História Alucard e maria - Capítulo 21


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Categorias Castlevania
Personagens Alucard, Leon Belmont, Personagens Originais, Simon Belmont
Tags Ação, Alucard, Aventura, Castlevania, Cross-over, Família, Hentai, Maria, Novela, Romance, Sangue, Terror, Universo Alternativo, Vampire Hunter D
Visualizações 14
Palavras 2.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola pessoas eu voltei do meu sono de 300 anos para escrever um capitulo dessa minha fic, peço desculpas pela demora isso é porque estou estudando muito para o enem bom boa leitura e se cuidem

Capítulo 21 - Perguntas e respostas


Chegamos as ruinas do castelo de Drácula tivemos que pular o enorme precipício que dava acesso ao castelo, estávamos todos lá, havíamos deixado Anete em casa pois ela não sabia lutar, de todos nós o que mais me preocupava era Richter ele estava muito sério e um pouco bravo com tudo isso, noite passada ele me contou o que havia acontecido, as súcubos tentaram o estuprar se passando por Anete, é bom ver que ele sabe resistir as tentações dos demônios nem todos conseguem porque o coração dos homens é facilmente corrompido, sem falar que ele já foi controlado então é incrível ele ainda estar normal, mais acho melhor eu tomar muito cuidado com ele quando estiver apenas nos, pois acho que ele não está normal, mais que Deus o proteja desse mal, ou melhor que ele nos proteja  desse mal que nos assola.

Richter: Vamos por aqui

Alucard: É incrível ver que ainda a algumas coisas de pé

Maria: Sim nossa eu pensei que já estaria tudo derrubado

Richter: O mal sempre é forte

Alucard: olhos abertos, sinto que possa haver algo aqui

Richter: Também sinto algo de ruim por aqui

Maria: Esse silencio me deixa tensa

Alucard: Acalme-se vamos olhar de perto

Richter: Já passou por isso antes Adrian?

Alucard: Uma vez foi quando estava com Trevor

Richter: que coincidência não acha

Alucard: Sim é muita coincidência para mim, algo não está certo

Richter: Certo mais depois veremos isso vamos continuar

Adentramos mais aquelas ruinas em busca de resposta, com certeza a volta daquele feiticeiro das trevas não é um acaso, algo está vindo e com muita força. Tudo estava quieto muito silencioso, mesmo para um lugar aonde o mal reina , nem mesmo os mortos vivos estão de pé com certeza algo aconteceu aqui sinto algo maligno aqui, algo familiar como se já sentisse isso antes mais não me lembrasse de quando senti, essa coisa me chama me atrai como se fosse parte de mim tenho que tomar cuidado com oque encontrar aqui estou me sentindo tentado.

Richter: Alucard

Alucard: HUM?

Maria: Você está bem?

 Alucard: Estou sentindo algo

Richter: Algo?

Alucard: Algo familiar

Richter: Da onde vem?

Alucard: Para lá--- apontei da onde estava sentido, parecia um imã me puxava com força

Richter: Então vamos

Maria: Mais pode ser uma armadilha

Richter: Mais parece o único jeito de encontrarmos algo para esse quebra cabeça

Maria: Mas

Alucard: Ele está certo

Maria: Eu não quero --- a interrompi colocando meu dedo sobre seus lábios

Alucard: Não se preocupe minha amada vai ficar tudo bem --- ela segurou minha mão, e seu olhar era de preocupação, como se implorasse para que eu não fosse, deu um abraço nela para que aliviasse a dor que estava sentindo.

Richter: Muito bem se peguem depois pois agora estamos em uma missão.

Alucard: Perdão

Seguimos rumo, meu corpo estava sendo puxado por alguma coisa invisível, a cada passo ficava mais forte e mais forte, Maria segurou minha mão, quando senti sua mão macia apertar a minha foi como voltar a realidade, olhei para ela, seu rosto expressava preocupação e seriedade.

Alucard: O que foi?

Maria: Você não está bem

Alucard: Porque acha isso?

Maria: Você está agindo estranho

Alucard: Talvez você não esteja errada

Maria: O que sente?

Alucard: Algo está me atraindo me puxando

Maria: Deve se tomar cuidado

Alucard: O problema é que isso é familiar

Maria: Familiar?

Alucard: Como se já tivesse sentido isso antes

Maria: Seja lá o que for tome cuidado

Richter: VAMOS LOGO CASAL

Alucard: Desculpa

Seguimos em frente para onde a sensação me puxava eu ia, minha cabeça parecia estar desligada de tudo a sua volta não tinha nem notado a conversa de Richter e Maria.

Richter: Maria

Maria: OI

Richter: Já percebeu que ele esta agindo estranho

Maria: Sim eu percebi, quando estávamos conversando ele disse que estava sentindo algo familiar.

