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História Alvorada grega - Parte II - Capítulo 16


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Notas do Autor


Postando tarde, mas pelo menos está entregue. Bom final de semana pra vcs, pessoal. <3

Capítulo 16 - Gabrielle?


Fanfic / Fanfiction Alvorada grega - Parte II - Capítulo 16 - Gabrielle?

Estavam sentados na cama da cabine, Lexa ainda enrolada no lençol e com as bochechas vermelhas, Preto e Julianos com cara de medo, Túlio com as mãos nas partes intimas com cara de culpado e Solan que notou a movimentação e as risadas dos soldados no navio, desceu as escadas e acabou entrando na cabine pra entender o que estava acontecendo.

Xena estava parada na frente dos garotos com uma cara de desgosto e desaprovação, o que estava deixando todos ainda mais aflitos. Solan olhava para os amigos e não entendia direito o que estava acontecendo. Era para os três brejeiros estarem em Corinto e não na cama de Lexa.

-Eu desisto de vocês. Se nem eu que sou a conquistadora do quinto dos infernos boto medo, quem dirá César.- Disse Xena erguendo a mão para o alto. - Eu acho que você não entenderam o que está acontecendo aqui. Essa merda de navio está indo encontrar CÉSAR. VOCÊS SABEM QUEM É CÉSAR?- Xena gritou e a molecada olhou para o chão. -Vocês realmente não entendem o que isso significa! Eu desisto.- Então, Xena olhou para Solan e o príncipe engoliu a seco. -Isso é problema seu. Se eu ficar mais dois minutos aqui eu mato eles.- Xena então escancarou a porta e saiu andando. Os soldados que estavam na espreita se dispersaram por medo da imperatriz e fingiram que não estavam ouvindo.

Solan fechou a porta com força e encarou bravo os amigos.

-Eu não acredito que vocês tiveram coragem de desafiar a autoridade dela.- O rapaz usou um tom tão sério e responsável que todos se sentiram ainda na companhia da imperatriz. -O que acham que isso significa? Significa que vocês desafiaram a imperatriz na frente de todos os outros soldados e eu não acharia pouco se ela os matasse para dar um recado aos demais.- Solan continuou.

-Nós somos seus amigos, certo? Ela não teria coragem de nos matar...Teria?- Petro falou com a voz tremula.

-Ela teve coragem de abandonar ele, idiota, acha mesmo que está ligando para quem são?- Disse Lexa sem filtro algum e quando percebeu o que disse, viu que Solan estava mais bravo que antes.

-Ela é minha mãe e continua sendo a imperatriz de vocês. Se querem mesmo ficar vivos nesse navio, acho bom pegarem esfregões e limparem o convés inteiro. Não falem, não olhem, não ouçam e não respirem se puder. Caso contrário, vão irritá-la profundamente.- Solan saiu também da cabine batendo a porta.

 

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Xena entrou na sua cabine aborrecida. O comportamento daqueles garotos a preocupa, pois se ela estava perdendo o controle até de pirralhos, então provavelmente não teria grandes efeitos em César. 

Ela deu um soco na porta e logo em seguida sentiu seus dedos doendo. Ainda irritada, a imperatriz bateu na mesa da cabine algumas vezes e enterrou o rosto nas mãos quando se sentou. Ela precisava se desvencilhar da Xena que se tornou nos últimos três verões para conseguir lidar com César. A imperatriz precisava recuperar sua fúria e maldade para ser capaz de sobreviver. 

Se continuasse mole e incapaz daquele jeito, iria acabar dando sua cabeça numa bandeja e dar aquilo para César era inadmissível. Xena suspirou e estalou o pescoço. Ela suspirou algumas vezes e quando seus olhos azuis se abriram eles ficaram como gelo. 

-Nunca pensei que te veria arrependida por ter se tornado uma pessoa melhor.- disse a voz de Atena. A deusa se materializou na cabine, bem em cima do sofá.

-Eu preciso da antiga Xena. Preciso me reencontrar com ela, caso contrário eu não voltarei viva.- Xena respondeu com sua voz grave e fria.

-Não foi sua maldade que te deixou viva todos esses verões, Xena. Foi sua inteligência.- Atena respondeu.

