1. Spirit Fanfics >
  2. Alma de Fogo >
  3. Tão quente quanto seu sangue

História Alma de Fogo - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


Oii
E em meio a tantos cancelamentos de show e de coronas... Eu finalmente consegui fazer este cap \o/
Demorou mas...




O Frerard chegou S2


Demorou um pouco mais porque, convenhamos, está é a minha primeira smut que faço na vida. Então eu tentei fazer o mais bonitinho possível. Se estiver um pouco mais longa, pode falar, eu aceito críticas.
E sem mais delongas,
Uma boa leitura!

PS: tem um bônus Rikey porque eles também merecem !

Capítulo 15 - Tão quente quanto seu sangue


Fanfic / Fanfiction Alma de Fogo - Capítulo 15 - Tão quente quanto seu sangue

Frank estava claramente nervoso.

Olhou para o relógio. Sete e dez. Não que se importasse em ser pontual, mesmo sendo um londrino nato, mas justamente hoje ele não poderia ter outro motivo para ficar nervoso. Suas mãos naturalmente frias também estavam suando, e Frank andava de um lado para outro no estacionamento aberto do shopping, onde havia combinado com o Gerard para se encontrarem. Ultimamente sua sede de sangue estava ficando cada vez mais forte, a tal ponto de matar de vez suas vítimas e ainda dar se o trabalho de esconder o corpo. Teve de mudar sua estratégia de conseguir sangue fresco. Hoje mesmo teve de esconder em um rio bem longe da cidade um corpo de um bêbado que encontrou saindo de um bar e o arrastou em beco e tomou seu sangue. Quando fora transformado em um vampiro, nos primeiros dias não conseguia controlar sua sede. Mas passado alguns anos, foi aprendendo algumas técnicas de sugar o sangue da vítima sem matar, tomando o suficiente para viver. Mas desde que cruzara com aquele homem de olhos cor de oliva, deixou seus instintos vampíricos falarem mais forte, e desde então, seu corpo não respondia aos seus comandos e passou a matar mais vezes e tomar mais sangue. Era cruel. Mas o que poderia fazer? Quando viu Gerard pela primeira vez, sentiu que seu sangue era diferente dos demais que já provou. Era estranhamente doce, e nem precisou prova-lo para saber disso. Sabia porque da primeira e última vez em que provou este sangue, foi de uma mulher na qual ele havia gostado muito na década de 70, e não tinha gostado somente do seu sangue, seu jeito, seu corpo, seu rosto, eram coisas que mais atraíam Frank naquela mulher, mas por uma fatalidade, ela se foi, e por sua culpa. E só de pensar que tudo isso poderia se repetir só o deixava mais paranóico. Frank balançou a a cabeça, tentando esquecer desse episódio triste de sua não vida.

Olhou mais uma vez ao relógio. Sete e quinze. Começou a se preocupar, achando que ele deveria ter desistido ou pior, acontecido algo com ele. Só pensava nas piores possibilidades. Avistou um carro preto se aproximando da entrada do estacionamento. Frank sorriu ao reconhecer o carro. Ele finalmente havia chegado.

Gerard teve um pouco de dificuldade para estacionar, mas conseguiu. Desligou o carro, antes de sair, pensou em ligar para Frank para avisar que havia chegado, mas avistou uma silhueta de um homem um pouco baixo, e sorriu ao saber que era ele. Frank. O homem dos olhos diferentes. Desceu do veículo. 

