História Almond Blossoms - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Blowjob, Ddpparty Week, Jikook!fem, Jikook!female, Jimin!fem, Jungkook!fem, Kookmin, Orange, Pwp, Yuri
Visualizações 258
Palavras 1.530
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, LGBT, Orange, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPA GENTE TT-TT

Capítulo 1 - Geez close the damn door


Fanfic / Fanfiction Almond Blossoms - Capítulo 1 - Geez close the damn door

Jungkook estava feliz. Finalmente tinha conseguido um estágio remunerado em sua área. Também estava feliz por ter a namorada que tinha, o apartamento, e porque não havia absolutamente nada dando errado.

O melhor de tudo era que ganharia uma boa grana com esse novo emprego, o que significava que poderia largar o trabalho de meio período naquela cafeteria no centro. Sentiria falta de Yoongi, claro, mas tudo bem. Ainda podia passar por lá a tarde para lhe atazanar a paciência.

Também precisava contar para Jimin sobre a boa nova.

Deu boa tarde ao porteiro com um sorriso que cruzava o rosto inteiro, e no elevador prendia e desprendia os cabelos longos e ondulados em coques de diferentes tipos. Estava ansiosa para ver como Jimin iria reagir.

Ela tinha apenas dezoito anos, estava no primeiro ano de artes cênicas e era a pessoa mais linda – por dentro e por fora – que Jungkook conhecia. Tinha sido praticamente expulsa de casa quando contou aos pais que gostava de garotas, mas na época, conseguiu tomar para si mesmo aquele infortúnio como um empurrãozinho da vida. A bolsa integral naquela faculdade maravilhosa em outra cidade foi seu maior conforto.

Coincidentemente, Jungkook tinha um aluguel para pagar, e com seu antigo colega de casa se mudando de volta para cidade natal, receber a ligação de Jimin – graças ao anúncio que colocou no campus – dizendo que estava interessada foi um grande alívio. Elas logo se deram muitíssimo bem, e hoje em dia, namoram. Depois de quase um ano, Jungkook ainda vê graça em assistir a garota treinando falas e conversando consigo mesma no espelho.

Assim que a porta do elevador abriu, Jungkook foi quase saltitante rumo a porta – azul, Jimin tinha uma obsessão com azul – do apartamento, deixando o saquinho com os dois cupcakes que tinha comprado em cima do balcão da cozinha e indo até o quarto que dividiam.

Elas tinham cada uma seu próprio quarto, mas depois que começaram a namorar, o de Jimin virou mais um estúdio do que qualquer outra coisa.

– Meu amor, eu cheguei – cantarolou baixinho, pois atipicamente não havia música tocando e a casa estava silenciosa. Exceto por aqueles barulhinhos… molhados?

Pois é. Paredes finas.

Ah não, ela não estava fazendo aquilo.

Prendendo a respiração para não chamar a atenção dela, Jungkook tirou as botas e meias na sala e caminhou na ponta dos pés até a última porta do corredor, que estava encostada. Teve que segurar o riso. Jimin era muito descuidada.

Com muito cuidado, colocou os olhos para dentro do quarto, e a cena que estava esperando se desenrolava bem a sua frente.

Park Jimin, aquele bebezinho de cabelo azul e um e sessenta de altura, segurando uma camiseta de Jungkook na altura do rosto, enquanto a mão esquerda sumia por baixo do short de pintinhos, se movendo de um jeito bem característico e causando os tais barulhos que ela tinha ouvido da sala.

Jungkook abriu a porta e os olhos da mais nova se arregalaram. Ela queria ser atriz, se apresentar para milhares de pessoas, mas não pôde conter o rubor ao notar o típico sorrisinho cafajeste da namorada. Jimin não conseguia conter emoção nenhuma perto da mais velha.

E que culpa ela tinha, se ultimamente as duas estavam sempre cansadas e sem vontade nem de sair do sofá? Sentia falta de sexo, poxa!

A Park ainda teve a cara de pau de continuar com os movimentos, mesmo que com vergonha, assistindo Jungkook desabotoar a camisa branca que usava, tirar a calça jeans e agora, somente com as roupas íntimas, engatinhar sobre a cama. Elas não falaram nada uma para outra, não precisavam. Havia sincronia para saber o que se passava na cabeça da parceira, e foi por justamente notar os olhos dela em sua boca que Jungkook beijou Jimin, e ela quase derreteu tamanha satisfação.

A mais velha pegou o pulso da canhota da namorada, puxando-a para fora do short. Era como imaginava, o médio e o anelar estavam cobertos pelo líquido viscoso e translúcido.

Nunca iria admitir, mas sentia falta do gosto dele, então logo colocou os dedos na boca, limpando qualquer resquício da lubrificação.

Assim que teve a mão liberada, Jimin soltou o sutiã da morena com uma rapidez invejável, e tão logo a peça estava no chão. Jimin gostava especialmente do piercing de asas nos mamilos dela, porque era excitante de um jeito surreal, sem nem mesmo fazer esforço.

