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História Alma Gêmea - Capítulo 13


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Notas do Autor


Boa tarde amores!
Capítulo está tenso hein.
Boa leitura!

Capítulo 13 - Capítulo 12


Alma Gêmea — Capitulo 12

É tão bom se estar apaixonado!

Sasuke riu pensativo enquanto dirigia até a casa da mãe, se sentia mais leve e feliz, com mais vontade de fazer as coisas e com muito mais tesão em viver e aproveitar mais a chance que a vida estava lhe dando. Nunca havia se sentindo assim, era um sentimento maravilhoso e gostoso de sentir.

Estacionou o carro em frente a mansão dos Uchiha’s, não iria se demorar muito, havia combinado com Sakura de almoçar com ela em um restaurante antes de irem para o trabalho, olhou para o relógio, no máximo seria uns 10 minutos. Konan havia deixado algumas coisas dele que ficou no apartamento dela — em uma época quando decidiam ficar por lá —, ele também estava devolvendo as dela.

Achou bobeira ter que fazer essa troca pela casa da mãe para evitar se verem, era ridículo, mas não queria discutir aquilo. Pegou no banco de trás do carro, duas caixas cheias com roupas e objetos e digitou a senha do portão da mansão.

Assim que passou pelo portão cumprimentou os seguranças e foi direto para dentro da casa, abriu a porta principal e entrou.

— Mãe? — Chamou.

Não teve resposta alguma, franzindo o cenho Sasuke deixou as caixas em cima do sofá e ouviu um barulho vindo do segundo andar. Itachi, com toda certeza deveria estar acordando agora. Deu um meio sorriso e seguiu para o quarto do irmão.

Mas assim que chegou perto ouvindo uma risadinha e um suspiro, a seguir de uma voz que ele conhecia muito bem e não era do seu irmão.

— Eu sempre digo que nunca vai acontecer, e sempre acontece quando nos vemos.

— Porque no fundo você me ama.

—Não sonha, você fode maravilhosamente.

Avançou alguns passos e a porta do quarto estava meio aberta foi suficiente para ele ver a cena chocante; Itachi estava em cima de Konan enquanto os dois estavam cobertos por lençol fino, até um cego perceberia o que estava acontecendo ali. A boca dele se abriu e deu uns passos para trás, foi quando os olhos claros da sua ex encontraram com os seus, o susto que ela levou foi nítido.

E algo na cabeça dele martelou com força, a mulher tinha dito: Sempre acontece quando nos vemos.

Não, isso não pode...

— Sasuke!

O outro Uchiha olhou para trás completamente assustado, foi empurrado na cama, e Konan se levantou e foi correndo até ele. Sasuke se afastou e foi em direção as escadas, sentiu as mãos dela em sua camisa.

— Me solta, Konan!

— Espera Sasuke, eu posso explicar.

— Não tem nada para explicar, não estamos mais juntos, você transa com quiser. — Disse simplesmente e Itachi aparece na porta rapidamente colocando as calças. — Há quanto tempo estão juntos?

— Bom, não estamos juntos, só foi uma... — A garota respondeu rapidamente.

Sasuke fechou os olhos com força, passou a mão na barba sentindo-a espertar seu dedo.

— Desde quando isso acontece entre vocês? — Questionou olhando para o irmão.

— Desde...

— Não quero mentiras, sabe que não gosto disso e também sabem que não suporto traição, isso acontece desde quando?

Konan tenta dizer algo, mas Itachi toma a frente a dela.

— Desde que vocês estavam juntos. — O Uchiha mais velho disse. — Foram algumas vezes e...

O baque para Sasuke foi tão grande que naquele momento ele parou de ouvir o que o irmão dizia, abaixou a cabeça e sentiu uma raiva grande, todo aquele tempo que esteve junto com a sua ex, ela estava o traindo com seu próprio irmão. Como aquela mulher poderia ser tão cara de pau, de fazer toda aquela cena por causa de Sakura e faze-lo se sentir mal?

Deus, ele sempre tinha sido fiel a Konan, tudo bem que nunca esteve apaixonado, mas não admitia traição se quis um relacionamento serio com ela então iria segui-lo e foi difícil ter Sakura tão pertinho dele naqueles momentos o desejo vindo com força, mesmo assim pensou nas consequências, pensou em Konan, pensou em sua índole.