Iero se aproximou de Gerard. Ele usava uma jaqueta jeans de cor escura, uma camiseta com uma estampa que, ao julgar pelos desenhos, era de alguma banda de Black Metal, uma calça um pouco justa, que realçava suas coxas e coturno. Estava um pouco mais magro desde a última vez que se viram, as únicas coisas que não mudaram foram seus cabelos castanhos que iam até os ombros e sua barba rala. Em outras palavras, Gerard estava fodidamente atraente aos olhos de Frank, que não demorou para avançar sobre seus lábios. Gerard ficou surpreso com o beijo, porém retribuiu. Ambos se encostaram no carro do Way e Frank aprofundou ainda mais o beijo, sua língua gelada se contrastando com os lábios quentes do Way, fazendo com que seu corpo correspondesse ao ósculo intenso. Gerard gemeu um pouco quando sentiu as mãos geladas de Iero apalpando a sua cintura e apertando um pouco ao redor da carne macia. Havia sido há muito tempo que Gerard não sentia essa sensação de borboletas no estômago, se sentia jovem outra vez, Frank o beijando de maneira tão intensa, não duvidou quando seu membro também estava gostando daquele ósculo. Infelizmente, Frank teve de interromper. Não por ter faltado ar, mas sabia que se continuasse, seus instintos o denunciaram, e não eram os instintos sexuais, apesar de que também estava excitado com tudo isso. Não queria machucar Gerard. Ambos estavam com as testas apoiadas uma na outra, meio ofegantes.

– Eu ... Senti sua falta ...– Gerard sussurrou, seu hálito quente, fazia com que Frank fechasse os olhos, aproveitando o momento antes de falar.

– Eu também... Poderia ficar com você assim a noite toda... Mas eu disse que te levaria para um lugar especial... Pelo menos pra mim.– Frank pegou em suas mãos macias.– Mas pra isso...– Pegou do bolso do casaco uma gravata vermelha– Você não poderá ver pra onde nós vamos...– Gerard deu uma risadinha.

– Você não existe mesmo, Frank...

– Se eu não existo, como você me vê então?– Ambos deram uma gostosa gargalhada. Frank vendou Gerard com a gravata e ficou olhando por alguns segundos. Alguns pensamentos indecentes vieram em sua cabeça ao ver Gerard vendado, mas deixaria esses pensamentos pra depois. O maior deu as suas chaves do carro para Frank e os dois entraram no veículo, saindo do estacionamento do shopping e indo para o centro da cidade, onde ficava o apartamento de Frank.

Depois de dez minutos, chegaram no prédio. Frank estacionou o carro na estacionamento térreo, e retirou o Way do veículo, tomando cuidado para ele não tropeçar e pegaram o elevador, com o destino até o último andar. Depois saíram e pegaram uma escada que dava acesso ao terraço do prédio. Iero segurou sua mão para ajudar a subir na escadaria.

Finalmente chegaram no lugar que Frank desejou. Ficou atrás de Gerard. 

– Agora pode retirar a venda...– Frank Sussurrou no seu ouvido. Gerard retirou a gravata que servia de venda e olhou o lugar. Era uma terraço aberto. Havia uma mesa onde estavam duas garrafas de vinho. Mas o que mais chamou a sua atenção, era a vista do terraço.

– Nossa... Eu nem sei o que dizer... Quer dizer, olha essa vista... – Gerard se aproximou da sacada do prédio.– Tipo, daqui da pra ver o Big Bang. E ali é onde está aquela roda gigante... Cara, a cidade é tão linda ... Eu ainda não tinha visto por esse ângulo...– Frank ficou admirado com Gerard parecia uma criança apontando para os lugares, como se visse a cidade pela primeira vez.

– Mas eu não te trouxe até aqui só pra você ver a cidade... – Aproveito que Gerard estava distraído olhando  para o horizonte e foi até a mesinha que estava posto ao lado da sacada e serviu uma das taças com um vinho tinto e se serviu com a outra taça o vinho " especial". Frank ofereceu o vinho ao Gerard e se encostou na sacada ao lado dele.

– Então...quer dizer que você ainda não tinha visto toda a cidade assim? – indagou enquanto tomava o seu vinho.

– Pra falar a verdade, eu nunca tive tempo pra isso... Eu sempre trabalhava demais, só nestes últimos anos é que consegui fazer com que eu transferisse meu trabalho para casa, e desde então, a minha única diversão eram livros e filmes. 

– Você nunca pensou em ... Se relacionar com alguém? Tipo, essa vida sua parece ser meio solitária...

– Antigamente eu conseguia facilmente me relacionar com as pessoas, mas agora é diferente. Eu me acostumei a ficar sozinho...

– Então somos parecidos nesse quesito. Também sou solitário.– Frank falou com certo pesar na voz... – Mas ao contrário de você... Eu mereci.

