História Aluno nota 10 ( BakuDeku - Katsudeku ) - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Chiyo Shuzenji (Recovery Girl), Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Gran Torino, Hizashi Yamada (Present Mic), Inko Midoriya, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Ochako Uraraka (Uravity), Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui, Yu Takeyama (Mount Lady)
Tags Aluno, Bakudeku, Bkdk, Bnha, Deku, Escola, Kacchan, Katsudeku, Professor, Romance Colegial
Visualizações 314
Palavras 2.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Opaaaa sz
Um professor desses >>>>>>>>>
Eu só digo uma coisa
CONTROLE OS SEUS DESEJOS
RESISTA A TODA TENTAÇÃO!
NÃO CONFIEM EM PESSOAS SADICAS!
Mas também povo tímido não colabora grrrrr
( Madara : Suzana, te controla!
EU QUERO MORDER PESSOAS
Madara : engraçado, tu sempre disse que só queria ME morder
Ihhhb rapaz, deu ruim
Madara : tu vai me apanhar, fica vendo )
Depois disso eu não tenho mais nada para dizer do cap ;-;
Só que, irei levar muitas tapas nessa minha bundinha de grilo ;-;
Espero que gostem nhaaa
Desculpem erros meus amores nhaaa
Tenham uma boa leitura sz beijinhos sz

Capítulo 3 - Esmeraldas a lhe excitar



Fechou o registro ao ouvir o som da campainha soar por seus ouvidos, justo agora? Só é preciso ignorar, não é mesmo? Voltou a ligar o chuveiro deixando a água fria e deverás relaxante correr pelo o seu corpo, deixando ele levar um terço da metade de seu cansaço que adquiriu na sala de aula, aquelas conversas, gritos, sons de socos na banca, odeia adolescentes, bem, não fora um bom garoto quando passou por tal estágio, seus professores sempre mandavam bilhetes para sua mãe, tivera entrado na diretoria bem mais que a própria diretora, sorriu com o próprio pensamento, sua mãe ficava puta todas as vezes, era sempre o mesmo, " Katsuki, para com essa porra ", depois perguntavam porque falava tanto palavrão, sendo que, ganhava bastante exemplo de sua casa, ela é tão diferente do seu pai, seu pai é calmo, educado, gentil, seu pai é um homem bem delicado e pacífico, voltou a fechar o registro revirando os olhos assim que a campainha veio castigar os seus tímpanos mais uma vez, puta que pariu! Quem é o ser? Um entregador? Alguém que confundiu sua casa com a do vizinho outra vez? Que " ótimo "!

- JÁ VAI! JÁ VAI! JÁ VAI PORRA! - quem é o ser desprezível, asqueroso, miserável, desgraçado, filho de uma puta que saiu das profundezas do inferno para atrapalhar o seu banho a essa hora? - JÁ VAI CARALHO! - pegou a toalha e a rodeou em volta a cintura enquanto corria rumo a porta para assim que chegar em frente a mesma a abrir com tudo sem se importar com quem irá xingar até a sua garganta doer - O QUE!?... - as esmeraldas arregalaram lentamente ao bater em si, talvez pelo grito, talvez? Isso é uma certeza! Quem no mundo espera ser recebido por um grito? Exato, ninguém! - Izuku? - puta merda! Tivera esquecido completamente de que ele iria vir pra sua casa pra explicar a porcaria da fórmula que ele está tendo dificuldade, como podera ter esquecido isso? Porra Katsuki!

- p-professor? - observou os olhos se abaixarem lentamente a medida que aquele rosto sardento totalmente angelical ia corando significativamente e se não se controlar agora tudo irá de ralo abaixo, como ele pode ser tão fofo assim? Como podera ser tão excitante assim? Ele deve ser tão bom de bater, de beijar, de morder, até o sangue dele deve ser gostoso - e-e-eu voltou depois, até mais - agarrou o pulso do mesmo com força assim que ele tentou sair de perto de si, não irá acabar assim, não mesmo, não justo quando tem a chance de ficar a tarde inteiro se assim for possível.

