História .Almost the same - Capítulo 3


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-in (Kai), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol)
Tags 21x23, Bottom!kyungsoo, Hunsoo, Kyungsooallshipps, Kyunsoo, Menção!chanbaek, Menção!kaisoo, Sehun!twins, Sesoo, Top!sehun, Triângulo Amoroso
Visualizações 52
Palavras 6.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E chegamos ao final de ATS, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

Quero agradecer a todas as pessoinhas que me incentivaram a escrevê-la, então, muito obrigadooooooo. @OhLalaka obrigado por betar todos os capítulos e me aguentar, amo você 💖

Eu, particularmente, não gostei muito desse final, mas ao mesmo tempo gostei, entendem? Não? Eu também não. Mas talvez depois eu faça um bônus, eu sempre apareço do nada e faço, entkkk. Ah, gostaram da capa? Foi a @yehetson_silva que fez, obrigada, anjinho 😘. É, é só isso mesmo que eu queria dizer, obrigado por tudo e desculpem os errinhos ortográficos e a escrita meio bosta.



Boa leitura ✨

Capítulo 3 - Obrigado, Sehan.


|| K: A L M O S T T H E S A M E ||


Um suspiro cansado escapou pelos lábios rosados da Sra.Do, que falava ao telefone com o seu filho mais velho. Faziam-se horas que Kyungsoo estava trancado chorando no quarto, não saia dali nem mesmo para comer, e olha que tinha feito o seu prato preferido. Algo lhe dizia que toda aquela tristeza do seu filhote tinha haver com Sehun e Sehan, a julgar pela maneira que os viu saindo de sua casa com semblantes irritados. Nem mesmo lhe cumprimentaram, e sempre o faziam quando lhe viam, não importava onde estivesse, por que não a cumprimentaram hoje? Tinha caroço nesse angu, e ia mexer na panela até desmanchar.


Curiosa e preocupada para saber o que tinha acontecido entre aqueles três, resolvera ligar para o seu filho Baekhyun. Ele e Kyungsoo sempre foram muito próximos, e contavam tudo um ao outro, viu essa como a melhor forma de descobrir alguma coisa sobre isto, afinal, não gostava nadinha de ver seu filho naquele estado, era de dar dó.




             [Voicecall On]



— Então você vem, Baekhyun? Eu estou muito preocupada com Kyungsoo.


                       Claro que eu vou, mamãe —


Sorriu, seu filho estava sempre disposto para ajudar a família, não importava o momento. Era um anjinho, tinha o criado corretamente.


— Obrigado, meu amor. 


                   Não precisa agradecer, mamãe. Você sabe que eu amo muito o Kyungsoo, e agora que ele está entrando nessa fase de amores ele precisa muito mais dos meus conselhos.


— Você tem toda razão, Baekhyun! Ele precisa do irmão ao lado para aconselhá-lo.


   Só sinto muito por não ficar muito tempo com ele, sabe? —


— Oh, é verdade! Você precisa se cuidar também, não é?!


        Certo, mamãe. Te vejo daqui a pouquinho, te amo. —


— Eu também te amo, meu filhote. Até mais.



           [Voicecall Off]

          



Após a chamada ser encerrada, Sra.Do foi preparar um lanche para receber o seu filho, ele não podia ficar sem comer, e agora muito menos.


No quarto, Kyungsoo chorava baixinho com o rosto enfiado nos travesseiros, seu coração nunca doeu tanto quanto estava doendo agora. 

Parecia que tinham pisado nele e o quebrado, e de fato, tinham pisado nele, mas nesse caso foi culpa sua. Jongin já não era o motivo de suas lágrimas, os motivos das suas lágrimas moram a apenas alguns minutos de sua casa, e eram o reflexo um do outro. Embora a discussão que tivera com Jongin tivesse lhe magoado muito, pois nunca imaginaria que o mesmo estivesse brincando com os seus sentimentos. O que lhe deixara terrivelmente mal foi o tapa que dera em Sehun, ele não merecia aquele tapa, apenas lhe defendeu. 


Aquele tapa era para ser dado em Jongin, por que deixou ele falar todas aquelas coisas de si? Por que ficou quieto aguentando todos os desaforos dele? Por que não agiu?


Eram tantos porquês que rondavam sua mente que já estava sentindo a cabeça começar a doer, não sabia o que tinha dado em si para ouvir tudo aquilo sem nem ao menos estapear o moreno, não sabia de nada.  A única coisa que sabia, e tinha certeza absoluta é: estava, pela primeira vez, apaixonado pelos gêmeos. Na verdade sempre estivera, mas só foi perceber agora. E agora, admitindo isso para si mesmo, se sentia mais confiante para lutar por eles. Por que as pessoas sempre têm que quebrar a cara para poder aprender o que é melhor para elas? Tinha ódio disso.