-Você realmente acredita nisso, Atena?- A morena usou um tom revoltado e olhou para a deusa. -Eu matei gente só pela simples ameaça que apresentavam. Eu nunca pensei duas vezes em fazer isso e eu justifico meu longo reinado com essas atitudes. Meu pavor de perder o controle me tornou obcecada por sangue e eu descartei pessoas como descarto pergaminhos velhos.- Xena agora bateu na mesa e Atena se levantou.

-O que quer que eu faça, Xena? Te jogue um feitiço para te possuir?- Atena falou seca.

-Eu não te chamei aqui.- A morena se levantou e apoiou o corpo nos braços apoiados na mesa.

-Não chamou mesmo.- Atena falou firme. -Mas sabe porque eu vim? Por que você precisa ficar viva até o fim para cumprir sua promessa aos deuses. Eles esperam que você faça um bom trabalho e continue mantendo sua palavra.- Continuou ela e Xena ficou em silêncio olhando para Atena. A deusa suspirou e finalmente falou. -Você não quer meu conselho, Xena, mas eu estou aqui dando meu ar da graça para te dizer que talvez sua única solução seja pensar em Gabrielle e deduzir o que ela diria a você.- Atena estalou seus dedos e desapareceu diante dos olhos da imperatriz.

Xena se jogou na cadeira de novo e resolveu de fato pensar em Gabrielle. Tentou imaginar o que sua mulher diria para ela naquele momento, mas estava impossível. Ela então  gritou de raiva e lamentou por não ter trazido sua rainha. Ela pelo menos teria uma motivação a mais para sobreviver se Gabrielle estivesse aqui, mas então, uma luz se acendeu em sua cabeça.

Gabrielle estava sim com ela. Ambas dividiam a mesma alma e Círila às lembrou que a distância não impediria aquela conexão, então, talvez se Xena se concentrasse, poderia ouvir sua esposa que ficara para trás e provavelmente estava no casarão naquele instante.

Xena se levantou com pressa e deitou em sua cama. Ela tirou as botas e aliviou o peitoral da armadura. Então, colocou as mãos em cima da barriga e fechou os olhos com a intenção de se concentrar melhor.

A princípio, Xena somente sentiu seu batimento cardíaco. Ele estava no ritmo normal e ecoava solitário em seu peito. Ela precisava encontrar o segundo batimento que habitava ali, mas como era mesmo que ela fazia? A imperatriz vasculhou seu interior e conseguiu sentir uma leve batida no fundo do peito. Ela se concentrou naquilo e pouco a pouco a batida voltou a se repetir e quando se deu conta, o segundo batimento apareceu. 

Ela nunca tentou se conectar de tão longe com Gabrielle, então, não sabia ao certo o que fazer. Xena então decidiu chamar o nome de Gabrielle e torcer para que ela escutasse.

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A alguns quilômetros de terra para trás, Gabrielle se encontrava sentada na varanda com alguns pergaminhos e Talos, o cachorro de Ísis, estava deitado ao lado dela. Ela não escrevia a algum tempo e agora que não tinha o que fazer, decidiu deixar gravado sua história com a de Xena. Queria que os pergaminhos fossem colocados na biblioteca junto com os demais e que um dia seus filhos lessem eles, assim como seus netos e bisnetos.

Enquanto a loira escrevia tranquilamente, Ísis cavalgava com um professor que Xena contratou. A garotinha estava logo a frente toda contente e não havia nada no mundo que abalasse ela no momento. 

Gabrielle ergueu os olhos por um momento e certificou que sua filha estava bem, logo em seguida voltou a olhar o pergaminho, molhou a pena no tinteiro e se preparou para escrever mais uma linha. No entanto, sua mão ficou imóvel e sua feição foi de estranheza. Algo estava diferente, mas ela não identificava o que. A ponta da pena que estava encharcada de tinta, gotejou no pergaminho, mas não foi capaz de chamar a atenção de Gabrielle. 

A loira continuou prestando atenção e quando deu por si, sentiu o segundo batimento dentro de seu peito. Fazia tanto tempo que ela não sentia aquilo que se assustou no primeiro momento e soltou a pena. Gabi se encostou na cadeira e tocou seu peito com surpresa.

“Gabrielle.” 

Um sussurro veio de dentro de seu peito e ela se arrepiou. Era Xena que estava chamando, mas o que ela queria? será que estava bem? será que havia acontecido alguma coisa?

