História Almas gêmeas (Leitor x Sans) - Capítulo 9


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Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Asgoriel, Asriel E Chara São Gays, Chara X Asriel, Chariel Yaoi :v, Comedia, Drama, Frisk, Leitor X Sans, Paperjam, Universo Alternativo
Visualizações 77
Palavras 2.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


DEPOIS DE 1 MILHÃO DE ANOS FINALMENTE POSTEI!

Obrigada por sua paciência.
Aproveitem o capítulo!

B
O
A

L
E
I
T
A
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Capítulo 9 - Capítulo 9


"Uma história fora do comum"

"Capítulo 9"

*//Você P.O.V On//*

Depois da discussão e brincadeira de Sans, Frisk, Papyrus e Chara, Sans entra no quarto cansado, ele parece ter levado um chute. Será que foi isso? Ele percebe que Eu ainda tava no quarto e sorri pra mim, eu retribuo o mesmo sorriso timidamente, me levanto e peço pra ele sai rapidinho para mim troca de roupa, O mesmo me ouvi e sai, fecho a porta e vou no quarda roupa do Sans, lá so tinha casacos e bermudas pretas com listra brancas tudo de cada par, ele sempre usa o mesmo par de roupas ;-;, procuro minha roupa que avia quardado no quarda-roupa de sans, encontro ela e a visto, abro a janela e vejo a neve no chão, no começo eu não avia reparado, mais não estamos mais na superfície, Lá não neva fora de época, mais... que luga e esse?

Sans - Já terminou? - Diz ele atrás da porta.

Você - Ah! Claro, pode entra. - Digo isso, e ele entra no quarto, não presto muito atenção nele, apenas observo a neve com clareza. - Sans onde nos estamos..? - Pergunto pro esqueleto finalmente o encarando.

Sans - Bem... Nos estamos no subsolo, Em Swondin.

Você - Mais a barrera não foi quebrada? Por que continuam no subsolo? Poderiam mora na superfície.

Sans - Pra fala a Verdade, não queremos mora na superfície. 

Você - Ue, por que? - Pergunto confusa.

Sans - Já somos felizes aqui em baixo, e também estamos seguros.

Você - Mais como eu avia percebido, vários monstros estam na superfície - Digo.

Sans - sim, mais depois da barreira ser destruída, eu comesei a conviver com os humanos, mais eles não nos aceitaram por completo, vários monstros já foram machucados pelos humanos preconceituosos, por sorte, ninguém morreu, por que mata um monstro e proibido por lei, e todos seguem essa regra. Mais não quero ser atacados por olhares curiosos e preconceituosos de humanos, eu tudo bem, por que sei me defende, mais meu irmão e diferente, sua atitude inocente e ingênua pode acaba matando-o, e eu tenho medo de não está lá quando ele precisa de mim. Por isso nao gosto de confia em humanos. - Falo sem ânimo na voz.

Você - Mais... E Frisk? Ela também e humana. - Digo esquanto estava ao seu lado.

Sans - Sim. Mais diferente dos humanos, Frisk e a nossa salvadora, ela nos fez ver a luz do sol de novo. O humanos não se comparam a ela, Tão gentil, doce, e meiga, Frisk para os monstros e considerada um anjo da liberdade... Mais também é um... demônio genocida. - Eu fiquei muito supresa com isso, o rosto de Sans não estava com o sorriso de costume, não consegui dijeri direito sua última frazer, ''Demônio Genocida'' oque ele queria dizer com isso, Frisk já fez alguma coisa errada?

Você - Como assim? Anjo da liberdade? Demônio genocida? - Estava tão perdida que as palavras me deram um nó na garganta, Sans apenas olhou para mim e demonstrou um sorriso despreocupado.

Sans - Isso você irá saber por ela, por que, não gosto de conta essa historia que me deixa incomodado. - Ele bota suas mãos esqueléticas em seus bolsos do moletom azul que possui. - Pergunte a ela, talvez ela te conte essa historia. - Diz ele saindo do quarto.

Você -.... - Não estava entendo nada, apenas o observo sai do quarto. Estava muito confusa e indecisa, mais essa história de anjo e demônio me intriga, ainda mais por que isso tem aver com Frisk. Mais estou em dúvida se pergunto sobre isso ou não, tenho a baita de impressão que não deveria me mete nesse assunto delicado, mas minha curiosidade fala mais alto.

