História Alone Together - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Luke Hemmings, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Avery Spencer, Luke Hemmings, Msmahone1d_ju
Visualizações 357
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IM NOT LOOKING FOR SOMEBODY WITH SOME SUPERHERO GIFTS, I WANT SOMETHING JUST LIKE THISSSSSS
Oeeeee, como vão?
É domingo a noite, e sorry porque eu sei que quase ninguém tá online mas só cheguei agora em casa aaaaaaa to morta. Amanhã tem aula ainda, credo. sad.
Galera, explicando algumas coisinhas: fiz um drama com a volta da mãe deles sim! Porque fanfic sem drama não rola né? hehe. Vocês não perderam nada na história, a mãe deles não fez nenhum mal pra eles ou algo assim pra tanto pânico, é só que a nossa dear Avery é dramática mesmo, e imaginem que os pais de vocês que xcostumam sair mas sempre dar noticia simplesmente resolvem passar um mês sumidos e depois voltar do nada. Estranho né? No caso assustador, então é isso, espero que compreendam a novela hehehe.
Boa leituraaaaaaa!

Capítulo 41 - Ideia


Capítulo 40 – Ideia

Avery Spencer:

Eu estava pasma, com o peito apertado e totalmente petrificada. Me esqueci de Luke ali, me esqueci de Travor e só me foquei à mulher em minha frente. A mulher que não dá notícias há quase um mês, na qual não esteve aqui nos piores momentos, quando mais precisei, nas minhas horas de tormenta. Travor era minha família, ela não mais.

Pode parecer drama, afinal era apenas um mês, mas não em questão materna. Uma mãe não pode sumir assim, quaisquer sejam os motivos, e muito menos reaparecer dessa forma, como se nada tivesse acontecido.

Me pergunto onde está meu pai, afinal se eu estava com raiva e mágoa dela por estar ali agora, não imaginava o que sentiria ao vê-lo, já que nem mesmo deu as caras.

— Ave, meu amor, como está? — ela se aproxima, pronta para me abraçar. — Parece meio abatida.

Eu recuo dois passos, chocando minhas costas contra alguma coisa, que só então percebo ser Luke. Nem vi quando ele saiu do carro, e agora tinha as mãos nos meus braços, como se ao prever o que aconteceria, tentasse me acalmar.

O olhar de minha mãe pareceu desolado quando viu que eu me recusei ao seu toque, mas pareceu se iluminar um pouco quando notou a aproximação de Luke para comigo.

— Está namorando? — ela pergunta, entusiasmada. Balanço a cabeça em negativa e ele me solta. — Ah.

— Mãe, é melhor entrarmos, eu não consegui falar com ela ainda.

— Não contou pra ela? — ela faz uma carranca.

— Contar o quê? — me intrometo, meu coração já acelerando de novo. Céus, é muita coisa para um único dia. Vou me tornar cardíaca antes mesmo dos vinte, se continuar nesse ritmo. — O que eu tenho que saber?! — pressiono.

 — Ave, acho que é melhor você...

— Luke, cara, não se mete. É hora de você ir — Trav interfere.

— Não enquanto Avery precisar de mim. Você quer que eu vá? — ele me pergunta.

— E-Eu... — gaguejo.

— É um assunto de família — minha mãe fala.

— Nada disso te diz respeito.

— Não interessa, caralho! Não tá vendo o estado dela?

— O que tá acontecendo com você, Avery? Está estranha — ela aponta.

— Foi um dia puxado, o que você estava escondendo dela, Travor? — a voz de Luke se fez presente novamente.

Oh céus.

— Eu que faço as perguntas aqui, e por que diabos tem sangue na tua blusa?

— Porra, calem a boca todos vocês! — grito, irritada com todo aquele falatório. É informação demais pra digerir. — Luke, por favor, é melhor você ir.

— Você tem certeza? — ele soa preocupado, e isso me faz sorrir diante toda aquela situação conturbada.

— Ela tem, some daqui, Hemmings!

— Não se mete, Travor! — bufo. — Sim, tenho certeza. Prometo te ligar mais tarde, ok? Preciso de um tempo com eles.