Ia lutar por eles, mas como o faria? Não sabia de nada, eles estavam mais que furiosos consigo. Não podia chegar lá, entregar um docinho e pedir desculpas falando que amava os dois, mas era o seu único plano bom. Pois não conseguia pensar em nenhum outro que fosse bom o bastante para os gêmeos lhe desculparem, afinal, o que fizera fora horrível, agiu por impulso.


Mas estava arrependido, e isso era o que realmente importava, ou não? Poxa. Tinha que fazer algo o mais rápido possível, não podia se dar ao luxo dos meninos virem a sua casa, céus, talvez nunca mais viessem em sua casa.


Os dedos delicados se entrelaçaram nos próprios fios, os puxando com força e quase arrancando um punhado dali. Aquelas questões que rondavam sua cabeça lhe deixava zonzo, e estressado. Então voltara a chorar copiosamente, não se importando mais se iam ou não escutar o seu choro, só queria um abraço.


Estava com tanto medo de perder os gêmeos, de perder as únicas pessoas que lhe compreendiam como ninguém. Com certeza não iria aguentar ficar sem eles.


Meio trêmulo, trouxe o porta-retrato com a fotos dos três para o seu colo. Nessa foto os três tinham acabado de voltar de uma festa a fantasia, a primeira festa de adolescentes que ambos foram. Lembrava bem desse dia, Sehan tinha lhe deixado beber álcool escondido de Sehun, mas ele acabou vendo e foi brigar com o irmão mais velho. Tinha um rapaz tirando foto da decoração, e Kyungsoo lhe pedira para tirar uma foto dos três, os obrigou a ficar do seu lado. Na foto Sehun estava com uma carranca, e Sehan estava com um sorriso enorme no rosto, junto de si. Esse dia foi um dos melhores de sua vida, nunca se divertiu tanto.


— Oh, droga! — Soluçou, os dedos bonitos deslizando pela fotografia lentamente. — ..eu amo tanto vocês, que chega a doer.


Disse baixinho, acariciando o rostinho de Sehun, uma lágrima solitária escorrendo por sua bochecha até cair no porta-retrato.


—  Me desculpa, Hunnie. — Sua voz saiu embargada e dolorosa, abraçando a fotografia. — e-eu amo você…


Kyungsoo nem ao menos imaginava que seu irmão estava escutando tudo isso com a orelha encostada na porta. E Baekhyun tinha que confessar, ver seu irmão assim lhe entristecia bastante.


Já havia chegado a alguns bons minutos, mas por insistência de sua mãe teve que comer um lanchinho, aí só depois de comer tudo pôde subir para ver como seu irmão estava. E sua mãe estava certa, Kyungsoo estava péssimo, e ao abrir a porta do quarto com a chave reserva a imagem que viu era de partir o coração. Seu irmão deitado em posição fetal abraçado à um porta-retrato, suas bochechas estavam banhadas por lágrimas e seu nariz estava com a ponta levemente avermelhada, a cada soluço dolorido o corpo balançava na cama.


Essa imagem lhe cortou o coração, afinal, era seu irmão caçula ali. A quem deveria proteger sempre, e agora ele estava ali se debulhando em lágrimas? A culpa pesou nos ombros do ex Do. Com o casamento, acabou se afastando um pouco do seu irmão e nem sequer perguntara como o menor estava. Mas não iria deixar aquilo lhe impedir, ia reparar toda aquela situação, e tudo iria voltar a ser como era antes.


Suspirando, se aproximou da cama em passos lentos, sorrateiro como um gato. Pois não queria que este soubesse que estava ali, caso isso acontecesse, o menor, com toda certeza, iria se recusar a ouvi-lo.


Inerte demais em seus pensamentos, Kyungsoo nem ao menos percebeu um lado da cama se afundar, estava arrasado. Só fora perceber presença do seu irmão mais velho ali quando dois braços rodearam-lhe o corpo, o acolhendo em um abraço caloroso e cheio de ternura. Seus olhos se encheram ainda mais de lágrimas, se permitindo descansar a cabeça no peito alheio.


Tudo que estava precisando naquele momento era de um abraço, e Baekhyun estava ali lhe dando aquilo que mais ansiava, mostrando que não tinha se esquecido de si mesmo tendo um casamento perfeito, e um filho na barriga. Seu irmão era tão maduro, e tão bonito, e era dono de um coração tão bom, se sentia um bosta por sentir um sentimento tão podre como a inveja pelo mais velho, mas o amava muito.


Chorou feito uma criança nos braços do irmão, até mesmo escorrera catarro pelo seu nariz, céus, estava deplorável. Baekhyun não era obrigado a vê-lo naquela situação, ele devia ter algum compromisso importante, então por que estava perdendo tempo consigo?


— Baek, o que está fazendo aqui? 


Questionou o caçula, a voz saiu entrecortada por causa dos soluços que uma vez ou outra acabava escapando.


