História Almas Enclausuradas - Capítulo 3


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Categorias Dragon Ball
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Os fantasmas de Chernobyl


Fanfic / Fanfiction Almas Enclausuradas - Capítulo 3 - Os fantasmas de Chernobyl

BEM VINDOS AO INFERNO, a pichação escarlate está na parede encardida da taberna. Talvez seja sangue e não tinta. A escrita refere-se a cidadela e não ao lugar propriamente dito. O bafejo natural farfalha algumas folhas secas de cor bordô quebrando o silêncio mútuo com barulhinhos enxutos. Algumas latas de cerveja também se prontificam a rolar com desleixo no meio-fio do bar. Os ruídos metálicos indicam que ali é o primórdio de um cataclismo vindouro, e, isso, porque o silêncio ainda se impõe em meio a cidade prisão. Há algo de errado no vento, pois seu assobio é sombrio e melancólico; como outrora pós o acidente nuclear... o sussurro em sua agoniante mansidão, alega uma eminente tragédia. A rede elétrica havia sido desligada a pouco por motivos desconhecidos – desconhecido apenas para os vigilantes, pois a pessoa do beco sinistro bem sabe o motivo da falta de luz. Na calmaria do pez, o brilho da lua-cheia é ofuscado por nuvens chorosas que insistem num cenário sinistro providos por supostos monstros, mas que este pouco brilho ressalta aos olhos de muitos, cores cinzentas, as quais atribuem a mente dos que ali estão silhuetas indistinguíveis pairando em meio ao breu, como vultos fantasmagóricos – são os marginais se locomovendo no súbito negror. No mais, em frente ao barzinho, engolido pelas trevas noturnas, um contorno humanoide se recosta numa parede d’onde se diz o rabisco preto: “Abandone a esperança!” – e outros mais descrentes e conturbados em tons de rosa, roxo e azul. “Você já esteve no inferno para murmurar de seus problemas? Se está aqui, murmure!”, Olho por olho, dente por dente!!!”, “Se os bons me fazem isso, então o que fazem os maus?”.

  Meia-noite. Dia vinte e um, do mês três, do ano de dois mil e cinquenta depois de Cristo. Cidade prisão, Chernobyl.

 E em um piscar de olhos, se põe na extremidade do beco.

 Pelo topo vê-se um amontoado de lixo eletrônico ardendo em fogo, logo a frente. Está num prédio vitoriano de tijolos queimados de cor abobora com vitrais pequenos e enferrujados. E de longe ouve-se gritarias vindas de arruaceiros bem no rumo das chamas escaldantes. O gélido vento sopra contra seu rosto causando-lhe arrepios e desgrenhando teus cabelos castanhos garrido ao gris, de tal forma que os deixam mais despojados e modernos – como num modelo do início do século. Ele aperta o cigarro contra seus lábios assegurando de que ele não caia, o seu último. Ele cerra os olhos, também castanhos, quando sua mão direita proporciona um abrigo provisório paro o fumo. Tenta uma, duas e três vezes acendê-lo com um simplório isqueiro prateado... sucesso em seu ato no avivar de seu vício. O queimar do tabaco oferece-o o alaranjado do fogo que de longe, se ressalta na cegueira. E o filho pródigo volta ao lar..., pensa com deboche ao degustar com suas narinas o ar de moléstia neste pedacinho da Ucrânia.

 Levemente ele eleva seus dedos a um acessório em seus ouvidos e aperta com delicadeza. É um dispositivo semelhante a uma versão muito pequena e despojada de um headset póstero. Um encostar delicado, como na lógica do touch screen o varão profere com sua voz rouca ordens a seus neófitos pelo minúsculo e futurístico rádio comunicador embutido em sua orelha esquerda. Aparelho sensível a sons.

 – Mercenário, diga-me como estão as condições no hospital!

 – Senhor, não há nenhuma atividade suspeita. – diz o rapazote com certo receio no timbre de sua voz.

