História Almas gêmeas ( Itasaku ) - Capítulo 9


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Categorias Naruto
Personagens Asuma Sarutobi, Chiyo, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Kurenai Yuuhi, Mei, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Rin Nohara, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Itasaku
Visualizações 181
Palavras 3.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Atendendo a pedidos vai ai mais um capítulo.
Obrigada a todos os belíssimos comentários dirigido a história e também a mim.
Obrigada mesmo, pelo carinho.

Capítulo 9 - Destino


Fanfic / Fanfiction Almas gêmeas ( Itasaku ) - Capítulo 9 - Destino

Pov Sakura

Quero beija-la Haruno - ele pedia. Mas não tive coragem de responder.

Assim que ele afastou-se de mim eu tentei falar.

- Eu querooo

Mas saiu tão baixo que não foi audível por ele.

Como posso ama-lo se nem consigo chegar perto dele sem tremer.

Fazem exatamente duas semanas que não o vejo. As vezes desço para a cozinha bem tarde com esperança de ve-lo. Mas nada. Essa semana nem poderei ir visitar Naruto, ja que Hinata agora está morando lá. So me resta ficar aqui. Talvez ele fique em casa no fim de semana... eu tinha esperança que sim.

Fui desperta dos meus pensamentos pelo celular que tocava ao meu lado.

- Alô! Alô! Mas ninguém respondeu.

Desliguei e continuei estudando.

Novamente ele tocou.

- Alô! - falei uma única vez.

Era possível escultar a respiração de alguém, mas ninguém respondia então voltei a desligar.

Quando voltou a tocar eu perdi a paciência.

- Esculta...pare de ligar se não quer falar. Não gosto dessas brincadeiras. - falei quase gritando.

- É mesmo docinho.....

Assim que ouvir a palavra "docinho" meu chão se abriu.

- Que brincadeira e essa? Se não parar de ligar vou chamar a Polícia..

- Vai em frente docinho...talvez seja mais fácil para mim pegar você.

- Quem é você? O que você quer de mim.

- Ha-ha-ha-ha - a risada sombria daquele homem me causou calafrios.

- Vou fazer com você o que aquele desgraçado do seu pai fez com meu menino. Mas será bem piorrrr.

Desliguei o celular e fui para meu quarto.

O medo tomou conta de mim, ao ponto de não querer dormir.

Após aquele dia nunca mais voltei a ligar o celular, deixei ele na gaveta do criado mudo ao lado da cama.

Me sentir vigiada..não consegui mais sair da residência Uchiha sozinha.

Eu estava a alguns dias sem dormi direito. Mei me perguntava se eu estava doente.

- Estou bem princesa, só estou estudando muito.

Ela me olhava com certa dúvida.

- Esse fim de semana ficarei aqui. - disse a ela sorrindo.

Ela adorou.. passamos o sabado e o domingo juntas. Brincamos assistimos tv. Fizemos bolinhos..

Foi um fim de semana maravilhoso, mas ele não apareceu.

Na quinta-feira Mei acordou febril. Resolvir não ir para a faculdade, dei a ela antitermico mais nada da febre passar. Liguei para o pai dela duas vezes mas nada. Já passava das vinte e duas horas resolvir ligar novamente.

- O que houve Haruno? O que é tão importante para você me incomodar três vezes em um só dia. - rosnei.

- Desculpe-me senhor! Não tive a intenção, e que Mei teve febre o dia inteiro, e mesmo com os antitermicos a febre não passa. posso leva-la ao hospital? O senhor disse que... - Ele me intertompeu.

- Tá Haruno entendir. Mas não se preocupe, ligarei para o doutor Hatake, e ele logo estará ai.

- Obrigada senhor e mais uma vez....me desulpe pelo incômodo.

Como ele foi grosso. Eu só queria que ele soubesse da filha.

Uma lágrima rolou sobre meu rosto. Foi difícil sentir a rejeição dele.

Assim que o médico chegou eu o levei para ve-la.

Ele disse que era uma infecção na garganta e que o remédio que ele deixou resolveria.

Assim que ele voltar, contarei a verdade. Toda a verdade.

Sentei ao chão, e encostei a cabeça no colchão dela, e me rendi ao cansaço.

Quando despertei Itachi estava sentado a beira da cama de Mei.

Levantei caminhando até a porta.

Ele então me pediu para ir ao escritório.

Aquele lugar tinha o cheiro dele, encostei a cabeça no vidro da janela.

