1. Spirit Fanfics >
  2. Almas Destinadas >
  3. Almas Destinadas

História Almas Destinadas - Capítulo 2


Escrita por: Clace_Cast

Notas do Autor


Olá meus amores, tudo bem com vocês.
Venho pedi para que leiam as notas finais, pois explicarei um pouco sobre Molly e Jonathan, mas sem revelar o que acontecerá nos próximos capítulos.

BOA LEITURA!

Capítulo 2 - Almas Destinadas


Fanfic / Fanfiction Almas Destinadas - Capítulo 2 - Almas Destinadas

Capítulo 1 - Almas Destinadas

Pov. Molly

Olá, me chamo Molly Fairchild Hale, sou a filha primogênita de Peter Hale, tenho vinte e nove anos, mas aparento ter uns dezoito... dezenove anos, por ser uma loba, não sou filha única, tenho mais quinze irmãos de sangue, oito irmãos e sete irmãs, quatro irmãos são de consideração, também tenho uma filha de onze meses. Moro em uma fazenda, na realidade, todos da alcateia do meu pai moram.

Bom, todos nós temos nossas próprias tarefa, no meu caso tenho duas funções, a primeira delas é que me formei em veterinária, junto com Izzy, Clary, Simon e Liam; minha outra profissão é domar e amansa cavalos, para que sejam, vendidos para outras fazendas, mas é claro que não vendemos para qualquer pessoa. Nós, também compramos cavalos, principalmente aqueles que serão sacrificados, só porque não servem mais para seus bel prazer, mas para nós, isso não é um problema. Na fazenda, os cavalos que resgatamos são muito bem cuidados e na sua maioria são realocados para sítios, ou santuários, onde recebem excursões de criança. Outros que são domadores: Stephen Herondale, Robert Lightwood, Luke Graymark, Jace Herondale, Alec Lightwood, Troy Fairchild Hale, Scott McCall, tio Derek e meu pai, apesar que Alec prefere ficar na parte administrativa, do que na tarefa de domar. Além disso, minha tia Cora, minha mãe, Maryse Lightwood, Jocelyn Fairchild são veterinária, mas especializadas em animais de fazenda, apesar de ser a mesma coisa, elas só mexem com vaca, ovelha, coelhos, carneiro, entre outros animais de fazenda, já os citados anteriormente, somos especializados em animais domésticos como cães e gatos.

Como meu pai cria cachorros de várias raças, então Liam, Izzy, Simon e Clary são responsáveis por eles, mas as vezes dou uma mãozinha, mas minha paixão é domar e amansar cavalos. Já as outras tarefas da fazenda, como as plantações é responsabilidade de outros membros da alcateia.

Tenho quatro animais de estimação, dois cachorros e dois gatos, tirando os do canil, minha cadela se chama Mirtilo por causa dos seus olhos azuis bem escuro, diferente para um cachorro, o meu cachorro se chama Lúcifer, as vezes o chamo de Diabo ou Lu, a minha gata se chama Tikki e meu gato se chama Plagg. Os quatro dormem em meu quarto, mas uma hora dessa devem estão no andar de baixo comendo.

Nesse momento, estou deitada em minha cama, com minha pequena, que está dormindo em minha cama ao meu lado, pois de vez em quando, dormimos juntas, mas nas outras noites, minha mocinha dorme em seu berço, em seu quarto. Passo, meus dedos entre seu cabelo castanho avermelhado, fico a olhando boba para suas feições, me pergunto todos os dias, como alguém poderia abandonar essa coisinha fofa e carinhosa que tanto amo.

Eloise Marie não é minha filha biológica, mas um filho não é apenas aquele que geramos, mas sim aquele que damos amor, carinho e o mais importante proteção. Bem, minha pequena foi abandonada, quando tinha quase dois meses e faz nove meses que estou cuidando da minha florzinha. A encontrei, quando estava na floresta em minha forma de loba e ao escutar um choro de bebê, segui imediatamente de onde vinha o barulho, até encontrá-la em uma cesta, levei-a para a fazendo, quando cheguei levei a mesma até meus pais, pois não sabia se a mesma estava bem, no fim adotei a mesma como minha filha e a amo como se ela tivesse nascido de mim.

Fico um bom tempo acariciando seus cabelos, até que a mesma se remexe, virando sua cabecinha para o lado e para o outro, ela abre seus lindos olhinhos verdes, sorrio para minha pequenina que leva suas mãozinhas gordinhas em seus olhinhos, ela bocejo e resmunga um pouquinho.

– Bom dia… amor da minha vida. - falo para a mesma com voz de bebê, a mesma segue o som da minha voz, ela me olha e sorri seu sorriso com alguns pontos brancos.

Eloise boceja mais uma vez, o que me faz rir levemente.

– Ainda está com soninho, minha bonequinha? - pergunto já sabendo que não obteria resposta, ela apenas me olha e leva sua mão em sua boca, isso significa que está com fome.