– Mas você era tão ruim assim ?– Gerard ergueu uma sombrancelha, curioso.

– Honestamente, sim. Quando eu era jovem, meus pais eram donos de uma empresa, mas morreram e deixaram de herança pra mim, mas como eu era um jovem tolo, acabei vendendo a empresa e com a grana, fui gastando com festas e prostitutas... Eu era um devasso. Acho que estou pagando pelos meus pecados.

– Não diga isso, você pelo menos deve ter se arrependido alguma vez na vida, não é? Quando se é jovem, geralmente só se faz merda, o arrependimento sempre vem depois, pelo menos foi o que aconteceu comigo... Todo mundo tem direito a uma segunda chance...– Tomou um gole da taça de vinho que Frank havia oferecido e em seguida ergueu a taça.– Vamos brindar, ao nossos defeitos...

– Aos nossos defeitos...– Frank brindou junto com Gerard e tomou um gole do seu próprio vinho.– Mas como eu disse, eu não te trouxe aqui só para falar dos nossos problemas, certo? 

Ambos conversaram sobre outros assuntos diversos e aleatórios, rindo de casos que passaram na época da juventude. No caso do Frank, contou apenas o que havia feito nas épocas mais recente, escondendo mais da metade da sua vida. E claro, ignorando os casos mais sangrentos.

– Cara... Quer dizer então que você foi multado porque tentou subornar o policial porque estava dirigindo nu na festa da faculdade? Frank, você devia ser maluco– Gerard não parava de gargalhar das histórias do menor.

– Vai por mim, eu estava muito chapado nesse dia.

– Bem que eu queria ter visto essa cena...

– Qual? A do meu corpo nu?– Indagou Frank, cm certa malícia na voz.

– Quê? Não... Quer dizer... A cena geral... Tipo... Você sabe... Quer dizer, não que eu não queira vê-lo nu... Digo... Ah droga! – Gerard levou as mãos para o rosto, tentando esconder a vergonha do que acabara de dizer, fazendo com que Frank desse uma risada gostosa pela vergonha que o outro sentira, e as bochechas quase vermelhas o denunciavam.

– Gerard... Você é tão adorável...– Acariciou seu rosto. A lua no céu estava cheia, o que fazia com o terraço ficasse mais claro, o que dava para Frank, mesmo conseguindo enxergar nitidamente com pouca luz, graças a sua habilidade de vampiro, observar mais um pouco as feições do rosto de Way. Seus olhos esverdeados, brilhavam sob a luz da lua, seu nariz fino combinando perfeitamente com suas bochechas rosadas, e baixou o olhar para seus lábios desenhados delicadamente. Frank não resistiu.

– Permita me beija-lo, senhorio?– Frank perguntou, sua voz estava estava embargada de desejo.

– Claro, meu nobre cavalheiro...– Respondeu no mesmo tom, fazendo com Frank o puxasse para um beijo intenso, sua mão fria adentrou os fios de cabelos de Gerard por trás, fazendo com que o mesmo se arrepiasse com os toques. Não sabia se era por conta do vinho, ou pelos toques do Frank, mas Gerard sentia seu corpo esquentar, principalmente nas partes baixas, coisa que não acontecia há muito tempo. Frank começou a ousar ainda mais enquanto suas mãos deslizavam da nuca até as suas costas, e indo direto para seus quadris, onde apertou os lados macios enquanto Gerard o beijava com tanto ardor. Frank teve de interromper o beijo.

– Vamos para o meu apartamento... Agora.

Gerard assentiu e os dois pegaram a escada de volta e foram até o elevador, de mãos dadas. O apartamento de Frank ficava no sétimo andar, então não demoraram a chegar. Frank destrancou a porta e entrou primeiro, ligando a luz. Gerard mal teve tempo de olhar mais detalhadamente o lugar, pois Frank o puxou para dentro e trancou a porta e logo em seguida, voltou a atacar seus lábios novamente. Para Iero, estava com saudades de sentir um corpo quente de forma mais íntima, ainda mais se tratando da pessoa que não saía de sua mente. E Gerard estava tão atraente, por causa de seu sangue, o mais baixo não saberia quanto poderia controlar, mas havia prometido a si mesmo que jamais machucaria o Way. Retirou seu casaco o deixando em um canto qualquer, e agradeceu pelo casaco ter esquentado o suficiente para que o maior não desconfiasse da sua temperatura, sem interromper o ósculo. Gerard por sua vez também retirou sua jaqueta, mas interrompeu o beijo, para tentar retirar o seu coturno e Frank esperou. Depois de feito, Frank o levou até seu quarto. Não estava aguentando mais a saudade que estava do Way, o empurrou para a cama, ficando encima dele.

