História Alpha (Jikook) - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Kookmin
Visualizações 88
Palavras 4.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem!! Esse capítulo me rendeu 3 dias só de revisão haha
Bjs da tia Black 😘

Capítulo 16 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Alpha (Jikook) - Capítulo 16 - Capítulo 6

Ceder

Eu tinha o sono ridiculamente profundo. Eu sempre tive. Meu pai

costumava dizer que eu poderia dormir até o mundo acabar. Eu dormiria

com tempestades que balançavam toda a casa, até mesmo com o

despertador tocando no meu ouvido. Seria preciso uma mão rude me

chacoalhando por vários minutos antes de eu finalmente acordar, e mesmo

assim estaria grogue, desorientado. Eu babava quando dormia. Era

embaraçoso. Era parte da razão que eu nunca tinha morado com um cara,

para ser totalmente honesto. Por babar, eu não quero dizer um pouquinho

no canto da minha boca. Quero dizer meu travesseiro estaria úmido quando

acordava. Era nojento, mas eu não conseguia evitar isso. E que cara quereria

dormir ao lado de um garoto que baba uma piscina de cuspe em cima dele

e do travesseiro?

Eu nunca acordava no meio da noite, nunca, por nada. Uma vez que

caí no sono ficava deitado até que o meu corpo estivesse pronto para

acordar.

No entanto, dois dias após a visita à ópera, eu acordava no meio da

noite. Eu não tinha visto Kook desde a ópera, o que tinha deixado os vários

dias muito longos e muito chatos. Acordei, olhando para o relógio ao meu

lado 02h39min. Por que eu estava acordado? Meu coração estava

martelando, batendo em meus ouvidos. Olhei ao redor do quarto, mas tudo

que eu podia ver eram sombras e formas vagas, pálidos reflexos de sombras

mais profundas dos espelhos no banheiro.

Meu quarto estava quase escuro como breu, a única luz vinha do

relógio ao lado da minha cama.

Eu não estava sozinho. De repente e completamente, eu soube disso.

— Olá? Kook?

— Sim. Sou eu. Feche os olhos. — sua voz veio da porta que levava à

sala de estar.

— O que você está fazendo aqui? É o meio da noite.

— Feche os olhos, Jimin.

Fiz o que ele instruiu. — Eles estão fechados. Não que isso faça

diferença, este quarto é tão escuro.

— Mantenha-os fechados. — eu ouvi a sua voz se movendo mais

perto, ouviu os pés no carpete.

Senti a cama afundar sob o seu peso. Meu coração começou a

martelar ainda mais, batendo na minha garganta. Sua mão tocou minha

perna, perto do joelho, subiu para minha coxa, para o quadril. Até minha

cintura. Eu estava coberta apenas pelo lençol, vestindo uma camiseta e

cueca. Sua mão deslizou por cima do meu peito, e em seguida,

continuou se movendo. Então encontrou meu rosto. Seu polegar roçou meu

queixo, minha bochecha. Senti a seda pressionada em meus olhos, então

levantei minha cabeça para que ele pudesse amarrar a venda.

— Peço desculpas pela minha ausência nos últimos dias, Jimin. Os

negócios me chamaram. Mas estou de volta agora e vou compensar minha

ausência. — ele puxou o lençol para baixo e jogou para o lado. — Coloque as

mãos sob o travesseiro debaixo da cabeça.

Eu deslizei minhas mãos sob o travesseiro como instruído e mantive as

perguntas para mim mesmo. Eu tinha a sensação de que sabia o que ele faria

e eu não estava disposto a discutir.

Seu dedo traçou minha bochecha mais uma vez e então deslizou para baixo na curva do meu

pescoço.

— Esta camisa é importante para você?

Eu balancei a cabeça, em seguida, percebi que ele não seria capaz de

ver o gesto. — Não. No entanto, a última que você rasgou era.

— Minhas desculpas, nesse caso. — ele segurou a gola da minha

camiseta com as duas mãos e eu senti seus dedos contra os meu peito, senti

as mãos tensas e depois o algodão rasgando de cima para baixo. Eu senti sua presença sair da cama e ouvi o clique de um interruptor. — Assim é melhor.

Agora posso ver seu corpo lindo, Jimin.