Me sento na cama pegando Eloise em meu colo, a ajeitando para que fique confortável. Como uma loba, consigo fazer meu corpo produzir hormônios para produzir leite, sem precisar tomar remédio, abaixo a alça esquerdo do meu pijama, deixando seio amostras, coloco sua boca em meu seio, ela logo começa a sugar meu leite, a mesma coloca sua mãozinha gordinha, em cima do meu seio e olha em meus olhos enquanto suga o leite, pego sua mão me abaixo para encontrar meus lábios em sua mãozinha, sorrio para minha pequena, enquanto ela se deliciava com seu café da manhã.

Depois de um tempo, a mesma para de sugar e solta o bico do meu seio, coloco ela em pé em meu ombro e bato em suas costas para que ela arrotasse.

Eloise ao arrotar, beijo o topo de sua cabeça e me levanto da cama junto com a mesma, vou em direção ao meu banheiro, deito a mesma em seu trocador, que tenho em meu banheiro, antes de tirar suas roupas, para lhe dar um banho, escovo meus dentes. Depois disso, tiro meu pijama e tiro as roupas da mesma, dou um banho nela que solta varia risadinha, pois a mesma adora água e de tomar banho.

Depois de lhe dar banho, enrolo a pequena em uma toalha felpuda e a coloco em bebê conforto, que tenho em meu banheiro para quando preciso dar banho nela junto comigo.

Tomo meu banho rapidamente, saio me enrolando em uma toalha, pego minha pequena e beijo sua cabeça levando a mesma para meu quarto, coloco Eloise em cima da minha cama, seco todo seu corpinho e coloco uma fralda nela, rodei minha cama com travesseiro para que ela não caia de minha cama.

Vou rapidamente para meu closet, pego um conjunto de lingerie preto rendado, uma shorts preto de tecido com alguns detalhes rendados e uma blusa de alcinha branca rendada e volto para meu quarto, Eloise está olhando para o teto, me visto rápido para poder pegar minha filha de cima da cama e levá-la para seu quarto para colocar uma roupa.

Saio do meu quarto indo para o dela, quando entro no mesmo coloco-a em seu berço, vou até o seu closet e escolho uma roupinha para ela, volto para o quarto dela e visto minha princesa. Quando término de vesti-la, pego a mesma no colo e sai do quarto, desço as escadas indo direto para a sala de jantar.

Entro na sala e praticamente todos já estão sentados tomando café.

– Bom dia. - desejo a todos.

– Bom dia. - todos respondem em coro.

– Oi, coisa linda da Vó. - minha mãe fala para Eloise, quando sentei ao seu lado, a mesma solta sua linda gargalhada para minha mãe. - pelo visto vocês dormiram junta. - fala voltando a tomar seu café.

– Dormimos. - respondo pegando a jarra de suco de laranja e despejando no copo. - sabe que de vez em quando, gosto de levá-la para dormir comigo. - argumento.

– E como eu sei. - mãe fala me fazendo rir.

Começo a comer e em quanto comia, dou um pouco de fruta para Eloise, que soltava seus barulhinhos de bebê.

– Bom dia família. - Liam fala animado, entrando na sala de jantar, junto com Hayden, ele se sentando ao meu lado e Hayden ao seu.

– Bom dia. - Hayden fala para todos.

– Bom dia. - todos respondem.

– Ahhhh! - Eloise grita, chamando atenção de Liam.

– E ai princesa do Tio. - Liam fala fazendo cosquinhas em sua barriguinha, fazendo a mesma gargalhar.

– HAHAHA! - Eloise gargalha feliz.

– Tenho que ir para estábulo, então preciso que alguém distraia a Eloise. - falo.

– Posso ficar com ela. - Hayden fala. - sabe que sempre pode contar comigo para cuidar dela. - diz olhando para mim.

– Eu sei. - respondo. - mas não gosto de ficar pedindo favor, até porque, ela é minha responsabilidade.

– Filha… - mãe me chama. - não tem que ter medo de pedir ajuda de vez em quando, ela não deixará de te amar, nem mesmo você. - fala sorrindo para mim.

– Obrigada, mãe. - falo para ela sendo sincera.

Término de tomar meu café e entrego Eloise para Hayden, vou para meu quarto, para colocar minha roupa de montaria, desço as escadas indo para os meus afazeres.

 

[…]

 

Ontem, meu pai recebeu três cavalos novos, uma Égua e dois Cavalos, a éguas é bem arisca, meu pai a resgatou de um lugar que fazem corrida de cavalos e que maltratava a mesma, pois ela tinha alguns machucados nas patas e em alguns lugares de seu corpo, como a égua estava machucada, ela seria sacrificada, mas meu pai decidiu comprá-la, os outros dois cavalos foram resgatados de um homem que os maltratavam, quando chegaram na fazenda, estavam com alguns machucados pelo corpo e desidratados, todos eles foram levados direto para enfermaria, onde se cuida de todos os cavalos que ficam doentes ou machucados.

Vou para onde a Égua selvagem está, apenas eu ela deixa se aproximar, para que possa cuidar de seus machucados, mesmo não sendo perita, cem por cento, em cuidar de ferimentos de cavalos, mas o resultado foi muito bom, meu pai e meu irmão Troy, não conseguiram se aproximar dela, nem mesmo o Luke, Stephen ou Robert conseguiram, muito menos Jace e Alec que são ótimo nisso.

– Bom dia, Luke. - desejo ao avistar o mesmo, que está parado em frente ao curral, onde acalmamos os cavalos.