Era difícil de acreditar que foi feito de palhaço aquele tempo inteiro. Graças a Deus aquela mulher estava fora de sua vida.

— Sasuke... posso expli...

— Não há nada para explicar. Todo o tempo que tivermos juntos me mantive fiel a você, mesmo me apaixonado por Sakura todos os dias, não a tomei em meus braços porque não queria trair você.

— Mesmo assim pensava nela. — Konan rebateu.

— Sim, pensava e penso, mas não escondi de você, não era justo, eu sempre fui verdadeiro. — Sasuke olhou para o irmão e virou o rosto.

Merda! Nem mesmo conseguia encara-lo.

— O que importa Sasuke, não está apaixonado por outra?

— Sim estou completamente, mas isso não quer dizer que não doa, vocês dois mentiram para mim, e se eu tivesse cedido e me casado com Konan, seria o amante dela pelo visto.

Sem conseguir ficar ali mais um segundo ele se virou e desceu as escadas, ouviu os gritos de Konan chamando por seu nome, mas ignorou, saiu apressado da casa, completamente transtornado, passou pelos seguranças rapidamente, destravou o carro e entrou. Segurou com força no volante com as duas mãos e sentiu as lagrimas descendo.

Como pode ter sido tão cego? Estava tudo tão claro, por isso Itachi tomou as dores de Konan e...

Limpou as lagrimas rapidamente e respirou fundo dirigindo para casa, tudo que conseguia sentir no momento era raiva, por que eles fizeram aquilo? Por que?

Deus, ele se sentindo culpado aquele tempo todo por causa de Sakura quando estava com Konan e ela se divertindo com seu irmão pelas costas. Enquanto a Itachi, não havia palavras para explicar o que estava sentindo, sabia que o irmão era um canalha da pior espécie, mas não pensava que faria isso com a própria noiva dele.

*

Largou as chaves do carro na mesinha do canto da sala e foi até o sofá se sentar, colocou as mãos no rosto e ficou ali, minutos depois escutou o barulho nas escadas.

— Eu já estou... — A voz da sua mulher morreu.

E no momento o que só conseguiu foi olhar para ela. Observou-a vir até a sua direção e sentar ao lado dele. Sasuke se abaixou e colocou a cabeça sobre os seios dela pedindo algum conforto, e foi atendido, quando sentiu as mãos quentes acariciando seu cabelo. Aquela mulher, era tudo o que queria na vida, essa punhalada foi horrível, mas se caso acontecesse com Sakura, ate se mesmo ela o deixasse, se sentiria mil vezes pior.

E esse carinho que ela estava lhe dando já foi o suficiente para acalmar seu coração magoado.

— O que aconteceu? — Perguntou com a voz baixinha sobre o ouvido dele, dando um beijo na testa.

— Meu irmão me traiu. — Respondeu com a voz embargada.

— Como assim?

Ele se afastou dela e reparou nos olhos verdes confusos, se endireitou sobre o sofá e a puxou para o seu colo a abraçando.

— Eu peguei meu irmão e Konan na cama.

— Oh meu Deus! — Sakura exclamou assustada. — Eu sinto muito.

— Eu nem tanto querida, sinto é raiva, fui feito de trouxa por anos. — Passou as mãos no rosto.

Sentiu as mãos da namorada o abraçarem com mais força e o puxarem para ele, enquanto a voz doce sussurrava palavras encorajadoras. Um tempo se passou e ainda ficaram assim abraçados, até finalmente ela resolveu quebrar o silencio:

— Você... — A voz dela sumiu e limpou a garganta. — Sentiu algo a mais por ela? Está arrependido?

Sasuke soltou uma risadinha e olhou para a mulher linda a sua frente, viu nos olhos verdes a insegurança e a beijou com todo amor que estava sentindo no momento.

— A única coisa que me arrependo foi de ter estado com Konan esse tempo inteiro, e me pergunto porque não a conheci antes? É você quem eu quero Sakura, estou assim por todos anos que estive com ela e fui babaca de não ter percebido.

— Mas isso pode acontecer com qualquer um.

— Pode, e eu sempre deixei claro que odeio traição e mentiras.

— Eu sei, eu também não gosto, você confia em mim né? Apesar do meu passado misterioso?

— Confio, eu confio sim.

— E eu o mesmo. — Ela sorriu. — Mas não fique desse jeito não vale a pena, estou aqui com você.

