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História Alma Criminal - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá meus amores!!!

Trago a vocês minha primeira fanfic ever e espero que vocês realmente gostem.

Porem antes de iniciarmos quero esclarecer alguns pequenos aspectos:

• A fanfic é totalmente de minha autoria, criação minha e ideia minha, sem plagio por favor. As autoras tem muito, mas muito trabalho mesmo para a produção de uma estória mais original.

• Alguns momentos da fanfic tratará sobre alguns temas bem pesados, mas claro, isso não significa que eu faço apologia sobre algum deles. E claro, também não apoio certas atitudes feitas pelos próprios personagens.

• Sugiro que se não gosta ou não curta fanfic tipo criminal procure outra para ler, talvez não lhe agrade muito.

• Contem descrição de cenas de sexo, violência, assassinatos e palavras chulas.

Capítulo 1 - The begin


Stella Morgan

Seul,Korea

Terça-feira, 14:45 P.M

  - Atenção, todo mundo no chão agora! Todo mundo no chão de cabeça abaixada ou morre caralho! - Os encapuzados apontaram a arma revezando entre algumas mulheres que estavam ali enquanto o outro tinha o olhar fixo no meu. Eu continuava ali paralisada atrás do balcão sem saber o que fazer ainda tentando entender o que tinha se passado em tão poucos segundos.

 

    Instantes antes 

    Eu atendia uma das nossas clientes mais famosas enquanto sua amiga observava cada joia ali com preciosidade. Eu trabalho na maior joalheria de Seul, não pretendo simplesmente seguir nesse ramo trabalho apenas para me sustentar e pagar minha faculdade já que meus pais estão ficando cada vez sem menos acesso ao dinheiro ou aposentadoria do Brasil o que me faz ter mais responsabilidades.

    - Oh irei levar essa, Srta. Morgan! - ela chama minha atenção e sorrio embalando a linda gargantilha de ouro e diamantes que ela escolheu. A loja hoje estava em um bom movimento, tinham chegado peças novas e então digamos que vai rolar uma boa grana por aqui hoje!

     Passei o seu cartão de crédito na pequena maquininha e segundos depois ela passou pela porta de vidro dando passagem para três homens altos adentrarem a loja todos de preto e máscaras pretas me fazendo enfraquecer e estagnar no mesmo lugar de quando a cliente saiu. De repente um deles deu um tiro pra cima fazendo todos ali pararem e os olharem pela primeira vez totalmente assustado pelo grande barulho de tiro.

     Mas o que estava acontecendo? Isso era mesmo um assalto?

 

  Os outros dois se moveram em minha direção me empurrando e abrindo as vitrines expostas pegando tudo de extremo valor e colocando-os em uma grande mochila. O outro ainda apontava a arma pra mim. Eu tentava não ficar tão nervosa mas não dava tão certo quando se tinha alguém ali que poderia a qualquer momento me meter bala. Com os olhos marejados eu suspirei.

    - Onde estão os estoques? - um dos que estava pegando na vitrine perguntou se aproximando, engoli seco e minha teimosa lágrima caiu.

    - As jóias que pegaram já são suficientes para se ter quase meio milhão de dólares, não precisam de estoques... Por favor, vão... - fui interrompida por um gosto unânime de sangue que se fez presente em minha gengiva assim que ele rumou o cano da arma em minha boca e sem pensar duas vezes adentrei a pequena sala de estoques que havia ali vendo os mesmos tirarem tudo de lá. Qual o propósito de se roubar? Não podiam trabalhar humildemente?

     Uns dois minutos depois o mais alto pegou a mochila colocando-a nas costas e passou direto por mim, o outro parou do meu lado e pude sentir a sua respiração bater no meu pescoço o que fez o meu desespero aumentar.

     - Foi um prazer vir aqui gracinha!

     - Pegue-a de refém! - o homem que estava apontando uma arma pra mim desde o começo finalmente tinha dito alguma coisa e agora eu tinha começado o meu chilique.

     - Não! Por favor, não! Eu sou de bem! Eu não fiz nada e-eu... - fui puxada pelo meu braço enquanto os outros continuavam com suas cabeças baixas e seus choros sôfregos com medo de que algo mais grave acontecesse.