O ar frio tomou conta de meu torso exposto, fazendo minha pele se

arrepiar e meus mamilos endurecerem. Minhas mãos se apertaram em

punhos sob o travesseiro. Eu me preparei para seu toque, mas quando

chegou, não era onde eu esperava. Seu dedo tocou meus lábios e deslizou de

canto a canto. Eu separei meus lábios, senti o dedo deslizar em minha boca e

provei a pele salgada. Mordi suavemente e eu ouvi um assobio quando ele

respirou fundo. Seus dedos saíram da minha boca então traçaram uma linha

de baixo do meu queixo, no meu pescoço, entre meu peito, por cima do meu

diafragma e barriga. Quando chegou a minha cueca, o dedo foi

enganchado sob o elástico e continuou sua jornada em direção ao sul,

trazendo minha cueca com ele. Levantei e seu dedo correu para o meu

quadril, levando o tecido para baixo e depois por todo o meu sexo para o

outro quadril, e, em seguida, a peça foi embora, jogada fora.

Eu estava nu para ele agora, exceto por um pedaço rasgado de

camiseta ao redor dos meus braços. Meus mamilos estavam duros como

diamantes, minha respiração era longa e profunda. Minhas coxas estavam pressionadas juntas e eu senti seu olhar em mim, sabia que ele estava olhando para mim, memorizando meu

corpo. Deixei minhas pernas desmoronarem, deixei-o me ver.

— Jimin... Você é malditamente lindo. — sua voz era baixa e

reverente. — E você é meu.

Eu vacilei em surpresa quando senti sua mão tocar levemente meu

mamilo esquerdo e depois relaxei em seu toque quando ele me segurou. Sua

mão se moveu para o meu outro peito e depois deslizou para a curva de

minha cintura, descendo para o meu quadril. Ao longo da minha coxa, até o

interior e depois seu dedo estava traçando meu comprimento,

provocando uma respiração sibilante de meus lábios.

— Não há necessidade de ficar quieto nesse momento, Jimin. Você

pode fazer o barulho que quiser. Grite para mim se você quiser. Diga meu

nome. Agora, diga o meu nome.

— Kook...

Quando a palavra saiu da minha boca, seu dedo deslizou n minha glande e eu disse o nome dele, soltando em um gemido. Ele não precisava fazer isso, no entanto, porque eu já estava

Molhado, já latejando por seu toque. Eu sabia o quanto ele poderia me fazer

gozar, e a partir do momento que o senti rasgar a minha camiseta, eu queria,

precisava disso.

Cedendo para ele estava se tornando mais fácil.

— Abra suas pernas, Jimin. Bem abertas.

Obedeci, arrastando meus joelhos para cima e deixando-os cair. Viu?

Eu nem sequer o questionei - eu só fiz o que me disse como um bom menino.

— Tão perfeito, Jimin.

Seus dedos traçaram sobre a meu comprimento, deslizou em pra cima e

Pra baixo, mergulhando para acariciar meu glande e parou. E então o

seu peso mudou, senti os ombros largos tocando a parte interna dos meus

joelhos e seu rosto em minha coxa. Oh, Deus. Oh, Deus. Ele estava prestes a

ir para baixo em mim. O desejo me deixou tenso, queria colocar meus joelhos

sobre seus ombros e pedir-lhe para me lamber sem sentido, queria lhe pedir

para tirar a venda para que eu pudesse vê-lo, para que pudesse assistir a sua

cabeça entre as minhas pernas. Mas não fiz nada disso. Fiquei

absolutamente imóvel, fiquei em silêncio e esperei.

Suas mãos se curvaram ao redor do lado de fora das minhas coxas e

eu senti sua respiração suave na minha pele sensível.De fato, o contraste de seu rosto em minhas coxas e sua língua

molhada, quente e lenta ao longo da minha comprimento era delicioso e erótico, e

eu não podia e não tentaria impedir que um gemido escapasse dos meus

lábios. Sua língua se movia rapidamente em volta da minha galnde inchada em um círculo longo e molhado.

— Jimin... Você tem um gosto tão bom, Jimin. Eu vou lamber seu doce

e perfeito pênis até que você me implore para parar, mas não vou parar.

Continuarei chupando até que você não aguente mais, e então, você vai

gozar com muita força e tantas vezes que pensará que está prestes a morrer

e eu o farei voltar. Alguma vez você já gozou tantas vezes que desmaiou,

Jimin? Isso é o que vou fazer com você. Agora. Essa noite. Eu vou comer o

Seu doce pau até desmaiar. — suas palavras e sua voz

retumbaram e ronronaram como o rugido de um leão, sua respiração estava

quente em mim, seus dedos eram gentis, porém insistentes, e eu quase gozei

apenas pela sua voz, com as suas palavras, simplesmente com as suas

promessas.