— Não é óbvio? Eu vim ver como você está. — Sorriu dócil, limpando as lágrimas do irmão com os polegares. — e não fiquei nada feliz em ver-te assim.


O mais baixo abriu a boca para responder, mas o que saira desta fora um soluço dolorido, e mais lágrimas rolaram de seus olhos.


Oh, meu anjo… — Apertou os braços envolta do menor, doía ver seu irmão tão tristinho. — me fala o que aconteceu? Eu sei que você não está nada bem, e isso me preocupa muito.


Um bico se formou nos lábios grossos do menor, que fitou o semblante preocupado estampado na face do irmão. Não gostou de ver seu irmão assim, então decidiu contar logo tudo de uma vez.


Baekhyun ouviu tudo em silêncio, não deixando de ficar espantado quando soube da briga. Nunca imaginou que Sehun pudesse ser do tipo violento com aquela carinha de calmo, as aparências enganam mesmo. Se falasse que ficara surpreso ao saber que os gêmeos gostavam do seu irmão estaria mentindo, isso estava tão óbvio que toda a família sabia, exceto seu pai e Kyungsoo. 


— E agora eles estão furiosos comigo, e eu não sei o que fazer.. — Contava Kyungsoo, desesperado. — por que eu sempre estrago tudo, Baek?


— Calma, Soo. — Pediu, acarinhando os fios pretos. — eu vou te ajudar a consertar toda essa situação, não precisa se desesperar.


Kyungsoo negou repetidas vezes com a cabeça, desacreditado da fala do irmão, Sehun e Sehan nunca iriam lhe perdoar.


— Não tem como, eles me odeiam...me odeiam.. — Cobriu o rosto com as mãos, voltando a chorar. — eu me odeio.


O irmão mais velho mordeu o interior da bochecha, perdendo a paciência com o pessimismo do irmão.


— Já chega, Kyungsoo! — Esbravejou, retirando as mãos do menor do próprio rosto. — pare já de ser tão pessimista, a gente vai sim dá um jeito nessa situação, agora para de chorar! — Ditou mandão, e Kyungsoo fungou o nariz. — agora!


Rapidamente, Kyungsoo limpou o rosto e o nariz com o lenço que o irmão lhe ofereceu, ajeitando a postura na cama. Às vezes Baekhyun o assustava quando agia daquele modo, lhe dava calafrios.


— Ótimo. — Disse, se sentando em seus calcanhares na cama para poder conversar olhando o menor nos olhos. — eu quero que se desculpe com os meninos, Kyungsoo.


— O que?! Como me pede uma coisas dessas? É o mesmo que me pedir para me atirar na cova dos leões. Sabe que eles nunca vão me perdoar. — Dizia, estava começando a ficar assustado. — o Sehun está com vontade de me comer vivo, e não, não é no bom sentido.


Baekhyun revirou os olhos, dando um tapa fraco no braço do irmão.


— Já falei para não ser tão pessimista. — Trouxe as mãos do menor para o seu colo, segurando-as. — eu sei que eles estão bravos contigo, mas também sei que eles te amam muito para aguentar ficar longe de você.


— Você acha? — Perguntou incerto, será mesmo que eles o perdoariam? — tipo, de verdade mesmo?


— Eu não acho. — Dizia, e riu baixinho ao ver o irmão fechar a cara. — eu tenho certeza, Kyungsoo!


— Aish, você me assustou!


Deu um empurrãozinho no irmão mais velho, tendo nos lábios um sorrisinho brincalhão.


— Agora presta atenção, Kyungsoo. — Pediu, chamando a atenção do menor. — você tem que se desculpar com o Sehan primeiro, aí ele pode te ajudar a se desculpar com o Sehun, entendeu?


— Oh, é uma boa idéia. — Se permitiu sorrir, talvez conseguisse o perdão dos gêmeos. — Sehan pode me ajudar com o Sehun, ele o conhece tão bem quanto eu. Mas como vou me desculpar com Sehan?


— Isso é o de menos, afinal, você não bateu nele. — Falou, e Kyungsoo ficou murchinho por se lembrar do tapa. — você tem que se preocupar mais em como vai se desculpar com o Sehun, ele é bem cabeça dura e eu sei que vai ser difícil.


— E ponhe cabeça dura nisso, ele é muito teimoso. — Massageou as têmporas, já pensando na dor de cabeça que teria com o gêmeo mais novo. — você tem razão, vou me preocupar mais em como consertar as coisas com ele.


— Já ia esquecendo, eu acho que esse tal de Jongin namora a filha de um sócio do meu sogro. — Disse. — é, e parece que vai casar com ela.


Os olhos do Do mais novo se arregalaram com a notícia, e Baekhyun riu baixinho.


— Mais que filha da puta! — Xingou, agora sentia ainda mais nojo de Jongin. — vou até escovar os meus dentes com cândida depois disso.


