura era linda até vestida de verme, mas no entanto, ela estava preocupada com a rosada. Não tinha aquele sorriso radiante e bonito que a Haruno não tinha no rosto.

— Será que eu posso dormir aqui hoje? — Forçou um sorriso, quase chorando. Pelo tom de voz, Hinata já previa o acontecido: Uma briga com os Haruno. A Hyūga ignorou o fato de Sakura estar fria e trêmula, e a abraçou. A aspirante em medicina não aguentou, desabou nos braços da morena que a acolhia.

— Vem. Vou preparar algo quente para você beber. — Puxou a namorada para dentro. Pegando a mochila molhada das costas de Sakura. — Vá tomar uma banho, senão vai ficar doente.

— Mas eu estou toda molhada, eu vou molhar a casa. — Disse, pela primeira vez em muito tempo, constrangida com a própria situação.

— Saky, vai, depois eu seco o chão. O importante é sua saúde. — Deu um selinho na de cabelos cor-de-rosa. — Se apresse.


02 de julho de 2020. Konoha. 20:03.


Sakura e Hinata estavam sentadas cada uma em um banco do balcão da cozinha. Sakura estava encolhida, dentro de um enorme moletom lilás de Hinata, tremia enquanto bebia um chocolate quente. As duas conversavam sobre o ocorrido na casa dos Haruno. Sakura mostrava-se triste, às vezes sorria boba por perceber o quão gentil e amável que a namorada era.

— Saky, me perdoa, mais eu não gosto nem um pouquinho do seu pai. — Hinata comunicou sincera, com o cenho franzido, enquanto gesticulava com as mãos. — Ele é um estúpido por te deixar fora de casa só porque uma parente que não gosta de você tá alí.

— Deixa Hina... — Suspirou pesado, negando com a cabeça. — Sempre foi assim... — Colocou a xícara na mesa, fechando os olhos, tentando se contentar com os sentimentos repentinos. Tremeu um pouco quanto a mão quente de Hinata tocou na sua. 

— Não, meu amor. — Ditou carinhosa. — Para sempre é a vida toda. Agora você tem a mim, e a Himawari, e vamos cuidar de você. O "para sempre" vai ser daqui para frente. Eu, você e Himawari... — Sorriu. — Somos uma família, para sempre. — Completou verdadeira.

Sakura sorriu vendo o sorriso gentil da perolada. Mais algo chamou atenção de ambas. Era Himawari. Estava em seu belo pijama comprido de estrelinhas e fogetes rosas, enquanto abraçava o seu ursinho. Coçava um dos olhos, enquanto o outro olhinho — Pequeno por causa do sono. — encarava as mulheres ali. A pequena nem se importou com a presença de Sakura, já que a considerava da família.

— Meu bem, aconteceu algo? — Hinata se virou para a filha, que andou até a matriarca. A pequena Hyūga se sentou entre as duas, abraçando o ursinho.

— Eu tive um sonho ruim. — Abaixou a cabeça, se apertando contra o ursinho de pelúcia. — Ninguém gostava de mim... E, também, não me queriam por perto. Nem mesmo o Tutu. — Comunicou chorosa.

Sakura riu, achando graça. Agarrou a pequena, bagunçando os cabelos azulados.

— Amamos você sim. — Sakura afirmou após ouvir uma risada sonora da pequena.

— Você é nossa princesinha. — Completou Hinata.

Himawari sorriu, com as bochechas levemente avermelhadas, agarrada ao oursinho de pelúcia.


02 de julho de 2020. Konoha. 21:13.


— Faça as coisas direito, Nagato! — Gritou a matriarca, batendo com força na face do Uzumaki. O tapa foi tão forte, que o anel da progenitora fez um corte na bochecha do menino, e o fez virar o rosto. Nagato tremeu, segurando os quatro pratos com força, quase os quebrando. As lágrimas cercaram os olhos raros, mas não caim dos olhos.

— Para! — Karin puxou a mãe pelo ombro, empurrando-a para longe. Se meteu na frente do irmão, vendo o olhar repleto de fúria da outra ruiva — Nagato não fez nada além de ter trocado os talheres. Que caralho! — Esbravejou. — Tu bate no muleque porque ele troca a merda de um garfo com uma colher?! Sério, vai se tratar. 