– Afirmativo, mantenha-me informado!

 Este é Briefs, Alan Briefs – o homem do pensar, da razão, do ser, da riqueza... ele protagoniza a vida. É manso quando lhe convém e bruto quando preciso. Possuí lábia e destreza, como também é egocêntrico, ambicioso e individualista sendo bem capaz de aniquilar qualquer um que lhe atravesse seu caminho, mesmo que ele possua laços com o indivíduo. Alan é postdoc em vários assuntos, tais como: astrofísica, mecânica quântica, biogenética e inteligência artificial. O exímio soldado. O cientista nato. O pai protético. O bom marido. O filho perfeito. O parceiro cuzão. Este é Briefs, Alan Briefs, o homem do saber.     

 O varão de meia idade desliga o rádio comunicador se alentando aos arredores violentos da cidade prisão, que no momento se faz estranhamente quieta. Nenhum ruído a não ser do queimar logo a frente e do assovio dos ventos glaciais. Os estalos do fogo de repente se tornam horripilantes, como o arder do inferno de satã. Briefs traga com força e profundidade o aliado do câncer pulmonar fitando o monte de fogo com olhos longínquos. Que faremos se recusarem a nos ajudar?, indaga-se em pensamentos ainda com o ardor da fumaça em seus pulmões. Briefs solta os vestígios do fumo lentamente aliviando seu sistema respiratório de tamanha tortura. A fumaça oscila na mais vaidosa dança enquanto fantasmas do passado escrevem em sua linha a mais terrível de suas lembranças; ele os ignora olhando o chão imundo aos seus pés. No que parece uma lágrima, vestígios de um mal presságio contidos nas amarras do arrependimento. Briefs está fadado ao mais intrínseco remorso de suas verdades e mentiras. Lhe pudera vir a misericórdia e o fazer esquecer do que havia feito, para que enfim, pudesse enfrentar a ele mesmo. Exorcizar seus demônios. Apagar o que se tornara. Deixar ir os atos passados a fim de repousar todos as ideias sobre ele, enquanto limpasse as escritas com suas mãos incertas. Em razão do que fora feito, recomeçaria novamente. Um homem mau merece perdão? Merece?

 Ele tragou mais umas três vezes olhando para o nada, tentando pensar em nada, lutando para não sentir nada, talvez sem toda sua riqueza e sabedoria ele fosse mesmo um nada... ou não.

 A calmaria é suspeita, de fato. De repente nem a brisa canta mais. Mesmo com cigarro acima da metade, o cientista joga a bituca no fétido chão e o apaga com a sola de seu coturno. O pisoteia com raiva e amargura, chora um pouco em seguida, pois já está farto de seu narcisismo e lhe amaldiçoa por ter uma filha com o mesmo fardo. E Bulma sofrerá como eu... e por sua culpa seu desgraçado, imundo, mal-amado!  Briefs abandona o beco que cheira a lixo e se dirige a um predinho lodoso logo a esquerda pouco se importando com os criminosos que o fita. Ele sabe matar e não pensaria duas vezes para fazê-lo. No súbito de seus movimentos, ele pula de vão em vão do edifício, apoiando-se até no letreiro laranja escrito: отель Сладкие сны (Hotel Bons Sonhos) – Alan mais parece um malabarista do Cirque du Soleil, com suas piruetas e muito mais. Já no alto da construção, bem próximo a fogueira, Briefs fecha os olhos e pronuncia bem baixinho de um modo que o vento leve o som para ouvidos certos:

 – Saiam de seus infernos! – e as baixas temperaturas subiram segundo a voz baixa do interlocutor.   

