História Aluna Mentirosa - kim Seokjin - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, 😍😍

Capítulo 8 - Está sentindo ele duro?


— S/n aonde vai? - A minha mãe me perguntou, desconfiada, mas sem retirar os seus olhares do seu livro.

— Sair com a julia- Menti sem esforços.

— já começou a  se achar a adulta ? Saiba que não tem idade para saindo quando bem entende, e mesmo se tivesse. Debaixo do meu teto é minhas regras e os meus horários, não importa se você tem 90 anos. - Tive que me segurar para não dormir enquanto falava. —  Quero você em casa antes das dez! E se passar você já sabe!

O que vai acontecer comigo se me atrasar? Bom, Vou levar uma surra que vai retirar a minha cidadania de habitante dessa terra, e vou ficar sem internet por pelo menos um mês. Se eu sobreviver da coça, talvez eu morra de tédio por ficar sem ter contato com os meus amigos.

— Sim!- Respondi, forçando segurança. Pretendia sair dali num instante, pois quando mamãe começa com seus sermões, ela não para mais.

São sete horas! Como vou sair com o jin e voltar antes das dez? Planejamos fazer tantas coisas hoje! Na verdade, tudo se resume em sexo, sexo e sexo. Mas, há tantos jeitos para uma pessoa transar, lugares também. Sempre encontramos um universo novo para explorar.

Vou precisar formular uma desculpa esfarrapada durante o caminho para o encontro para tentar convencer o Jin que não dormirei em sua casa hoje. Todas as vezes que saímos eu durmo com ele. É sempre bom nos prevenir, vai que somos atingidos pela vontade de foder pela madrugada. Passar vontade? Nunca!

Uso sempre a casa da julia como refúgio, minha mãe acredita fácil. Só que ultimamente ela começou a ficar desconfiada, pois essa desculpa se tornou repetitiva. Os adultos não são tão bobos como os adolescentes pensam. Um dia acabam descobrindo as nossas atrocidades, e quando acontecer pretendo estar bem longe.

Queria que a minha mãe tivesse o mesmo pensamento que a da Júlia. Hoseok pode até dormir lá. Enquanto a minha disse que só posso trazer homem para dentro dessa casa depois que terminar os estudos, e se aparecer grávida vou ter que me virar. É tão antiquada, acho que ainda vai me arrajar um casamento.

Eu nunca obedeci cegamente as suas regras, por isso ela prefere bem mais a Mariana. Os meus pais se separam quando eu tinha uns 8 anos, e a Mariana com 18. Ela quase não sentiu, pois estava na faculdade. E nessa mesma época que o papai deixou o país, a mãe aumentou a sua jornada de trabalho, ninguém nunca tinha tempo para mim. E mesmo assim me cobravam por tudo. Cresci com a imagem da minha irmã com o exemplo supremo e nunca se importaram direito com quem eu realmente sou. Não guardo rancor deles, mas não sou totalmente obediente. Se soubessem das milhares de atrocidades que já cometi, talvez seria deserdada.

Uma vez eu trouxe o jungkook aqui sem a minha mãe estar presente, parece errado, mas transei em cima da cama dela. Hoje me arrependo um pouco, entretanto naquela época estávamos brigadas e eu passava por um momento de revolta, coisa de adolescente de 16 anos. É não faz tanto tempo assim. Não lavamos nem o lençol que usamos, jungkook ainda sente remorso quando a vê.

(...)

— Você gosta dessa? Olha para mim!- O jin me mostrou um coleira de com estampa de oncinha mega cafona. Tão horrorosa que me dava enjoo só de ver.

Viemos no shopping passear como um casal, ou quase isso. E para a minha infelicidade a primeira loja que ele me arrastou foi um sex shopping. Prefiro ir comer um x-burguer, é mais prazeroso que andar num corredor de pintos variados. Julia adoraria vir a essa loja, ela é a garota dos  vibradores, e aqui tem em excesso. A minha vontade é sair correndo, por que não comprar online? Há certos constrangimentos que poder ser evitados, como esse chato me obrigando a experimentar esses trecos sexuais com a equipe de funcionários nos observando o tempo todo.

