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História Almas Angelicais - Capítulo 17


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Capítulo 17 - 17. Marc


Fanfic / Fanfiction Almas Angelicais - Capítulo 17 - 17. Marc

- E então? Você deve estar cheio de perguntas, não é mesmo? – perguntou Lucian, entrando no escritório logo atrás de mim.

- Sim...eu não tenho idéia de onde estão os outros dois instrumentos e nem o que são. Sei apenas que o Cálice está em Veneza, o Colar está em Londres e a Coroa está em Milão..., mas não sei onde exatamente... – falei, me encostando na mesa.

- São dois pergaminhos, Marc... – disse Lílith.

- E o que eles fazem? Porque são dois? – perguntei.

- O primeiro está dentro do Palácio de Versalhes, na Itália. O mesmo palácio onde foi assinado o Tratado de Paris em 1783. Ele nos permite abrir os portões do inferno, e deixar os demônios e anjos nos quais marcamos, saírem. Já o segundo pergaminho, abre os portões do Paraiso, mas para que ele funcione, precisa estra junto dos outros quatro instrumentos. Ele está na Ilha Maui, no Havaí. – disse Lílith, se sentando na cadeira a minha frente.

- Espere aí...eu preciso passar em 5 estados diferentes para conseguir todos os instrumentos? E o que eu ganho fazendo isso? – perguntei, cruzando os braços.

- Além de ser o meu braço direito, terá um lugar de alto poder no Paraiso... – afirmou Lucian.

- Mas respondendo sua pergunta...sim, você terá que passar pela Itália, Inglaterra, França e Havaí..., mas é por uma boa causa. – disse Lílith.

- Vocês haviam dito sobre uma espécie rara de pessoas que vivem aqui na Terra...o que e quem são? – perguntei.

- Essas pessoas são especiais aos olhos do seu Pai. – Lílith revirou os olhos. - Elas vieram com o proposito de cumprir algo na Terra...então, nós vamos adiantar o serviço delas.

- E como eu sei quem são essas pessoas?

- Isso é fácil...dificilmente essas pessoas vão a algum lugar e não são notadas, ou seja, elas chamam muita atenção. Mas não por ter algo diferente dos humanos em seu físico, mas sim sua energia. Eles possuem mudanças nas cores dos olhos...elas variam entre roxo, vermelho ou uma cor parecida com a cor do mel. Eles possuem uma sorte grande em tudo o que fazem, e são extremamente inteligentes. – disse Lucian, apoiando suas grandes mãos nos ombros de sua mulher.

- Não são muito difíceis de encontrá-los. Geralmente, você sente algo no ar quando eles estão por perto...como, por exemplo, quando estamos perto daqueles humanos na sua sala de estar... – revelou Lílith.

- Hugo e Heloise? Como? Não pode...ser... – falei, dando uma pausa, enquanto pensava nas características que eles já haviam apresentado.

- É queridinho...precisamos de cinco dessas almas. Você já possui duas, restam apenas três. – disse Lílith, se levantando da cadeira.

- Jasper... – anunciei, assim que ele apareceu na porta do escritório.

- O jantar...está pronto.

- Já terminamos por aqui... – anunciou Lucian, saindo, e Lílith logo atrás.

- O que eles disseram? Contaram sobre os outros instrumentos? – perguntou Jasper, entrando no escritório assim que eles se afastaram.

- São dois pergaminhos... – sussurrei. – um está no Palácio de Versalhes, na França, já o outro está na Ilha Maui, no Havaí...

- E sobre o sacrifício?

- O sacrifício é realmente com humanos raros, que possui a Benção Divina do Pai. Eles costumam atrair a atenção das pessoas sem querer, são bastante atraentes, os olhos mudam drasticamente de cor, extremamente inteligentes e cheios de sorte...não deve ser difícil encontrar algum... – falei, hesitante, pois Jasper teria um ataque se soubesse que suspeitava de Hugo e Heloise. - precisamos de cinco humanos com essa benção.

- Quando você desapareceu, eu havia encontrado com Lucian, e ele havia dito que Heloise possuía algo...perguntou se ela era uma das nossas...