– Frankie... Espere ...– Gerard pois as mãos levemente no peito de Frank, tentando afasta-lo um pouco, deixando Frank um pouco confuso.– E-eu Ahm... Posso ir ao banheiro, por um instante?– Gerard perguntou, mas Frank notou um certo nervosismo na voz.

– Tudo bem... Eu te espero– Frank deu um selinho casto nos seus lábios mais uma vez e saiu de cima de Gerard, que se levantou e foi até o banheiro, deixando Frank deitado na cama grande. 

Passado cinco minutos e Frank ficou preocupado. Gerard estava demorando um pouco no banheiro. Frank se levantou e foi se aproximando da porta, mas graças a sua audição aguçada, ouviu algo. Era um choro baixo. Frank deu algumas batidas na porta.

– Gerard, está tudo bem?– Não se ouviu nada.– Gerard? – Frank percebeu que a porta não estava trancada com a chave e tirou a maçaneta da porta e entrou.

Gerard estava se olhando para o espelho grande. Seus olhos estavam marejados de lágrimas. Logo que viu Frank, tentou disfarçar, mas era tarde demais.

– Está tudo bem, é que... Sei lá,você deve ter conhecido e se relacionado com várias pessoas e... Com certeza eram muito bonitas e...– Deu um sorrisinho fraco e voltou seu olhar para o reflexo na sua frente.– Deviam ser mais ... Atraentes.... E e-eu não sou nada disso, e além do mais, acho que não tenho idade pra essas coisas... Desculpas, Frank, acho que devo ter exagerado na bebida e... Você deve me achar um tolo agora...

– Gee... Até quando está chorando você fica adorável...– Frank deu uma risadinha. Já sabia do que se tratava.– Está com medo que eu o rejeite?– Se aproximou de Gerard, e levou sua mão até o seu queixo, o obrigando a olha-lo nos olhos. Dias orbes cor de olhos estavam quase cristalinas, devido a algumas lágrimas que insistiam em cair. Seu coração errou uma batida ao ver aqueles olhos tão vivos e tão lindo. Daria qualquer coisa para ter olhos normais e não uma aberração que eram os seus graças a sua maldição.

– Querido... Não se sinta pequeno... Você é lindo pra mim... É verdade que já me deitei com pessoas belas mas... Nenhuma delas chegou até a mim e falou que um dos meus olhos parecia morto e começou a falar de assuntos geek como se conversasse com um amigo. Honestamente, você é diferente de todas as pessoas que já conheci.– Respondeu de forma honesta.– E depois, acha que se você não fosse atraente, me deixaria... Assim?– Apontou com olhos para baixo, fazendo com que Gerard seguisse seu olhar e ficando surpreso que o Iero estava " animado" nas partes baixas.– Você é tão lindo... Tem que acreditar nisso. Não tenha vergonha de si mesmo.

–Nossa... Você acha tudo isso de mim?– Gerard estava surpreso com tudo isso.– Você pode me achar um tolo, mas é a primeira vez que um homem me diz algo assim.– Deu um sorriso de lado, suas bochechas coraram ainda mais. Frank acariciou suas bochechas e Gerard fechou os olhos, aproveitando o momento de carinho. Frank aproveitou e deu um beijo apaixonado. Ambos saíram do banheiro e se deitaram na cama. Frank retirou sua camisa. Gerard ainda estava de roupa.

– Suas roupas... Tire.– Frank ordenou. – Eu quero ve-lo meu anjo... – Gerard retirou sua camisa, ficando apenas de calça, ainda deitado. Se cobriu com os bracos, com medo. Frank sorriu com tal atitude.– Não precisa ter vergonha, já disse. Deixe me te ver.