Mordi meu lábio e gemi quando sua língua plana e grossa deslizou por

minha glande. Ele me chupou assim algumas vezes. Gemidos estavam deixando meus lábios sem parar enquanto sua língua recuava e apertava em mim, mergulhava e dava a

volta na minha galnde. O ritmo, oh, Jesus, o ritmo que ele estabeleceu era

lento, deliberado e enlouquecedor. Com a intenção de me deixar louco. Com

a intenção de me fazer implorar. Ele não usava nada além da sua boca. Por

um tempo eu não tinha como medir o que ele estava fazendo, apenas chupando e me circulando sem nenhum padrão discernível. Calor cresceu

por dentro e a pressão se abateu sobre mim como se estivesse me afogando

no fundo de uma piscina. Minha respiração veio em gemidos e meus quadris

se levantavam e caíam pela sequência selvagem de sua língua incansável.

E então, quando eu estava prestes a gritar de frustração e

necessidade, os dedos de sua mão direita se arrastaram na minha perna, até

o interior da minha coxa, e então senti sua mão nas minhas bolas, curvar e acariciar alto e

profundo, arrancando um suspiro que se tornou um gemido. Eu não

consegui deixar de colocar meus calcanhares sobre seus ombros, então, ele

agarrou meus quadris com as duas mãos e me puxou para baixo da cama,

pegou um travesseiro e o empurrou sob minhas costas para levantar minha

bunda da cama. Minhas mãos estavam em punhos debaixo do travesseiro,

tremendo, desesperado para enredar em seu cabelo.

Suas mãos deslizaram sobre meu corpo, acalmando e suavizando,

explorando e possuindo. Sua palma roçou meu peito segurou e

então seus dedos beliscaram meu mamilo, apertaram e torceram,

adicionando uma linha nítida de calor arranhando a pressão e o fogo dentro

de mim. Senti sua outra mão sobre minha barriga, passando por meu quadril,

minha coxa, deslizando sobre a linha úmida e trêmula do meu pênis. Eu gemi e depois

soltei um pequeno grito sem fôlego quando sua língua moveu rapidamente

contra o minha glande. Dois dedos acariciavam

dentro de mim, golpeando quando o ritmo de sua língua acelerou.

O calor no meu núcleo foi crescendo, a pressão fazendo minhas coxas

tremer e meus calcanhares cruzados um sobre o outro em suas costas, o

mantendo em mim. Minhas mãos precisavam tocá-lo. Eu precisava. Mas não

o fiz. Eu não podia. Eu as mantive no lugar, assim como ele me disse para

fazer.

Eu estava gemendo alto agora, os quadris se contorcendo contra a sua

boca.

Meu orgasmo foi rápido e forte, pulsando por mim como relâmpagos.

— Merda... Kook... Oh, Deus... — eu me ouvi ofegar.

— Foi um bom começo. — sua voz veio de entre as minhas pernas. —

Mas foi apenas um começo.

Apenas um começo? Esse orgasmo me deixou mole e suado,

tremendo, mal era capaz de recuperar o fôlego. Eu percebi que ele poderia

não estar brincando quando tinha prometido me fazer desmaiar. Eu só tive

orgasmos múltiplos uma vez na minha vida, e foi uma... Noite memorável. O

cara em questão era um fuzileiro naval dos EUA em licença e nós só tivemos

uma noite juntos, mas puta merda ele tinha sido bom.

Ele era um amador, eu percebi, em comparação com Kook. Eu gozei

forte e ele só tinha levado alguns minutos para isso.

Meus pensamentos foram dissolvidos por seus dedos deslizando para

fora de mim e movendo para acariciar minha latejante e dolorida glande. Eu gemi e Kook gemeu comigo.

— Desta vez, eu quero que você goze o mais rápido possível. — ele me

lambeu uma vez, com força. — Você está pronto, Jimin?

— Eu... Eu não sei se consigo de novo.

— Oh, você consegue. — ele me lambeu e eu senti um raio disparando

calor em mim, me fazendo ofegar. — Está vendo? Goze para mim, Jimin.

Goze novamente.

Ele colocou os lábios na minha glande e sugou, três dedos deslizando

para dentro e para fora da minha apertada abertura. Ele chupou forte e

meus quadris deixaram a cama, o raio me atingindo com cada sucção de sua

boca na minha latejante protuberância.