Continuo observando a neve caindo debaixo do solo enquanto pensava nesse assunto. Várias perguntas explandiam sobre minha cabeça, será que eu devo pergunta sobre esse assunto? Será que ela me contaria sobre sua história no passado em que caiu pela primeira vez no subsolo? Foi então que pensei, so saberia perguntando, e isso! Tomei minha decisão, irei pergunta pra ela.

Papyrus - HUMANA 2! O CAFÉ DA MANHÃ ESTÁ PRONTO! - Ouvi Papyrus grita da cozinha, rir quando papyrus me chamo de humana 2, ele consegue as vezes ser fofo com seu jeito infantil.

Você - JÁ ESTOU INDO PAPYRUS! - Gritei de volta e so ouvi um 'Nyeh' animado, então rir de novo. Fechei a janela do quarto de Sans para não entra neve, e sai do quarto do esqueleto. 

Vou em direção a cozinha e encontro Papyrus fazendo panquecas, estava com um pouco de hesitação em come sua comida, já que percebi que Papyrus não saber cozinha muito bem, ou sua comida não e das melhores, me aproximei mais e percebi que não era Papyrus que estava fazendo panquecas e sim Frisk, Papyrus so estava vendo ela cozinha para sertifica que ela não iria se machucar no fogo, já que Frisk tem pele frágil. Juro que me senti mais aliviada. 

Você - Bom dia. - Digo sorrindo para Frisk e Papyrus, Sans avia saído rápido e depois ia volta para provar as panquecas de Frisk.

Papyrus - BOM DIA HUMANA 2! - Diz papyrus com sua voz alta de sempre sorrindo.

Frisk - Bom dia ''____'', espero que não esteja com raiva do que aconteceu hoje de manhã. 

Você - Não se preocupe frisk, eu achei engraçado, mais não façam isso de novo. - Frisk sorriu para mim.

Frisk - Pode deixa, isso não ira se repeti de novo, prometemos.

Chara - Eu não prometo nada. - Disse Chara entrando na cozinha, ele ouviu.

Frisk - Chara! - Eu rir baixo e me sentei na mesa. 

Frisk avia terminado as panquecas e sans avia chegado, frisk nos serviu às panquecas com molho de mel por cima, Sans avia elogiado às panquecas de Frisk e isso so fez Frisk sorri agradecida, Sans tinha razão, as panquecas dela estavam deliciosas, ainda mais com o molho de mel que avia feito, ela disse que avia aprendido a fazer isso com sua mãe biológica, Toriel, que e uma cabra, que cuido dela quando caiu no subsolo. agora realmente estou mais curiosa em saber sua historia.

Após terminamos de come, Sans disse que ia no tal de grillby's, Frisk avia perguntado o por que dele ir, mesmo depois de come, mais ele disse que so ia para ver como as coisas estão, ou bate um papo com seu velho amigo, então Frisk apenas acentiu, após ele da um beijo na testa de Frisk, ele se teleporto para pqp, mentira, foi para o tal grillby's sei la.

Frisk - *suspiro* as vezes não te entendo... - Frisk falou baixo olhando na direção onde o esqueleto avia teleportado. Mais para a infelicidade dela eu ouvi.

Você - Não entende oque? - Perguntei confusa para Frisk. A mesma me olhou rapidamente nervosa.

Frisk - N-nada!... N-nada de mais. - falou Frisk com um sorriso forçado que foi bem visível no meu caso.

Você - Frisk... Isso por acaso tem aver com alguma coisa do passado? - Aquele foi o momento perfeito para pergunta...Eu acho.

Frisk - E-eu - Ela parecia não querer fala, mais eu estou muito interessada nesse assunto.

Você - Frisk me conte... Por favor. - Digo, Frisk suspira pesado.

Frisk - Ok, eu conto. - Ela acabou cedendo. Não pude deixa de sorri. - Mais vamos para o quarto do Sans, não quero que Papyrus ouça por acidente.