Ele está tão lindo...- pensei fechando os olhos tomando coragem. - Hoje contarei tudo.

Ele entrou me fazendo perguntas, mas quando eu respondia ele se irritava comigo.

Um homem entrou pela porta trazendo uns papéis.

Vi o rosto dele mudar de raiva para espanto. Ele levou alguns segundos lendo..

- Haruno? - ele me chamou.

- Você tem meia hora para sair da minha casa. E se chegar perto de minha filha novamente, mando prende-la. - ele falou do jeito mais cruel que já ouvir.

O chão se abriu pra mim.. será que ele descobriu tudo.

Ele disse outras coisas mais, mas não prestei atenção, parei no momento em que ele me mandou ir embora.

Ele jogou os papéis na mesa na minha frente.

E lá estava a foto de meu pai. O sigilo de justiça em que o caso estava sendo julgado.

Meu histórico.

Minha tentativa de suicídio.

Levei a mão na boca reprimindo o choro, mas não foi possível. Subir arrumei minhas coisas rapidamente .

Quando descir Chiyo e Lee me esperavam na sala.

- Sakura! O senhor Uchiha me mandou entregar a você.

É seu pagamento mensal.

E ele pediu para Lee revistar sua mala. Mas falei para que não fizesse.

Aquilo sim doeu. Ele acha que sou ladra. 

- Tudo bem Lee pode fazer. -coloquei minha mala no chão e a abrir.

- Senhorita Haruno Não farei isso. - ele falou constrangido.

- Tudo bem eu faço. - falei tirando todas as peças de roupas da mala. E repondo uma a uma. Pronto... não peguei nada.

- Ele me impediu de ver Mei, mas a senhora pode entregar a ela isso. - coloquei no meio da mão dela meu anel do humor. A última lembrança que tinha de minha mãe.

- E diga a ele que não quero isso. - devolvir o envelope que ela me deu há alguns minutos, juntamente com o cartão que ele me deu para despesas. E o livro que comprei com o cartão.

- Senhorita vamos eu a levarei para sua casa. - Lee estendeu a mão para pegar a pequena mala.

- Não precisa Lee, obrigada a todos. Por favor senhora chiyo. Entregue a Mei e diga a ela que sempre a amarei.

Era nove horas da manhã quando sair daquela casa. Tudo que sonhei se dissipou como poeira ao vento.

Aqui estou sentada em um banco no ponto de ônibus, somente com o dinheiro para uma passagem. Peguei o primeiro que passou, que me levaria ao Centro da cidade.

Minha última alternativa era Naruto, mas logo descobrir  que não tinha ido trabalhar por que estava com Hinata no sítio dos pais dela.

Sem ninguém...fiquei no banco da praça até o fim da tarde, sem comer ou beber nada,esperando o abrigo abrir. Me encaminhei para fila e esperei.

Aqui será minha casa agora. - pensei.

Conheci algumas pessoas que me ajudaram a ser voluntária no abrigo. Em troca eu poderia sair nos intervalos e entregar panfletos que me rendia algumas libras. Mas ao menos teria um lugar para voltar e dormir.

Foram cinco meses assim...tranquei a faculdade e continuei no abrigo. Não tive coragem de procurar Naruto. Mas sempre o via com Hinata. Parece que ninguém sentiu minha falta.

O que ganhava com os panfletos mal dava para manter as roupas limpas.

As vezes ia até próximo ao prédio onde fica o escritório de Itachi.

Eu o vi várias vezes pela manhã, ele estava sempre sorrindo, feliz.... Depois de seis meses resolvir parar de ir até lá.

Uma noite lendo os classificados vi a foto dele com Mei no jornal, em um evento beneficiente. Cortei a fotografia e guardei na minha agenda.

Foi isso que a vida reservou para mim? Sem família, sem amigos, sem amor. Eu deveria ter morrido naquele dia.

Ao fim do atendimento no abrigo, desenrolei meu colchonete e estiquei ao chão.

- Haruno? - a diretora do abrigo me chamou - Hoje é seu último dia. Se quizer dormi terá que esperar na fila como todos os outros.

Aflição foi a palavra que poderia usar para o que sentir.

- Tudo bem Senhora. Eu entendo. - tentava reprimir as lágrimas que se liberaram assim que meu rosto tocou o cobertor que eu fazia de travesseiro.

- Amo vocês - disse beijando a foto em minha agenda - boa noite - fechei a agenda e guardei.