E claramente, em questão de segundos eu estava no limite e sua mão

livre afastou-se do meu corpo para beliscar meu mamilo, apertando tão forte

quanto ele estava chupando. Eu gemia e assim que eu ultrapassei o limite,

seu toque ficou leve, sua língua passando rapidamente em minha glande e

seus dedos acariciando delicadamente meu mamilo. Eu gritei ruidosamente,

gozando forte com as costas arqueando.

— Bom, Jimin. Muito bom. Isso foi lindo. — eu o senti rastejar por

entre as minhas coxas e até o meu corpo. — Agora, enquanto você ainda está

gozando, se toque. Coloque os dedos em você para que eu possa vê-lo

gozar.

Eu estava arqueado para fora da cama, mesmo enquanto ele falava.

Não havia nenhuma maneira que eu pudesse gozar novamente. De jeito

nenhum. Eu ansiava. Eu estava dolorido. Eu estava completamente mole.

Quando eu não obedeci, eu o senti agarrar a minha mão e enfiá-la

entre as minhas coxas. Sua palma tocou a palma da minha mão, e seus

dedos se moviam contra os meus, empurrando meu dedo do meio contra o

minha glande.

— Eu não posso... Eu não posso.

— Sim, você pode. — eu o senti se inclinar sobre mim, senti sua língua,

que certamente deveria estar cansada agora, traçar um círculo preguiçoso ao

redor do meu mamilo. — Toque-se, Jimin. Eu quero ver o que você faz para

gozar sozinho.

Eu movi meus dedos médio e anelar em um círculo hesitante. Engoli

em seco e mordi meu lábio quando um calor quase doloroso pulsava dentro

de mim. Kook estava pressionando beijos em meus peitos, pegando meu peito

direito e puxando-o para si, lambendo meu mamilo engrossado, circulando a

aréola com a língua e, em seguida, soltando e dando a mesma atenção ao

meu outro lado. Suas mãos não estavam ociosas. Ele estava passando a mão,

me acariciando todo. Agarrando meu quadril, apertando meus peitos e

segurando minha cintura. Senti minha mão em movimento, senti o aumento

de pressão dentro de mim mais uma vez, quando minha mão se movia de

acordo com o comando de Kook. Como eu poderia gozar novamente? Ele me

levou ao clímax duas vezes no espaço, de quê, 15 minutos, se isso? Jesus. Eu

não achei que era possível, mas ele tinha feito isso.

E agora, com sua boca nos meus peitos e minha mão circulando meu

Pênis com movimentos rápidos, com certeza eu gozaria de novo. O que Kook tinha que me afetava de maneira tão poderosa? Sua voz? Sua conversa

suja? Sua confiança? Eu não tinha certeza, mas havia algo nele que me

empurrava para o ponto de ebulição.

Eu estava oscilando à beira do orgasmo, perdido na sensação, meus

dedos me tocando da forma que só você pode tocar a si mesmo, conhecendo

seus pontos de acesso, sabendo qual era a velocidade e ritmo perfeitos. Seus

lábios se enrolaram no meu mamilo direito, e eu senti uma linha de calor

conectar meus seios ao meu núcleo e conforme meus dedos se moviam e sua

boca sugava, essa linha foi sendo puxada, empurrando mais um orgasmo

para mim.

Eu explodi com um grito, os quadris balançando com as costas

arqueadas, tanto quanto a minha coluna permitia.

Não houve aviso. Ele bateu a boca contra a minha, a língua deslizando

entre meus lábios ainda abertos em estado de choque, a palma da mão

enorme contra a minha bochecha. Enterrei meus dedos em seus cabelos e o

beijei de volta, exausto, afetado, tremendo inteiro, delirante e com tonturas.

— Kook...Puta merda, Kook.

— Você precisa de uma pausa, não é, lindo? — sua voz soou contra a

minha boca.

— Sim. — eu respirei. — Eu nunca tinha gozado tão forte, tão rápido

ou tantas vezes em toda a minha vida.

Ele riu, um baixo ruído de promessa divertido e erótico. — Oh, Jimin.

Eu apenas comecei. Eu não vou te dar uma pausa. Oh, não. Agora é hora de

intensificar o nível, eu acho.

— O - o que você quer dizer?

Eu o senti se mover de alguma forma, mas eu não podia determinar o

que ele estava fazendo. E então... Eu ouvi um zumbido revelador. Um

vibrador? Ele iria usar um vibrador em mim?

— Você ficou tenso, Jimin. Relaxe. Confie em mim.

— Kook, eu realmente não acho que posso... — eu comecei a

protestar, mas senti algo macio e emborrachado vibrando contra minha coxa,

e esqueci o que estava dizendo.