– Bom dia senhorita, Fairchild. - o mesmo me deseja sorrindo brincalhão, reviro os olhos, pois ele sabe que odeio que me chame de senhorita Fairchild.

– Muito engraçado Luke. - falo irritada, o mesmo apenas ri. - como ela está? - pergunto me referindo a Égua.

– Ela está bem agitada. - Luke responde, o que me faz suspirar. - ela precisa tocar os curativos. - me informa.

– Tudo bem. - respondo. - vou no estábulo, pegar o que preciso e volto para trocar os curativos dela. - digo sorrindo para ele.

– Certo. - Luke respondo.

Vou para onde cuidamos dos cavalos doentes. Ao entrar, encontro Robert examinando a Égua da minha mãe, Viúva Negra, ela acabou pegando um resfriado, então, está sendo observada e isolada dos outros cavalos para não ficarem doentes também.

– Bom dia, senhor Lightwood. - desejo para o mesmo, ele se vira e sorri para mim.

– Bom dia, Molly. - ele me deseja. - e já disse para não me chamar de senhor, já disse que pode me chamar de Robert. - fala.

– Perdão. - peço. - força do habito. - sorrio amarelo.

– Tudo bem. - Robert diz sorrindo.

– Como a Viúva está? - pergunto me referindo a Égua da minha mãe.

– Está quase cem por cento. - Robert responde. - mais essa semana e ela poderá voltar a ficar com os outros cavalos. - diz.

– Fico feliz em ouvir isso. - digo sorrindo para ele. - bom, vim porque, Luke disse para trocar os curativos da égua. - falo.

– Ah sim… - Robert fala. - tentei fazer isso para não incomodá-la, mas a Égua não me deixou chagar perto. - diz me fazendo suspirar.

– Pelo visto ela vai dar muito trabalho. - digo em um suspiro. - só me pergunto o que fizeram com ela, para ser tão arisca dessa maneira. - falo.

– Também gostaria de saber. - Robert fala. - não consigo me imaginar machucando essas criaturas. - diz acariciando Viúva Negra.

– Nem eu conseguiria fazer isso. - digo para o mesmo. - sabe vou conversar com meu pai. - falo pensativa.

– Sobre o que? - Robert pergunta, mas depois. - ah… - ele fala e sorri. - você vai ficar com a égua, não é? - me questiona, sorrio para ele.

– Você sabe que sim. - respondo e não deixo ele continuar. - sei tenho muitos cavalos, mas algo me diz se meu pai for dá-la, ou vendê-la, para alguma fazendo, ou sítio, ela não vai se adaptar. - falo sendo sincera.

– Nesse ponto, você tem razão. - Robert fala.

– Razão em quem? - Stephen fala entrando no estábulo.

– Estávamos falando da égua arisca. - digo para o mesmo.

– Ah... - Stephen responde. - deixe-me adivinhar… você ficará com a égua? - questiona.

– Bom, sim vou ficar com ela. - falo sorrindo. - acho que a única coisa que ela precisa é de amor e carinha, assim, como dou aos meus outros cavalos. - digo olhando para a égua que está andando em círculo em seu curral.

– Você sempre é amorosa com seus animais. - Robert fala.

– Bom, pode me dar as coisas para fazer os curativos dela. - peço olhando para o mesmo.

– Tome. - ele me entrega uma caixinha para trocar os curativos da mesma.

– Se importa se eu pegar uma escova para pentear crina dela? - pergunto quando pego a caixa.

– Não, tome aqui. - ele me entrega a escova para pentear crina da égua.

– Obrigada. - agradeço.

– Magina. - Robert fala sorrindo para mim.

– Até mais Stephen... Robert... - falo acenando com minha cabeça.

Saio do estábulo indo ao curral, onde a égua está. Antes de entrar olho para a mesma que percebe minha presença, sorrio para ela, pulo a cerca, vou em sua direção em passos lentos, a égua se afasta por estar com medo.

– Ei… calma garota. - falo com a voz baixa, esticando minha mão para ela saber que não vou a machucar.

Levou, alguns minutos para ela abaixar a guarda e me deixar aproximar mais dela, levo minha mão em seu focinho, a mesma sente meu cheiro.

– Viu não vou lhe machucar. - falo olhando em seus olhos. - vim trocar seus curativos… - digo acariciando seu focinho. - não se preocupe vou ser o mais delicada possível.- falo para acalmá-la.

Me afasta um pouco da Égua, vou onde a mesma está com os curativos, ela deixa trocá-los sem agitar-se, como na primeira vez, ao terminar me afasto ficando em sua frente.

– Prontinho. - digo sorrindo para a mesma, que vem até mim ficando com sua face perto da minha, acaricio seu focinho indo até sua cabeça. - boa menina… - falo tirando uma maçã da minha pochete média, estico a maçã para a mesma. - ela toda sua. - digo sorrindo.

A Égua pega a maçã e come.

– Ihhhhhhh. - a égua faz toda feliz.

– Que bom que gostou. - digo sorrindo. - também trouxe isso. - falo tirando a escova da pochete, a mesma se assusta dando passos para trás. - calma… - digo para a mesma. - é apenas uma escola para pentear sua crina. - explico. - mas se não quiser, tudo bem. Não tem problema. - falo olhando para ela que aparentemente entendeu o que estava dizendo.