O Park levou a mão bonita até a boca, rindo da fala do irmão, às vezes, Kyungsoo conseguia ser muito engraçado.


— Baek. — O citado parou de rir ao ser chamado pelo irmão, murmurando um "Uh?" como resposta. — obrigado, obrigado por se preocupar comigo e se dar ao trabalho de vir aqui ver como eu estava, mesmo você estando nessa situação.


O mais velho deu um beliscão no braço do irmão, que gemeu de dor.


— Ei, eu estou grávido, não inválido. — Resmungou, indignado. — e não precisa agradecer, você sabe que eu te amo muito. Sempre que precisar pode contar comigo, você sabe, né? — Soo acenou em afirmação com a cabeça. — te amo, irmãozinho.


— Também te amo irmãozão.


Riram juntos, e Kyungsoo voltou a abraçar o irmão, o apertando contra si e ganhando beijos nas bochechas por parte do mais velho. Se separaram ao ouvir um "Own" dos pais de ambos, que estavam na porta observando tudo.


— Oh, eles crescem tão rápido, querido. 


Disse Sra.Do, limpando uma lágrima de emoção do cantinho do olho.


— Também queremos participar do abraço.


— Venham cá, meus velhos!


Chamou Kyungsoo, e os mais velhos se aproximaram abraçando os seus filhinhos, os quais criaram com tanto amor e carinho.


E ali, no meio daquele abraço caloroso com a sua família, Kyungsoo soube que não importava o quão machucado estivesse, se tivesse o amor e o apoio de sua família nada mais importava.




                     [...]





Após terminar o design de uma nova tattoo para um cliente, Sehan pegou seu celular do trabalho, tirou a foto e mandou. Tinha ficado muito bonito, era uma espada cravada em uma parede rachada. Quando colocasse na pele do cliente ficaria muito mais bonita, estava orgulhoso de si mesmo. Afinal, acabara dez designs e tido ideias para novos, e olha que ainda eram 10 horas da manhã, estava inspirado.


Sera que estava mesmo? Ou estava apenas tentando esquecer do ocorrido de ontem? Talvez esse fosse um dos principais motivos para estar tão inspirado hoje, desenhar lhe acalmava bastante e também lhe fazia esquecer do resto do mundo e entrar em seu mundinho, o fazia esquecer dos problemas.


Sabia que continuar fazendo isso não iria mudar a situação, afinal de contas, estava fugindo dos seus problemas quando tinha que bater de frente com eles e os resolver como um homem de verdade, mas porra, era muito difícil. O ocorrido de ontem se repetia em sua mente em um replay infinito, não conseguira nem comer direito de manhã por causa disso.


Quando se tornou tão dependente daquele baixinho? Não sabia dizer, mas achava que fora na primeira vez que o vira. 


Aguentar toda aquela situação não estava sendo fácil para você, imagine para Sehun que levou um tapa. Ainda estara desacreditado daquilo, Kyungsoo conseguia ser mais trouxa que sua prima. Pois depois de tudo que aquele cara falou, ele ainda continuou firme, pensando o contrário mesmo a verdade estando bem diante dos seus olhos. 


Suspirou, começando a guardar os designs na gaveta, pensando se iria aguentar muito tempo longe do baixinho de olhos grandes, porque, sinceramente, achava que não iria aguentar. Tinha seu orgulho sim, mas porra, amava tanto aquele olhudo que sequer se imaginava longe dele, iria ser um sacrifício para você e também para o seu irmão mais novo. 


Amava tanto aquele baixinho, amava mais do que a si mesmo até, como iria conseguir ficar longe dele? Fingir que ele não existe? Simples, não iria. Mas daria o seu máximo para aguentar tudo sem fraquejar, que os deuses o ajudassem nisso tudo. 


— Está muito ocupado?


Sehan soltou uma risadinha, não fazia nem uma semana que estava sem ver o menor e já estava alucinando. Inacreditável, sua mente conseguia lhe pregar peças que pareciam até reais, pois sentiu o perfume do Do.


— Sehan, eu estou falando com você. — O mais baixo se assustou quando tocou o pulso de Sehan por cima do balcão, este deu um pulo e lhe olhou com as mãos no peito e os olhos arregalados, parecia que tinha visto um fantasma. — o que foi? Aish, você me assustou!


Estava começando a achar que era mutante, como sua mente conseguiu fazer aquilo? Kyungsoo lhe tocou, céus, estava ficando louco? Estreitou os olhos olhando o menor de cima abaixo, desconfiado.


— É você mesmo Kyungsoo? — Indagava, saindo detrás do balcão e caminhando a passos lentos até o Do. — não, Kyungsoo é muito orgulhoso para vir aqui.


Riu, e era verdade. Kyungsoo era muito orgulhoso, muito mais que o seu irmão, pois mesmo estando errado ele não era capaz de pedir desculpas. 