Eu podia. Eu percebi isso em uma fração de segundos. Eu poderia

gozar de novo se ele usasse isso em mim. Eu estava tenso, coxas fechadas,

boca aberta, costas arqueadas, ombros para trás e punhos agarrando em sua

camisa.

— Você pode, Jimin. Você vai. Apenas relaxe. — eu soltei um longo

suspiro e relaxei a tensão em meus músculos. Ele moveu o vibrador contra a

minha abertura, arrastando e provocando de forma lenta.

— Bom. Apenas respire. Apenas sinta. Eu vou devagar.

Senti que ele pressionou a ponta na minha entrada, moveu-o um

pouco, e depois o retirou. Ele deslizou, para baixo e para

cima, empurrando mais profundo com cada deslize. Ele estava em nível

mínimo e apenas mal vibrava. Eu abri minhas pernas, dando-lhe acesso,

dando-me mais para deixá-lo fazer o que quisesse comigo. Este era um jogo

agora; quantas vezes ele poderia me fazer gozar?

Engoli em seco quando ele empurrou a ponta zumbido dentro de

mim e, em seguida, deslizou para fora, revestindo-o em minha essência,

deixando-o liso para a próxima vez que o moveu

lentamente e sem problemas, me enchendo. Senti um ‘mmmmmmmmm’ de

necessidade escapando dos meus lábios, em seguida, o ritmo da vibração

aumentou, uma vez, duas vezes, uma terceira vez e então ele estava

cantarolando loucamente, incendiando todo o meu corpo e ele foi

deslizando dentro e fora de mim.

Ele o movia lentamente, puxando-o para fora, fazendo uma pausa e

em seguida, deslizando-o para dentro suavemente. Não rápido o suficiente.

Não forte o suficiente. Eu precisava de mais. Peguei o vibrador dele e o movi

da maneira que eu precisava, mais forte, mais rápido e mais profundo.

— É isso aí, Jimin. Assim mesmo. Pegue-o. Goze sozinho de novo. Você

é tão lindo, Jimin e mais do que nunca quando você está gozando para mim.

— ele sussurrou em meu ouvido, acariciando a minha pele, beliscando meus

mamilos. — E agora você vai gozar novamente, não é?

— Sim, merda... Eu estou... — eu mal era capaz de conseguir fazer

com que as palavras saíssem para fazer sentido, frenética com a necessidade

quando senti por outro clímax crescendo dentro de mim. — Eu vou gozar...

— Não até eu dizer para você, Jimin. Não goze ainda.

— Eu pensei que...

— Calma, Jimin. Ainda não. — eu tentei obedecer, mas não conseguia.

Eu precisava gozar. A necessidade era enorme, ardente e cortante dentro de

mim, uma pressão frenética. — Dobre os joelhos. Puxe os calcanhares contra

sua bunda e deixe os joelhos caírem.

Fiz o que ele me disse, levando meus pés para cima, então eles

estavam pressionando contra a minha bunda e depois deixei os joelhos

caírem. Eu estava espalhada e bem aberta para ele e ainda estava usando o

vibrador, o mais lentamente que eu conseguia, frustrado e sem saber o que

ele queria, o que ele havia planejado.

Assim que seus dedos tocaram minha coxa e deslizaram para as

curvas da minha bunda, eu soube o que ele faria.

— Não. — eu engasguei. — Não, Kook.

Suas mãos, apertando minha bunda congelaram. — Não? Você

realmente não quer que eu a toque ali? Eu não vou se você disser não

novamente.

Eu queria? Eu me atreveria a deixá-lo? Eu deliberei, tentando chegar

aos motivos para não deixar. Eu ainda estava com medo do seu poder sobre

mim; estava com medo do quanto eu o tinha deixado fazer comigo, quando

não o conhecia, nunca tinha posto os olhos em cima dele, nem sabia qual era

a porra do seu nome. Eu não sabia a porra do nome dele, mas eu o deixei me

foder com a mão em público, em um maldito camarote no Met. Ele tinha

me dado os comandos, e eu obedeci.

Enquanto eu estava pensando, ele deslizou o dedo até o vinco da

minha bunda, um toque provocante. Eu estava pairando a beira do clímax,

movendo o vibrador em um movimento tortuosamente lento, deslizando-o

para dentro e para fora centímetro por centímetro, puxando-o para fora,

sentindo o movimento e a enlouquecedora necessidade de terminar, para

gozar e todo o tempo ele estava me provocando, deslizando seu dedo grosso

ao longo da minha bunda.