A ruiva mãe dos Uzumakis revirou os olhos, saindo dali. Karin se virou para o irmão, se abaixando um pouco já que era muito alta para ele, levou o polegar até a lágrima solitária que escorria no corte recente, que ainda soltava um pouco de sangue.

— Desculpe... — Pediu baixo, sentindo a pele quente da mais velha tocar a bochecha gelida de Nagato.

— Está tudo bem, sim? Não chore. — Tirou os pratos das mãos do irmão, colocando sobre o balcão. Colocou a franja do irmão atrás da orelha do mesmo, sorrindo gentil. — Tire essa roupa, não tem necessidade de se vestir assim dentro de casa. — Referiu-se a roupa um tanto exagerada que a matriarca havia mandado colocar. — Vai para o meu quarto, vou fazer um prato com tudo que você gosta.

— Mais... E os amigos da mamãe? — Encolheu os olhos, desviando o olhar da irmã.

— Nagato, oque realmente importa, é a sua saúde e estado mental. — Se levantou, bagunçando os cabelos vermelhos do irmão. — Foda-se eles. Vá e arrume a cama, ligue a TV, vamos ver um filme. Eu pego o rango. — Ela abaixou a mão, pedindo um Hi-Five. 

O Uzumaki bateu na mão dela, completando o toque, e sorriu, indo para o quarto. Karin sorriu de canto e suave ao ver que algo de bom fazia em sua vida... Já que sua infância não contribuía — Hoje em dia não morava muito também. — a sua vida. O sorriso do irmão livrava a dos cabelos vermelhos da culpa de estar viva.


02 de julho de 2020. Konoha. 21:46.


Sasori andava pelas ruas de Konoha, com um cigarro na boca, olhando para cima, vendo o céu estrelado. Tirou o cigarro da boca, soltando a fumaça. Suspirou cansado, lembrando do loiro que ocupava a sua cabeça.

Sentiu cheiro de chocolate. Deidara. Massageu as temporas, se concentrado no cheiro da fumaça do cigarro. O cheiro cada minuto ficava mais forte. Doce. Deidara. Aquilo fazia a cabeça do de cabelos ruivos doer num ponto excitante. Colocou o cigarro na boca, tragando o mesmo.

— Danna. — Chamou debochado, mordendo um pedaço do chocolate. Sasori revirou os olhos, após colocar o cigarro na boca, colocou a touca do moletom tentando seguir o rumo anterior.

Deidara ficou indignado por ser ignorado pelo de cabelos vermelhos.

— Ninguém me ignora. — Bateu o pé no chão, se virando, indo em direção ao Akasuna que andava no caminho contrário.

Mordendo um pedaço do chocolate, puxou o de cabelos vermelhos pelo braço, fazendo-o se virar. O Akasuna resmungou por Deidara fazer seu cigarro cair no chão, mas se questinou ao sentir os lábios do loiro nos seus. Um sabor um tanto peculiar...

Chocolate.


02 de julho de 2020. Konoha. 22:08.


— Shisui porque futrulhos você não me disse que era sádico?! — Questinou Itachi vendo o primo prender a risada nos lábios. — Está rindo de quê?!

— Quem fala futrulhos hoje em dia? — Rebateu num sorriso lateral, e sexy. Itachi suspirou fundo com um misto de beijar a boca do outro dizendo que iria ser o melhor submisso — ou não. —, ou se ia pegar um um gato morto e bater naquela cabeça sem miolos.

Eu vou muito te dar um tapa. A mente de Itachi murmurou ao se irritar com o primo. Itachi se recompôs, soltando o ar.

— Porra, a gente transou ontem e você nem um tapa me deu! — Exclamou expantado, gesticulando com ambas as mãos. Shisui comprimiu os lábios, passando uma das mãos nos cabelos negros, tentando não rir do menor pois sabia que o estrago seria imenso. — E agora tá com essa putaria de sadismo?!

— Depende do meu estado espiritual. — Comentou simplista. 

Itachi inflou as bochechas, massageando as temporas. Shisui estava atacando seus nervos. 

É pegar ou largar. — Avisou, fazendo Itachi o encarar. — A escolha é sua. — Completou dando de ombros.

Itachi suspirou, concordado  com a cabeça.