Nem conseguir dormir. Logo após o café da manhã sair em direção a centro de distribuição dos panfletos. Mas todos haviam sido pegos.

Era hora do almoço. Estava faminta mas o único dinheiro que tinha era algumas moedas para emergência.

Tentei arranja algo pelas lanchonetes, mas ninguém estava precisando de funcionários.

Quatro da tarde, me assustei ao ver a grande fila ja formada.

- Droga! - me praguejei- devia ter vindo mais cedo.

Ainda faltava duas horas para abrir mas a fila estava bem grande, e a explicação era o frio.

Logo atrás de mim chegou uma senhora e uma menina de uns seis aninhos.

Quando finalmente abriu, a lotação terminou em mim.

- Desculpa senhora mais ja está lotado. - o porteiro disse a senhora que estava com a criança.

Olhei para trás e vi o desespero daquela mãe, ter que passar a noite ao relento com uma criança.

- Pode ficar com meu lugar senhora. - falei caminhando para fora.

Fui até o hospital e fiquei na sala de recepção. La dentro estava quentinho. Assim que ficou apenas eu na sala uma enfermeira me chamou.

Levantei indo até ela constrangida.

- Você espera por alguém? - ela perguntou curiosa.

- Não - respondir rápido - eu perdi o lugar no abrigo e la fora tá tão frio. Eu posso ficar ali no cantinho...eu prometo não incomodar ninguém.

- Ela me olhou com os olhos marejados e apenas disse sim.

Dez minutos depois a mesma enfermeira sentou-se ao meu lado com um copo de chocolate quente.

- Pegue! - ela estendeu o copo para mim - vai aquece-la.

- Obrigada senhora.

Fiquei ali por algumas horas..Olhei para a foto mais uma vez em minha agenda.

- Boa noite - falei fechando a agenda e a colocando na bolsa, como fazia todos os dias. 

Sentir alguém sentar-se ao meu lado novamente, mas não olhei para ver quem era.

- Está frio hoje não acha? - ele perguntou.

- Está sim. - respondir não querendo prolongar a conversa.

- Pena ter perdido seu lugarzinho no abrigo, facilitou as coisas pra mim docinho.

- fiquei sem conseguir respirar ao ouvir a última palavra que ele pronunciou.

- O que você quer? Eu não tenho dinheiro. - minha voz soava o puro pavor.

Tentei levantar e correr,mas sentir algo gélido encostar na lateral do meu corpo.

- Quietinha aiii. Se fizer qualquer bobagem eu puxo o gatilho. - ele ordenou passando a mão envolvendo minha cintura.

- Por favor! O que quer comigo?

- Quero mata-la. Uma vida por outra. Seu pai tirou a vida do meu filho, agora eu irei tirar a sua, mas antes vou me divertir um pouco, você ficou muito bonita docinho. - sua mão subiu por minha costa causando-me repulsa.

- Vamos...já está avisada. Se fizer bobagem morre aqui mesmo.

Fiquei desesperada quando começamos a caminhar até a saída.

Parece que agora é o fim pra mim...

Adeus Itachi. Eu amo você. - despedir-me dele em pensamento.

Um enfermeiro vinha empurrando uma maca com pressa.

Vi ali uma chance..

Me soltei dele passando por baixo da maca, como sou pequena foi bem fácil.

Corrir saindo do hospital entrando em um beco que dava para a rua principal. Algo me dizia para ir por ali. Ouvir um estalo e logo depois sentir meu braço latejar. Eu precisava chegar até a rua. Outro tiro foi desparado atingindo um depósito de lixo pelo qual acabara de passar.

- Se não parar docinho darei um certeiro na cabeça.

Não liguei, continuei correndo, olhei para trás e o vi bem próximo.

Itachi.....eu preciso tanto de você. - foi meu último pensamento.

Foram três passos que dei assim que sair do beco. Sentir o impacto do carro que mesmo freando a tempo jogou-me no chão .

Ali caida olhei para entrada do beco e vi aquele homem recuando para o escuro.

Queria ver quem estava me tirando do chão mas não consegui.

Fui posta dentro de um carro, sentir um cheiro tão familiar mais não conseguia identificar. Estava tremendo de medo e de frio.

Até que sentir dedos adentrarem entre os meus cabelos e fazerem um movimento em minha nuca que me acalmou derrepente.

Então olhei para cima e contemplei seu rosto aflito.

- Fique quietinha minha pequena. Está tudo bem agora. - sua voz era grossa mais gentil.