CORVUS OCULUM CORVI NON ERUIT, declama a ventania sombria e demoníaca vinda do leste de Chernobyl. São vozes abafadas pelo ódio. O berro agudo e sufocado vem do Leste juntamente ao vento. Na mesma fração de segundos as luzes se acendem numa tensão mais forte, brilhosa até demais.   O calor infernal vem junto com a ascensão da luz elétrica assim como os ruídos das correntes passando pelos fios de energia. Briefs sente um arrepio grotesco que transpõe da cervical a nuca presenteando-o com súbito desconforto. Adiante, nas chamas do lixo eletrônico, o fogo se torna tão alto a ponto de ser visto por cidades vizinhas causando espanto nos que ali estão. Inferno, onde fui me meter? Pensa aflito com as circunstâncias. A descrição é um pouco confusa, mas tentarei assim mesmo. É como um zumbir das majestosas abelhas, porém, mais aveludado e significativamente mais grave. O som do prover vindo de uma pequena luz branca que cintila em sintonia com o zumbido é de seu rádio comunicador o qual não para um segundo sequer de piscar e clamar por seu afago.

 Alan bem sabe o provir das atividades paranormais...

–S-sim... – suas mãos trémulas transpiram freneticamente e seus olhos lacrimejam como a de uma criança.

–Senhor, atividades suspeitas no hospital! – as interferências na comunicação são claramente paranormais, pois discursos de ódio para com o cientista são sussurrados... mesmo que imperceptíveis para alguns, Briefs os escuta. 

– Jura? Não havia percebido mercenário! – o tom sarcástico refere-se ao estranho acontecimento que presenciou, pois, o mercenário deveria ter dito antes para prepara-lo de um susto vindouro, porém não o fez. Esse tom, sem dúvida alguma, fora um modo duro e infeliz de se bronquear com o rapazote. – Aguardem-me do lado de fora, estarei aí em alguns minutos junto ao resto da equipe e por favor me escutem, pelo menos desta vez: Não entrem, por mais que se sintam vigiados e inseguros. Não escutem as vozes, por mais que pareçam com a minha ou de alguém que amam.  – há uma demasia de interferência via rádio, o mercenário mal pode ouvir o que o líder havia dito; as palavras foram picotadas antes da comunicação ser bloqueada por um zumbido longo e agudo. Briefs desliga o rádio com indelicadeza e maldiz as circunstâncias num sussurro imperceptível. Talvez, essa falha na comunicação poderá custar a vida de sua amada filha e do outro nem tão importante assim. Ele o maldiz novamente ao pensar nesta possibilidade. Percebe-se em seus olhos o temor. Nas mãos o tremor. No coração a angustia. E nas palavras a ânsia.

 Antes de partir, ele olha para a distante frase que está rabiscada na parede principal do boteco: BEM VINDOS AO INFERNO. 

 

Vê-se o Sarcófago a alguns miúdos metros do hospital, grandioso e tenebroso como sempre... o mesmo ar de catástrofe. De frente, uma construção em tons de coral e branco encardido mostra-se fiel a outrora catástrofe nuclear. Nada mudou no antigo Hospital de Chernobyl.  Os cinco andares se estendem em tristes janelas negras que ocupam boa parte da parede de entrada, pois ali jaz os quartos. De entrada, um puxado de concreto queimado pelo tempo tem como apoio ferros azuis colorados pelo laranja das ferrugens. Os vidros, quebrados. E de frente, como adornos macabros que contem histórias de demônios, árvores mortas juntamente a alguns ferros-velhos sobre concretos escuros e gramas secas. Tons de morte.  Certamente houve beleza neste esquecido lugar, certamente houve.