— Coloca! - Disse, mandão e me entregou o objeto.

— Aqui dentro não! E... Essa também é horrorosa! - Fiz uma careta exagerada.

— E uma versão rosa?- Sorriu, esperançoso.

— Pior ainda!- Respondi, negativamente.

Eu não estava me comportando bem, com os meus braços cruzados e a expressão fechada, ignorava tudo o que ele fazia ou ordenava. Tinha uma intenção maliciosa por trás da minha postura arrogante, o meu maior objetivo era deixar o jin extremamente irritado.

— Mariana v-você está b-brincando? Eu não estou aqui para fazer joguinhos! Coloca essa Porr... no pescoço agora. - Ordenou, tão nervoso que até guaguejou. Eu não me segurei, ri mesmo depois de ver o tamanho de seu desequilibrio. Como eu gosto de testa-lo, ver o seu rostinho bravinho.

Jin segurou pela lateral da minha coxa e fez com que os nossos corpos se unissem.  Fiquei completamente abismada pela a sua audácia e falta de senso. Pode ser  uma loja de produtos para sexo, mas não é um motel.

— Você gosta de me desobedecer e rir da minha cara? Pode deixar que eu vou fazer você rir muito enquanto geme. - Exclamou, com grosseria enquando a sua mão grande apertava a minha coxa com força e puxava  o meu vestido para ameaçar me deixar nua ali mesmo.

Em quase todo os nosso encontros eu uso vestido. É bem mais fácil de tirar, e o seokjin também pediu, nunca vi um homem com tanto fetiche por passear a mão por debaixo das minhas saias enquanto dirige. Mas, nunca lhe fiz o mesmo, quer dizer que não o chupei ainda. Talvez, tenha nojinho.

— Jin! Vão chamar a Polícia! - Disse, relutante, mas metade de mim queria que ele continuasse.

— Sem problemas! Eu sempre quis transar numa delegacia. - Falou, audaciosamente rente ao meus ouvidos e foi o ponto para roubar os meus sentidos.

Ele começou a morder o lóbulo da minha orelha e aproximou-se ainda mais. Senti a sua intimidade encostar na minha e não pude recusar um gemido instantâneo.

—A-ah seokjin! Vamos... parar... - As palavras saíram loucamente da minha boca.

— Está sentindo ele duro? - Perguntou, insinuante. — Foi você que me deixou assim garota malvada. Eu vou acabar com essa sua buceti... - Disse, abusado e utilizando do tom misteriosamente prazeroso em sua última frase.

Enquanto falhava em interroper o nosso momento, tive o maravilhoso impulso de observar o corredor fora da loja. E quem estava lá? A minha mãe! Eu me assustei e me afastei do jin, que por um instante me olhou sem compreender. Se ficasse ali por mais alguns minutos seria a minha morte, e o enterrou no mesmo dia. Mamãe estava acompanhada da minha irmã, a própria lenha da fogueira. Essas duas são indecifráveis, nunca imaginei que fossem vir ao shopping. Mamãe estava de pijamas! É um absurdo, ou macumba?

Vou apanhar dentro do sex shop bem na frente do meu professor que é o meu amante que. E ele ainda está sendo enganado por mim. Não sei se pode ficar pior. O meu coração está acelerado e não é mais por tesão, o medo corre nas minhas veias. Não posso ficar parada enquanto a cabana desaba na minha cabeça. Tenho que agir e rápido.

— Mariana o que está fazendo? Ficou maluca? - Perguntou totalmente desorientado assim que lhe puxei para dentro de um provador.

Mas que raios de sex shop possui um provador? Por que que não colocam logo uma placa de: Prove seu sexo aqui com os nossos produtos.



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