— Claro que sou eu, Sehan. — Respondeu, cruzando os braços. — está chapado? Sou eu mesmo, eu quero me desculpar com você.


O mais alto ali tombou a cabeça para trás, gargalhando escandalosamente. Agora assim tinha certeza, estava mesmo ficando louco, Kyungsoo bem ali na sua frente para se desculpar consigo? Que piada.


— Conta outra, o Kyungsoo orgulhoso que eu conheço jamais se desculparia. — Limpou uma lágrima falsa de riso. — ai ai, agora eu ri de verdade.


Kyungsoo estava quase perdendo a paciência, se segurando para não dar uns cascudos em Sehan. Merda, ele tava chapado? Porque só podia ser, não tinha condições de uma pessoa ser tão lerda, mas ele sempre foi meio burrinho, então iria relevar.


— Sou eu mesmo, eu tô muito arrependido. — Disse, era estranho falar aquilo, mas era verdade. — será que a gente pode conversar um pouco? Por favor, Sehan.


Okay, agora acreditava mesmo que aquele era o Kyungsoo verdadeiro, por mais que fosse difícil de acreditar era ele mesmo. Suspirou, acenando com a cabeça.


— Vem, vem comigo.


As mãos se entrelaçaram, e não se soltaram em momento algum, somente quando chegaram ao café próximo ao estúdio de tatuagens de Sehan. Os corações de ambos estavam acelerados, batendo com tanta força contra suas caixas torácicas que tinham medo de terem um ataque cardíaco, e morrerem sem se desculparem, esse era o medo de Kyungsoo.


Sehan pedira apenas um café, e Kyungsoo um cupcake. O açúcar era a única coisa que lhe acalmava, depois é claro, do cheiro dos gêmeos. 


— Bem… — Começou Kyungsoo, fitando as suas mãos envolta da forminha azulada do cupcake. — Sehan, e-eu quero que me desculpar com você, com o Sehun também, mas com você primeiro.


Parou de falar para olhar a face de Sehan, sua expressão era indecifrável, não conseguia lê-la como antes, ele também não falou nada, estava apenas lhe encarando esperando que continuasse. Ficara ainda mais nervoso, então levou o cupcake até a boca e o mordeu. Mastigando devagar propositalmente, para criar coragem para falar.


— Me desculpe, Sehan. — Pediu quando engoliu o cupcake. — me desculpe por ter agido da maneira rude que agi ontem, me desculpe por ser tão trouxa e não ter percebido antes as intenções do Jongin. — Limpou o rosto rapidamente, não queria mais chorar, mas estava sendo impossível para si não fazê-lo. — me desculpe por não ter me dado conta dos meus reais sentimentos por você e pelo Sehun, apenas me desculpe, por favor.


— E quais os sentimentos que você tem por nós? 


— V-você sabe..


— Quais? — Perguntou de novo, queria ouvir as palavras saindo da boca do menor. — diga.


— D-desculpe por não ter me dado conta antes de que sou apaixonado por vocês dois, caralho. — O lábio inferior tremeu, iria chorar. — e-eu já amava vocês antes, mas achei que estava apaixonado pelo jongin por isso não notei, mas agora eu vejo claramente, eu amo vocês e só vocês. — A voz saía entrecortada pelos soluços do menor. — v-você me desculpa?


— Não. — Brincou e viu mais lágrimas caírem dos olhos do menor, e o choro se tornar escandaloso, riu se aproximando. — é brincadeira, amor! É brincadeira, eu te amo e te desculpo sim.


Dizia entre risos, Kyungsoo parecia uma criança chorando, o acolheu em seus braços e afagou os fios cheirosos, tentando acalmá-lo. Já o Do, deu um soco fraco no estômago do mais velho pela brincadeirinha sem graça.


— Obrigado por me desculpar, Hannie. — A voz saiu abafada por estar com o rosto enterrado no peito do mais velho. — posso te pedir uma coisa?


— Claro. 


— Pode me ajudar a me desculpar com Sehun? — Pediu, e mordeu o cantinho do lábio, apreensivo. — por favor.


Sehan entortou o queixo, pensando se deveria ou não ajudar o menor, e é, ia mesmo. Kyungsoo iria precisar de muita ajuda para conseguir o perdão de Sehun, à não ser que eles fossem por um lado mais fácil. 


Um sorriso malicioso se formou nos lábios de Sehan, que acenou com a cabeça positivamente, respondendo a pergunta do mais baixo.


— Claro, já tenho até um plano em mente. — Disse, e o Do o olhou confuso, não estava entendendo nada. — e acredite, se seguir meu plano você vai conseguir fazer as pazes com Sehun facinho, facinho.


— E qual o seu plano? — Olhou o mais velho com os olhinhos brilhando, cheio de esperança. — me conta!