— Se você não dizer não, então isso vai acontecer, Jimin. — ele

pressionou os lábios no meu ouvido, e eu senti o calor e a presença do seu

corpo sobre o meu, senti sua camisa contra a minha pele, sua calça roçando

minhas pernas. — Você tem dez segundos para decidir, Jimin. Em dez

segundos, vou deslizar o dedo entre as bochechas da sua bunda redonda e

firme e vou colocar o meu dedo no seu ânus, e você vai gozar com tanta

força que você vai chorar. Você quer isso, não é? Eu posso sentir isso. Você

quer. Você é um garoto safado, um menino mau e quer isso. Negue, Jimin.

Diga-me não. Diga-me que você não quer, então não faço.

Ele ficou em silêncio, e eu sabia que essa era a minha chance, minha

única chance de me opor. Não. Três letras, uma única sílaba, uma única

respiração. Fácil de dizer, tão fácil. No entanto, isso não saiu.

Porque... Foda-se. Eu queria. Eu queria qualquer coisa que ele

pudesse fazer comigo. Tudo o que ele tinha feito até agora foi... Incrível.

Então por que não isso?

— Diga-me que você quer, Jimin. Diga-me o que você quer que eu

faça. — a voz de Kook era um murmúrio insistente em meu ouvido.

Seu dedo deslizou, moveu-se mais profundo, roçou o botão apertado

do músculo e eu fiquei tenso, senti meu coração batendo mais forte. A

decisão já estava tomada. A cada passo, a cada nova coisa que ele me pedia,

eu lutei com ele. Disse que não num primeiro momento, agi como se não

quisesse o que ele pretendia. No entanto, eu sempre desisti, sempre percebi

que eu queria. Eu queria isso dele.

— Faça isso, Kook. — minha voz era mais forte do que eu me sentia. —

Toque-me.

— Onde, Jimin? Tocá-lo onde? Eu quero ouvir as palavras. — seu

dedo pressionou levemente, apenas o suficiente para me atormentar.

O vibrador estava enterrado dentro de mim, zumbindo loucamente e

eu não podia me mover, não podia respirar, não podia fazer nada exceto

querer que ele empurrasse seu dedo e me levasse à conclusão disso.

— Dentro... Na minha bunda. Coloque o seu dedo na minha bunda,

Kook. Faça-o. Por favor. — essa era a minha voz? Essa voz rouca, grossa e

exigente?

Kook rosnou. — Como... Assim? — quando ele disse as palavras,

apertou suavemente e aumentou a pressão.

Obriguei-me a relaxar para aceitá-lo. — Sim. Assim. Assim mesmo.

Ah... Merda.

— Tão apertado. — Roth murmurou. — Tão fodidamente apertado.

Eu mal contive um grito quando ele deslizou o dedo em mim até a

primeira junta. E então, passou a outra mão ao redor da minha e me forçou a começar o movimento vibratório, sua língua se arrastava sobre meu mamilo

e movia rapidamente e eu estava impotente, gritando, gozando assim e ele

estava balançando o dedo mais fundo e o vibrador estava empurrando para

dentro de mim forte e rápido, guiado por nossas mãos, e eu o estava

agarrando com a minha mão livre, procurando-o, precisando dele. Encontrei

seu cabelo, enrolei meus dedos em um punho, quando uma onda de clímax

montou em mim com um grito após grito, com a voz rouca no fim e meus

quadris rolando.

A respiração me abandonou, a vertigem tomou conta de mim e então

o meu corpo ficou completamente mole. Eu não conseguia falar, não

conseguia sequer mover minha língua dentro da minha boca. Não era

possível mover as mãos ou as pernas. Eu não conseguia nem me contorcer.

Eu o senti tirar o vibrador e seu dedo de mim e então ele saiu da

cama. Fracamente, ouvi água a correr. Eu era uma poça de geleia, desossada

e impotente. Inconsciência me inundava, mas antes que isso acontecesse, eu

senti a cama afundar. Senti a presença dele ao meu lado. Senti dedos

puxando a venda, tirando-a de mim. Senti sua pele contra a minha.

— Durma, Jimin. Durma agora. — sua voz era baixa, quase inaudível e

gentil. Branda.

Ainda era uma ordem e eu obedeci.

Mas não antes de perceber que ele tinha me colocado em seu peito,

com os braços ao redor da minha cintura, uma mão com os dedos enrolados

nos meus cabelos emaranhados.



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