História Alma-Gêmea - Capítulo 35


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Categorias 12 Stones
Tags Amor, Casais, Colégio, Drama, Love, Romance
Visualizações 3
Palavras 862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - Festa das meninas. Part 3


Fanfic / Fanfiction Alma-Gêmea - Capítulo 35 - Festa das meninas. Part 3

      - Aaaaaaaaahhhhh!!!! Merda!!! Filha de...

      - Cale a boca! – ouvimos uma segunda voz.

      - Aquela vadia fechou a porta no meu dedo!!

      - Achou que ela ia te deixar entrar? – disse ele, debochando – Vem logo.

        *pam* ele bateu na escotilha com o pé, nos assustando.

          - Olho por olho, dente por dente.

          Ficamos caladas e os ouvimos afastarem. Me virei e Cloe estava encolhida no chão. Sei o quanto Cloe fica assustada com esse tipo de coisa, então procurei manter a calma.

         - Mano...Que merda que merda.....

         - Ele te conhecia Iris? – perguntei.

         - Não... Na verdade.... Sim, so que... Cloe da pra parar com essa poha?? Ta todo mundo com medo aqui tá???- procurei manter as duas calmas, principalmente Iris. – Eles me rastrearam...

          - Como é que é??? Isso é tudo culpa sua então!!! – disse Cloe, aos prantos.

           - Não foi!! Eles me acharam aleatoriamente e hakearam meus aparelhos... Eu notei quando eles começaram a bugar, mas disseram que não havia vírus... Recebia mensagens estranhas e...

           - Está mentindo! Isso é impossível!

        - Eles viram toda a minha vida! Viram tudo! Tudo que eu fazia! Eles viram pelas câmeras! Me assistiram! Eu n tinha oq fazer, n tinha como saber, só descobri quando já era tarde d+!

         - Vcs trouxeram os celulares? – perguntei. Cloe abaixou a cabeça e Iris me entregou o dela. Ele estava sem tela de bloqueio. – Iris... – ela arrancou o celular de mim.

         - Vão a merda!!! Desgraçados!!!! Nos deixem sair!!!! Ninguém fez nada pra vocês!!

         *plim, você tem uma nova mensagem*

*User1: Encomenda aceita.

User2: Alvos- Iris Matheus.

           Gostaria de um pacote extra?

User1: Sim.

User2: Vídeo( Iris estava apenas de roupa íntima, trocando de roupa, as imagens vinham de seu computador aberto que estava no chão.)

           Foto(Eu na janela de meu quarto durante uma tempestade, escrevendo em meu diário.)

           Foto(Cloe abraçando Mike em um boliche.)*

            - Ai mds.... Mas que droga... – disse.

           - Eu disse! Eu disse! Não foi culpa minha!

          - Nós vamos morrer.... Nós vamos morrer...

          Peguei o celular de volta.

           - Vcs querem dinheiro?? Nós damos dinheiro! O quanto quiserem! Nossos pais pagaram a quantia que quiserem! Podem pedir resgate! Fiquem com a casa! Ou podemos esquecer isso e fingir que nada aconteceu...  – algo piscou na tela do telefone:

         - Negado. Negado. Negado. Negado. Negado.....

         Disquei para ligar para a polícia. Assim que coloquei o telefone no ouvido ele deu um agudo horrível. Cloe e Iris tamparam os ouvidos. Bati o celular na parede com toda a força que pude. O barulho cessou. A câmera havia quebrado. Eles não podiam nos vigiar mais. Me sentei próxima a parede e respirei fundo. Lágrimas deslizaram pelo meu rosto. Eu não vou virar um saco de órgãos e muito menos um cadáver distribuído em malas. Já passamos por muitas outras coisas. Já vi a morte de frente. Não vai ser dessa vez... Procurei por algum compartimento ou algo assim. Na parede que eu estava havia uma gaveta grande. Havia bombinhas de asma, máscaras de oxigênio, um cobertor contra fogo e uma... arma.

       - Isso tá carregado? – perguntou Cloe, parando de chorar.

        - Deve estar.

       - Podemos mata-los e ir embora.

       - Eles também tem armas, Cloe. Não viriam desprevenidos. – disse Iris.

       - Mas também não esperam que três garotinhas lutem pela sobrevivência. – disse.

        - Mesmo assim, eu sou a única que sei atirar aqui, e acho que chegar mandando bala nos filhos da puta não adiantará muito.

        - E não sabemos quantos deles tem. –disse Cloe.

         - São três, isso eu tenho certeza. – disse Iris.

         Analisei o quarto. Era pequeno e havia um tubo de ventilação. Cloe viu para onde eu estava olhando.

       - Podemos tentar.

       - Eu vou.

        Elas não tentaram me contradizer. Nos levantamos e elas me ajudaram a subir. Puxei a tampa com toda força. Negativo.

        - Têm algo que possa ajudar a abrir?

       Passaram para cima o cordão de Cloe, era um presente de Mike, uma pequena cruz com desenhos de rosas. Comecei a usar a ferramenta. O primeiro se soltou. Estava começando a desenroscar o segundo prego quando ouvi algo vindo da tubulação.

        - Anda logo Nicole! Tá pesando! – disse Iris.

       - Tem algo lá. – meu coração bateu forte. O objeto ia se aproximando... E aproximando... E então... – Mas oq...

        - Oq é?

       - Um carrinho, com uma tela. – então a tela se acendeu. Eu tomei um susto e cambaleei, mas as meninas continuaram me segurando.

        - Não tenha medo Nicole... Relâmpagos são apenas segundos de dia durante a noite, e os trovões são a consequência disso... Consequência disso... Consequência disso... Consequência disso.... Disso... Disso... Disso... Diiiiiiiiiiisso....

         Minhas pernas tremeram, e eu não consegui manter o equilíbrio. Caí para trás no momento em que um estrondo saiu da tubulação. A fumaça escureceu o quartinho iluminado por uma única lâmpada. Deitamos no chão protegendo o rosto tentando não respirar a fumaça. Era fumaça comum, usar as máscaras agora seria um desperdício. Tive sorte. Por sorte a fumaça foi embora pelo mesmo lugar que entrou, e para meu desespero, a explosão não havia destruído a tampa. E minha ferramenta havia quebrado. Depois de nos recuperar da tosse entreguei à Cloe o pingente quebrado.


Notas Finais


Pam


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