— Eu aceito. — Deu a sua palavra final, vendo o maior sorrir.


02 de julho de 2020. Konoha. 22:23.


— Vai me obedecer aqui dentro desse quarto, entendeu? — O mais velho ditou sério e Itachi desviou o olhar. Shisui segurou com uma força mediana o rosto do primo, forçando o menor o encarar. — Me entendeu?

— Sim, Shisui. — Concordou contra gosto. 

— Shisui? — O mais velho questinou zombeteiro.

— Sim, mestre. — Corou violentamente depois da fala.


02 de julho de 2020. Konoha. 23:02.


Itachi estava ajoelhando na cama, nu, com os pulsos presos num sinto. Estava levemente avermelhado, pois aquilo era novo, tanto o fato de transar com um sadomasoquista —, ou só alguém que tinha fetiches agressivos. —, ou porque era seu primo.

— Quantos cintos tu tem? — Itachi perguntou confuso, seguindo o mais velho com a cabeça.

— Não te deixei falar. — Rebateu sério, golpeando a coxa de Itachi, que gritou seu nome, arqueando as costas, jogando a cabeça para trás. — E respondendo a sua pergunta. — Sorriu malicioso ao ver a reação do primo. — Eu tenho cintos o suficiente para te fazer gritar. — Passou o pedaço de couro no rosto fino de Itachi, fazendo o menor levantar a cabeça. —  Não abaixe a cabeça quando eu estiver falando com você.

Shisui sorriu com um misto de diversão e tesão ao sentir a raiva do menor perto de si. O maior acariciou o rosto do gênio, e Itachi tremeu por causa do ato. Se assustou quando a mão gelida do primo toocu em seu membro, ainda flácido, começando uma punheta lenta. Itachi suspirou, mordendo os lábios, sentindo excitar-se nas mãos do mais velho.

— Me diga, por que você resiste tanto? — Questinou num sorriso lateral, enquanto Itachi abriu a boca para responder, mais acabou soltando um grunhido desgostoso quando Shisui parou. — Quero me responda.

— E-eu... A-ah...— Gemeu baixinho quando o Shisui voltou com os movimentos, só que dessa vez, mais rápidos. — E-eu não sei... — Respondeu fechando fortemente os olhos, suspirando pesadamente.

Em lognos minutos, Shisui o torturava. Itachi se sentia cada vez mais perto de ter um orgasmo, soltou um gemido um pouco mais alto do que os outros,  denunciando tal feito. 

— Por que parou?! — Perguntou desesperado, com os lábios entreabertos, puxando todo ar que podia. Shisui sorriu ladino, vendo a reação do primo. Como um castigo, levou um tapa forte na coxa, pois o mais velho não havia permito a fala do primo. Itachi gemeu alto, dolorido.

— Porque você não é o primeiro que entra nesse quarto, e isso já me faz imaginar oque acontece no corpo do ser humano. — Revelou, fazendo Itachi franzir o cenho. Shisui tinha experiência desde muito novo, precoce. Gostava de sentir prazer na dor alheia, mais odiava esse fato, e a pessoa que havia o ensinado o lado obscuro do sexo.

Então eu não sou o primeiro. Itachi guardou essa informação em algum canto do seu cérebro, não querendo se aprofundar muito naquilo.

Shisui se levantou, sendo acompanhado pelos olhos de Itachi. Quando o menor se ligou, estava quase se derretendo ao ver o físico do maior. A boca do mais novo salivou ao ver o volume na calça de moletom escura que o mais velho usava. Shisui piscou lentamente, ao ver a reação do primo. Não sabia como, mais só o olhar de Itachi já fazia loucuras com si.

O mais velho largou o cinto na cama, e Itachi se sentiu irritado por não conseguir jogar aquela porra no chão. Uma coisa estava certa, se não obedecer o primo, iria sair daquele quarto roxo até as bochechas. Suspirou pesado ao ver o maior abaixar a calça, e uma pergunta um tanto interessante veio na mente de Itachi: Por que futrulhos ele estava sem cueca. Itachi, chega, tu é idiota. Negou suavemente, corando de modo violento. Itachi mordeu os lábios de modo lento, ao ver o membro pulsante e cheio de veias, saindo gotas de pré-gozo pela pequena fenda.