      - Cala a boca, gatinha! Não seja tão difícil! - senti uma grande pancada em minha cabeça e fiquei tonta, a última coisa que vi foi um deles tirar a máscara e me colocar dentro do porta malas.

 

Jeon Jungkook

Seul,Korea

Quinta-feira,11:50 A.M

     Tínhamos faturado exatos três milhões de dólares com aquelas belezinhas que pegamos no assalto, tinha que confessar que pra um estabelecimento como aquele foi um ótimo roubo! Dividimos o dinheiro entre nos quatro e decidiríamos se tivesse algo mais a fazer, no mundo do crime tudo é válido, até mesmo se o seu inimigo é um porre sem noção.

     - Por que nos chamou aqui Jungkook? - Hoseok perguntou enquanto os outros vinham atrás de si.

     - Temos que terminar de organizar as coisas da boate!

     - Ah sim, mas você disse que ia se encarregar disso!

     - Ah, que se dane SeokJin! Quero a ajuda de vocês e pronto porra. - disse dando um gole em meu whisky e ele coçou a cabeça.

     - O que pretende fazer com a garota?

     - Que garota? - perguntei ainda tentando me lembrar, não era como se fosse vultoso..

     - A do assalto! Ela está no quarto a dois dias e você se quer falou nada. - Namjoon comentou e eu me endireitei na cadeira, ainda tinha que cuidar dessa pirralha do assalto.

     - Oh céus! Me esqueci completamente, mas não diga como se fosse algo importante - revirei os olhos e os olhei com tédio - antes do almoço eu dou uma passada lá, não posso deixar a vadiazinha simplesmente morrer de fome.

     - Por que de todos pegou logo essa garota?

     - Não te devo satisfação da minha vida Hoseok!

     - Acha que ela pode servir pra alguma coisa? - ele insiste.

     - Ela é uma refém, estou apenas nos  livrando da polícia. - revirei os olhos e sai do meu escritório a caminho do único quarto de hóspedes que tinha no primeiro andar, que eu chamava de quartinho pré-tortura.

     Ele não era tão limpo já que era meio distante de tudo, sua cama era velha e não tinha se quer luz a não ser a de uma pequena janela no canto da parede externa. A garota se encontrava encolhida encima da cama e eu ouvia seus soluços, não tinha coisa mais chata e irritante do que choro de mulheres com drama.

     - O que quer comigo? - ela pergunta com a voz trêmula, pelo visto pelo menos tinha coragem pra falar.

     - Não sei, pretendo te dar uma pequena tortura primeiro. - pegue um estilete no meu bolso e sorri a olhando, sua face estava assustada mas depois pareceu analisar a situação e sua face fechou.

     - Por que pretende fazer isso? Não pode simplesmente dizer o que quer e depois de soltar daqui, seu idiota? - no momento em que ela terminou a frase eu lhe dei um belo soco na sua boca, como a vadia ousa falar assim comigo? Ela ao menos sabe quem sou eu? Porra.

      - Não ousa falar assim comigo gatinha! Eu quem dito as regras aqui.

      - Não me chame de gatinha! - cerrou os dentes e cuspiu todo sangue aglomerado na sua boca em meu rosto. Abri o estilete e o meti com tudo em sua coxa a fazendo gritar. Esse grito me animava! Essa garotinha acha que está se metendo com quem? Eu sorri na sua cara e a mesma me olhou com ódio. Não imaginei que ela pudesse ter tanta coragem para me enfrentar assim de tal forma.

      - Acha mesmo que vou lhe soltar depois de ter visto tudo aquilo, gatinha! - segurei o seu queixo fazendo-a me encarar e sua respiração pesou - o gato mordeu sua língua gatinha? Qual seu nome, hein? - tirei o estilete de sua coxa vendo o sangue escorrer enquanto a mesma tentava fazer alguma coisa para que parasse a dor, mas sabemos que não ia parar. - Stella Morgan - disse vendo na blusa do seu uniforme, não era tão inteligente colocarem os nomes dos funcionários nas camisetas oficiais das lojas mas o fato é que amanhã eu provavelmente já teria toda sua vida em minhas mãos.

