História Alucinações de uma alma hedionda - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Tags Alma, Enigma, Filosofia, Mistério, Morte, Pensamento, Revelaçao, Vida
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Palavras 170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - X - O dever


O dever é de uma necessidade irritante. Quem em sã consciência poderá conceber uma sociedade na qual não haja deveres? E, para além da sociedade como um todo, quem poderá dizer-me que alguma convivência pode prosperar sem uma dose irritante de deveres?

 O dever quase sempre vai na contramão do desejo, e digo isso por experiência própria, pois as aulas acerca disso serviram apenas para demonstrar aquilo que eu inconscientemente já sabia. O desejo de dormir sempre vai na contramão do dever de levantar da cama. Exemplo espetacular.

A substância do dever parece ser a moral. A moral é, por definição, algo chato. Quase tudo que possui relação com o dever é entediante, e incluo aqui até mesmo as glórias recebidas pela realização do dever. A parte deslumbrante da vida parece estar fora do dever.

A graça da vida está em fazer aquilo que não esperam de você, e o dever é justamente aquilo que esperam de você. Porém, quem diabos afirmou que o sentido da vida possui alguma graça?  



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