— Calma. — Rira da animação do outro, acariciando seu rostinho marcado pelas lágrimas. — é só me seguir que é sucesso.


O caçula dos Do não hesitou em seguir o mais velho, afinal, queria muito se desculpar com Sehun, e o quanto mais rápido melhor para os três. Então seja lá qual fosse aquele plano, iria fazer tudo direitinho para, finalmente, estar nos braços do gêmeo mais novo. Ah, estava morrendo de saudades de Sehun, se ele soubesse o quanto o amava lhe perdoaria sem precisar fazer nada, queria que fosse fácil assim. Mas nem sempre podemos ter aquilo que queremos, não é verdade? Só lhe restava se conformar, e fazer de tudo para ser perdoado.


Que os deuses lhe ajudassem a consertar toda essa bagunça, e por caquinhos iria conseguir consertar o seu pobre coraçãozinho e o daquele o qual magoara.





                     [...]





Quando Sehun, finalmente, chegou em casa a primeira coisa que fez foi retirar aquela camisa social e jogá-la de qualquer jeito em cima da poltrona de seu quarto. Para a sua infelicidade hoje tivera todas as aulas na faculdade, nem mesmo uma mísera aula vaga sequer. E para lascar com tudo e acabar com todo o seu dia, logo depois da faculdade teve que ir participar de uma reunião na empresa do seu pai - seu pai queria que já começasse a participar das reuniões, para que ficasse por dentro de tudo -, passara praticamente o dia todo rodeado de velhos que só pensavam em dinheiro.

Não que não gostasse dali, gostava sim, era o que pretendia fazer pelo resto de sua vida até. Só que hoje, em especial, não estava com cabeça para aturar ninguém. Essa não foi a pior parte do seu dia, o que ferrou mesmo com ele foi ter esbarrado em Jongin, o pai dele virou um dos sócios do seu pai, não é ótimo? - contém ironia. Ao que tudo indicava, ele iria assumir os negócios do pai dele também e consequentemente teria que aguentá-lo por um bom tempo.


Descobrira também que ele já era noivo, e teve que se segurar para não avançar nele na frente de todo mundo. Além de brincar com os sentimentos de Kyungsoo, ainda o fizera de amante? Céus, isso fez seu sangue ferver. Vê-lo agindo tão falsamente com aquela moça quase lhe fez perder a compostura, lhe causou ânsia de vômito. E nos poucos momentos que ficaram a sós ele o provocou, falando de Kyungsoo como se ele fosse uma vadia e em como a boca dele era boa de foder. Sim, tinha levado um tapa de Kyungsoo e discutido com ele, mas isso não significava que não o amava mais, se importava sim com ele.


Tivera que aguentar tudo isso pelo resto do seu dia, e todo esse estresse acabou lhe rendendo uma puta dor de cabeça. Parando agora para pensar, tinha tido muito paciência com o Kim. Afinal, aguentar um cara falando de maneira escrota do amor da sua vida sem enchê-lo de porrada não era para poucos, não é mesmo? Talvez Deus o tivesse abençoado com a paciência de Jó.


— Porra do caralho!


Xingou ao bater o dedo na quina da cama, é, talvez Deus não o tivesse abençoado com a paciência de Jó.


Os olhos castanhos escuros pousaram na figura de roupão parada ao lado da porta do banheiro, lhe fitando com um certo medo. O que ele estava fazendo ali? E lhe olhando como se fosse algum tipo de monstro assustador?


— O que faz aqui? — Perguntou grosseiro. — veio me dar outro tapa, Kyungsoo? Vaza.


Tremendo, o citado se aproximou devagar do mais velho, receoso. Sehun estava estressado, soube pelo tom grosseiro que o mesmo lhe questionara, mas não precisava ficar, não estava ali para estressá-lo ainda mais, afinal. 


— Está estressado? — Depois de alguns minutos em silêncio tomou coragem para responder, só que com outra pergunta por cima. Ainda bem que o quarto estava na penumbra, assim não daria para ver suas bochechas coradas com o que estava prestes a fazer. — vejo que sim.


Sehun arqueou as sobrancelhas indagando o menor, que se aproximava cada vez mais de si, até está a apenas dois passos de si. O fitou, crispando os lábios.


— E isso te interessa? — Se Sehun fosse um cavalo Kyungsoo já estaria no chão depois de um coice desses. — fala logo o que você quer, porra? Não tá vendo que eu não tô com paciência?!


Okay, Sehun estava mais bravo do que imaginava, mas tudo bem. Iria conseguir, estava ali para acalmá-lo, e iria fazê-lo perfeitamente.


— Sim, estou vendo. E é por isso que eu estou aqui.


O Oh estava prestes a questioná-lo novamente, quando Kyungsoo deixou o roupão deslizar pelo seu corpo lentamente, atraindo imediatamente a atenção do gêmeo. Os olhos de Sehun percorriam todo o corpo cheio de curvas do mais baixo, que estava brilhando, certamente o mesmo devia ter passado algum óleo, pois o cheiro de amêndoas inundava todo o cômodo.