- Obrigada...Senhor Uchiha.

 

Pov Itachi


Assim que Sakura saiu de minha casa minha vida mudou completamente.

Logo que voltei Chiyo entregou-me o envelope que deixei para ela juntamente com o cartão que lhe dei outro dia.

- Por que ela não levou. - perguntei confuso.

- Ela disse que não era justo ela levar o dinheiro pois ainda estava em experiência. E já que não foi admitida.

- Ela também deixou esse livro. Ela usou o cartão para compra-lo.

Aquilo sim me impressionou.

Peguei o cartão e fui ver o quanto ela havia gasto.

Para minha surpresa o cartão foi usado uma única vez em uma livraria.

- Deus...o que fiz? - lamentava mentalmente. Por que fui tão estúpido com ela? 

Quase não via minha filha. Ela voltou a me ignorar ou melhor me odiar.

Passei a maior parte do tempo no escritório. Cheguei até a dormir lá algumas vezes. A casa trazia lembranças dela.

Sempre que chegava ao prédio lembrava-me dela. Era um sentimento tão bom que me fazia sorrir.

Quatro meses depois de sua partida as coisas voltaram ao normal

Trabalho,casa,trabalho. Uma noite fui ao quarto que ela ocupava. Ainda tinha o cheirinho dela.

Sem querer bati com o pé no criado mudo, e a gaveta se abriu. Um antigo aparelho celular estava ali.

Assim que liguei vi a foto no visor dela e de Mei juntas. várias mensagens chegaram.

Eram ameaças vindo de um único número. As mensagens recentes eram de Naruto.

Uma nova mensagem chegou derrepente.

- Sakura por favor onde você está. Porque não me retorna. Amanhã irei falar com Itachi.

Meia hora depois de chegar no trabalho Naruto entrou em meu escritório com os seguranças correndo atrás dele.

- Onde está Sakura, Itachi?

- Por que ela não atende e nem responde as minhas ligações. - ele tentava livra-se dos seguranças.

- Podem solta-lo. Eu cuido disso.

- Esse é meu ambiente de trabalho Naruto. Não um bar.

- E em relação a sua amiguinha. Já parou para pensar que ela pode ter trocado você por outro.

- Cale-se Itachi! - ele gritou.

- Senhor Uchiha Naruto! Assim que deve se referir a mim.

- Seu pai Itachi, merecia esse respeito. Mas você....

- Me diga onde ela está.

Ele me enfrentou de frente. Por que ele queria saber de alguém que nem ligava pra ele.

- Você conhecia o pai dela Naruto? - minha voz saiu como deboche.

Ele parou e levou as mãos aos curtos fios de cabelos.

- Você sabia não é Naruto. E mesmo assim mandou para minha casa a filha de um maldito assassino.

- Cala a boca Itachi! Não tem moral para falar do pai dela. - ele gritou alto fazendo eco.

- Então deu para defender criminoso Naruto. Sakura não passa de uma mentirosa. Mas também sendo filha de um assassino. Pois e isso o que ele é um....

Eu nem pude completar a frase Naruto me pegou pela gola da camisa acertando-me um soco certeiro.

- Ficou maluco Naruto? Posso mandar prende-lo. - limpei o sangue que ja escorria de meus lábios.

- Me diz onde ela está Itachi. É importante. - ele falou rendido.

- Por que não me contou a verdade Naruto? Por que os dois me fizeram de trouxa?

- Você sabia que o pai dela era um assassino.

- Itachi... pare! Por favor ela corre perigo..

- Do que está falando Naruto? - uma máscara de preocupação estampou meu rosto.

- Disso Itachi! - ele jogou em cima da mesa várias cartas ameaçadoras para Sakura.

- O que é isso?

- Elas chegavam todos os dias....Por isso pedir para que desse o emprego para ela. Eu achei que na sua casa ela estaria segura.

Olhei incrédulo para as horríveis ameaças.

- Quem é que está atrás dela? E por que defende tanto o pai dela. Ele mato...

- Ele matou o desgraçado que violentou e espancou a filha dele quase até a morte- ele gritou não contendo as lágrimas - ela foi estuprada Itachi, ela era só uma menina de oito anos que tinha sonhos, como todo mundo.

- O desgraçado era irmão da madrasta de Sakura. E agora o pai dele que saiu da cadeia, quer vingar o fililho estuprador .

Ali naquele momento me sentir o homem mais desprezível do mundo.

- O que eu fiz - o desespero tomou conta de mim. Meu chão se abriu novamente e dessa vez levou-me junto.

