História Almas predestinadas - Capítulo 42


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Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Arthur Hawkins, Diva, Duke Devlin (Ryuji Otogi), Faraó Atem, Ishizu Ishtar, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), King Bakura, Kisara, Leonhart Von Schroeder, Mai Valentine (Mai Kujaku), Mana, Marik Ishtar, Maximillion Pegasus, Mokuba Kaiba, Mutou Sugoroku, Personagens Originais, Priest Akhenaden, Priest Mahad, Rebecca Hawkins, Rishid Ishtar, Ryo Bakura, Seto Kaiba, Shadi, Shizuka Kawai (Serenity Wheeler), Siegfried Von Schroeder, Téa Gardner (Anzu Mazaki), Tristan Taylor (Hiroto Honda), Yami Yugi, Yugi Muto, Zorc Necrophades
Tags Ardentshipping, Atem&yuugi, Aweshipping, Blindshipping, Blueshipping, Drama, Fairytalesshipping, Jounouchi&nuru, Leonhart&mana, Mahaado&isis, Multiverso, Pegasus&cecilia, Puzzleshipping, Reescrita, Roseshipping, Salvação, Seto&kisara, Yu-gi-oh!
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Palavras 1.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O fugitivo encontra...

Ele acaba...

Uma morena de olhos azuis revela a sua verdadeira natureza...

Capítulo 42 - Revelando a verdadeira natureza


Fanfic / Fanfiction Almas predestinadas - Capítulo 42 - Revelando a verdadeira natureza

Conforme olhava para os lados, ele acaba avistando o Burguer World que estava próximo dele e exclama:

- Legal! Tem um drive-in bem ali! “Show de bola”! Eu estou com muita sorte! Lá encontrarei tudo o que eu quero!

Ele desce o pequeno morro, cuidadosamente, ocultando a arma atrás das costas e enquanto uma atendente do lugar se dirigia até ele, Anzu havia se levantando da mesa, junto das suas amigas, após pagarem a conta.

Elas caminham até a porta e a morena acaba chocando o seu ombro no do bandido, sendo que ao olhar para o lado, avista as roupas simples dele, não as associando a de um presidiário em um primeiro momento.

Então, a adolescente torce o nariz, falando com uma voz esnobe e igualmente arrogante:

- Como você ousa tocar em mim, seu maltrapilho! Ponha-se no seu lugar! Ademais, esse lugar não é para alguém de sua “laia”! – ela exclamava, enquanto as amigas dela riam abafado em suas mãos.

O fugitivo fica irado e decide mudar alguns dos seus planos em virtude do tratamento que recebeu da morena.

Portanto, em vez de render a atendente que se aproximava sorridente dele, o bandido decidiu que colocaria sobre a mira da sua arma, a garota que o tratou como escória, decidindo que iria se divertir com ela para aumentar o sofrimento dela.

Então, surpreendendo todos, o homem puxa a morena bruscamente para ele, tampando a boca dela, enquanto apontava a arma para a cabeça de Anzu, fazendo as amigas dela se agacharem, aterrorizadas, com o bandido exclamando ao mesmo tempo em que engatilhava a arma:

- Aí! Todo mundo “pianinho”! Se alguém gritar, a garota vai amanhecer com a boca cheia de formiga!

Alguns acabaram gritando de medo ao verem a arma, enquanto que outras pessoas o reconheceram pelo noticiário que viram naquela manhã sobre o fugitivo da cadeia de Dominó, com o apresentador falando que ele estava armado, além de ser perigoso, pois, era um condenado a morte:

- É o bandido que fugiu da prisão nessa madrugada!

Ele pega a arma e aponta para as pessoas no salão e no balcão, exclamando em tom de ameaça:

- Mandei todos calarem a boca! Vocês devem ficar naquele canto! Vamos logo!

O marginal movimenta a arma para o lado, apontando para um local dentro do salão, fazendo todos se levantarem e se aglomerarem na direção que o bandido apontou, sendo que ele procurou render os funcionários que estavam no balcão.

Então, o meliante volta a apontar a arma para a garota rendida em um dos seus braços, olhando intensamente para a morena, fazendo-a sentir um calafrio ao ver o olhar de luxúria dele para ela:

- Originalmente, eu não queria “embaçar” por aqui. Minha intenção era “encher a pança e vazar da área”. Mas, considerando que estou na “seca” por tanto tempo, creio que poderei me divertir com você. Não da forma que preciso, mas, poderemos ter alguns momentos. Seu corpo é muito bom e faz tempo que não toco em uma mulher.