Você - Ok. - Eu e Frisk fomos em direção ao quarto de Sans, após entrarmos, Frisk suspira novamente e se senta na beira da cama de Sans

Frisk - Oque quer saber? - Perguntou Frisk.

Você - Sobre quando caiu no subsolo, e seus erros ao cai - Digo.

Frisk - Sans te falou sobre isso?

Você - Ele so me disse que você e um anjo da liberdade mais um demônio genocida.

Frisk - *suspiro* Pelo visto Sans ainda Guarda mágoas... - Ela disse em um sussurro. - Tudo bem, eu te conto sobre isso. - Ela sorri para mim, mais seu sorriso demonstro ser forçado, eu me sento ao seu lado. - A 5 anos atrás, no ano em que eu fui explora o monte Ebott em 201X, acabei caindo no enorme buraco que avia no centro da caverna, era fundo, por causa da minha curiosidade teimosa, acabei me aproximando de mais, e isso fez com que o barranco da beira do buraco quebrasse, e eu caisse.

Você - perai, a 5 anos atrás? No ano de 201X? Você so tinha 11 anos!? - Perguntei surpresa, oque uma criança tava fazendo na caverna!? Frisk então riu baixo.

Frisk - Sim, so tinha 11 anos.

Você - Mais e seus pais? Eles não ficaram preocupados? 

Frisk - .... - Frisk fico calada, mais decidiu fala. - Eu era órfã, fugi do orfanato. 

Você - O-oh, entendo, d-desculpa fazer essa pergunta.

Frisk - Não se preocupe com isso. - Ela sorriu - Eu posso continua?

Você - Sim, por favor. - Digo.

Frisk - Bem.. Após cair no subsolo, me dei de cara com monstros, e uma flor falante demoníaca e irritadinha. - Frisk riu fraco - Fiz amizades, ganhei uma mãe, conseguir ter amigos. Eles me deram tudo oque sempre sonhei ter, eles também me deram, Carinho, Amor, Lar, família, tudo oque eu sonhava. Mais para eu ter conseguido isso, claro que precisei morrer algumas vezes.

Você - Morrer!? - Oque!! 

Frisk - Heh - Ela continuo. - Eu não tinha nada a dar em troca, mais foi então pensei, ''Irei fazer eles verem a luz do sol outra vez, quebrarei a barreira, e todos estaram livres para viverem suas vidas, nem que isso custe eu apaga minha existência, e tudo oque eu posso por eles.''

Você - Você era so uma criança e tinha pensamentos puros e heróicos. Tenho muita admiração por você. - Sorrio pra ela, Frisk faz o mesmo. 

Frisk - Apenas estava fazendo oque é certo. - Sua voz estava mais baixa e fraca.

Você - Mais e se você morrese, seus amigos ficariam se culpando, por que perderam uma amiga especial so para ver a luz do Sol. Eles todos ficariam de luto. 

Frisk - Eu sei, por isso prometi que não morreria, mais se morre fosse preciso, teria que quebra a promessa. - Ela fico olhando para o chão.

Você - Mais não morreu, certo?

Frisk - Ao contrário, eu morri, mais de uma vez.

Você - Como assim morreu? Você está viva!

Frisk - Eu já chego nessa parte.

Você - Ok... - Não estou entendo, como assim morreu?

  Frisk - terminei minha aventura no subsolo e enfrentei asgore, o rei dos monstros, que agora e meu pai.

Você - HEIIIINNN?? - Frisk riu.

Frisk - Por sorte, não precisei lutar com ele, por que meus amigos estavam la para me impedi de machuca-lo ou ele me machuca. Flower avia aparecido e roubou as seis Almas humanas caídas e as Almas dos monstros, isso fez com que ele conseguisse sua forma original, e se transforma em um Deus da hiper-morte.

Você - .... - Flor falante malvada? Deus da hiper-morte? Oque???

Frisk - Após recusa morrer várias vezes, eu consegui derrota lo, ele era filho de asgore e Toriel, que morreu a muitos anos junto com Chara. 

Você - CHARA TAMBÉM MOR--...- Frisk bota sua mão na minha boca pra não gritar - Desculpa...

