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História Almas Trigêmeas - Terceira Temporada (Deltas) - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oi!

Vejamos hoje o segundo capítulo desta história, espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Gami é meu!


Fanfic / Fanfiction Almas Trigêmeas - Terceira Temporada (Deltas) - Capítulo 3 - Gami é meu!

Quando a semana seguinte chegou e seu cio acabou, ambos pequenos retornaram à escola, onde agora chamavam ainda mais atenção. As e os ômegas ao sentirem os odores dos alfas agora muito mais notórios pela apresentação, liberavam seus feromônios, buscando atraí-los, e não era à toa, ter um dos gêmeos para muitos ômegas seria como acertar na loteria, ambos eram lindos, ricos e netos dos alfas líder das manadas Senju e Uchiha, o mais provável era que assumissem o comando de uma delas ou até das duas, por serem os mais velhos dentre os herdeiros.

                Os gêmeos, ao perceberem o ambiente agiram de formas distintas, enquanto Shisui irritado franziu as sobrancelhas, puxando pela mão a seu irmão, para sair dali e se afastar dos incômodos ômegas, Kagami apenas pôde corar, por toda a atenção que haviam recebido, deixando-se levar pelo mais novo.

 

- Sui? – chamou-o o mais velho, vendo como seu irmãozinho, sentado em seu lugar da vazia sala de aula, mantinha os braços cruzados, com um bico irritado. Ladeou a cabeça confuso – O que houve?

- Esses ômegas... são irritantes. – Kagami o viu confuso, havia ficado deslocado pelo comportamento dos ômegas, ainda assim não era motivo o bastante para irritar-se tanto, pelo menos em sua visão.

- Mas... eles... – seus olhos saltaram ao sentir como seu irmão o puxava, o sentando em seu colo e apertando com força sua cintura – S-sui... o qu...

- Eles te querem roubar de mim, Gami, eu sei disso. Mas você é meu, só meu. Me promete Gami? Promete? – o mais velho ainda estava confuso, mas ver as negras orbes de seu irmãozinho, tão iguais as suas, nesse momento cheias de medo fez que algo dentro de si se movesse.

- O-o que Sui? – perguntou confuso.

- Que não importa o que aconteça, nós sempre estaremos juntos. – o mais velho sorriu ante o dito.

- É claro, Sui. – o mais novo sorriu – Afinal, somos irmãos. – e o sorriso que havia aparecido imediatamente desapareceu e o odor de kiwi e cravo se tornou levemente amargo.

- Claro, irmãos. – ainda assim o apertou mais em seus braços.

 

_____     x    _____

 

                Mais um dia havia amanhecido, um dia ensolarado, como se fosse uma homenagem para aquela doce pessoa a qual visitariam. Arrumando a todos os filhotes, alfas e ômegas saíram de casa, a pequena Karin, de já dois anos, nos braços de sua mãe Mito, o pequeno Nagato, agora com seus quase dez aninhos, sendo levado pela mão por seu pai Hashirama, o caçula da família, Obito, nos braços de seu papi Madara, enquanto os gêmeos andavam juntos, de mãos dadas, sem querer pegar na mão de Tobirama, que os observava, cuidando para que não saíssem correndo à frente de todos, como às vezes faziam.

                Chegaram ao cemitério, seu destino, e cumprimentando ao resto da família, que ali já estavam, deixaram suas flores, vendo a bonita foto na lápide decorada. Ninguém podia acreditar que já faziam dois anos da morte de Izuna, todos ainda sentiam muito a sua falta, ao menos tinham seu pequeno anjinho, Sasuke, para aliviar o peso em seus corações. Deixando Obito com o pai, o ômega aproximou-se a seu cunhado, estendendo os braços para pegar ao garotinho, que naquele dia cumpria dois anos, mesmo dia da morte de seu papi.

 

- Oi bebê, como vai Sasu? – o pequenino nada respondeu, alheio a tudo o que estava acontecendo, mais concentrado em comer sua mãozinha agora. Madara sorriu fraco olhando ao menino, vendo o quão parecido era com seu irmãozinho. Deixou uma lágrima cair e um beijo na testa do pequeno, para em seguida entregá-lo de volta à Fugaku e correr para pegar de volta à Obito, como se com isso a dor pudesse diminuir e suas energias se renovarem. Hashirama entregando de volta a seu caçula ao ômega, suspirou, todos ali sabiam o quanto Madara estava dependente do pequeno moreninho e o alfa tinha medo do que isso poderia acarretar no futuro de ambos, ainda assim, nada falou. Já, um pouco afastado dali e após também terem deixado suas flores na lápide do tio, os gêmeos se encontravam sentadinhos, em um banco um pouco longe, o mais velho de ambos balançando os pezinhos distraidamente.

- Que insuportável. – reclamou o pequeno Shisui, com as sobrancelhas franzidas.

- Qual o problema? – perguntou Kagami ao alfa alguns centímetros mais alto, porque apesar de gêmeos, não eram idênticos e a altura era uma de suas diferenças, sendo o que havia nascido primeiro o mais baixo.

- Aquela ômega não para de te olhar. – bufou o alfa maior, Kagami girou a cabeça, para ver a pequena ômega, que o encarava ao longe, corada. A conhecia, era Izumi, uma prima distante – Será que ela não sabe que você é meu? – reclamou novamente o alfa mais novo, cansado de todos sempre observarem a seu irmão, Kagami corou.

- C-como assim? Somos alfas. – falou o menino, sem saber porquê seu irmão sempre repetia isso, e ainda mais nos últimos tempos. Shisui no entanto deu de ombros.

- E? Qual o problema? Não me importo com isso. Lembre-se Gami, acima de tudo, você é meu. – e com essas últimas palavras, tomou a mão de seu gêmeo, para levantar-se e caminhar com este, afastando-o da insuportável ômega.

 

_____     x    _____

 

                Uma semana depois, estavam na escola, separados como poucas vezes, já que Shisui havia saído um momento para ir ao banheiro, dando a oportunidade perfeita para a ômega, que estudava com eles, na mesma classe, esta movendo as mãozinhas de forma nervosa, enquanto confessava os sentimentos que vinha reprimindo desde o ano anterior, deixando ao primogênito de Madara e Tobirama sem saber o que fazer, com os olhinhos levemente saltados.

 

- Izumi, e-eu... – mas não pôde dizer nada, já que seu bracinho foi puxado com brusquidão por seu irmão, que entrava irritado na sala, após ouvir as palavras da irritante menina, a encarando com uma carranca brava.

- Gami é meu! – foi o último que o pequenino alfa proclamou, segurando com força seu irmão mais velho, enquanto a encarava com os negros olhos agora vermelhos, para a surpresa da menina, que só pôde abrir os olhos como pratos, sem entender o que estava acontecendo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo.
Nos vemos amanhã no próximo!


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