Ela nega com a cabeça, sendo evidente o desespero em seu semblante, apesar de começar a sentir prazer pelo fato de estar rendida, com o bandido falando, enquanto exibia um sorriso de escárnio em seu rosto:

- Agradeça a sua grande boca por isso e considerando o nojo que você sente por mim, terei muito prazer em fazê-la se enojar ainda mais!

As crianças não compreendiam o que o bandido falava, sendo que os outros compreenderam o teor, enquanto que os pais oravam para que ambos conseguissem evitar que os seus filhos vissem e ouvissem algo inapropriado para a idade deles.

O fugitivo fala ao mostrar em uma de suas mãos, um lenço que encontrou em uma das mesas:

- Tampe os olhos com este lenço. Quando as pessoas ficam cegas, o terror aumenta e não conseguem falar nada. Sabia que é por isso que os condenados a morte são vendados? Aliais, eu também sou um condenado a morte – ele dá uma risadinha - Se bem, que no seu caso, também a fará ficar impotente, enquanto estou molestando você.

Então, após ela colocar a venda sobre ameaça de levar um tiro quando o cano da arma foi encostado em sua bochecha, juntamente com o fato de saber que ele é um condenado a morte, tornando-o uma ameaça ainda maior, o fugitivo ordena, lambendo os lábios:

- Tire as suas roupas, vagabunda!

Ela nega com a cabeça, corando, lutando contra o que o seu corpo começava a ansiar, até que ele a puxa pelos cabelos, fazendo-a gritar levemente ao mesmo tempo em que encostava o cano da arma nela, com a morena procurando conter um calafrio de prazer por estar submetida ao bandido, sendo que não pode impedir da sua vagina ficar úmida quando foi tratada asperamente:

- É bom tirar a roupa, senão quiser uma bala em seu rosto. Eu tenho várias opções de reféns! Agora, tire a roupa, vadia!

Sem escolha, tanto pela ameaça, quanto pelo que o seu corpo ansiava, ainda mais ao sentir a dureza dele contra uma de suas coxas, enviando calafrios prazerosos nela, ela tira a roupa lentamente, sentindo a sua vulva começando a ficar umedecida, sendo que ele fica impaciente quando encosta o cano novamente nela, com Anzu procurando sufocar o leve gemido de prazer que queria brotar em seus lábios, enquanto lutava arduamente para que não esfregasse as pernas uma na outra:

- Quer me testar?

- Não. – ela fala em um murmúrio, conseguindo conter o final de um gemido de prazer.

- Pare de enrolação e tire logo!

Nisso, ela tira toda a roupa e tenta cobrir as suas partes íntimas, quando a arma é encostada novamente, com ele falando em seu ouvido:

- Quem disse que eu autorizei você a se cobrir? Agora, afaste as mãos! Quero admirar seu corpo e tocá-lo sem restrições. O que eu não faria por uma boa “foda” agora. Mas, isso demandaria tempo. Portanto, agradeça as suas divindades por isso. Apenas vou molestá-la e depois, você fará um boquete!

Então, ela é arrastada até uma mesa, sendo obrigada a sentar no lado dele, para depois, o bandido falar, sendo que rasga uma parte de sua roupa para prender os punhos dela atrás do corpo, começando a passar a mão em seu corpo, com a jovem se contorcendo em um misto de prazer irrefreável:

- Agora... Alguém vai ter que me trazer tudo que eu pedir, enquanto me divirto com ela! Vocês entenderam? – nisso, ele olha para as pessoas e avista Yuugi, que estava assustado – Você, baixinho, com cara de covarde! É você mesmo!

Mutou se encontrava chocado ao ser escolhido, enquanto que o loiro estava apavorado por seu amigo, exclamando:

- Yuugi!

- Todos os outros fiquem de bruços no chão e com os olhos fechados! Se alguém se mexer, eu “tasco chumbo” na garota!

Todos fazem o que ele mandou, com o mesmo ordenando ao jovem:

- Eu quero uma bebida e depois, um cigarro Lucky Stripe! É uma marca boa para um cara sortudo como eu!

Mesmo com medo, o jovem de cabelos tricolores consegue se mexer e se afasta para buscar o que ele pediu, enquanto o bandido havia chegado à feminilidade de Anzu, a masturbando vigorosamente, com a jovem mordendo os lábios para que não saísse qualquer som, para depois, o bandido retirar os seus dedos, percebendo que estavam ensopados, fazendo-o comentar com um imenso sorriso no rosto, ainda mais ao ver a essência dela escorrendo pelas pernas, indicando que antes de masturba-la, ela já estava excitada:

- Pelo que vejo, é uma “putinha” de coração. Nunca vi uma mulher se excitar tão rápido.