Envolveu o seio direito com a mão, delicada, encaixando o mamilo intumescido entre o indicador e o médio. Repuxou sem força a pecinha de metal, sentindo o calorzinho agradável da pele arrepiada dela.

Tudo em Jungkook tinha o poder de ser fofo e extremamente sexy ao mesmo tempo.

Sem conseguir resistir muito mais, abriu a boca de leve e deu duas lambidas curtas antes de abocanhar o seio, rodeando a língua sem pressa, sugando e se intoxicado com o sabor único da pele dela.

Jungkook sentia as pernas moles, mas mesmo assim encontrou forças para empurrar Jimin na cama. A garota se afastou, apoiando a cabeça num dos travesseiros enquanto mexia o corpo numa troca de poses proposital. Sorria sapeca, como uma criança ao ser pega fazendo o que não devia.

Jungkook não era lá de delicadezas. A camiseta curtinha do pijama logo deixou o corpo, o shortinho também, e então era só a calcinha branca – quase transparente àquela altura – na curva do quadril largo de Park Jimin, que subiu uma perna para cobrir a mancha transparente no tecido, usando do pé para tocar a barriga de Jungkook, num ato de pura provocação infantil.

Jungkook não ia negar que adorava.

Pegou as perninhas curtas dela e as flexionou, agradecendo mentalmente a flexibilidade da mais nova, até que os joelhos estivessem lado a lado com a cabeça. Jimin logo os segurou no lugar, ansiosa, se remexendo desconfortável porque só queria que Jungkook fosse logo ao ponto.

Os dedos longos moldaram o tecido até que o clitóris estivesse em relevo, quase não coberto dado a umidade da área. Jimin arfou. Jungkook gostava de torturar e para a falta de paciência de Jimin aquilo era o cúmulo. Um dedo foi tudo o que ela precisou, e mesmo assim nem chegou a encostar na menor. Olhando nos olhos castanhos e quase chorosos dela, apenas arranhou sem força e uma única vez o relevo, fazendo o corpo inteiro dela arrepiar.

A fricção era cruelmente intensa, mesmo que fraca, e Jimin tremeu em todas as cinco vezes que se seguiram. E Jungkook dessa vez passou a pontinha do indicador, usando mais força. Era um entretenimento assistir cada espasmo que ela tinha. Apertou a área entre o polegar e o indicador, ouvindo-a quase chorar de tesão, então esfregou ambos os dedos, como se não fosse nada demais, e um soluço deixou os lábios bonitos, duas ou três lágrimas escorrendo rosto abaixo.

Porra, amava cada tracinho daquela expressão. Jimin era única, tão bonita.

Logo sentiu eles se molharem, notando que Jimin praticamente escorria lubrificação.

O cheiro podia a enlouquecer sem o mínimo esforço.

Salivou. Tinha chegado ao limite da própria crueldade, ela mesma não aguentava mais. Se a abaixou, afastou a calcinha com certa violência e cobriu desde os pequenos lábios até o clitóris com a boca, chupando cada gotinha do líquido como se fosse um vinho caríssimo.

Talvez o gosto fosse até melhor.

Era inexplicavelmente bom, Jungkook não tinha com o que comparar e lhe dava água na boca. Ponto.

Jimin gostava rude. Não era suficiente só esticar a língua e passar por ali, tinha que ser mais. Gostava de como ela simulava um beijo, de como tocava suas pernas, dos olhos escuros e grandinhos que nunca deixavam de encarar os seus. Gostava dela, num geral.

Jungkook tinha dedos longos e sabia exatamente o que fazer com eles. Usou dois para separar os grandes lábios do clítoris, soprando de levinho enquanto segurava Jimin contra a cama, porque ela simplesmente se mexia demais, reagia com estardalhaço a cada toque.

E o ego de Jeon inflava como um balão. Sabia que ela tivera namorados antes, mas tinha certeza de que nenhum deles a tinha tão fora de si daquele jeito, por simples toques.

Jimin não os achava tão simples assim. As mãos dela eram suaves, sabiam em que lugar tocar, com que força e por quanto tempo. Conheciam seu corpo.

Quando ela já não aguentava mais e sentia como se seu cérebro fosse derreter, apertou o ombro de Jungkook e ela logo ficou a altura de seu rosto outra vez, a beijando. A destra ainda se mexia freneticamente de um lado para o outro, e quando menos percebeu, a sensação de alívio intenso agiu como morfina em seu corpo, fazendo os braços caírem moles ao lado do corpo, e a respiração sair entrecortada. Os olhos pesavam e ela mal sabia o próprio nome.

No fundo, ouviu a risada de Jungkook. Não sabia onde ela tinha achado graça – talvez no fato de Jimin ter derretido do nada –, mas riu junto, mole. Podia ter certeza de que estava anormalmente mais leve, quase como se tivesse bebido.

– Você tem que aprender a fechar a porta. Já pensou se é um ladrão?

– Desculpa, eu não consigo entender nem o que eu 'tô falando – e desatou a rir outra vez, esparramada na cama.

Tudo bem deixar a porta aberta outras cem vezes se sempre fosse Jungkook entrando.




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