Ela se aproxima querendo dizer, que poderia escová-la, sorrio animada, começo a pentear a sua crina com bastante calma para não machucá-la e assustá-la, enquanto faço isso, fico pensando em um nome para ela, a égua é bem branca com a neve, penso em um nome forte.

– Afrodite. - falo em voz alta, a égua mexe suas orelhas e vira sua cabeça para mim. – gostou do nome? - pergunto sorrindo gentil para ela.

– Ihhhhhhh! - a mesma relincha aprovando o nome dado, sorrio com isso.

– Então te chamarei de Afrodite. - digo super-feliz. - bem-vinda ao novo lar Afrodite. - falo olhando para a mesma.

– Molly! - escuto alguém me chamar, viro para saber quem está gritando.

Vejo Jace e Alec do outro lado da cerca, faço sinal para esperar, o mesmo concorda com a cabeça, volto minha atenção para Afrodite que está tensa.

– Não se preocupe. - falo para ela que vira sua cabeça para me olhar. - eles são amigos, não vão lhe machucar. - digo. - se quiser pode vir comigo. - falo indo até onde os meninos estão.

Os dois estão me esperando.

– Bom dia, rapazes. - falo sorrindo para eles.

– Bom dia, Molly. - Jace deseja sorrindo.

– Bom dia. - Alec fala. - como a Égua está? - pergunta preocupado.

– A Afrodite está bem. - respondo me sentando na cerca, já que a mesma é de madeira.

– Afrodite? - Jace e Alec questionam.

– Você deu um nome para a Égua? - Jace pergunta, reviro os olhos.

– Não Jace, dei nome para uma flor. - respondo com ironia, o mesmo levanta sua sobrancelha.

– Muito engraçadinha. - Jace fala cruzando os braços.

– Sempre sou. - respondo sorrindo debochado para ele, amo alfinetar Jace e ele adora me provocar.

Antes que vocês falem alguma coisa. Jace e eu nos consideramos irmãos, sem segundas intenções, até porque a sua alma é ligada com a da minha prima, Clarissa.

– Pelo visto, você ficará com a Égua. - Alec fala convicto de sua afirmação.

– Vou. - respondo. - conversarei com meu pai na hora do almoço. - digo. - não acho que se mandarmos, a mesma para uma fazendo, ou para qualquer outro lugar, ela não se adaptará.

Os dois me olham para depois olham para a Égua, me viro para encará-la, a mesma está nós observa de longe.

– Acho que ela tem medo. - digo de repente, mudando de assunto.

– Medo de que? - Jace questiona.

– Acho que onde ela vivia antes, eles machucavam-na bastante. - digo voltando a olhar para os dois. - creio que ela só se dá bem com mulheres, do que com homens. - falo incerta.

– Isso é loucura. - Jace fala.

– Até que faz sentindo. - Alec concorda comigo, Jace o olha com se fosse louco.

– Você também não, né Alec. - Jace resmunga ao falar.

– Pense bem Jace. - Alec fala. - quando todos nós nos aproximamos dela, ela foi agressiva, não deixa chagar perto, mas quando Molly tentou e a Égua acabou cedendo. - o mesmo aponta, Jace suaviza a expressão. - parece até o Apolo, quando chegou aqui. - comenta me fazendo resmungar.

– Tire Apolo dessa história. - digo irritada, faço os dois gargalharem.

Apolo é meu cavalo favorito, amo todos os cavalos da fazenda, mas ele é meu xodô. Além do mais, o mesmo só se dá bem comigo e com o Alec, mas só quando preciso que ele pegue-o no estábulo. Pollo como chamo-o, foi resgatado faz quase dois anos, o mesmo estava na estrada, entre a vida e a morte, eu o levei para a fazenda e cuidei sos seus machucados, meu menino foi muito forte acabou que criamos um vínculo forte. Quando ficou bom, meu pai e meu irmão Troy tentaram amansá-lo, mas não conseguiam fazê-lo, pois o mesmo não deixava chegar perto, foi quando intervim, comecei a domá-lo com amor e paciência, até que um dia consegui montar nele, apesar de somente eu poder montá-lo, ele não se importa se meu pai ou qualquer outra pessoa o selarem e cuidarem dele quando não posso, a única coisa que Pollo não deixa é que monte nele. Ele também é bem temperamental, as vezes quando está de péssimo humor, sou a única coisa que o deixa menos irritado, ele ama quando toco violino, sei é estranho, mas o mesmo adora, não somente ele, mas como todos os cavalos, foi por isso que gravei um CD, com o som de violinos tocando.

– Você não pode negar que os dois têm o mesmo temperamento, quando chegaram aqui. - Jace fala, me fazendo revirar os olhos, ele começa a rir da minha cara.

– Ah… Molly. - Alec fala olhando para além dos meus ombros, me viro para olhar, onde o mesmo está olhando.