As palavras dela foram penetrando em seu coração e a raiva passando aos poucos, talvez um dia perdoasse o irmão e Konan por aquilo, mas no momento era impossível.


* * * 


Alguns dias depois.

Sakura terminou de acabar de fazer a ficha do paciente, quando olhou para frente viu Kizashi Haruno ali, ficou incomodada, toda vez que aquele policial aparecia, ela se sentia assim, e tinha algo a mais que não conseguia identificar o que era.

— Senhorita Haruno. — O homem sorriu sendo simpático e tirou os óculos escuros.

— Senhor Haruno. — Respondeu com educação. — O que o trás aqui? Quer marcar alguma consulta?

— Na verdade não, eu queria falar com você, sei que é o seu horário de almoço, liguei para Sasuke e ele me informou. Gostaria de almoçar comigo? Queria conversar com você.

O nervosismo a abateu e queria dizer não, porque seu horário de almoço era sempre com Sasuke — isso quando ele não estava em cirurgia —, mas se ele estava sabendo daquilo, então...

— Tudo bem.

— Fique tranquila, Sasuke vai encontrar com a gente lá, é o restaurante que vocês sempre almoçam.

O alivio a atinge e ela sorri concordando, pediu licença as meninas e saiu de trás do balcão da recepção levando a sua bolsa. A ida até o restaurante foi silenciosa, e mesmo assim ela continuou tensa e sentiu que ele também estava um pouco mais sério. Se sentaram em uma mesa e pediram a comida.

— Então... — Ela começou. — O que aconteceu?

— Nada, eu só vim devolver isso aqui para você. — O policial coloca as mãos no bolso do blazer e mostrou o pen drive. — Não achamos nada, eu revirei esse pen drive de tudo que foi maneira.

— Nada mesmo?

— Nada, só um pacote cheio de músicas. E, você se lembrou de algo? Como estar os exercícios com Sasuke?

— Estamos indo bem, ele me ajuda como possível, eu vou começar as sessões com a psiquiatra, Sasuke me convenceu e talvez me ajude mais um pouco a entender os meus sonhos. — Sakura suspirou ainda insegura de encarar um psiquiatra, com Sasuke era diferente ela conseguia falar com ele naturalmente, agora com outra pessoa.

Kizashi assentiu e a fitou.

— Você ainda tem medo?

— Todos os dias, eu... — ela respirou fundo, não sabia se deveria dizer ou não sobre os pesadelos que aconteciam toda vez que não dormia com Sasuke, a presença dele a acalmava de uma forma impressionante.

— Você...?

Sakura suspirou e se abraçou passando as mãos no ombro com uma tentativa de proteger.

— Eu tenho pesadelos, a maioria deles são borrões, tem muitos gritos e barulhos estranhos, de tiros também. Eu tenho medo de descobrir algo obscuro em mim.

— Entendo, mas você precisa.

— Acho que sim.

— Eu também tenho pesadelos. — O Haruno comentou tendo toda a atenção dela. — Tomo remédios para conseguir dormir, são anos assim.

— Pelo que aconteceu com sua família?

— Sim. — O homem assentiu. — É como se eu pudesse ouvir os gritos delas, chamando por mim.

Sakura olhou para ele e percebeu os olhos castanhos marejados e também estavam cheios de dor, aquele homem também sofria demais.

— Como foi que aconteceu? — perguntou interessada. — Por favor, só conte se quiser, sei que é um assunto que...

— Não, tudo bem. — Ele deu um sorriso tristonho. — Como você sabe eu sou um cara do FBI, e irrito muita gente grande, a maioria são corruptos e olhe lá. Na época eu estive chegando perto de conseguir descobrir quem era o mandante de uma seita e o tráfico de mulheres e crianças. Era uma coisa bem perigosa e bem eu protegia minha mulher e minha filha como eu podia — A voz dele se tornou sofrida e teve uma breve pausa e logo continuou —, em um dia eu recebi uma chamada madrugada de um assassinato no parque e tive que sair correndo, eu as deixei aos cuidados dos meus melhores agentes, mas não foi o suficiente.

Sakura percebeu que conforme ele avançava no que aconteceu, os olhos dele se enchiam de lágrimas e a expressão no rosto era completamente devastadora, um sentindo afetuoso tomou conta dele e pela primeira vez sentiu vontade de abraçar aquele homem.