- você vai ter um treco por acaso? Se fizer isso eu não assumo a responsabilidade, está ouvindo? Venha, apenas entre e sente, eu vou acabar de tomar banho e venho te explicar tudo que você quiser, certo? - puxou ele pra perto de si o deixando a sua frente de costas para si, a bunca dele é tão redondinha, qual será o barulho que ela faz ao ganhar um tapa? O quão vermelha será que ela fica? - seja obediente! - percorreu o olhar pela parte exposta do pescoço alheio, a pele dele é apetitosa demais, pálida demais, a vontade de o morder é tão grande, tão grande que chega a ser assustador.

- c-c-certo... - o soltou e adentrou na casa esperando ele fazer o mesmo para logo após fechar a porta sem cerimônia alguma, consequentemente está a sós com aquele garoto, está em uma casa a sós com o ser dos seus desejos mais profundos é uma tortura, é uma tortura o ver tão perto, com a guarda baixa, ele está lhe dando todo o direito de fazer o que quiser.

- espere aqui, pode sentar, eu já volto, ouviu? - observou ele assentir e rapidamente girou nos calcanhares e fora até o banheiro para acabar o seu banho que fora interrompido por aquele garoto incrivelmente apetitoso.

         ~ 25 minutos depois ~

- e então? Vamos começar a resolver tudo que falta resolver? - perguntou curioso com um misto de confusão, ele está melhor agora? Será que ele continua vermelho? Se sim, isso é perigo em cheio.

- c-claro - sentou-se ao lado do mesmo o vendo ir mais pra lá ficando um pouco mais distante de si, será que ele tem medo de si? É isso? Bem, sua personalidade não ajuda as pessoas terem uma boa impressão sua, porém não fez nada com ele ainda.

- qual é a parte que está com tanta dificuldade assim? A fórmula de Bhaskara não é tão difícil quanto você faz parecer ser Izuku, você fez isso várias vezes, não é? - as orbes dançaram de um lado para o outro lentamente e resistir já não é tão fácil assim, as esmeraldas tem uma profundidade incrível, com certeza pode se perder nelas sem pensar duas vezes - não precisa ficar tão vermelho assim - se aproximou mais do menor bem devagar como se não quisesse nada, porém quer tudo dele, absolutamente tudo, o ver correndo de si como ele vem fazendo é algo excitante, algo deverás gostoso de presenciar de tão perto, é algo tão... controle-se Katsuki! - apenas quero explicar o que você já sabe de co, afinal você sempre tira nota 10 em matemática - pegou o queixo do outro com certa força deixando os rostos um pouco mais próximo, esse " pouco " é " muito " e ficar perto dele é ótimo, o ver tão frágil, a ponto de correr de si.

- o-o senhor está perto demais professor - anlisou com atenção aquele rosto que tanto lhe tira do sério, ele tem tudo que lhe agrada, gentileza, beleza e acima de tudo, tímidez, uma timidez tão grande, como quer o amarrar e lhe foder do modo que quer.

- quem? - deu total atenção para a boca rosada do outro, ela é bem desenhada, tem todas as linhas que devem ter, tem o formato perto para colocar uma mordaça bem apertada para ver a saliva descer por ela bem lentamente.

- o-o senhor!? - seu coração falhou uma batida ao ouvir aquilo tão de perto, com tanto gosto, chega Katsuki, você tem que parar agora mesmo com isso, pois se não o fizer vai dá merda.

- certo! - soltou o mesmo contra a gosto, pois ver o queixo dele vermelho graças ao seu aperto é pedir pra morrer de tanto tesão dentro de si - você tem que separar em x'1 linha e x''2 linhas, na primeira você escolhe se faz negativo ou positivo e na segunda o reverso, apenas isso e nada mais, agora tente! - observou ele pegar o lápis e começar a escrever na folha com certa hesitação, se ele continuar assim irá foder com tudo que planejou, absolutamente tudo que quer preservar para não fazer algo errado.