Gerard então retirou os braços. Frank ficou sem fôlego ao ver o corpo do Way. Mesmo ele sendo um pouquinho acima do peso, era extremamente pálido, o que fez com que Frank, ajoelhado na cama ao lado dele, deslizasse a mãos sobre a pele imaculada, admirando em como ele era macio e quente. Sua roupa de baixo estava ficando cada vez mais apertada, a medida que seus dedos passeavam no peito nu de Way, e vendo em como o mesmo fechava os olhos, sua respiração cada vez mais pesada e quase gemendo aproveitando os toques frios. Frank ousou ainda mais. Deslizou com os dedos até o abdômen macio, indo diretamente para o baixo ventre e parou quando encontrou a fivela fria do cinto. Rapidamente retirou a fivela e os botões da calça. Gerard também estava duro, e gemeu ao que Frank apalpou por cima da calça o seu membro rijo. Frank sorria maliciosamente ao ver em como Gerard estava perdendo a vergonha. Decidiu ir além. Conseguiu se desfazer da calça e da cueca escura que ele usava, deixando Gerard totalmente nu. Se desfez também de suas roupas. Frank se posicionou entre as coxas fartas e brancas. Gerard apoiou suas costas na cabeceira da cama, para ter uma visão melhor do Iero dentre suas pernas.

– O lubrificante e a camisinha... Esta do lado da cama.– Iero ordenou. Gerard se virou um pouco e abriu a escrivaninha, onde já estava posto o que precisavam e ofereceu a Iero.– Não... A camisinha, é você que vai colocar em mim...– Sorriu maliciosamente. Frank se aproximou mais um pouco, e gemeu ao sentir a mão quente de Gerard envolver seu membro duro. O maior começou com movimentos de vai e vem e Frank apoiou sua cabeça no ombro direito de Gerard.– Você... É tão bom nisso...– Frank sussurrou próximo aos seus ouvidos, deixando Gerard gemendo baixo com sua voz rouca e excitada.

– Você disse ...que não era para eu ter vergonha...– Gerard respondeu de forma sedutora.

– Está escondendo o jogo o tempo todo, Sr.Way? Continue assim, e você vai acabar sendo punido por isso...– Frank respondeu em um tom autoritário, fazendo com que Gerard se arrepiasse com tais palavras e aumentasse a velocidade dos movimentos da mão no membro de Iero. Se vingando de Gerard, Frank também leva sua mão até o seu pau e começou a masturba-lo. Gerard começou a gemer. Quanto tempo foi da última vez que alguém o tocou assim? Já nem se lembrava mais. Parecia que com Frank era tudo inédito.

Frank teve de tirar a mão de Gerard de si mesmo antes que fosse ao ápice antes do tempo. Ainda queria fode-lo. Pegou a camisinha e pois no seu pau rígido. Depois, se posicionou novamente dentre as pernas de Gerard. Pegou o lubrificante e espalhou dentre os dedos e pôs mais um pouco sobre a entrada do maior. Estava sedento, mas ainda precisava preparar o Gerard. Olhou para ele. Seus cabelos estavam um pouco bagunçados, a respiração pesada, mas seu olhar tinha um outro significado. Estava o desejando tanto quanto ele.

– Alguém já te disse... Que você fica maravilhoso assim? Totalmente entregue a mim?

– Alguém já te disse... Que você ficaria lindo... Me fodendo? – Gerard respondeu com um sorriso malicioso, o que fez com que Frank se surpreendesse com a resposta, parecia que Gerard tinha uma dupla personalidade, pois até alguns minutos atrás, estava emotivo pelo fato de ter vergonha do próprio corpo, e agora o queria de uma forma quase selvagem. Frank pôs o primeiro dígito na entrada de Way, fazendo com que o mesmo arfasse um pouco, devido a tanto tempo sem ser o passivo da relação. Frank começou com os movimentos devagar, deixando o outro se acostumar. Depois introduziu outro dedo, e depois mais o terceiro, e em poucos segundos, estava acelerando os movimentos, a medida que Gerard se abria mais. Teve um momento em que Gerard gemeu um pouco mais alto, devido ao que Frank havia atingido seu ponto especial. Precisava de mais. Frank continuava com os movimentos enquanto mordiscava o interior das suas coxas fartas, deixando algumas marcas de leve, observando as expressões de seu amado, muito faminto em possui-lo. Sentia em como seu sangue estava correndo rápido demais através das artérias que ouvia dentre suas coxas. Se pudesse experimentar esse sangue que a essa altura deveria estar tão quente e doce quanto o dono dela...