— E eu inocente cai em uma armadilha quando cheguei no parque vi que o corpo era um boneco sem vida, mandei todos os agentes da inteligência especial hackear as mensagens, quando voltei para casa, encontrei os meus agentes mortos e um bilhete manchado com sangue em minha parede estava escrito “ nós avisamos”, minha mulher e minha filha de quatro aninhos haviam desaparecido; fiquei louco completamente transtornado, liguei para uns amigos da CIA, e todos os estados Unidos e países amigos ficaram atrás da minha família, mas ao passar dias as esperanças dentro de mim de encontrá-la foram se apagando, eu não comia, não dormia, não fazia nada a não ser ficar atrás das duas, e quando voltei para casa recebi uma caixa grande no correio, abri o embrulho... — As lágrimas finalmente saíram e não pararam — havia um corpo ali dentro esquartejados com partes do cabelo, pedaço de pele, córneas, e uma parte do dedo. E eu sabia o que significava e enlouqueci completamente, quando foi provado de que aquele corpo era o da  minha esposa e o dedo minha garotinha, isso foi o último ato para meu surto de vez, fiquei afastado por quase dois anos e faço tratamento com psiquiatra sempre.

Sakura não aguentou ao ouvir aquilo colocou as mãos por cima da dele e não percebeu que ela própria estava chorando.

— Eu sinto muito, muito mesmo. Não achei que fosse tão... — A voz dela desapareceu.

— Eu sei... Essa é uma das partes mais sombrias de minha vida, nós lidamos com isso o tempo todo assassinatos brutais, famílias desesperadas, mas passar por isso é sentir na pele, quando voltei ao trabalho sabia que não poderia parar e me doei em mais ainda para ajudar essas pessoas. — Ele sorriu levemente. — e também o que me conforta, ver algumas famílias sorrindo, a vitória que nós temos quando conseguimos algum caso, porém essa seita nunca foi descobertos e os tráficos e assassinatos por mais que eu lute contra eles, sempre acho que estou indo na direção errada falta alguma coisa. Eu me culpo porque não consigo lidar com isso, os pesadelos me perseguem desde então, acho que já pode imaginar com que sonho. É torturante e forte, me culpo todos os dias por não ter estado em casa.

— Mas não foi sua culpa, precisavam de você, não tinha como adivinhar o que ia acontecer.

— Sim, e mesmo assim, não sinto isso. — Ele abaixa a cabeça e as mãos dos dois se soltam levemente constrangidos.

— Não deveria, tenho certeza que elas sabem.

Continuaram em silencio por alguns segundos e o garçom trouxe os pedidos, era um almoço para três uma tabua grande com fritas e carne assada e molho.

— Mudando de assunto seu relacionamento com o Sasuke parece bem sério. — O policial afirmou. 

— Sim, estamos namorando, ele é maravilhoso, acho que tirei a sorte grande. — Ela sorriu tímida.

— Acho que os dois tiraram, você faz um bem a ele danado, eu nunca o vi tão feliz, desde a morte do pai, Sasuke se fechou um pouco e só pensou em trabalho, e, bem na minha concepção o lance com a Konan não ia durar muito.

Ela sorriu e o olhou para frente, seu coração acelerou quando viu o seu doutor passando pela porta, quando os olhos escuros bateram nela um sorriso aberto e lindo surgiu nos lábios dele. Quando Sasuke se aproximou, se sentou ao lado dela na mesa, apertou as mãos de Kizashi e em seguida a deu um selinho demorado.

— Desculpa a demora.

— Ah não demorou muito, os pedidos chegaram agora, tomei a liberdade de pedir tabua.

— Tudo bem, vamos comer estou faminto.

Os três se serviram e almoçaram, Sasuke conversou um pouco sobre outras coisas, e ela o sentiu tenso na hora que o Haruno perguntou sobre a família. O doutor estava evitando o máximo a casa da mãe e não falou com o irmão desde a briga dos dois, apesar de ela achar que os dois precisam conversar, entendia o ressentimento do namorado, ela também não ia gostar nada. Ele desconversou e disse o necessário. Ao final do almoço pediram a sobremesa, um pedaço de pudim.

Um tempo depois o agente se despediu deles e foi ao trabalho, Sakura se sentia um pouco mais segura com aquele homem depois daquela conversa, e mais aliviada ainda de não ter nada no pen drive.