- Eu a despedi Naruto. Assim que fiquei sabendo sobre o pai dela. Eu não sabia. E Ainda a tratei como ladra.

- Ela adorava sua filha Itachi. Por que a tratou assim? - ele me repreendeu.

- Por que eu a amo. - soltei a bomba de uma única  vez - e doeu saber que fui engado.

Ele levantou-se caminnhando até a porta.

- É um jeito horrível de se amar não acha? - ele falou abrindo a porta.

- Naruto espere! Eu vou fazer de tudo para corrigir meu erro.

- Tudo bem Itachi. So espero que não seja tarde...

- Você também a ama, não é Naruto! - perguntei praticamente afirmando.

- Eu daria minha vida por ela Itachi -ele pronunciou antes de sair.

Aquela noite não conseguir pregar os olhos. No dia seguinte, contratei um investigador particular para acha-la. Mais nada. Já havia passado quase dois meses depois que descobrir tudo. Comecei a pensar o pior.

Há noite estava fria eram quase vinte duas horas. Olhei pela janela do escritório e era possível ver ao longe as luzes do centro cidade.

- Onde você está minha pequena? Por que não consigo acha-la. - meu peito doia com a possibilidade de ter acontecido algo há ela. Se pudesse voltar atrás....

Larguei o copo que tinha na mão  e peguei a chave do carro, mas quando ia sair Lee entra no lugar do motorista primeiro.

- O senhor bebeu Senhor Uchiha, não tem condições de assumir a direção.

Ahhhh! - Bufei.

- Vai procura-la senhor? - ele perguntou me tirando de meus pensamentos.

- Vamos tentar. Sinto como se ela estivesse precisando de mim. Como se algo me puxasse.

- Isso é amor Senhor Uchiha. - ele falou tirando um sorriso meu.

E ele estava certo. Eu sempre a amei. Mesmo sem jamais te-la tocado. Tenho uma necessidade de está com ela, que nem sei explicar.

Alguns minutos depois...

- Senhor essa parte da cidade é deserta. Não há acharemos aqui. - Lee falou preocupado.

Fechei os olhos e então disse:

- Pegue a segunda rua a direita Lee. - falei olhando para os lados. Eu podia senti-la ela estava perto.

- Pegue a principal agora.

Foi questão de minutos assim que ele virou a rua um vulto chocou-se contra o capô do carro, mas Lee conseguiu frear a tempo.

No chão, ela olhava em direção ao beco de onde acabara de sair. Seguir seu olhar e vi um homem alto de sobretudo escuro escondendo-se nas sombras.

Agachei e a peguei em meus braços. Sua roupa estava manchada com sangue. Ela tremia muito. Talvez de frio ou seria medo. Já em meu colo ela apenas aconchegou-se. Levei a mão a sua nuca repetindo o mesmo gesto que fiz quando entrei em seu quarto....alguns meses atrás.

- Fique quietinha minha pequena. Está tudo bem agora.

Ela me olhou e levou as mãos ao meu rosto. Sua voz estava falha e trêmula, mas escultei perfeitamente quando ela disse:

- Obrigada senhor Uchiha....


      Autora....


Uma antiga lenda diz que quando uma pessoa nasce os deuses amarram um fio vermelho (invisível) nos tornozelos dos homens e mulheres. A pessoa com quem estamos fadados a passar o resto da nossa vida, não importando a situação.

Acredita-se, que quanto mais longo for o fio, mais longe e tristes as pessoas destinadas estão. E Quanto mais curto for o fio, mais perto e mais felizes as pessoas destinadas ficarão. De acordo com a crença, não importa quantos relacionamentos tenham, pois só viverão a “experiência do verdadeiro amor” com a pessoa que estiver na outra ponta do Fio.

A ponta do fio levou Itachi até sua amada que mesmo fraca e ferida conseguiu enxergar o lugar exato onde sua outra metade estava.

Lee estava espantado com o que acabara de acontecer.

- Senhor Uchiha? Como sabia que ela estava ali? - ele perguntou impressionado.

- Eu ouvir ela chamando por mim, Lee.

- Mas senhor eu não ouvir nada. - ele continuou a perguntar...

Itachi sorriu e olhou mais uma vez para a frágil garota em seus braços.

- Isso meu caro amigo, chama-se DESTINO.


Notas Finais


Gostaram?
O próximo sai no fim de semana.
Obrigada .
Adoro vocês.


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