– Frankie... A-apenas... Me fode!

Frank sorriu maliciosamente. Já ouviu essa frase em algum lugar... Não demorou a ficar se posicionar dentre as suas pernas e encaixou seu membro, que já estava lubrificado e duro demais, na sua entrada. Antes de penetrar Frank deu mais um beijo apaixonado em Gerard, confortando antes da dor aparecer. E veio.

Gerard gritou um pouco ao sentir ardência ao que Frank penetrou aos poucos seu membro e se agarrou nos braços coloridos de Frank até se acostumar com a dor.

– Relaxe... Meu anjo...– Frank sussurrou em seu ouvido e depois de estar totalmente dentro de Gerard, começou seus movimentos. Tudo em Gerard parecia estar tão quente... Começou a aumentar o ritmo das estocadas, fazendo com que Gerard gemesse ainda mais enquanto se agarrava em seus braços.

Seus instintos estavam clamando por sangue, mas Frank tentava se controlar ao máximo. Não queria machucar Gerard, mas ele estava tão fodidamente gostoso, e junto com seus gemidos, o modo em como se agarrava em seus braços, deixava tudo ainda mais excitante, e perigoso.

– F-frankie... Ah... Isso é tão bom...– Gerard estava extasiado. Mesmo sendo um pouco mais baixo, Frank era forte, suas investidas eram precisas, nem em sonhos Gerard se imaginava nesta posição, tão entregue a um homem depois de tantos anos.

– Você é tão quente...– Frank começava beijar seus lábios, e descendo seus toques até seu pescoço, onde mordiscou de leve. Como queria aquele sangue. Seus olhos se tornaram escuros, e suas presas começavam a aparecer. Seus instintos estavam implorando por aquele sangue, mas Frank lutava contra isso. E continuava com as investidas, cada vez chegando perto do ápice. 

– Frankie ... Uh! – Gerard praticamente gritou ao sentir que Frank atingira seu ponto fraco.– Continua... Bem ... Ali... Estou tão perto...– Sua voz saira tão rouca de desejo que Frank aumentou suas estocadas, seu rosto estava escondido sobre a curvatura do pescoço de Gerard, inalando aquela mistura de perfume amadeirado e aquele sangue tão doce que estava correndo sobre as suas veias. Gerard estava gemendo manhosamente. Frank levou sua mão até o membro de Way e estimulou ainda mais. Gerard arranhou suas costas, não iria durar muito tempo.

– Gee... Minha perdição...– Gemeu Frank ao sentir que estava perto do orgasmo.– Te quero tanto...– Frank atingiu o seu ápice e se liberou dentro de Gerard, aproveitando o orgasmo intenso. Passado o êxtase, olhou para Gerard de relance, ele ainda não havia chegado ao orgasmo. Como havia pouca luz no quarto, Frank aproveitou que Gerard estava com os olhos fechados, se retirou de dentro dele, retirou a camisinha, e desceu um pouco mais para baixo. Gerard arqueou suas costas e se apoiou sobre seus cotovelos, tentando ter uma visão melhor de Iero.

Frak massageou seu membro, o estimulando enquanto observava Gerard gemendo e clamando seu nome, até chegar no seu clímax, se desfazendo em sua mão, e por fim, se deitando completamente na cama, totalmente exausto. Frank aproveitou que seus dedos estavam lambuzadas daquele líquido branco e experimentou. Não era como sangue, pelo contrário, era amargo, mas era único. Era do Gerard. Resultado da bela foda. Suas presas diminuíram e um de seus olhos voltou a cor normal de verde âmbar. Frank se deitou ao lado de Gerard.