— Querida, esqueci de te falar, hoje não iriei para casa, terei que ficar de plantão, cirurgia de emergência, por isso demorei um pouco.

— Tudo bem. — Sakura sorriu.

— Chiyo estará em casa, assim que acabar eu vou.

— Está bem, vou sentir sua falta na cama.

— Vai é? — perguntou ele no tom malicioso.

— Sim, mas não é só desse jeito. — Ela riu. — Você sabe que não tenho pesadelos quando estou com você.

— Sei, vamos ter que lidar com isso.

— Sim, você não me acha maluca né?

— Claro que não, querida. — Ele beijou a ponta do nariz dela. — Eu preferia estar em casa com você, mas...

— Eu entendo, é o seu trabalho e não quero que pare por mim. — Fez um carinho sobre o rosto dele. — Vou dormir abraçadinha com seu travesseiro então.

— Dorme sim, e eu vou estar pensando em você aqui, louco para ir para casa e te encher de beijo e carinho.

Sakura sorriu e o beijou, foi um beijo calmo e romântico, um degustava a boca do outro sem a ânsia de sempre, e por alguns minutos ficaram ali no restaurante mais um pouco, aproveitando o restante do tempo que tinham para namorar.

*

Estava tão cansada que não conseguia mais lutar, seu corpo não estava mais aguentando passar por aquilo e precisava de sossego. Estremeceu com o ar gelado e abraçou o próprio o corpo, mesmo que estivesse dormindo suas unhas quebradas feriram a própria pele desejando que tudo aquilo terminasse que não acordasse mais, então sentiu o balde de água com gelo sobre seu corpo.

O semblante de um homem apareceu na sua frente, todavia não conseguia distinguir quem era, ele segurou em seu rosto com força e o apertou seu maxilar.

— Acorda vagabunda! — A voz masculina e assustadora gritou.

Sakura acordou se sentando sobre a cama completamente assustada, o suor escorria por sua testa, tocou no seu rosto como se sentisse o toque e a dor ali, olhou para a janela do quarto de Sasuke aperta enquanto o ar gelado da madrugada entrava no cômodo. Ela se levantou e fechou a janela e ficou olhando para o nada por um bom tempo.

Piscou bem devagar, em estado de transe e foi até a sua bolsa em cima da cadeira, pegou o pequeno pen drive e foi até a escrivaninha no canto do quarto e ligou o notebook de Sasuke, colocou a senha que ele havia lhe dado e inseriu o pen drive em um dos buracos.

Esperou um pouco e na tela apareceu a caixa de arquivos ela clicou e o arquivo de musicas apareceu, Sakura ficou olhando para tela um bom tempo e como se estivesse em modo automático apertou as teclas, F1aguiaF3portadoraG5docaos43Help.

Assim que ela clicou um tempo depois a tela ficou preta e um símbolo vermelho totalmente estranho apareceu na tela, então uma voz disse robótica e sinistra: Digite sua senha.

Foi como se o transe tivesse passado e agora ela encarava a tela totalmente assustada.

A voz robótica disse novamente: Digite a senha em 20 segundos ou os seus arquivos serão corrompidos.

Rapidamente ela colocou as mãos no pen drive e o desconectou do computador e o atirou na parede, levou as mãos no coração sentindo o mesmo acelerado e viu o notebook do namorado voltar ao normal.

Que merda tinha sido aquilo? E como ela sabia?

Aquilo não é bom, isso não é bom...

As lagrimas foram descendo por seu rosto, enquanto o medo a dominava, abraçou o próprio corpo em forma de proteção e encarou o pendrive. Tinha algo ali e era algo sinistro e apavorante, a sua respiração acelerou rapidamente parecendo que ela havia corrido uma maratona, com toda certeza ela não estava afim de descobrir o que era aquilo.


Notas Finais


Eiiitaaa que capítulo tenso meu povo.

E aí surpresos por Konan e Itachi? Acho que não né.

E esse momento Sakura e Kizashi foi lindo e muito tenso, a história dele é bem triste.
E o final com a Sakura nem se fala.

A coisa vai ficar tensa meu povo.
Até o próximo capítulo.

Minha bebê nova meu povo ( casamento arranjado e medieval ) https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-princesa-prometida-19343774


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