- Eu não estou excitada. – ela fala em um murmúrio, negando o que era óbvio, por mais que soubesse que era mentira, pois, mesmo naquela situação, ela sentia prazer.

- Seu corpo é bem sincero... Você ama ser “fodida”. Acho que posso levá-la comigo para “fodemos” em algum lugar. – ele comenta, fazendo ministrações mais vigorosas, fazendo-a arfar ao ponto de não conseguir mais conter os seus gemidos, acabando por gozar na mão dele com um grito lânguido escapando dos seus lábios.

O fugitivo libera o seu falo túrgido da restrição extremamente dolorosa da calça e força a cabeça da morena para o seu pênis, com Anzu buscando controlar o arrepio de prazer que sentiu quando as suas bochechas foram escovadas pelo membro do mesmo, não conseguindo impedir a sua mente de imaginá-la sendo penetrada brutalmente e fortemente em um êxtase de dor e de prazer indescritível.

Em virtude dessa breve imaginação, ela morde os lábios para conter mais um gemido lânguido de prazer, enquanto a essência dela começava a escorrer para o chão ao mesmo tempo em que se contorcia de desejo.

- Agora, seja uma boa “puta” e “chupe o meu pau”!

- Não. – ela tenta se afastar, embora sentisse prazer em sua espinha por estar subjugada e a mercê do bandido, pois, não queria que as suas amigas soubessem o quanto ela amava fazer sexo.

O bandido coloca o cano da arma na cabeça dela, perguntando com uma voz rouca de prazer:

- Quer “levar chumbo, vadia”? Não pense que por ser uma “puta” tão gostosa, vai escapar de levar um tiro. É bom fazer certo. Se usar os dentes, eu vou “estourar os seus miolos”. Compreendeu?

Ela consente e abocanha o membro dele, começando as ministrações, enquanto controlava a sua excitação, com a sua essência pingando na parte interna das suas coxas, acabando por ser animar em chupá-lo, inclusive, mergulhando o pênis dele profundamente em sua garganta, o envolvendo por completo por ser experiente, com ele comentando extasiado dentre gemidos roucos de prazer:

- É mesmo uma “putinha” gostosa. Você é um achado, “vadia”. Adora ser tratada como uma prostituta, apesar de parecer uma dama na sociedade.

Então, Yuugi retorna com uma bandeja e os pedidos, incluindo um isqueiro, enquanto o bandido entrava na boca da garota ao gozar, com a adolescente bebendo com perfeição, enquanto o homem gemia roucamente de prazer, para depois, comentar:

- Você sabe “chupar um pau, vadia” e vejo que engoliu com perfeição! Acho que vou agradecê-la com prazer.

O bandido pegou a arma e enfiou abruptamente o cano na vagina da morena por trás, pois, ela havia se curvado, após se ajoelhar no banco comprido para chupá-lo e como estava tomada pelo prazer, acaba gozando com o choque frio do metal em sua cavidade quente e encharcada, fazendo assim a sua essência se espalhar no banco e no chão, formando uma poça, enquanto dava um grito sôfrego de prazer, sentindo as ondas de prazer se chocar dentro do seu corpo.

Os pais haviam abafado os ouvidos dos seus filhos para que não ouvissem o que acontecia, enquanto pressionava o rosto deles em seu peito, conforme o mantinham embaixo deles, visando bloquear qualquer visão deles da cena que acontecia próxima deles.

Porém, sem a audição e sem ver o que estava acontecendo, as crianças começaram a ficar apavoradas, mesmo nos braços dos genitores, fazendo com que começassem a chorar de medo, com as lágrimas aumentando gradativamente, apesar dos esforços inúteis dos pais de acalmar os seus filhos, temendo uma reação do bandido.

O presidiário fica irritado com o choro que estava começando a atrapalhar o seu prazer e passa a apontar a arma para as crianças, fazendo os pais chorarem e implorarem por clemência, enquanto o criminoso falava com raiva em seu semblante:

- Estou farto desse choro! Vou silenciar esses “merdinhas”, agora!


Notas Finais


Yo!

Eu quero agradecer aos comentários de: LizaJLestange e Maliharuno_02.


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