Afrodite está vindo em minha direção, com cautela provavelmente com medo de se aproximar, sorrio para incentivar-la, a mesma vem em nossa direção com calma. Ela chega mais perto de mim, olha para os meninos que estão parados só olhando para ela. Afrodite analisa os dois, sentindo o cheiro deles, olha para suas orelhas que estão reta, sorrio para ela que relaxa um pouco, mas não totalmente.

– Viu ela é um amorzinho. - digo fazendo carinho em sua cabeça ossuda.

– Não sei como você faz isso. - escuto Alec fala, olho para ele sem compreender.

– Do que você está falando? - pergunto me fazendo de desentendida, pois sei do que ele está se referindo.

– Você sabe do que Alec está falando. - Jace me provoca, Afrodite olha para ele e fazendo barulho irritada, o mesmo dá um passo para trás, rio pelo fato dele está com medo.

– Não sei como consigo fazer isso, mas acho que tem a ver com minha beleza. - brinco rindo, o mesmo revira os olhos. - mas falando sério, não sei, mas acho que deve ser meus talentos, um deles deve ser o motivo de consegui a confiança dela. - digo incerta.

– Ta certo. - Jace fala.

– Vamos para o estábulo. - Alec fala deixando o assunto anterior de lado. - quer que eu sele Apolo e trague-o para você? - pergunta, penso por um instante, meu objetivo não era cavalgar, mas pensando na oferta dele.

– Pensando na sua oferta, vou aceitar. - falo sorrindo para ele.

– Ta certo, já volto com Apolo. - Alec fala. - vamos Jace. - chama-o.

Os dois se distanciou e me lembrei de uma coisa.

– Pode trazer maçãs, também?! - peço falando alto para Alec escutar.

– Pode deixar! - Alec grita.

Depois disso, eles foram para o estábulo, onde todos os cavalos que são nossos ficam, volto minha atenção para a Afrodite que está me encarando, sorrio para a mesma.

– Apolo é um dos meus cavalos. - explico para ela. - mas ele é meu xodó. - digo.

– Ihhh. - faz seu barulho, sorrio para ela.

– Ele é bem ranzinzo, não vai com todo mundo apenas comigo, meu pai, tio Stephen ou com o Alec… - conto para ela. - ele se dá bem com a Jasmine, minha irmã mais nova. - falo.

– Ihhh. - Afrodite fala, suas orelhas ficam reta mais uma vez, ela olha para frente e sigo seu olhar.

– Nossa eles foram rápidos. - digo mais para mim do que para a égua, Alec e Jace estão montados em seus cavalos.

Alec está montado em Atlas, sua raça é Puro-sangue Inglês, seu cavalo é caramelo com um macha branca em seu focinho, já Jace está montado no Major, seu Quarto de Milha que é marrom achocolatado. Alec está segurando as rédeas de Apolo, que é Quarto de Milha, ele é um cavalo grande e robusto, apesar de sua raça, ele é um cavalo negro feito carvão, seu olhos são de um preto brilhante, que me fez não desistir dele.

Olho para Alec, para que o mesmo entendesse, que poderia soltar as rédeas do mesmo, assim ele o fez, Pollo vem até mim, mas para no meio do trajeto e olha para além de mim, tenho certeza que está olhando para Afrodite atrás de mim, ela é da mesma raça de Apolo e do Major.

– Nem vem vocês dois. - digo resmungando. - amo os dois igualmente, assim, como os outros. - falo.

– Ihhhh… - Afrodite faz seu barulho.

– Ihhh… - Apolo resmungo.

– Não resmunga… - falo olhando para Apolo, sorrio de canto.

Apolo olha para Afrodite, olho para trás e a mesma está olhando para ele diferente, sorrio de lado, já entendeu seu olhar.

– Bom tenho que ir. - falo olhando para a Afrodite. - Alec! - grito seu nome, que me joga uma maçã. - tome. - entrego a maçã, ela come rapidamente.

Pulo da cerca, aterrorizando no chão indo até Apolo, subo no mesmo e pego uma maçã que tem sua bolsa, dou-lhe uma, logo pego mais outra e jogo para Afrodite.

– Mais tarde venho vê-la. - digo piscando.

– Ihhhhhhhh. - a mesma relincha, rio de seu jeito.

Puxo as rédeas de Apolo para a direita, indo ao encontro para os meninos.

– Onde vocês estão indo? - pergunto curiosa.

– Vamos ver com estão as plantações. - Jace responde.

– Entendi... - falo. - então, não irei com você. - digo. - se precisarem de mim, estarei na canil, vou ver como estão meus peludinhos. - falo rindo.

– Então tá. - Jace e Alec falam.

– Até mais tarde, meninos. - grito para os dois.

Apolo e eu, fomos para o canil resolver algumas coisa e ajudar o pessoal por la.

 

Pov. Jonathan

Olá me chamo Jonathan Anthony Swan Cullen, sou o filho caçula, tenho um irmão que se chama Thiago Anthony Swan Cullen e uma irmã que se chama Renesmee Carlie Swan Cullen. Minha mãe biológica se chama Bella Swan Cullen, vou contar um pouco sobre minha história.