– Essa... Foi de longe, a melhor foda que já tive...– Gerard confessou, ainda meio ofegante pelo que houve. Frank deu uma risadinha. 

– Da próxima eu deixo você ser o ativo...– Frank Respondeu. Ambos deram uma gostosa gargalhada.– Viu como você conseguiu se relacionar? Você até perdeu a vergonha... Até demais...– Gerard corou fortemente ao ouvir tais palavras. Nunca se sentiu tão solto assim. – E não adianta você fazer essa carinha, não depois daquilo que você fez alguns minutos atrás.

Frank se ajeitou na cama. Gerard se aninhou em seus braços. Estranhou que seu abraço estava morno, mas não se importou.– Obrigado, Frankie... Você me fez sentir jovem outra vez...– O coração de Frank se aqueceu estranhamente. 

– De nada, meu anjo.– Sussurrou carinhosamente.

Não demorou muito para que Gerard adormecesse em seus braços. Frank acariciou seus cabelos, que estavam meios bagunçados. Frank ficou apreciando seu rosto por algum tempo. Seu coração estava acelerado. Agora entendia que não era só do sangue dele que Frank tinha sede. Sua sede mesmo era do próprio Gerard. O homem dos olhos vivos. Não demorou muito para adormecer também.

                                ***

– Cara... Cheguei no limite do tédio... Não aguento mais.

– Na sessão do escritório bem ali tem uma porção de livros interessantes... Vai ler! – Ray sugeriu. Estava sentado em uma poltrona na sala, lendo algum exemplar que pegou na biblioteca particular de Gerard.

Os dois estavam sentados na sala. Mikey ficou um tempo mexendo no celular, mas desistiu. Olhou para o relógio na parede. Dez e meia da noite. Provavelmente Gerard não iria vir hoje. Se ajeitou no sofá e deitou se, olhando para o teto. A verdade era que queria puxar algum assunto com Ray, mas não sabia o que dizer. Olhou para ele. Estava com as pernas cruzadas, o livro estava em seu colo, os cabelos cacheados emolduravam seu rosto, que tinha o cenho franzido, deveria estar muito concentrado na leitura. Era belo, não podia negar.

– Eu tô com fome...– Mikey choramingou.

– Vai na cozinha comer alguma coisa...

– Não tô afim...

– Então não está com fome.

– Pega alguma coisa pra mim... Eu tô fraco demais pra me levantar...– Mikey deu um sorrisinho maroto. Ray revirou os olhos. Odiava quando Mikey fazia isso.

– Só pra lembrar que Gerard mandou eu ficar aqui pra te fazer companhia, e não pra servir de babá.– Ray respondeu sério. 

– Por favor...– Mikey choramingou mais uma vez. Ray olhou de relance para ele. " Porra, porque ele tinha que ser assim?" pensou. Suspirou profundamente.

– Se eu trazer um lanche, você me deixa em paz?

– Sim.

– Está bem, eu vou lá....

Ray fechou o livro e encostou na mesinha ao lado. Se levantou abruptamente. Uma onda de tontura tomou conta de seu corpo. "Merda! Agora não..." Ray havia saído de casa tão depressa que simplesmente se esqueceu do básico, se alimentar antes de ir para a casa de Way. Se amaldiçoou por ser tão distraído.

–  Está tudo bem?– Mikey indagou.

– Sim... Só estou meio tonto. Acho que eu li demais.

Tentou andar por entre os móveis, mas ao tentar desviar do sofá a sua frente, acabou perdendo o equilíbrio e tombou para frente, com os joelhos no chão.

– Ray! – Mikey se levantou rapidamente, para ajudar o mais alto.– Você não está bem...

– Não me diga...– debochou, mas estava fraco demais para brincadeiras.

– Vamos lá pra cozinha... Eu te ajudo.– Mikey estendeu a sua mão e Ray se apoiou na encosta do sofá. Ficando de pé, Ray se apoiou no ombro de Mikey, que o segurou lateralmente, ajudando a chegar até a cozinha. Mikey pegou uma cadeira e sentou o Ray e foi até a dispensa.