Olhos cansados e submetidos ao ceticismo perseguem quaisquer vestígios da esperança. Naquele momento a voz era do silencio dentre eles, os pueris mercenários – os que proveem dos antigos. Ela, a quietude agoniante, ulula a quem puder ouvir. Oportuna e bem-sucedida. As luzes choram num piscar horripilante. Após os gritos, cessou-se qualquer barulho no hospital e as luzes desfaleceram. Como havia dito, piscam apenas. Os dois ainda observam com desdém o lar dos loucos permanecendo quietos com seus pensamentos. Ambos despidos de suas fieis fardas, vestem roupas populares em climas apocalípticos, tais como em filmes hollywoodianos: Mad Max o melhor exemplo. São roupas de subculturas joviais no mais notável do punk, gótico e grunge. Precisam disto para se camuflarem e se parecem mais aos delinquentes. Eles dois se entreolham por um momento em busca de apoio moral, olhares que se vê em inexperientes, pois são. Eretos perante o lúgubre supro do concreto rachado que ziguezagueia o gramado bege, os mercenários proferem ao mesmo tempo: – Acho que alguém nos observa! – e suscitou grande arrepio em seus corpos. E de novo – como gêmeos: – Bom...

... a moça ergue a mão em protesto dando a vez a ela:

 – Isso também foi estranho! – olhou para baixo em um sorriso nervoso – O que ele disse? – se vira para o moço que está a sua direita para melhor analisa-lo.

 – Não pude escutar bem, tinha interferência demais. Foi algo do tipo: Entrem se sentirem vigiados e inseguros. Escute as vozes. – ele contou nos dedos cada detalhe. No entrar, fora com o dedo indicador. No escutar, com o dedo médio. No ajudar, com o dedo anelar.

 – Sério, isso? Que estranho... vozes?

 – Sim, sim... vozes!

 –Estamos inseguros e também sendo observados... vamos entrar!

 – Certo! O que pode nos acontecer?

 – Pois é! Somos crescidos e sabemos nos cuidar, além de fazermos parte do melhor grupo de elite tático entre os exércitos.

 Oh, Deus! Que fazem essas crianças? São frangalhos de corpos esguios e pouca musculatura, mancebos de pouca experiência em campo de batalha. Poderão deter os demônios submergidos nas profundezas de uma ira maquiavélica? De modo algum! Os passos são firmes e combatentes, como lhes foram ensinados no exército. Mesmo com a situação, não demonstram e nem exalam medo. Eles mais parecem dois robôs exauridos de seus sentimentos, programados apenas para o bom combate. Nas andadas pelo concreto, os barulhinhos de pedrinhas e vidros esmados por eles mesmo se fazem até a entrada, de fato isso os deixa mais atentos. Conforme se aproximam o cheiro de enxofre é eminente e carne pútrida, entretanto, ainda se desfazem de seus medos – algo tolo a se fazer, uma vez que o medo lhes protegerá. Quando enfim chegam a entrada, ambos entram duma vez só a fim de enganarem o preconceito, pois um ser em sã consciência não entraria em um lugar como este, até porque Chernobyl em certo período se fez uma cidade fantasma que guarda em sua memória aflições passadas daquele mórbido acidente nuclear.

 O ranger é da porta de entrada sendo aberta por Bulma que se depara com uma sala pouco iluminada. Os mercenários observam o lugar procurando perigo, mas nada parece fora do comum. Retirando suas armas de fogo ambos se põem em posição de alerta, tipicamente de soldados em campo de batalha – as duas mãos nas armas, flexionando um pouco os joelhos. O mercenário se dispõe a acender a lanterna na ponta de seu fuzil.

 – O cheiro de putrefação está mais perto e esse cheiro de... – murmura Bulma ao entrar com passos sorrateiros no hospital apontando sua submetralhadora calibre 50.

 – ... sangue! – completa seu parceiro apontando para um corpo logo a frente, forçando a luz branca revelar o horror.  

 – Merda! – a moça se põe a correr se aproximando o mais rápido possível do corpo. Próximo a ele, ela se abaixa tremula esticando os dedos indicador e médio. – Está morta! – alega ao checar a pulsação no pescoço. – Por Maxwell, parece que um animal selvagem a atacou... o rosto dela está desfigurado... seus membros arrancados... – sua voz é baixa.