    - Você precisa ser pego pela polícia seu ibencil! - berrou me fazendo passar o estilete por sua bochecha com força enquanto apertei sua coxa, ela parecia insistir nas provocações.

    - Você está muito mimada, Morgan! Acha que está lidando com quem?

     - Um garotinho fútil que rouba os outros sem necessidade alguma! - puxo seu cabelo puxando seu rosto pra próximo a mim, logo depois que defiro um tapa ardido em sua bochecha, fazendo-me analisar sua face bonita em meio a todo aquele sangue que escorria me fazendo sorrir mais ainda.

     - Você está lidando com um dos caras mais perigosos da máfia coreana, vadia! - sorri vendo seu olhar amedrontado a soltando de vez e saindo daquele quarto a trancando novamente, era o que me faltava ter uma vadiazinha teimosa dentro de casa.

     - Mi-cha - digo assim que entro na cozinha vendo a mesma sorrir maliciosa pra mim empinando mais aquela bunda gostosa, ela adora me provocar essa putinha. - Prepare um prato e leve para o pré-tortura, aquela garota deve estar com fome. - dou os ombros vendo ela concordar e me sento colocando minha comida, não demoraria muito para que os outros chegassem ali.

 

Stella Morgan

Seul,Korea

Terça-feira, 17:30 P.M

     Eu encarava aquela mesma parede sem cor já ficando entediada, todos os dias que eu tinha passado aqui me traziam péssimas lembranças da minha adolescência e ando tento conflitos com meus demônios internos de novo!

     Estou totalmente fraca, fraca e vulnerável. Queria apenas minha mãe aqui para que pudesse me dar um abraço ou até mesmo cantar uma canção solar pra mim. Meu corpo inteiro estava dolorido, minha coxa as vezes sangrava e eu ainda me perguntava de onde tinha tirado tanta coragem para enfrenta-lo daquela forma talvez seja por que eu queira sair daqui viva, ou morta. Na minha concepção, não importa o que pode acontecer eu tenho um caráter a zelar e não vai ser um ladrãozinho que vai me fazer perde-lo.

     Suspirei fundo e fechei os olhos com força vendo toda aquela claridade entrar de repente e o moreno me puxou pelo braço, sua última vinda aqui tinha se resultado em meu rosto inchado e mais uns dias de fome, eu mal conseguia me colocar de pé por conta da minha coxa.

     - Levanta porra! - ele puxou meu braço me carregando para um dos cômodos daquela casa enorme e muito bonita, ele era mesmo da máfia coreana. Adentramos um cômodo espaçoso e bonito e vi mais três homens sentados ali me olhando se uma forma, surpresa?

     O moreno fechou a grande porta dali e se sentou.

     - Ficou louco Jungkook? Olha o estado da garota! - o homem de cabelos roxos exclamou, se qualquer forma era estranho vê-lo com essa cor de cabelo, não combinava muito para alguém que era da máfia.

     - Que se dane! Queria saber o que iria fazer com ela, bem ela está aí façam o que quiserem! - o moreno deu os ombros fumando um cigarro e não pude deixar minha frustração de lado quando a fumaça invadiu minhas narinas.

      - Pode parar com essa droga, por favor? - peço indignada e os olhos me olham convictos, convictos para ter certeza de que era isso mesmo que eu tinha falado. O moreno alto vem na minha direção.

     - O que disse? - apontou o cigarro pra mim e eu me afastei.

     - Para com essa droga! - ele encostou o cigarro quente no meu ombro e eu gritei sentindo aquilo queimar minha pele, esse desgraçado usava qualquer coisa e qualquer momento para me torturar e sorrir pelos meus gritos dolorosos.

     - Para com isso Jungkook! Deixe-a. - o castanho alto veio até mim me levando até o pequeno sofá.

     - Pare com esse drama, SeokJin! Até parece que nunca viu ninguém nesse estado.

     - Ela é inocente Jungkook! Nós não matamos inocentes. Não há por que tortura-la.

     - Torturo por que eu quero, é minha mais nova diversão! Sem contar que... Ela anda me enfrentando demais, merece uns tratos! - ele dizia com um sorriso maléfico no rosto e não pude deixar de me encolher mais um pouco, minha coxa pulsava com a dor que dominava toda minha perna tinha atingido um nervo e disso tenho a certeza.