Analisou com atenção a pele do outro, pálida, pálida demais, como será que ele fica após um tapa bem forte? Uma chicotada? Uma mordida? Calma Katsuki, se você pensar nessas merdas agora, porra Katsuki você já tem 22 anos caralho, apenas fique bem, fique controlado, fique calmo, não é tão difícil se controlar, você já fez isso várias vezes e afinal ele não sabe dos seus desejos, dos seus fetiches por ele, ele não faz nada por querer, mordeu o lábio inferior com força buscando alguma migalha de razão, mas perto daquele garoto não dá pra ficar são, as esmeraldas se fixaram em si e rapidamente ele desviou o olhar corando significativamente, ele sempre fica vermelho quando fala algo pra ele, quando ele falar algo pra si, quando ele lhe olha, quando ele chega perto de si, até parece que aquele garoto sente algo por si, porém sabe perfeitamente que isso não é verdade, isso é apenas o que a sua mente e o seu corpo quer, chegou mais perto do pescoço alheio soltando o ar nele e para o mal da sua sanidade e bem da sua luxúria os pelos de seu corpo erriçarem completamente, ele é tão sensível assim? Ele geme com facilidade também? Deus, como quer o amarrar e o foder violentamente, como quer espancar aquele pequeno corpo inteiro, como quer o ver se contorcendo enquanto pede por mais e mais, como quer fazer Midoriya Izuku completamente seu, analisou com atenção a folha que ele está escrevendo daquele modo trêmulo de antes e nada do que ele está fazendo tem sentido.

- errado! - o lápis caiu da mão do mesmo rolando pelo sofá só parando ao chegar em sua perna - você hoje está aéreo demais, há algo lhe tirando a concentração? - os olhos voltaram a arregalar lhe atiçando ainda mais e não satisfeito ele fez o favor de corar, não um simples rubor, não, muito longe disso, todo o seu rosto está vermelho, aquile garoto só pode ser o satanás lhe atentando.

- o-o-olha professor, eu acho que é melhor eu tentar fazer isso em casa, lá eu vou conseguir resolver isso com mais rapidez, eu não quero tomar mais o seu tempo - inalou a respiração alheia, ela está saindo ofegante, é como se ele estivesse com medo de algo, de fazer algo que quer muito e isso é tão delicioso.

- porque? O que tem a minha casa que não lhe deixa se concentrar, Izuku? Me responda isso, pois eu estou muito curioso - as orbes dançaram de um lado para o outro lentamente e automaticamente ele apertou a calça, o ver tão acanhado, tão vulnerável diante si... para!

- o-o se... e-eu só preciso ir pra minha casa, desculpe lhe dá tanto trabalho, eu prometo que vou tentar me concentrar mais, vou me esforçar bem mais - mordeu o lábio inferior para ajudar se controlar quando os dedos tocaram sua perna assim que ele pegou o lápis que estara bem perto da mesma.

- na verdade eu quero que você me dê muito trabalho, Izuku, eu adoro pessoas que me dão trabalho - as esmeraldas se fixaram em si com um toque de confusão e aquilo é altamente perigoso - na escola! - ele apenas assentiu voltando a guardar o lápis e a borracha dentro do estojo de qualquer jeito, observou ele fechar o caderno e o colar contra o peito como se ele fosse um livro.

- a-até amanhã professor - levantou-se juntamente ao menor, pois irá o acompanhar até a porta, afinal é o que pessoas educadas fazem, não é mesmo? Quem está querendo enganar? Só quer ficar mais tempo perto daquele menino.

- até amanhã - abriu a porta dando total liberdade para que ele passasse por si do modo que quisesse e preferisse, porém o seu reflexo lhe traiu cegamente, sem que percebesse ou pudesse impedir agarrou o pulso do mesmo o vendo arregalar os olhos em pura surpresa.

- p-professor? - o que não daria para que ele não fosse o seu aluno e pudesse o foder agora mesmo? O quão torturante é desejar alguém que não pode ter quando precisa mais que nunca? Piscou estático ao notar que ainda está segurando o outro e ele está visivelmente assustado.

- se você não me entregar isso respondido amanhã mesmo, eu vou te castigar bastante, ouviu? - observou ele assentir prontamente com um certo rubor, o soltou ao lembrar do óbvio, pois se não o fizer agora a merda vai correr solta, tudo vai sair do seu controle e se ele der com a língua nos dentes, sua vida, seu emprego, sua dignidade como profissional já era.

- a-agora eu posso ir, senhor? - FILHO DE UMA PUTA! Porque ele tem que lhe pedir autorização pra algo justo quando acha que irá controlar a situação? Porque de um modo tão excitante assim? Com certeza ele merece um castigo.

- pode! - fechou a porta assim que ele saiu com aquele andar cambaleante de sempre, aquele maldito andar que lhe excita só em olhar, é, agora mais que nunca precisa voltar a " tomar banho ".



Notas Finais


Obrigada por lerem sz


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