É Itachi, você ganhou seu dia.

— Chupa. — Ordenou ao segurar o próprio membro pela base. Quando Itachi iria falar algo, Shisui o olhou com um olhar superior. — Vai me desafiar? — Questinou tombando suavemente a cabeça para o lado.

Itachi negou, engolindo em seco. Abriu a boca, tomando o membro do primo por inteiro, abrigando o órgão pulsante dentro da sua boca. O mais novo apenas movia lentamente a cabeça, saboreando cada centímetro do membro do primo. Shisui segurou com força os cabelos negros de Itachi, começando a ditar os movimentos. O mais velho jogou a cabeça para trás, soltando um gemido baixo e rouco.

— Caralho Tachi... Que boquinha gostosa... — Voltou a olhar Itachi, sorrindo lateral. As lágrimas nos olhos de Itachi eram seu maior prazer. Se sentia perto de seu orgasmo, por isso, puxou os cabelos de Itachi para trás. — Abre a boca e coloca a língua para fora. — Viu Itachi obedecer seus comandos. — Isso...

Itachi começou a acompanhar os movimentos da mão de Shisui, numa masturbação lenta e precisa. Em poucos segundos o rosto de Itachi estava sujo de porra. Corou violentamente ao sentir as gotas grossas de esperma escorrer pelo rosto, e da boca, juntamente com saliva. O mais velho se abaixou, agarrando os cabelos de Itachi, beijando os lábios finos do primogênito de Fugako, sentindo o seu próprio gosto.

Itachi gemeu manhoso ao sentir a língua do primo passear pela pele alva do pescoço, chupando a mesma. Tremeu ao ouvir o barulho estalado do sinto.

— Sabe Itachi... Eu não estou satisfeito... — Revelou se levantando, passando o couro no ombro do menor, num toque suave. — Vou te mostrar como eu sou insaciável. — Ditou antes de bater com força o cinto nas costas do primo. Itachi gritou, arqueando as costas, raspando as unhas nas mãos, para aliviar a ardência e dor momentânea. — Quer saber? Eu já cansei da porra desse jogo! 

Jogou o corpo do mais novo contra a cama, deixando-o de bruço. Desfez do cinto que prendia os pulsos de Itachi, o dando liberdade. O menor agarrou os lençóis de imediato. Shisui se preparou rapidamente, impaciente para tomar o corpo do primo por inteiro. O gênio gemeu baixo, sentindo dois dedos de Shisui alargando seu interior.

Se debruçou contra Itachi, o penetrando sem pena. Itachi gemeu alto, soltando algumas lágrimas involuntárias. Shisui começou a se movimentar, lento e torturante. O mais velho lambeu o lóbulo da orelha do menor, mordendo logo em seguida. Deu um beijo estalado em sua nuca. Aumentou as investidas, que ficaram brutas e rápidas, fazendo Itachi gemer em deleite. Shisui gemia baixo em seu ouvido, arrepiando-o por completo. Procurou as mãos de Itachi nos lençóis da cama, e quando achou, enterlaçou seus dedos nos dele.

— Sui... 

E repetiram tudo, até amanhecer.


03 de julho de 2020. Konoha. 04:08.

Itachi estava deitado ao lado do primo, o encarando. Um sorriso pequeno se formou nos lábios de Shisui ao ver que o mais novo se aproximava. Mas, como grande parte das vezes, Shisui foi mais rápido, o puxando para mais perto de forma rápida. Acaricou os cabelos negros, olhando nas pérolas negras de Itachi.

— Acostume-se, isso vai virar rotina. — Shisui declarou baixo, beijando os lábios de Itachi, de forma apaixonada.









 


Notas Finais


Uma coisa importante... FIQUEM EM CASA! Pelamor da deusa Lana Del Rey, estamos num tempo difícil, e o certo e ficarem em casa. Por causa desse bagulho de corona.
--

Para quem leu o mangá de Death Note, sabe que eu fiz uma gracinha ali no Deidara e no Sasori. Representei o Sasori como o Matt e o Deidara como o Mello.

É SÓ UMA BRINCADEIRINHA ;-;).

É aquela história né, todo loiro tem o seu "ruivo".

--

Foi isso, espero que tenham gostado.
Beijão, até a próxima.


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