— Tudo bem. Me ligue mesmo, ok?  

— Eu vou.

— Se cuida — ele beija meu rosto e se afasta, após direcionar um olhar frio ao meu irmão, que assiste tudo de braços cruzados. Luke entra no carro e acena pra mim antes de dar a partida.

— Que merda é essa, vocês tão se pegando pelas minhas costas?

— Não é nada disso, Trav — reviro meus olhos. — Vamos entrar logo, senão já que aparecem aqueles vizinhos intrometidos e eu não quero mais problemas por hoje — digo já me direcionando até a entrada de casa, após o carro de Luke sumir de vista.

Já na sala, o clima é péssimo. Travor está no sofá duplo, eu na poltrona e minha mãe acaba de se acomodar no sofá de canto com um copo de leite morno em mãos. Ninguém fala nada, e eu me recuso a encará-los. Estou irritada demais, nervosa demais, e, principalmente, confusa.

— Bom, eu esperava que Travor tivesse contado à você, então nem sei por onde começar.

— Pelo começo, talvez — sorrio ironicamente. Ela suspira, mas não retruca. Sabe que tenho motivos para estar irritada.

— Pra começar, nós não abandonamos vocês, ok? Eu soube da morte de seu amigo, soube da sua fase ‘ignorância e rebeldia’ e soube da sua decaída na escola, mas nada disso é relevante agora. Eu liguei para Travor pelo menos duas vezes a cada semana, mas achei melhor não falar com você, que sempre foi mais sensível, filha. Me doeu muito não dar notícias por tanto tempo, e mais ainda por precisar me ausentar com tanta frequência, é por isso que eu quero falar com vocês. As coisas vão mudar agora.

Eu já tinha lágrimas nos olhos.

— O que quer dizer? — pergunto com a voz falha, eu odiava ser tão chorona e sensível nesses assuntos de família.

— Seu pai está recebendo muitas propostas em Perth, estávamos indo além dessa cidade, e são mais de mil quilômetros, era muito difícil voltar toda semana. Até que uma das propostas se tornou irrecusável, e nós resolvemos nos mudar de uma vez.

Meu queixo cai.

— Mudar para Perth? Tá falando sério?

— Sim, você vai amar, já escolhemos um apartamento lindo e a escola que vocês irão estudar é ótima, além do salário ser quase três vezes maior e...

— Mãe, não! — me levanto da poltrona num pulo, como eles podem ser tão frios? — Vocês acham que é assim? Nos deixar sozinhos e de repente voltar com a notícia de que vamos nos mudar para um lugar há quase mil km  daqui e esperar que aceitássemos numa boa? Não, eu tenho uma vida aqui!

O único nome que ecoava em minha mente era Luke. Luke, Luke, Luke. Eu não podia, nem queria, me afastar dele. Além do mais, eu cresci aqui, essa é minha vida.

— Mas, Avery, você sempre reclamou dessa cidade, que não tem amigos nem muita coisa pra fazer. Ficaríamos únicos em Perth, e você recomeçaria tudo de novo, fará novas amizades.

— Mas eu não quero um recomeço! Estou feliz com Luke, Naomi, Ashton, Jared e até mesmo Calum... não posso ir agora. Ainda falta um ano até que eu termine a escola, não vou largar tudo agora!

— Mas, filha...

— Não, mãe, não insista. Não vou sair de Sydney.

Ela estava boquiaberta, desolada, como se todos seus planos estivessem desfeitos, e realmente, era isso que estava acontecendo. Ela não poderia voltar e pensar que eu concordaria numa boa.

— Travor? — ela sussurra, como que pedindo ajuda.

— Avery está certa, mãe — ele nos surpreende —, temos uma vida aqui e eu estou prestes à entrar pra faculdade, não trocaria a UTS por uma em Perth. Eu sou maior de idade, podemos continuar juntos aqui se for o desejo de vocês ir para Perth. Não é como se estivéssemos desacostumados em tê-los longe.

Eu mordo meu lábio tentando reprimir o choro, não quero demonstrar fraqueza agora.