Quando minha mãe era humana, ela engravidou do meu pai, Edward Cullen que é um vampiro, durante sua gestação, a mesma ficou muito debilitada e quando o parto aconteceu, nascemos. Nosso pai teve que a transformar logo depois em vampira para que pudesse sobreviver. O que ninguém esperava e não sabiam, que era três bebês e não apenas um, quando nosso avô viu três sacos amnióticos, ficou chocado, assim, como nosso pai. Depois de três dias, finalmente nossa mãe acordou, ela nós conheceu, ficou chocada, mas feliz, por ter carregado três bebês e ter sobrevivido.

Resumindo, somos filhos de uma humana e um vampiro, significa que somos híbridos, meio humano e meio vampiro, mas vamos falar mais sobre mim, tenho já trinta e dois anos, mas aparento ter uns dezessete a dezoito anos. Atualmente, estamos morando no Alasca com os Denali, nossa outra metade da família, meus pais têm uma casa só deles, com quatro quartos, um para cada filho e um para eles, não que eles durmam no quarto, mas prefiro não pensar muito o que fazem.

Como os vampiros têm talento extraordinário, não sou diferente, até porque minha mãe possui um escudo físico e mental, meu pai é um leitor de mentes, no meu caso, sou um pouco parecido com minha mãe, pois também possuo um escudo mental e físico, mas a diferença dela, posso bloquear qualquer coisa até mesmo o talento de Eleazar, que identificar talentos de outros vampiros, o mesmo não consegue identificar meu talento ao menos que eu permita, consigo mover meu escudo para proteger outras pessoas, mas só consigo expandi-lo com a ajuda das minhas mãos, tenho um outro talento que somente sei, tem a ver com a auria de outras pessoas, sei distinguir quem é bom e quem é mal.

Meu irmão Anthony, seu talento é a telecinese, o mesmo consegue mover qualquer objeto usando apenas a mente, já minha irmã Nessie é o contrário de nosso pai, em vez de poder ler mentes, ela pode mostrar o que está passando em sua mente, apenas quando toca na pela de outra pessoa.

Nesse momento, estou olhando para o teto, divagando em meus pensamentos, com ando fazendo nessas últimas meses. Faz quase três meses, que ando tendo os mesmos sonhos, as vezes ele muda de cenário, mas sempre é do mesmo jeito.

 

_Sonho On_

Estou em uma clareira cheia de flores rosa, roxa e branca, quando respiro fundo, consigo sentir o aroma maravilhoso das flores.

Na mesma clareira ao centro dela, tem uma garota em pé de costa para mim, com seus lindos e longos cabelos ruivo, a mesma está estendendo uma toalha no chão para poder se deitar nela para não se sujar de terra. A garota se vira e sorri para mim, dessa vez consegui olhar suas feições, ela tem olhos verde-esmeralda, seu rosto possui varia sardas que deixa um toque delicado a sua beleza, seu sorrio é lindo.

– Você não vem, meu amor? - a garota pergunta de uma maneira doce sorrindo para mim, franzi a sobrancelha. (fora do sonho JA.: porque ela me chamou de “Amor”? Ninguém nunca me chamou dessa maneira. -  ele pensa consigo mesmo.)

Sorri para a mesma como se a conhecesse, caminho em sua direção, a abraço e beijo seus lábios.

_Sonho Off_

 

Sempre que beijo ela, mesmo não conseguindo ver seu rosto acordo, penso em todos os cenários e acontecimento dos meus sonhos, me questiono quem poderia ser essa garota, que anda invadindo meus sonhos com frequência, saio dos meus desvaneio com duas batidas na porta.

– Pode entrar, mãe. - fala já sabendo que é ela, levanto me sentando na cama, apoiando minhas costas na cabeceira da cama.

– Bom dia querido. - Mãe me deseja sorrindo.

– Bom dia. - respondo, retribuo seu sorriso.

– Dormir bem? - Mãe pergunta vindo até mim, se senta na beira da minha cama.

– Sim. - respondo. - tirando o fato de sempre está sonhando, o mesmo sonho. - digo suspirando.

– Não tem que se preocupar. - Mãe fala. - pode ser, que os sonhos que esteja tendo, tenho um significado, que mais para frente fará sentido. - diz sorrindo.

– É... você tem razão. - digo sorrindo para ela.

– Agora levanta e desça para tomar café. - Mãe fala, dando um beijo na cabeça.

Apesar de trinta e dois anos, minha mãe nós trata como se tivesse bem menos, não só a mim, mas com meu irmão e minha irmã. Levanto da cama indo em direção ao banheiro, para escovar os dentes e tomar um banho rápido para despertar. Saio do banho e vou para meu closet para me vesti; pego uma calça jeans preta rasgada no joelho, um moletom de capuz branca e um suéter azul-marinho, vou até minha sapateira e pego uma bota preta de cadarço.

Antes de sair do quarto. olho no espelho e dou uma leve ajeitada em meu cabelo com meus próprios dedos. Saio do quarto e desço as escadas indo em direção a cozinha, onde meus pais estão, junto com meu irmão, minha irmã e seu namorado, Jacob.

– Bom dia. - desejo me sentar ao lado do meu irmão.

– Bom dia. - eles fala ao mesmo tempo.

Pego a jarra de suco que está em cima da mesa, coloco no copo, pego pão que tem na cesta, corto o mesmo, passo geleia de morango, antes de morder o pão, sinto olhares sobre mim.