     - Pretende matar a garota, é isso? - o tal de SeokJin me estendeu um copo d'água e peguei sem exitar.

     - Não sei, o fato é que não podemos simplesmente solta-la. Ela viu cada detalhe do assalto, viu nossos olhos e o nosso corpo, poderia descrever-nos para a polícia e estaríamos um pouco mais ferrados. - Então eu estava sendo mantida em um quase cativeiro por ter visto cada movimento deles naquele assalto? Isso é brincadeira não é?

     - Se me soltarem p-prometo não falar nada com a polícia! - disse prestando atenção na conversa e o moreno me olhou com um sorriso sádico estampado.

     - Já escutei isso antes, gatinha! Isso não cola comigo - senti seu olhar queimar em meu corpo quando me levantei com minha camisa rasgada dando a visão de meu sutiã preto rendado, tampei-o na mesma hora.

     - Deve saber que eu não sou como todas as suas vítimas, Jungkook! - dei ênfase em seu nome andando até a sua frente, os outros me olhavam surpresos e o próprio se levantou batendo forte na mesa.

     - Tem razão, é muito mais vadia do que as que passaram por aqui. - o tal finalizou a frase com fraco sorriso e não me contive em acertar um belo tapa naquela sua cara lisa e tão...armônica.

     Jungkook pareceu pensar um pouco massageando sua bochecha vermelha antes de me empurrar contudo no chão vendo seu olhar de fúria sobre mim. Em instantes me senti um pouco tonta por ter batido a cabeça na plateleira ali e ele me deferiu um soco rasgando minha blusa. Algo me dizia que era o certo a fazer, continuar provocando a fera.

     - Sua vadia mal criada! Quem você pensa que é pra me bater? Ham? Me diga sua...- ele me puxou pelos cabelos e pude sentir as lágrimas descerem.

     - Jungkook menos, não é preciso isso tudo! - o de cabelos castanhos claros disse chegando mais perto mas foi barrado pela mão do moreno o empurrando.

     - Não me enche, Hoseok! Eu sei o que eu estou fazendo e essa vadia vai ter o que merece, não se esqueça que antes de amigo sou seu chefe apenas me obedeça e não venha atrás de mim! - foi grosso e continuou a me puxar. Essa era sua definição de amigo?

     Jungkook me jogou com tudo no chão do quarto me fazendo por as mãos no rosto por impulso evitando seus próximos movimentos no meu corpo dolorido. Depositou mais um chute em meu estômago e cuspi sangue me tremendo, mas afinal o que eu fazia enfrentando um traficante? Já disse que isso poderia ser uma opção?

     - Talvez eu lhe faça outra visitinha essa semana, vadia! - ele da um leve sorriso forçado e sai dali batendo a porta enquanto eu acalmava a minha respiração e tentava me mantar acordada. Isso era o pesadelo.

 

Jeon Jungkook

Seul,Korea

Sexta-feira, 14:25 P.M

    As coisas estavam indo perfeitamente bem nos últimos dias e isso era o exato problema. Min estava quieto demais! Não se houve mais falar em roubos, assaltos ou até mesmo ataques contra mim ou uma das minhas bases espalhadas pela Ásia. Enquanto eu planejava, como sempre, um plano para explodir um dos seus mais famosos galpões em Gyeonggi.

    Meu pai tinha dado as caras, me fazendo sentir mais raiva dele, como sempre sinto. Digamos que o meu relacionamento com Jaeun não é dos melhores, ele é um dos mais renomados traficantes coreanos assim como eu que infelizmente ainda estou abaixo dele na 'lista'. Desgraçadamente minha adolescência foi uma merda! Vi meu pai matar a minha mãe na minha frente assim como o cachorro que criavámos em casa, meu pai era hipócrita, o ser mais sujo que eu já vi na face da terra. Me criou como um total robô.