— Eu não... eu... — ela suspira. — Precisamos do pai de vocês aqui pra resolver isso.

— Façam o que quiserem, de Sydney eu não saio — bato o pé no chão e me movo para fora da sala, até o meu quarto. Ouço minha mãe gritar meu nome, mas ela nem mesmo vem atrás de mim. Bato a porta do meu quarto logo após Bob entrar, e a tranco.

Me mudar para Perth, que ideia ridícula! É o cúmulo.

Ligo o rádio e deixo no volume máximo para saberem que não estou os ouvindo e pego meu celular no bolso, enquanto me jogo na cama. Bob deita em cima de mim e lambe meu rosto enquanto digito uma mensagem para Luke.

“Podemos nos ver?” — ele não demora nem um minuto para me responder, penso que já deve estar em casa.

“Agora?”

“Mais tarde.”

“Está tudo bem? Te busco às oito. x”

“Na medida do possível. Até mais. x”

Deixo o celular em cima do criado mudo e permaneço cantarolando Something in Your Mouth junto com Chad Kroeger. Nickelback é uma banda tão boa, nunca entendi porque são tão criticados.

Algum tempo depois, no meio de Never Gonna Be Alone, Trav bate em minha porta e eu resolvi dar-lhe uma chance, até porque ele defendeu minha vontade. Abro a porta e ele entra, se sentando na minha cama.

— Você devia ser menos dura com nossa mãe, ela sente muito.

— Não, ela não sente, Trav. Sumir e reaparecer do nada, depois de sequer dar notícias, e simplesmente querer nos levar para Perth não é sentir muito. É ser egoísta.

— Ela sempre perguntava de você, eu só não achava que seria bom falar com ela durante sua “fase”.

— Tá, e as visitas? Acha normal ter pais que vivem em prol do serviço, viajando, conhecendo lugares novos, e deixar os dois filhos adolescentes sozinhos?

— Eu não vejo dessa forma, até porque ela quer nos levar para perto e você recusou.

— Você também.

— Eu prefiro ficar, sim, mas não me incomodaria tanto em ir. Fiz isso mais por você do que por mim, Avery.

Bufo, agarrando meus cabelos. — É coisa demais pra digerir.

— O que houve na escola? Ash me disse que rolaram umas tretas e você não parecia bem quando chegou.

— Uns alunos idiotas quiseram colocar ideias na minha mente, mas Luke me defendeu. Nada demais.

— Luke? Vocês tão se pegando mesmo, então.

— Não, claro que não!

— Não foi uma pergunta, Luke não faria isso por você a menos que esteja rolando algo.

— Não somos ficantes.

Bom, um beijo aqui e ali não nos torna ficantes, eu acho. Amigos coloridos, no máximo do máximo, mas o que temos não me soa como algo assim.

Seu celular parece vibrar em seu bolso já que ele o pega com o cenho franzido e arregala os olhos ao ler o que me parece ser uma mensagem. Ele guarda o celular de volta e me olha rapidamente.

— E-eu preciso ir.

— Pra onde? — pergunto confusa e, obviamente, curiosa.

— Nos falamos depois. Mamãe está na sala, caso queira conversar.

— Não quero.

— Tá bom.

Dito isso, ele simplesmente se vai, batendo a porta. Bob pula no meu colo mais uma vez e eu fico encarando a porta por onde ele passou, sem entender nada.

Então tá bom, né?!


Notas Finais


Xiiii, parece que a estranheza do Travor tem a ver sim com a volta da mãe deles mas não só isso... vish.
E aí, que acham dessa suposta mudança? Vai rolar? hehehe
E sobre o encontro deles a noite? opaaaaa. Sou boazinha, então darei um spoiler: EU ATENDI O PEDIDO DE VOCÊS! YEAAAAH. Bom, mais ou menos. ESPERAM QUE LOGO APARECE.
Comemorem: a fanfic vai precisar ir além do capítulo 45, to escrevendo o 43 e preciso desenrolar algumas coisas ainda.
Bom, obrigada pelos comentários, favoritos e todo o carinho de sempre, amores meus <3
Até logoooo xx Ju


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