Richter: Temos que tomar cuidado

Maria: Sim temos, olha para ele parece um zombei 

Richter: Fique esperta 

Maria: Ok

Eu não os culpo eles tinham razão para duvidar de mim, tenho que me controlar mais, porem essa sensação é muito forte que me faz querer correr até ela. Quando estávamos perto ouvimos algo no entulho, isso me fez pensar se não era alguma armadilha para nos pegar, parecia muito isso, olhei para todos os lados daquele enorme corredor, coloquei meus dedos no punho da espada pronto para qualquer coisa que estivesse por ali, meus olhos olhavam para todas as direções , dei uma rápida olhada para traz, meus olhos puderam ver que tinha algo fantasmagórico atrás deles. Os dois me fitaram preocupados --- Saem daí --- eles correram até mim preocupados.

Richter: O que você viu?

 Alucard: Eu não sei, flutuava e era completamente escuro

Richter: Isso é um mal sinal

Maria: Falta muito para chegarmos

Alucard: Sinto que estamos perto, fiquem de olho em todas as direções sinto que não estamos sozinhos aqui.

Havíamos chegado, mais havia um enorme pedaço do portão de ferro bloqueando a passagem, o que faríamos para sair dali era um mistério, até Richter pegar o seu chicote e lançá-lo, o chicote prendeu ele e Maria começaram a puxar, eu fui até o portão e empurrei com as minhas pernas e com muita força o portão caiu no chão. Nos deparamos o portão estava em cima de uma cúpula tentamos encontrar uma entrada mais não havia, mais em cima tinha algo ali como uma mão marcada minha mão parecia um imã quando a aproximei ela grudou na marca eu tentei puxar mais não consegui, ouvi alguns barulhos na cúpula e ela se abriu de cima para baixo eu cai de pé no chão olhei e vi um pedestal que havia sobre ele um globo todo transparente, eles olharam perplexos, aproximei minha mão, mais Maria a segurou.

Maria: Não coloque a mão

Alucard: ..........

Richter: O que será isso?

Alucard: Não sei mais isso me puxa não se porquê?

Richter: Devemos destruir

Alucard: Não sei            

Minha mão tremeu e mais rápido do um vulto minha mão tocou o globo, foi a única coisa que eu havia me lembrado, acordei na cama sozinho sem ninguém não conseguia me mover só que eu parecia mais novo mais pequeno devido as roupas que estava usando, senti que havia algo em minha cabeça era macio e ao mesmo tempo quente, tentei me mover mais não consegui só os meus olhos podiam se mexer, até ouvir vozes como um casal discutindo as vozes eram muito familiares como se já tivesse a ouvido antes.

--- O que faremos eles vão nos matar

--- Tenha fé nos sempre demos um jeito

--- O problema não é esse, e o nosso filho oque será dele eles podem matá-lo

--- Relaxe vai acabar logo, logo.

Tudo começou a ficar claro e meus olhos se abriram e estava deitado no chão no colo de Maria tentando me acordar, me levantei um pouco tonto devido à queda eles me fizeram milhares de perguntas, mais nem eles puderam decifrar o que realmente eu vi, Richter me disse que tentou destruir o globo, mais não havia conseguido, sugeri para que levássemos isso para casa pois com certeza teria algo para decifrar, só que quando estava preste a colocar a mão o vento ficou forte os raios e os trovoes rugiram e os vultos passaram por nós.

Richter: Acho melhor destruirmos isto antes que algo piore

Alucard: Ou podemos leva-lo e destruir o que está aqui         

Richter: Não, isso pode atrair monstros, toda a minha família poderia morrer se levássemos isso para lá.

Alucard: Então me deixe tocar nele de novo pois pode ter uma mensagem dentro daquilo

Richter: Você enlouqueceu

Maria: Ele tem razão pode ter algo oculto dentro daquela coisa

Richter: Que seja rápido, pois parece que o inferno está aqui

Alucard: Tudo bem Richter.

Coloquei a duas mãos no globo e dessa vez me ajoelhei mais não tirei as mãos da esfera, podia sentir aquilo sugando as minhas forças, minha visão ficou embaçada e a visão voltou só que dessa vez eu estava de pé e olhava pela porta, e tive uma surpresa, na verdade duvidas era eu e Maria que conversávamos então aquele menino era quem?  As dúvidas aumentaram ainda mais o que aquilo tinha a ver comigo não fazia sentido, mais a conversa parecia estar mais confusa ainda.

--- Não acho que isso possa dar certo eles podem ser capturados

--- Quem tentaria pegar nossas crianças?