- Como assim? – ele também teria suas suspeitas?

- Ele disse que se ela fosse um ser angelical, teria o conhecido na hora...mas que se ela não estivesse se lembrado dele, era por que ela estava a pouco tempo na Terra, o que faz sentindo, por que, este é o primeiro ano de Hugo e de Heloise na faculdade. – disse Jasper.

- Quando um anjo desce a Terra, ele acaba tendo perca de memória por no máximo dois meses...eu não sei, Jasper...

- Ela atraiu nossa atenção...Hugo também! Os dois são atraentes e ninguém consegue ignorar a presença deles. E Lílith conversou com eles quando foram ver os apartamentos!

- O que? Eles já conheciam Lílith?

- Sim! Não podemos deixá-los aqui! É perigoso! – Jasper se assustou um pouco quando a porta atrás de nós se abriu lentamente.

- Sebastian disse que vocês estavam demorando demais... – disse Heloise, com um sorriso tímido no rosto.

- Claro...vamos, Jasper... – falei, puxando Jasper, disfarçadamente, pelo braço.

- Ai estão meus meninos! – disse meu pai, assim que aparecemos na sala de jantar.

O jantar já havia acabado a algum tempo, Hugo e eu estávamos em meu quarto. Ele estava deitado em meu peito, o que estava fazendo com que meu coração palpitasse. Até por que, eu ficava um tanto nervoso perto de Hugo, ele era a minha primeira experiencia com relacionamento amoroso.

- Marc... você acha que seu pai gostou da gente? – perguntei, com a cabeça em seu peito.

- Eu acho que é ele quem vai me fazer essa pergunta... – ele soltou uma risada fraca, até por que, ele estava quase adormecendo.

- Ei! – sussurrei, para que não se assustasse. – Não durma! Você precisa me levar para casa...

- Você não vai para casa, Hugo...vai dormir aqui. Comigo. – informei, depositando um beijo em seus cabelos.

- Já que você insiste...

- Eu não preciso insistir, eu sabia que era isso que você queria... -

- O que você e aquele casal conversaram? Você voltou um pouco tenso...

- É que vamos fazer uma viagem...Jasper e eu...e precisávamos de um contato deles para nos ajudar...

- Uma viagem? Para onde vão?

- Hugo...vamos dormir... – mandei, na tentativa de fugir daquele assunto. – amanhã conversamos sobre isso...

- Mas e se nos divertíssemos um pouquinho? – falei, enquanto colocava a mão dentro de sua cueca.

- Eu preciso dormir, Hugo...nós precisamos...

- Ainda temos mais de seis horas para dormir, Marc... – em segundos, seu membro já estava completamente duro em minha mão. – Você é muito rapidinho!

- Com você é fácil... – disse ele, me olhando com um sorriso malicioso.

Ataquei seu pênis, colocando apenas sua cabeça totalmente rosinha em minha boca. E em repetidos movimentos, de descer e subir, eu o masturbava com todo o desejo que habitava em mim naquele instante. Eu já estava completamente excitado.

- Agora, eu termino o trabalho. – determinou ele, me fazendo deitar a baixo dele, enquanto ele colocava todo seu peso sobre mim. – Vira...

Assim como ordenado, virei-me. Ouvi a gaveta do criado-mudo sendo aberta, e logo ele depositou algo em suas mãos, e a esfregou em seu membro. Ele se encostou em mim, e começou a adentrar em meu corpo. Seu pênis estava quente, mas estava ocorrendo um choque térmico entre sua pele quente e o produto gelado.

Ousando um pouco mais, comecei a mover o meu corpo, para frente e para trás, e Marc deixou com que eu conduzisse aquela dança do meu jeito. O clima se esquentou mais, e Marc segurou em meu quadril, para que pudesse socar seu pênis em mim ainda com mais vontade, nossos corpos se tocando freneticamente.

- Esta...pronto? – perguntou Marc, entre seus gemidos e a respiração acelerada.

E em pouco tempo, a explosão ocorreu com nossos corpos. Músculos tremendo, pernas bambas, falta de ar...



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