Seu membro se agitou por baixo daqueles panos quando seu olhar caiu sobre as pernas do menor, este usava a parte de baixo de uma lingerie composta por uma cinta liga rosa clarinho, e uma calcinha da mesma cor. As coxas fartas e branquinhas marcadas pela a cinta, seus dedos puxaram-na e a soltaram com força na pele do menor, provocando um estalo alto.


Kyungsoo arfou, sentindo a região antigida arder. Reconheceu que a idéia de Sehan fora realmente boa, embora a calcinha apertasse seus testículos e o seu membro mediano, se sentia incrivelmente sexy. 


— Você não tem vergonha na cara não? — O Do saiu de seus devaneios com a voz rouca de Sehun. — me dá um tapa daqueles e depois aparece aqui usando essa lingerie, sabendo que eu não aguento ver esse teu rabo dentro de uma calcinha? — Indagou, agarrando o menor pelo pescoço, e colando os corpos. — vadia, você não aguenta ficar longe do meu pau, não é? Tá louco pra me dar. — Moveu o quadril contra a bunda do menor, causando uma fricção gostosa do seu pau contra aquelas nádegas gordinhas, e arrancando um gemidinho choroso do Do. — é meu pau que você quer, é? Então você vai ter, eu vou te comer com força, putinha.


Só com aquelas palavras o membro do Do já estava pingando gozo dentro da calcinha e seus mamilos já estavam durinhos, excitado. Vendo a sensibilidade do menor, Sehun desceu com a sua mão destra pela barriga do menor até chegar na ereção marcada, agarrando-a e pressionando-a com o polegar bem em cima da cabecinha necessitada.


Em resposta, o quadril alheio sofreu uma guinada brusca para frente, buscando mais contato com a mão robusta. Estava se segurando nos braços fortes de Sehun, pois a cada apertada dada em seu membro suas pernas ameaçavam ceder. Caralho, estava excitado com tão pouco que tinha medo de acabar gozando apenas com aquilo.


Rindo sacana, o mais alto caminhou lhe segurando até o banheiro. Parando apenas quando já estavam em frente a pia, confuso indagou.


— M-mas o qu-


Fora obrigado a calar a boca no momento em que Sehun o deitou de bruços no mármore gelado da pia, o corpo se arrepiando com o choque térmico. 


Sehun usou seus pés para afastar ainda mais as pernas do Do, que por ser desprovido de alguns centímetros apenas as pontas dos seus dedos tocavam o chão. O olhar de ambos cruzou pelo espelho, e o corpo inteiro do Do tremeu com o olhar do Oh, este estava cheio de luxúria e raiva, mas o que mais lhe excitou foi reparar em como Sehun estava gostoso daquele jeito. Usando apenas uma calça social, com o corpo orvalhado de suor igualmente o seu e os cabelos pretos colados na testa, o pulso adornado por um Rolex dourado, lhe fitando com fome. Quis beijar aquela boca vermelha, mas como, infelizmente, não podia mordeu a sua própria com força.


— Hunnie, me dá um beijo? Eu quero um beijo. — Pediu choroso, mas o que recebeu foi um tapa forte no rabo. — anh...


A cena daquela bunda balançando fez o seu membro latejar, porra, Kyungsoo era todo gostosinho, iria fodê-lo até seu pau ficar doendo.


— Eu quero você veja. — Dizia, a voz cheia de excitação. — e grave a sua cara quando eu estou te comendo. — Afastou a calcinha do menor para o lado, e roçou o pau duro entre as bochechas fartas. — grave o seu rostinho, e me diga. — Penetrou apenas a cabeça, e o corpo do menor se contorceu em cima da pia. — você ainda quer foder com o Jongin, uh? Quer o pau dele?


Kyungsoo negou várias vezes com a cabeça, e sua cabeça foi levantada pelo mais velho, lhe obrigando a olhar para o espelho e ver como estava. Sua face inteira estava suada, sua boca estava inchada e seus cabelos bagunçados, um pouco de saliva escorria pelo cantinho de seus lábios, estava deplorável. 


— Responda!


Seu couro cabeludo doeu ao ser puxado com mais força, suas bolas pulsaram dentro da calcinha toda molhada de porra.


— N-não, eu só quero o seu pau, só o seu…


Satisfeito, resolvera parar de torturar o menor e enfiou seu pau de uma vez, indo bem fundo, gemendo grosso ao sentir as paredes internas lhe apertando tão gostoso.


— Que cuzinho gostoso, amor. — Dizia, investindo com força naquele rabo. — só não me aperta tão gostosinho assim, que o papai não quer gozar agora.