--- O próprio mal pode querelas para algum interesse

--- Eles fala a verdade uma vez um descendente meu teve seu filho capturado e transformado em vampiro, é bom cuidarmos das nossas crianças se não a quisermos perdê-las

--- Aquele padre maligno pode estar nos vigiando agora mesmo

E a visão havia se acabado, quando tirei minhas mãos daquilo pude sentir uma enorme fraqueza, tentei me levantar mais a gravidade parecia mais forte do que o normal, com um movimento eu me pus em pé, quase cai devido ao cansaço que eu estava, os meus dedos tremiam e meu corpo queria cair no chão como uma pedra. Duas mãos me seguraram, olhei para cima vendo o rosto de Maria esboçando preocupação para tentar me ajudar.

Maria: Adrian, meu amor temos que sair daqui rápido, antes que este lugar se despedace.

Alucard: Onde está Richter?

Richter: Aqui !! --- gritou o Belmont para o morto vivo perto da saída.

Alucard: Vamos agora.        

Corremos para sairmos de lá, não sabia o que tinha acontecido, para este lugar estar desabando, mais tinha um pressentimento do que poderia ter ocorrido, sem dúvida aquele globo deve ter alguma ação nisso, seja-la o que era ou o que tinha naquilo é melhor deixar lá, a ganancia é uma das coisas que leva a ruina dos homens. Enquanto corríamos vários pedaços de tijolos e troncos de madeira caiam, quando estávamos saindo de um corredor um pilar se desprendeu e quase caiu sobre nós, empurrei os dois para a frente do enorme pedaço de cimento, foi quando meu corpo virou fumaça e atravessou o obstáculo até chegar neles, e voltar a ser solido como antes.

Alucard: Não fiquem parados, continuem

Maria: Estávamos te esperando

Alucard: Eu sou um vampiro, vocês são humanos

Richter: E o que isso tem haver?

Alucard: Eu posso sair daqui sem problema, por causa de meus poderes, já vocês podem morrer se ficarem parados.     

Maria: Olhem a saída está bem na nossa frente.

Alucard: Vou pedir só mais uma coisa

Maria/Richter: Oque?

Alucard: Quando eu joga-los lá apenas caiam de pé

 Maria/Richter: Hum? --- Eles, não haviam entendido o que ele disse, quando ele pegou em suas mãos eles entenderam, e antes que pudessem protestas foram lançados com tanta força para fora que quase caíram no chão, se levantaram correndo e viram um enorme morcego sair do portão do castelo e se transformar em humano, o morto vivo os pegou e pulou da montanha para onde seus cavalos estavam, e caíram bem devagar até eles, quando pousaram viram o resto das ruinas cair no lago.

Maria: Bom o que faremos agora?

Alucard: Vamos tentar analisar a situação --- disse ele colocando a mão em seu queixo.

Richter: O que viu naquele globo

Alucard: Um monte coisas sem sentindo, ou quase

Richter: Como assim

Alucard: Bom vamos lá

Lhes contei toda a história mais só pude ver dúvida em seus rostos, não é pra menos pois nem eu mesmo entendi isso, será que era uma visão do futuro, até que porque globos daquele tipo são para coisas deste assim, mais porque aquilo estaria ali seja lá o que for temos que tomar cuidado para não sermos enganados pelos outros. Mais acho que tenho uma teoria do que pode ocorrer no futuro, se ele disse criança então aquele ser das trevas deve querer algo com os nossos filhos já que ele falou, seus maiores tesouros, esta frase abre porta para várias perguntas, mais estou disposto a esquece-las por enquanto, tenho outras preocupações.

Richter: Vamos voltar para casa, depois veremos o que fazer.

Maria: Mais Richter.

  Alucard: Ele tem razão minha amada, sem falar que aquele lugar acabou de ruir, sem falar que Anete pode estar em perigo.

Richter: Então o que estamos esperando vamos logo

Eles assobiaram e seus cavalos correram até eles, pularam como coelhos em cima dos pangarés e correram como raposas prontas para a caça, já o meu estava atrás da égua de Maria, é por sorte tenho poder de me tela transportar, virando nevoa consegui alcançá-los.

Richter: Que bom que se juntou a nós--- Falou o Belmont com um sorriso sarcástico.

Alucard: Muito engraçado, Maria quando chegarmos em casa lembre-se de deixar sua égua longe de todos os cavalos.

Maria: Eu já faço isso meu amado, não precisamos de mais cavalos agora.

Alucard: Eu concordo, uma dor de cabeça a menos.

Quando chegamos em casa Richter foi o primeiro a correr e entrar na casa como um desesperado, mais graças a o bom Deus estava tudo ok pelo menos por enquanto, como diz um velho ditado o mal nunca dorme. Sentei no sofá da sala e comecei a pensar como posso resolucionar este problema, acho que sei como encontrar resposta, e sei onde elas então, na própria minha casa, no lugar onde dormi quase dois sec.

Maria: Alucard você esta

Alucard: MARIA !       


Notas Finais


Bom eu espero ter causado duvidas em vocês, bom até daqui uns dias agora tenho que voltar aos meus estudos, Tchauzinho


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