História Almost Easy - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Avenged Sevenfold, Fifth Harmony, Sherlock
Personagens Ariana Grande, Arin Ilejay, Camila Cabello, D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Eurus Holmes, Jim Moriarty, Johnny Christ, Lauren Jauregui, M. Shadows, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Sherlock Holmes, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags Camren, John Watson, Johnlock, Johnny Christ, M Shadows, Sherlock Holmes, Synacky, Synyster Gates, Zacky Vengeance
Visualizações 72
Palavras 1.235
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal, Tudo bem?
Gostaram do primeiro capítulo? Espero que gostem desse também. Tá muito difícil manter a linha estilo " Sir. Arthur Conan Doyle" por isso demorei

Capítulo 2 - Chegada à Liverpool


Fanfic / Fanfiction Almost Easy - Capítulo 2 - Chegada à Liverpool

Ao chegarmos em casa fui direto dormir, Sherlock resolveu ficar um pouco mais acordado, fui para o banheiro, me despi para tomar banho.
Vesti meu pijama azul, deitei na cama cujo eu era obrigado à dividir com meu colega, já que ele burramente quebrou a dele, fechei os olhos revendo a triste cena da jovem morta no apartamento da Regent Street, uns minutos depois senti o lado da cama Onde Sherlock dormia afundar:
-John... Acorde, preciso dizer algo para você.
Abri meus olhos dando de cara com os olhos verdes azulados de Holmes, sorriu de leve:
-Me desculpe por ter sido grosso.
Suspirei dando um leve sorriso:
-Tudo bem Sherl. Me desculpe também por ter sido egoísta e sem educação...
Ele me olhou sério:
-John, não há nada que se desculpar.
-Há sim Sherlock, e muito, eu fui idiota com você, você estava falando comigo e além de eu te ignorar eu simplesmente fui grosso com você porque eu não queria você se metendo na minha vida com a Sarah. Se você quisesse poderia me expulsar do SEU apartamento.
Ele riu nasal:
-É nosso apartamento, Doutor, NOSSO.
Deu ênfase no "nosso", sorri o abraçando, eu era feliz com o amigo que tinha, adormecemos abraçados.
Acordei assustado com o pesadelo que eu havia tido, soava frio, senti algo molhar minha face, eu estava chorando.
Olhei meu colega adormecido, vesti meu sapato, peguei o sobretudo do Sherlock e sai.
A noite estava fria, estremeci quando o gelo da noite me tocou, andei pelo quarteirão devagar, apenas observando os poucos carros que passavam.
Os flashbacks do sonho me invadiam fazendo ficar com o coração apertado,  olhei meu celular:
-Três e meia...
Sussurrei para mim mesmo, voltei para o apartamento, ao chegar no apartamento vi a senhora Hudson:
-Oi Senhora Hudson, algum problema?
Perguntei, ela assentiu:
-John, querido, o Sherlock está acordado tendo uma crise de vômito.
Me desesperei, subi correndo as escadas, quase derrubei a porta, entrei no banheiro e vi Sherlock com a cabeça no vaso.
Acariciei suas costas:
-Comeu algo de errado?
Perguntei, o homem à minha frente negou com a cabeça, se sentou limpando o vômito com a costa da mão:
-É refluxo, tenho desde bebê, John.
O ajudei para se levantar, guiei ele até a pia e o ajudei a lavar o rosto, Sherlock escovou os dentes:
-John, temos que fazer as malas.
Assenti, fui para o quarto arrumar nossas malas, ele saiu do banheiro com uma cara zero vírgula sete por cento melhor:
-Se quiser dormir Sherl, você pode.
Ele sorriu, veio até mim:
-Não precisa, John, te ajudo arrumar as nossas malas.
Corei um pouco de felicidade:
-Ok... Pega para mim as coisas que estão no alto.
Ele concordou, arrumamos as malas conversando sobre o caso:
-O Lestrade me mandou mensagem quando eu estava naquele prédio da Regent Street. Um homem foi assassinado e parece que o negócio foi sério.
Falou meu colega pegando a sua pasta de documentos:
-Isso não é bom...
Murmurei para mim, mas infelizmente Sherlock ouviu:
-Como assim Watson? Desanimou com o caso?
Disse arqueando a sobrancelha, neguei:
-Não estou desanimado, mas veja Sherlock, mais cedo achamos uma menina morta na Regent Street, e agora esse caso em Liverpool.
Ele colocou sua mão em meu ombro, me forçando olha-lo:
-John, a gente conseguiu pegar o Jefferson Hope! Não há nada que temer, juntos, eu e você, vamos pegar esse assassino.