Frisk - Haha, depois eu te conto isso. - Ela continuo. - Seu nome era Asriel que virou uma flor sem alma e amor, ele antes de vira uma flor de novo, ele me ajudou a destruí a barreira, ele desistiu daquilo que buscava por mim e Chara, eles eram melhores amigos, então todos conseguiram ver a luz do Sol de novo. Então eu virei a embaixadora da paz dos monstros, e isso me deu o dever de trazer novamente a paz entre monstros e humanos, mais nunca pensei que fosse tão difícil, foi então que fui considerada um anjo para os monstros. 

Você - Oh... E essa coisa de demônio? - Frisk suspira pesado. 

Frisk - Eu te conto essa história em outra hora. - Ela se levanta e vai até a porta do quarto. - No momento, não quero relembra disso. - Ela disse sem olha pra traz. E sai do quarto.

Você -....*Suspiro* - Eu me levanto e ligo para o PaperJam.

~Telefone On~

Alô? 

Oi Paper! Eu so vim avisa que daqui a pouco já to em casa.

Oh, ''____'', Ok, to te esperando.

Ok, Bjs Mano.

Bjs maninha.

~Telefone Off~

Eu desligo, guardo meu celular e vou até a sala, vejo Frisk na cozinha com o Papyrus e encontro Sans dormindo no sofá. Vou até Frisk e Papyrus. 

Você - Frisk, Papyrus, Vou pra casa, não gosto de deixa o Paper sozinho, mesmo ele sendo meu irmão mais velho, não confio nele com a casa.

Papyrus - OH, ENTENDO HUMANA 2.

Você - Papyrus, pode me chama de ''____''.

Papyrus - OK HUM- QUE DIZER, ''____''. 

Frisk - Ok ''____''. Vou chama o Sans pra te levar rápido e em segurança. 

Você - Hmm, Ok. - Não posso recusa, já que realmente não sei a saída do subsolo.

Frisk - SANS!! - Ela gritou alto e Sans apareceu do nada com o olho direito aceso em um azul claro e o esquerdo um vazio.

Sans - Oque aconteceu pivete!? - Ele tava no modo defesa.

Frisk - leva a ''____'' pra casa dela? - disse Frisk calmamente.

Sans - Pivete, eu tava na sala, por que você simplesmente não me acordo? - Disse com os olhos voltando ao normal.

Frisk - Por que eu passaria a internidade tentando te acorda. - Sans riu baixo.

Sans - Hehe, Ok. Hey Kiddo, vamos? - Ele perguntou pra mim.

Você - Hmm, Vamos. - Eu me aproximei de Sans e segurei seu braço, mais novamente, Sans me abraça de lado pela cintura. Já estou me acostumando.

Frisk - Até amanhã na escola ''____''. - Disse Frisk sorrindo docemente.

Você - Até amanhã Frisk. - Sorrio pra ela. 

Papyrus - VOCÊ SEMPRE SERA BEM-VINDA EM MINHA CASA ''____''! - Disse Papyrus sorrindo.

Você - Obrigada Papyrus. - Após sorri pra eles, Sans me teleporta pra frente de minha casa, fico com um pouco de tonteira mais já estou me acostumando.

Sans - Chegamos. - Disse Sans e ele olhou pra mim curioso. -E aí, ela te conto?

Você - Hum? Ah, mais ou menos. Ela so me contou sobre o tal anjo da liberdade, mais não sobre o demônio genocida, oque isso significa? 

Sans - *suspiro* Se a pivete não te conto isso, não posso dizer nada. - Ele da os ombros e diz. - Até amanhã Kiddo. - E desaparece.

Você - ..... - Oque tanto eles escondem de mim? Eu suspiro e entro em casa, vejo Paper na sala varrendo o chão, falo um pouco com ele, e depois fui toma um banho de água quente pra relaxa, Após o banho fui para meu quarto, me jogo em minha cama e fico pensativa. 

''Frisk já morreu? Oque significa demônio genocida? Oque Sans e Frisk estão escondendo?''

Estava tão perdida nos meus pensamentos que acabei dormindo de cansaço, vou tenta pergunta da Frisk novamente sobre isso amanhã.

''...Continua...''


Notas Finais


Desculpem demora MUITO pra posta essa história mais se sabem os meus probleminhas :v
Obrigado por ler~♡


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