Céus, Sehun estava metendo tão gostoso que podia jurar de pé junto que estava sentindo as veias do seu pênis pulsando em seu ânus. Porra, ele ia com força e depois devagarinho, lhe levando do paraíso ao inferno ao mesmo tempo. Tocando bem na sua próstata, esmagando-a sem dó com aquele pau.


Sehun não tinha um pingo de pena de si, e isso ficou ainda mais claro quando ele erguera sua perna, a colocando em cima da pia, lhe deixando ainda mais exposto para si, fazendo a pele ao redor do seu buraquinho se repuxar.


— Ah, ah..ah..ah, mais rápido. — Gemia feito uma cadela no cio, pedindo por mais. E teve o que queria, pois Sehun começou a meter mais forte, fazendo seu corpo ir para frente e para trás. — Ooh, isso...ah..


— Geme, cadela…ahn, geme bem alto. — Ergueu o corpo curvilíneo, passando o braço livre pela a barriga do menor. — olha sua carinha, olha como você fica lindo empalado no meu pau.


O Do soluçou baixinho, afetado pelas palavras do Oh, observando o exato momento em que Sehun cravou os dentes em seu pescoço pelo reflexo do espelho. Lhe fazendo tombar a cabeça para trás, e revirar os olhos por baixo das pálpebras, caralho, aquele chupão foi tão forte que tinha certeza que ficaria roxo. A posição que estava não era muito confortável, estava se equilibrando apenas em uma perna, na pontinha dos pés. A qualquer momento poderia se desequilibrar, e cair no chão.


— Hunnie, e-eu vou… — Avisou entre gemidos, sentindo o limite próximo. — gozar…


Sehun sorriu sacana, mantendo o ritmo frenético e forte.


— Então goza, amor… — Cravou as unhas na barriguinha lisinha, deixando um rastro de sangue. — goza na sua calcinha, deixa ela toda sujinha com o seu mel, amor...Anh..


Foi o estopim para Kyungsoo, que chegou em seu limite gritando pelo Oh e gozando forte dentro de sua calcinha, desmaiando no colo do mais alto. Sehun riu, arregaçando ainda mais o Do, levantando sua perna que tremia compulsivamente a altura do seu peitoral e voltando a estocar.


— Vou gozar dentro do seu rabo, amor.. — Sussurrou, lambendo o lóbulo da orelha sensível. — vou deixar você bem cheinho de porra, Kyungsoo...oh, porra…


Estocando sem pausas, Sehun também atingiu o seu orgasmo, esporrando dentro do interior alheio, o deixando bem cheinho como dissera. Desabando em cima do outro corpo, ambos exaustos e suados, fedendo a sexo selvagem. 


Sehun depositou um beijinho na bochecha do Do, achando-o  uma gracinha com um bico nos lábios e os olhos fechados, cansado. E de fato estava, Sehun tinha acabado consigo, estava tão cansado que só sentiu seu corpo ser levantado, e logo depois uma água quentinha tocar sua pele. Sua bunda, seu corpo inteiro, tudo doía em demasia e tudo que estava precisando era de um banho quentinho e cama, mas antes tinha que perguntar.


— Hunnie. — Chamou pelo mais velho. — você me desculpa? Eu juro que estou arrependido e te amo muito.


Sehun rira, levando a mão para a face delicada e acariciando a bochecha corada com o polegar.


— Perdôo sim, meu amor. — Deixou um selinho casto nos lábios do menor, arrancando um sorrisinho de olhos fechados do mesmo. — e eu também te amo, meu bebê.


Depois de ouvir aquilo, Kyungsoo capotou. Conseguiu o perdão dos dois amores de sua vida, e de agora em diante iria fazer o certo.


O certo era fazer aqueles dois idiotas irem pedir para namorar consigo ao seu pai logo, antes que ele descobrisse por outras bocas o que estava rolando entre os três. E acreditem, Sr.Do não é nada legal quando está bravo, então era melhor eles se apressarem logo com isso.


Agora que já tinham se acertado e tinha ciência de seus sentimentos pelos gêmeos, tudo ia ficar bem. E Jongin? Ah, nem se lembrava mais dele, pois os donos do seu coração moravam apenas a alguns minutos de sua casa e eram o reflexo um do outro.


No aconchego dos braços do amor da sua vida, Kyungsoo sentia um sentimento quentinho se apossar do seu coração, uma sensação muito boa de ser amado, ou seria orgasmo? Não, era amor mesmo. 


Sua reconciliação com Sehun não teria sido possível sem a ajuda de Sehan, que mostrou que não era tão burrinho como pensava.







Obrigado, Sehan.


Notas Finais


Obrigado mais uma vez, meninas(os), vocês são demais😣💖

Essa fic virou meu bebê por ser a fic mais longa que eu já escrevi, KKK. Nem é tão longa, mas é isso mesmo. Até o próximo capítulo ( bônus, que um dia postarei ) 😘


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