Sorri para ele:
-Tem razão. Vamos conseguir.
Só que não, pensei.
Terminamos de arrumar as malas e dormimos das quatro e dez até às sete e meia da manhã.
Acordei novamente antes de Sherlock, fui tomar banho, vesti uma camisa social branca, meu suéter, meu moletom azul cobalto e calça jeans além do sapato.
Sai do banheiro dando de cara com o meu colega acordando:
-Bom dia dorminhoco.
Falei brincando, ele deu um de seus raros sorrisos divertidos:
-Bom dia lorde inglês.
Ele se levantou indo a caça de seu sobretudo, uma roupa para vestir, foi para o banheiro tomar banho enquanto eu ia checar meu E-mail.
Após uns vinte e cinco minutos ele apareceu arrumado:
-Vamos?
-Sim.
Fomos para nosso quarto pegar nossas malas, saímos de nosso apartamento e fomos pegar um táxi.
Chegamos na Paddington Station exatamente às nove em ponto, e lá estava Lestrade nos esperando:
-Já comprei a passagem para os dois. O detetive local, o senhor Matthew, vai ajudá - los no caso.
Assenti, Sherlock riu nasal:
-Sabe que eu e meu companheiro vamos solucionar o caso bem mais rápido que o doutor Matthew, não sabe?
Revirei os olhos, odiava a mania do Sherlock ser esnobe:
-Claro, porque também geralmente você vive saindo em disparada pegando as evidências.
Resmungou Lestrade, logo chegou nosso trem:
-Nosso trem chegou, Tchau Lestrade.
Falou Sherlock pegando sua passagem com Lestrade, peguei nossas malas e minha passagem:
-Sherl... Não tou dando conta de levar as malas sozinhos, por favor me ajuda.
Supliquei para o meu colega que ia na frente cantarolando alguma obra clássica, ele se virou para mim:
-Claro, John.
Veio até mim e pegou a sua mala que por sinal era a mais pesada, caminhamos lado a lado conversando, entregamos nossas passagens ao condutor entrando:
-Lestrade e sua mania de sofisticação.
Reclamou um pouco meu colega ao ver que o vagão cujo nos levaria até Liverpool era de alta sociedade, sorri:
-Pensa que não vamos no vagão frio, nojento e escuro Onde ficam as malas.
Ele gargalhou um pouco me olhando:
-Você já viajou nessas condições, Doutor John Watson?
Assenti me sentando na sua frente:
-Já. Eu tinha 23 anos mais ou menos, eu e um ex colega de faculdade estávamos atrasados e tínhamos que atravessar praticamente de Londres até Manchester, daí entramos ilegalmente no vagão das bagagens, quando chegamos tremíamos de frio.
Contei - lhe a história, ele ria negando com a cabeça:
-Você nunca bateu muito bem da cabeça, não é mesmo?
Assenti sorrindo, ele se endireitou:
-Bom... Minha história na faculdade com toda certeza vai ser a menos empolgante que já te contaram.
Falou meu colega:
- Conte-me talvez não seja tão ruim.
Ele respirou fundo:
-Bom... É o clássico de garoto nerd que sofria bullying durante seus anos letivos.
Me espantei:
-Nossa, que dó.
-Bom... Eu era tímido, alto, magricelo que usava óculos, todos meus chamavam de girafa de Hiroxima, vareta etc.
-Ainda bem que superou.
Falei, ele negou com a cabeça:
-Não superei exatamente, só virei um sociopata.
Ri, a conversa fluía durante a viagem inteira, pareceu apenas alguns minutos.
Quando descemos na estação central de Liverpool, ficamos um pouco perdidos para achar Matthew, mas logo achamos ele segurando um mini cartaz escrito "Bem vindos à Liverpool, Sherlock e John Watson".
Ele era mais alto que Holmes, musculoso, olhos verdes e tinha um sorriso com covinhas, chegamos perto dele, eu estava intimidado com o homem:
-Bem vindos à Liverpool, acredito que seja o detetive que o Lestrade falou. -Estendeu a mão para Sherl que a apertou de bom grado- Sou o detetive Matthew Sanders.
Os dois ficaram conversando enquanto caminhavam para o carro do detetive, ele nos levou até o hotel onde ficaríamos para deixarmos nossas malas:
-Ele me parece estranho...
Falou Holmes, o olhei:
-Ele é muito grande.
Ele assentiu, me fitou:
-Mas ele é de uma natureza estranha demais.
Assenti, descemos para o saguão do hotel indo ao encontro de Matthew, que ao nos ver se colocou de pé.


Notas Finais


Por quê será que Holmes está estranhando Matt?


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