    Não costumo ter sentimentos, costumo matar com um sorriso sádico no rosto. Choros e gritos me irritam a não ser que esteja com uma faca encravada na sua pele. Depois dos dezesseis anos, quando perdi minha mãe, meu pai começou um pesado e maléfico treinamento comigo. Por incrível que pareça ainda me lembro de coisas que fiz na "escola" por exemplo, lembro que tive amigos - Hoseok, Jin e Namjoon que estão comigo até hoje claro, apesar de os ter conhecido durante o treinamento que meu pai costumava me dar!E até mesmo tive uma namorada mas prefiro não lembrar. Contudo, muito cedo eu aprendi a usar armas, ativar bombas, manipulação e o caralho a quatro que se precisa dominar no mundo da máfia afinal eu era o herdeiro de todo império Jeon. Aos dezenove fiz minha primeira tortura assim como primeiro assassinato e a partir daí minha vida virou de cabeça pra baixo.

   - Jeon, chegou carta pra você! - Mi-cha adentrou meu escritório se esquivando e me dando uma bela visão de seus peitos, levantei-me e peguei seu queixo com força.

   - Senhor Jeon, pra você, queridinha! - sorri e ela concordou saindo dali.

   Sorri olhando o envelope vermelho escrito algo como "o governo convida-te".

    Minha família não tinha um ótimo ramo apenas na máfia asiática, éramos a geração mais carente que todo oriente já tinha visto. Éramos importantes empresários que ajudavámos o governo e a população com uma bela e perfeita imagem, coisa que chega a ser até cômico.

    A família Jeon sempre teve dessas, importantes empresários e importantes cargos na política. Contudo nos tempos do meu avô as coisas mudaram para a forma como é hoje, além de comandarmos o tráfico temos o governo nas nossas mãos. 

    Sem mais delongas, tomei um gole da vodka ao meu lado e finalmente abri o envelope tirando o papel branco-amarelado de dentro vendo aquelas letras, pelo visto o governador tinha escrito  com as próprias mãos.

" Caro senhor Jeon Jungkook.

  Você está convidado para o novo baile carente que ocorrerá no sábado às 21:00 no salão principal da casa Sul, que será promovido pelo governador Chul e sua mulher Dong Hyun para ajudar as crianças carentes e hospitais da região.

  Teremos também o leilão carente, promovido pelo Sr. Min que estará presente conosco e você está a disposição de dividir o maior prêmio com ele.

     Abraços do governador Chul."

 

     Prêmio? Dividir? Ele só pode estar de brincadeira! Não costumo dividir nada, muito menos com meu próprio inimigo.

      Embolei o papel e os garotos adentraram o escritório achando estranho o fato de eu estar tão alegre a essa hora.

     - Essa cara me assusta um pouco. - Hoseok disse pegando meu copo de vodka, sorte dele de eu estar de bom humor.

     - Temos um baile pra ir, garotos! - meu sorriso aumentou vendo Namjoon concordar, sabia que também ficaria alegre, afinal era também uma ótima chance para pegar uma das melhores vadias da boate como sua bela acompanhante.

     - Quem dará?

     - Temos o baile dado pelo governador e logo depois um leilão, promovido pelo Sr. Min - disse em tom irônico lembrando-me de como estava escrito naquela droga de papel.

     - Então ele estará lá! Isso é bom - Jin parou pensando um pouco e concordei.

     - Isso é ótimo! Apesar dele estar muito calmo ultimamente e isso significa que devemos adiantar a explosão do galpão.

     - Amanhã temos o baile, no domingo acordaremos bem cedo pra finalizarmos o plano e concretizar tudo com os seguranças!  Namjoon, você conseguiu entrar no sistema de segurança?

     - Sim, pelo visto não andam se preocupando tanto com o galpão mas estão sempre chegando novas encomendas. De drogas e armas. - Ele finalizou e sorri sem humor, estava sendo um ótimo dia.

     - Bem, agora nos falta uma acompanhante! Como se não bastasse ainda tem aquela porra de tapete vermelho e temos entrevistas pra dar. - gruni indo para a janela me lembrando do último evento que tinha ido.

      - Da última vez quem prometeu apresentar a  nova Sra. Jeon foi você... Sempre digo pra não se animar demais na hora das mentiras aqueles fotógrafos acreditam em tudo! - Hoseok me lembrou fazendo-me revirar os olhos, esse era um grande problema, as vezes eu me animava demais.

