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História Aluna Mentirosa - kim Seokjin - Capítulo 16


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Notas do Autor


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Capítulo 16 - Caminhando sob a escuridão


Olhei para os lados procurando algum lugar alto para escalar, até notar que logo atrás havia uma matinha fechada. Os animais viriam atrás de mim, mas eu teria bastante tempo para correr para longe.

Fui com toda convicção para entrar no meio dos matos, mas esse sentimento desapareceu depois que o meu coração se acelerou subitamente. Pisei em falso! Na minha cabeça aquele terreno era plano, na verdade era um morrinho bem íngreme. A queda me impulsionou a descer, por sorte correndo, sem ter nenhum controle. Sabia que quando chegasse lá embaixo teria que dizer adeus a todos os meus dentes.

— Nossa! Que habilidade s/n!— Respirei forte me elogiando depois que parei sem cair, tive apenas um leve desequilíbrio.

Fiquei toda sorridente me achando a ginástica que ganhou ouro na olimpíada. Infelizmente, A felicidade caiu no precipício quando vi a luz do meu celular iluminando lá do chão.

— Ah não! Não... Que porra é essa?— Choraminguei por um tempo e peguei o aparelho ainda sem acreditar na minha desgraça.

— Eu não deveria ter vindo nessa cova! Só fodeu com a minha cara! Ah não! O que eu vou fazer sem o meu celular? Acabou a vida, é isso. Já não estou mais viva. — Reclamei mesmo, como se o drama fosse concertar a tela do aparelho.

Segundos depois o eletrônico faleceu na minha mão. Desligou mesmo que estivesse com bateria suficiente. E com a morte dele, toda a claridade que eu havia me assegurado foi levada. A escuridão chegou evidenciando que eu estava perdida dentro de uma floresta escura e sombria. Tudo se tornou tão intenso aos meus sentidos. Grilos cantavam forte, animais se mexiam entre as folhas, outros grunhiam misteriosamente no topo das árvores.

— São só insetos! Inofensivos s/n! Que não vão se intrometer no seu caminho, vão ficar nas árvores bem longe. Quem aqui quer problema? Não estou vendo ninguém aqui querendo confusão! Eu estou de passagem, não vim matar nenhum de você animais ofensivos — Falei, tentando acalmar o pânico depois de sentir a brisa do medo me tocar.

Comecei a caminhar, sem ter um destino final, e já não sabia mais o lado que eu tinha vindo. No meio das trevas, não se fala em esquerda nem direita, é praticamente igual.

Se eu ficasse parada ali era capaz de ser mordida por algum bicho esquisito, e morrer sozinha tendo de plateia as árvores e os seres desconhecidos. A única ajuda, para ser realista seria uma equipe forense depois de alguns dias. Porque se ter a má sorte de cair nesse mato, ele te engole.

O meu semblante chateado pela perda do celular  foi destruído por cada mato que batia na minha cara. Eu até movia os braços para proteger o rosto, só que havia alguns lugares que estavam por todas as partes. Espero que tenham um efeito positivo à pele.

Enxergarva algumas sombras e o chão praticamente não existia aos meus olhos. O meu tênis esmagava uma mistura de folhas úmidas e gravetos. Andava com cuidado, com os pés colados no chão, para não ter o descuido de cair em algum buraco.

A temperatura elevada fazia os mosquitos me maltratar à vontade, quando eu me defendia acabava machucando a mim mesma. Era cada tapa que eu me dava.

A minha pele coçava, tudo coperava para a minha desgraça. O pavor só crescia dentro de mim. Saber que nunca mais voltaria para casa, e nunca mais veria os meus amigos, isso sem dúvidas é bem pior que ficar perdida nessa escuridão.

Vi uma claridade vindo de um dos lados, era a única luz visível. Corri até ela. Ouvia um barulho de pneus cortando a estrada de terra. Aquela era a minha chance de viver.

Na minha frente havia o último obstáculo, uma cerca de arame. Analisei bem como passaria ali, e logo em baixo dele havia uma parte em que alguns fios estavam arrebentados. Sem pensar muito me baixei, e rastejei para o outro lado. Quando estava me levantando, sinto o arame pegar na minha costas. Havia rasgado a blusa e provavelmente a pele. Mesmo com a dor, não desanimei. E continuei a perseguir a luz . Estava completamente cega pela vontade de sair daquele lugar. Só Retomei o controle dos sentidos, quando o veículo foi bruscamente freado um pouco a minha frente. Os faróis bateram intensos na minha direção, fazendo os meus olhos arderem por causa da forte claridade que antes me faltava. Assemelhava-me a  um animal silvestre sendo flagrado atravessando uma rua. Fiquei tão frágil como um, após perceber que mais um  problema estava por vir. Quem se encontrava dentro daquele carro? Aquilo realmente poderia me deixar numa situação bem pior. Não costumo pensar positivo, mas naquele momento me agarrei ao melhor, tudo ficará bem. Desde que não seja nenhum psicopata.

A pessoa abriu a porta do veículo, e demorava a descer. Completamente atônita, escolhia entre correr para o bicho me pegar, ou ficar ali mesmo para ele me comer.


Notas Finais


Amores eu tbm escrevo outras histórias se vcs se interessarem:

Detetive Park:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/detetive-park-park-jimin-18421003


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