– Olha, eu não sei o que você gosta, mas acho que vou preparar algum chá que deve estar por aqui... 

– Não precisa... Eu tô melhor- Mentiu. A sua sede de sangue seria algo muito preocupante nessas horas. Mikey foi até ele e botou sua mão na sua testa, pra checar a sua temperatura.

– Melhor ? Está gelado... Eu vou preparar algo pra te esquentar.

– Queria que você me esquentasse... – Ray sorriu maliciosamente.

– Da pra você colaborar?– Mikey revirou os olhos, Ray não parava nem quando está mal.

O Way mais novo foi até a dispensa, procurou algum chá em específico que curasse o mal estar. Gerard sempre tinha uma reservas de chás toda vez que tinha alguma enfermidade. Achou um que poderia ajudar. Pegou um sachê de chá de canela e abriu com os dentes.

– Ai, merda!– praguejou, sentindo um gosto levemente ferroso em sua boca.

– O que foi?

– Nada de mais... Só me cortei com o pacotinho do chá quando fui abrir com os dentes.– Ao olhar para Mikey, seu coração errou uma batida." Mikey, porque você tinha de fazer isso?"  Ray estava estático, sua respiração estava entrecortada. Não queria fazer isso. Mas aquele sangue que manchava levemente seus lábios rosados... Se levantou e foi rapidamente ao seu encontro. Sua sede estava o matando por dentro. 

Mikey foi surpreendido quando Ray repentinamente tomou seus lábios com certa urgência. Ray inventou uma desculpa perfeita para tomar aquele sangue. Mas Mikey o afastou drasticamente. Estava assustado demais pra processar qualquer coisa. Desferiu um tapa no rosto de Ray.

– Mas que porra foi essa, Ray? – Mikey estava nervoso.

– Me desculpe, Mikey... Eu não resisti... – Ray respondeu, ainda sentindo ardor do tapa. Deveria ter se controlado.– Olha... Eu vou embora, tá , prometo não fazer mais isso... Me perdoa Mikey...– Ray estava tão atônito quanto Mikey, e estava prestes a se virar para ir embora uma mão quente segurar um de seus pulsos e o puxar repentinamente para perto de si. Dessa vez, fora ele quem se surpreendeu com a atitude de Mikey, ao sentir seus lábios macios. Ambos se encostaram no balcão e começaram a se beijar intensamente. Após o ósculo, foi a vez de Mikey falar.

– Me perdoa pelo tapa... É que você me beijou assim, do nada... Fiquei nervoso. Acontece.

– Tudo bem...– Deu um sorrisinho de leve.

Por mais que tenha tomado um pouquinho do sangue, ainda não era o suficiente. Precisava de mais. Retirou seu óculos de grau, e olhou diretamente para Mikey. Iria fazer isto só desta vez.

– Mikey , eu preciso que você me dê mais do seu sangue... Eu prometo que não vou te machucar...  E que também me dê... Outras coisas...– Usou sua hipnose. Mikey parecia vidrado naqueles olhos que estranhamente se tornaram escuros. Assentiu com a cabeça, obedecendo-o. 

– Aqui ou lá no meu quarto? – Indagou Mikey, com certa malícia no olhar.

Ray sorriu maliciosamente. Havia entendido o recado. Então ele já sabia.


Notas Finais


Bem...

Esse cap confesso que foi bem difícil pra eu fazer, principalmente na parte do rala e rola, devido ao receio que tive de fazer isso com eles nas características atuais, pois eu via muito hot deles como em Revenge, Danger Days, e um pouco de Bullets ou TBP. Mas raramente via um com eles os mais atuais possíveis, como o Gerard bolinho do Return e um Frank de Future Violents, então tive de fazer eles assim pra valorizar, porque não importa a era, eles pra mim, sempre serão um dos shipps mais lindos das fanfics <3


Mas sinto em dizer que esta história...




Ainda não está nem na metade, porque ainda vai rolar muitas coisas. E daqui pra frente, meu amigo, ainda terá muita coisa pra rolar debaixo dessa ponte, principalmente sangue rsrs
Desculpe pelo textão, aguarde para mais cap.
Até a próxima e lave as mãos com álcool em gel \o/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...