      - Temos que achar uma mulher que nunca foi vista por ninguém! Bonita e que dê um ar de inocente... - pensei na possibilidade de pegar movas garotas pra boate, contudo seriam óbvias e assustadas demais.

      - Por que não leva a sua refém? - Jin perguntou com precisão. Não era uma má ideia, ela era bonita, gostosa, ninguém tinha a visto antes sem contar que ela mesmo quase morrendo continua me enfrentando então não teria medo.

      - Pode ser... Pelo visto é a única opção! - dei os ombros e sai do escritório, ouvindo os passos dos meninos atrás de mim,indo até o final do corredor dando-me visão da porta enferrujada do quarto.

     - Ela tem ao menos condições de se levantar Jungkook?

     - Jin, se ela tem condições pra me   responder e me enfrentar tem de levantar também! - abri aquilo sem demora a vendo encima da cama olhando pro nada, eu me achava louco mas...

    - O que quer? - ela perguntou finalmente me olhando e estranhando o fato de ter mais três caras ali comigo, mas não podia deixar de falar com grosseria. Só não ia lhe socar por que ela já estava machucada o suficiente e iria apenas me dar mais trabalho.

     - Levanta! - ordenei e ela apenas mexeu os ombros. - Levanta porra!

     - Calma, Jungkook! - Hoseok veio até ela e a ajudou a levantar. - Seguem pra sala vou levá-la e pegar os medicamentos pra cuidar dos ferimentos antes que piorem.

     Seguimos andando pelo corredor, pela primeira vez senti que aqueles segundos se tornaram minutos pela lerdeza que andávamos até escutar uma voz mais baixa e fina que o normal.

     - Jungkook...- ela pareceu analizar - Justo no coreano... Definitivamente esse nome não combina com você! - parei na mesma hora me virando pra trás a vendo com um sorrisinho no rosto. Como se não bastasse os meninos começaram a rir.

      - Quando eu meter bala em você quero ver achar graça! - me sentei no sofá vendo Namjoon e SeokJin sentarem ao redor da garota a encarando mais precisamente nos seis melados de sangue e bufei. Contudo não podia negar que ela era gostosa.

     - O que quer? - perguntou de novo, essa garota tem o dom de me estressar apenas falando uma palavra.

     - É o seguinte, como sabe eu sou um importante empresário e costumo ajudar muito o governo coreano. Já deve ter me visto na TV ou coisa assim...

      - Na verdade nunca vi não. - Hoseok riu chegando com os medicamentos e me segurei mais uma vez tentando não socar sua face ensanguentada.

      - Cala a boca ou a próxima vez que você abrir ela eu vou meter bala! - gritei sério e vi a mesma se aquetar mais enquanto Hoseok limpava seus ferimentos - Continuando. A última vez que estive em um desses eventos importantes prometi a mídia que logo iria apresentá--los a nova Sra.Jeon, e como eu não posso pegar uma puta qualquer pra fazer esse papel... Você será a escolhida.

     - Não entendi! - ela disse parecendo raciocinar e eu bufei.

     - Sua burra. A partir de agora você será minha namorada na frente das câmeras! Escutou bem o que eu disse né? Não me venha com chamego depois que não sou de grude não!

     - Ahahahahah só pode tá de brincadeira né? - ela gargalhou fazendo com que todos a olhassem confusos. - Você me tortura, me mantém de refém e agora quer se passar de bom moço e como meu namorado?

     - Acontece, vadiazinha, que pra 'todos' eu sou bom moço. E eu não estou pedindo, isso é uma afirmação. Você vai ser apresentada como minha namorada e trate de descansar pra melhorar logo esse seu fracasso. Amanhã você irá no Shopping para comprarmos algo a altura de uma Jeon!

Me levantei caminhando de volta ao   escritório ouvindo a mesma resmungar, ela não perdia por esperar...

- Acomodem ela em um dos quartos, ela não sairá dessa casa por tão cedo!


Notas Finais


Bem como eu sou ansiosa e não pude deixar de postar o primeiro capitulo rsrs
Cá está pra vocês a personagem Stella Morgan, apenas não vou falar muito porque ao longo da história vocês a conheceram.
Não se esqueçam, se gostarem deixe nos comentários e não se esqueça de favoritar!
Até o próximo capitulo, beijos!!


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