– O que? - pergunto sem entende o motivo de estarem me olhando, pai ri.

– Eles querem saber sobre o sonho dessa noite. - pai fala lendo a mente deles, ele dobrando o jornal que estava lendo, reviro os olhos.

– Se eu soubesse que ficariam me enchendo, por causa dos sonhos, não teria nem contado. - digo mordendo o pedaço do meu pão.

– Nosso irmãozinho, só queremos saber o que você sonhou desse vez. - Nessie fala olhando para mim com seus olhos de boneca, reviro os olhos.

– Para você estar desse jeito, o sonho foi o mesmo de sempre. - Anthony fala.

– Mais ou menos. - respondo me lembrando dá garota.

– E o que sonhou dessa vez? - pai pergunta em um tom preocupado, mamãe se senta ao seu lado para escutar também.

– A mesma coisa de sempre… - respondo. - estou em uma clareira com varias flores ao meu redor, tem uma garota no centro dela… - conto.

– E o que tem de diferente das outra vezes que sonhou? - Jacob questiona. - até porque você acabou de descrever, o mesmo lugar que sempre sonha. - diz, reviro os olhos.

– A diferença é que consegui ver o rosto da garota. - falo olhando para meu copo de suco. - das outras vezes, sempre tinha um brilho que me impedia de ver seu rosto, - conto e antes que falassem algo. - mas não como se ela fosse uma vampira. - explico rapidamente.

– Como sabe, que ela não é uma vampira? - Nessie questiona, suspiro.

– O sonho parece ser tão real… - digo. - pelo fato de parece que somos… - não completo.

– Namorados. - Anthony completo com sorriso debochado, coro pelo fato de ser tímido, quando o assunto é mulher.

– Tam…bém, ma..s é mais que isso. - gaguejo nervoso. - é como se... nós dois fossemos feito um para o outro. - digo olhando para longe.

– Mas você disse que conseguiu ver o rosto da garota. - mãe fala querendo dissipar o assunto anterior.

– Sim. - respondo.

– E como ela é? - Nessie pergunta empolgada.

– Ah… seus cabelos são ruivos, a cor de seus olhos é de um verde penetrante, ela tem sarda pelo rosto e deve ter uns dezessete ou dezoito anos. - relato sorrindo ao descrevê-la.

– Hummm… tem alguém apaixonado. - Anthony provoca, me fazendo desmanchar meu sorriso na hora.

– Anthony é apenas um sonho, vocês que perguntaram com a garota é. - digo em um resmungo.

– Ou talvez, não seja. - Jacob fala. - talvez, você seja com a Alice. - diz.

– Não, não sou com a tia Alice. - retruco. - deve ter alguma explicação para ter esses sonhos, sem sentindo. - falo.

– Filho… - pai chama minha atenção, viro a cabeça para olhá-lo. - não tem que se preocupar, deve ser apenas sonhos. - diz.

– É… - foi a única coisa que respondi.

O assunto do meu sonho foi deixado de lado, por enquanto, término de tomar café, assim, como meu irmão, irmã e cunhado. Depois do café, fomos para a casa dos Denali que não fica muito longe daqui, fui com meus pais de carro junto com meu irmão, já minha irmã foi com Jacob de moto.

Chagamos na casa dos Denali bem rápido, pai estaciona o carro em frente a casa e Jacob um pouco longe do mesmo, todos descemos do carro e fomos para dentro de casa.

– Bom dia. - todos nós falamos, ao entrar na sala.

– Bom dia. - todos respondem.

– E ai com foi a noite? - tio Emmett pergunta, me fazendo resmungar. - pelo visto, nem todos tiveram uma boa noite de sono. - diz gargalhando.

– Ainda está tendo os sonhos estranho? - Vô pergunta olhando para mim.

– A mesma coisa de antes. - respondo dando de ombro e não falando sobro o que vi.

– Dessa vez, ele viu o rosto da garota. - Jacob provoca me fazendo rosnar baixo.

– Ihhhh… nós conte como é a garota. - Emmett fala brincando como sempre, olho para Jacob como se quisesse matá-lo, mas respiro fundo já sabendo que não tinha saída.

– Ela é ruiva, tem olhos verde-esmeralda e tem sardas pelo rosto, aparentemente tem uns dezessete a dezoito anos - descrevo a mesma. - ela é um pouco mais baixa que eu, tem a pele branquinha, mas se não tivesse sentido sua temperatura e ouvisse seu coração bater, poderia passar-se por uma vampira. - digo, mas me arrependo no mesmo momento, pois todos me olhavam.

– Achei que fosse, apenas um sonho. - Rose fala olhando para mim.

– Espera, como você sabe que a temperatura dela é quente? - Emmett questiona, desvio meu olhar, pois sei que estou corado, então, o mesmo explode, dando sua famosa gargalhada estrondosa. - vocês já deram uns amassos. - ele fala rindo mais ainda, resmungo.

– Não… exatamente… - gaguejo.

Realmente, nunca tive um sonho quente com a garota, mas já nos beijamos várias vezes, mas a questão nem é essa, o fato de saber que ela é humana, por causa, que no sonho parece tão real, que quando a abraço, ou toco em seu rosto, sua temperatura é quente.