 – E você ainda foi verificar pulsação? – Bulma em resposta, dá-lhe um olhar trivial e impaciente. – Tá, desculpa. Impulso? – ela o deixa a falar sozinho enquanto levanta chacoalhando a cabeça em inconformismo.

   Semelhante aos cenários de Silent Hill, eis que é a realidade deste hospital. Noutrora paredes azuis claros se faziam gloriosas, no agora, descasco negros que foleiam a parede como o camuflado das forças armadas. O alvo se fez bege em nuances escuras, do teto. E as ferrugens bem adornam todos os objetos de ferro. As cadeiras de espera, jogadas com descaso no jardim principal. Ali dentro resta apenas macas, camas, armários, utensílios médicos, livros, revistas, jornais... tudo numa fuzarca catastrófica. E o que é aquilo? Um balcão? Não, o resto de um com quinquilharias. O cheiro é de morte. O ar é de mau agouro.

 O frio é mais intenso nesse lado da cidade, neste hospital.

 Os mercenários se prontificam a andar e pouco se importam com o funesto cenário, prosseguem num corredor de luzes que piscam cercados pelas salas de atendimento de clínicos gerais ao lado e alguns bancos destruídos. Nas paredes placas que indicam o médico que estava de plantão na época trincados e deixados ao desmazelo de pós e ferrugens. O chão cinza de concreto queimado indica o caminho em que devem seguir.   

 – Estranho... – diz Bulma ainda andando na companhia de seu parceiro.

 – O quê?

 – Aquela mulher vestia o uniforme dos cientistas da RR.

 – Talvez seja uma infeliz coincidência, não acha? – seus olhos cinzentos procuram os dela, mas Bulma parece olhar para além das paredes como se elas guardassem terríveis segredos.  

 – Não, não acho! – afirma contorcendo os lábios, um típico afazer de sua boca quando sente cheiro de mistério.

 – Então, o que acha?

 – Acho que tem algo de muito errado por trás disso tudo, afinal o que os pesquisadores de Maki Gero fazem aqui? O que pesquisam? O que escondem?

 – Não sei, nem era para termos vindo, lembra? Briefs disse que não era de nossa conta! – lembrou-a a amiga que em inconformismo passa suas fortes mãos nas sujismundas paredes. O louro lhe lança um olhar repreensivo que é detido pela soberba da moça, Bulma o ignora. Ele despenteia o meão cabelo flavo afim de apaziguar seu nervosismo.   

 – Sim, Calloni, eu sei! Mas, pense bem: qual é a nossa maior preocupação?

 – Hum... a Guerra dos Mundos?

 – Sim, isso! Mas, por que meu pai viria aqui na prisão de Chernobyl? O que ele guarda aqui? O que Chernobyl teria para nos ajudar? Vamos subir aqui! – aponta para a escadaria a sua esquerda, empurrando-o com os ombros. Calloni a segue sem altercação consentindo a ela sua mais sincera atenção.

 – É verdade, sabemos que os invasores são fortes e que só um sobre-humano... Ah, meu Deus! Deus! – ambos param em meio a subida.

 – Exato, Calloni. Exato! Talvez aquelas histórias sobre a Revolução dos Não-Comuns sejam para boi dormir. – seus olhos são triunfantes e brilhosos. Os azuis de seus olhos se ressaltam perante as luzes desabrigadas da escadaria. Ela ergue o nariz de boneca forçando um nascer malevolente em sua boca rosa, é o sorriso de: eu bem que sabia!

 – Então quer dizer que... – Calloni arregala os olhos em espanto por desvendar a resposta.

 – Sim, eles estão aqui! Isso explica as paranomalias. – Bulma fecha os olhos como se fosse meditar deixando os lábios numa linha dura.

 – Então, o que faremos?

 – Simples, prosseguiremos. – e foi-se para o segunda andar, onde o antigo berçário e pediatria se encontra.  

 



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