– Não sei se vocês vão acreditaram no que estou dizendo, mas é como se o sonho fosse tão real... - tento explicar. - sempre que toco no rosto dela, ou a abraço seu corpo é quente, parece a temperatura do Jacob. - conto.

– Mas é a primeira vez, que você vê o rosto dela? - Jasper pergunta.

– Sim. - respondo. - das outras vezes, seu rosto era embasado, não dava para ver com clareza, ou era como se a pele dela brilhasse, mas acho que era por causa do sol que ficava atrás de si. - digo pensativo.

– E o que estavam fazendo dessa vez? - Alice pergunta, suspiro melhor falar do que ficarem especulando.

– Estávamos em uma clareira, ela estava estendendo uma toalha no chão, depois se virou me olhou nos meus olhos, pude ver seu rosto, a mesma sorria para mim, me questionou se não me juntaria a ela. - conto. - por incrível que pareça, fui até ela e a beije. - digo.

– Na bochecha? - Nessie pergunta.

– Não. - respondo baixo.

– É isso ai sobrinho. - Emmett fala sorrindo maliciosa, Rose lhe dá um tapa na cabeça, meu pai e minha avó o olhando feio.

– Bom… - Eleazar fala. - deve ter algum significado.

– Mas é estranho ele começar ter esse sonhos. - Carmen diz.

– Se for algo que acontecerá… - Vó fala. - vamos esperar e pelo que parece, teremos um membro novo na família. - diz sorrindo, fico surpreso com o que ela acabara de fala.

Por um lado, o que ela disse, faz sentido, pois toda vez que estou com essa garota me sinto muito à vontade, e olha que sempre fui tímido com relação as mulheres, ao contrário do meu irmão que sempre joga seu charme para todas elas, sempre fui mais na minha, mas com ela me sinto feliz, como se a mesma fossa o amor da minha vida.

O assunto ficou de lado. Então, fui jogar videogame com meu irmão, tio Emmett e Jacob para distrair um pouco.

 

 _ Quebra de Tempo _

 

Depois do almoço, fui para a biblioteca para lendo um livro e me distrair um pouco, mas não consigo focar em minha leitura, pois não para de pensar na garota que anda invadindo meus sonhos. Saio do meu desvaneio quando a porta da biblioteca se abre e Anthony entra no ambiente.

– E ai. - ele fala me olhando. - vim saber se você não quer jogar videogame comigo e o Jacob. - diz. - Garrett, Emmett, Jasper, Eleazar, Vovô e o papai foram caçar. - conta.

– Não estou muito a fim. - digo desanimado.

– Qual é o problema? - ele pergunta.

Anthony e eu somos melhores amigo, contamos quase tudo um para o outro, diferente de mim, ele é muito solto extrovertido enquanto e sou introvertido.

– Não consigo tirar a garota da cabeça. - conto a ele que sorri.

– Isso não deveria ser um problema. - Anthony fala.

– Anthony! - digo seu nome. - estou tendo sonho com uma mulher que nem sequer existe. - esbravejo.

– De repente, ela até exista. - ele fala dando de ombro.

– Como? - questiono sem entendê-lo.

– Esqueceu o que a mamãe disse, hoje de manha. - o mesmo fala, me lembro vagamente o que nossa mãe disse. - que os sonhos que você está tendo, podem ter um significado. - diz..

– Mas para que propósito sonharia com ela? - questiono frustrado.

– Não tenho essa resposta. - Anthony fala sorrindo. - mas pode ser que ela, seja a sua outra metade, ou algo próximo a isso. - diz.

– Isso não me convenceu. - digo não acreditando muito no que meu irmão esteja falando.

– Pensa um pouco. - ele fala me fazendo, revirar os olhos, pois desde de que comecei a sonhar com essa garota, o que mais faço é pensar nela. - você contou que a abraçou e beijou ela, certo? - pergunta.

– A onde você quer chegar com isso? - questiona, sentindo meus rosto ficar quente.

– Pensa bem, você sente atraído por ela, seria a única explicação para você está sonhando com ela. - Anthony fala.

– Parando para pensar. - digo. - faz um pouco de sentido. - falo.

– Mas é claro que faz. - Anthony fala indo até a porta. - tem certeza, que não quer me ajudar a dar uma surrada no Jacob? - ele pergunta.

– Tenho. - respondo. - não estou muito a fim de jogar. - respondo

– Como quiser. - ele fala saindo pela porta e fechando logo em seguida.

Depois desse pequeno dialogo, penso melhor no que meu irmão acabara de dizer a respeito e ele não está errado. Será que a garota de cabelos ruivos e olhos verde, seja a minha parceira?

 

CONTINUA....................................

 


Notas Finais


A razão de Jonathan está tendo esses sonhos, é porque ele encontrará Molly ao decorrer da fanfic. Aí vocês me perguntam: Onde eles vão se encontrar? Eu te respondo. Será uma surpresa, mas vocês podem tentar adivinhar.
Já Molly não tem nenhum indício que encontrará com Jonathan, como puderam ver nesse capítulo.

Espero que tenha gostado do capítulo, ficara bem emocionante nós próximos capítulos.
BEIJOS!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...