Gabi começou a se desesperar. Assim como Xena, ela não tinha muita prática com aquilo, afinal, elas nunca ficaram tão longe uma da outra. A loira sentia o segundo batimento com muito mais clareza e para seu alívio ele parecia nem muito acelerado e nem muito lento.

“Gabrielle” O sussurro continuou e a loira resolveu ir até seu aposento. 

Sem tirar a mão do peito, Gabrielle subiu as escadas e trancou a porta de seu quarto quando entrou. Ela se sentou na cama e agora que estava tudo mais em silêncio, ela pode prestar atenção.

-Xena?- A loira chamou em voz alta sem ter certeza que sua mulher pudesse ouvir.

Os dois batimentos que eram dessincronizado até então, entraram em harmonia e um outro arrepio percorreu o corpo loiro. Gabi fechou os olhos e conseguiu visualizar sua alma metade mais perto. Ela não via claramente, mas sim um borrão claro que a cada minuto ficava mais brilhante. 

Uma vez que os batimentos se sincronizam, Gabi sentiu que seu estado de espírito havia mudado. Ainda de olhos fechados ela sentiu uma preocupação emanando de seu interior e uma aura de dúvida. A única coisa que veio em sua mente era se aquela preocupação era sua ou de Xena. Como ela estava bem até segundo atrás, só podia ser de Xena. 

Se sua sensação estava correta, então queria dizer que Xena estava preocupada com algo. Todas as vezes que Xena estava preocupada, quem a acalmava era Gabrielle, então aquilo só significava que sua mulher precisava se acalmar com relação a algo. 

Gabi então se concentrou naquele sentimento. Ela sentia agora como se a preocupação se tornasse raiva e quase bruscamente voltava a ser uma mera preocupação. Não havia dúvidas, Xena estava lutando para manter a calma, mas o que será que havia acontecido para sua mulher ter se descontrolado. 

A loira sentiu seu peito subir e descer bem rápido e o brilho que a pouco tinha se aproximado, se materializou em um vulto de Xena. Um vulto bem claro, mas que a tornou reconhecível. Xena estava com as mãos suando e olhando seu reflexo no espelho. A única coisa que se destacava naquele espelho eram os olhos azuis ferozes. 

O vulto se dispersou e voltou a ser uma luz brilhante, mas agora sim, Gabrielle sabia o que estava acontecendo. Xena estava tentando controlar sua fera e provavelmente estava na dúvida se a soltava ou deixava presa. Se ela soltasse, provavelmente algumas coisas bem ruins iria acontecer com os outros, mas se prendesse, poderia talvez pensar com mais clareza. 

A rainha sabia que aquele monstro manteve sua mulher viva por muitos verões, mas talvez aquela não seria a solução. Gabrielle queria que Xena olhasse para ela, mas como? Elas não podiam se ver naquela distância, ou será que podiam? Ela acabara de ver Xena...através do espelho.

Era isso. Elas não podiam se ver, pois suas almas estavam dentro do corpo e o único jeito de olhar para si mesmo era através de um espelho. Gabi foi rapidamente para frente do espelho e se olhou atentamente.Talvez devesse encarar seus próprios olhos para que Xena a visse, então ela assim o fez.

Será que Xena estava vendo ela? Provavelmente sim, pois aquele conflito entre raiva e preocupação pareceu se acalmar repentinamente e um sentimento de paz transbordou o peito de Gabi. Ela então sorriu para seu próprio reflexo e sussurrou “eu te amo”. Se Xena não pudesse ouvi-la, pelo menos poderia ler seus lábios.

Seja lá o que tivesse acontecido, Gabi sentiu que sua conexão com Xena havia “terminado”. Seu peito se aliviou e seu coração pulsava sozinho mais uma vez. Ela se afastou do espelho e sentou na cama pensativa. Xena precisaria mais vezes dela e possivelmente tentaria aquilo mais vezes, então a loira ficaria mais em alerta.

Gabi sorriu e saiu de seu quarto. Ela desceu as escadas e voltou a escrever em seu pergaminho com mais ânimo que nunca. Ela precisava contar ao mundo que o amor dela e de Xena era surreal.

 

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Xena que estava parada em pé no meio da cabine, suspirou de alívio e sorriu ao lembrar dos lábios de Gabi dizendo que a amava. Ela então abriu seus olhos e suspirou mais uma vez. Aquilo tinha sido incrível, elas se tocaram mesmo que por um breve momento e já era o suficiente para mandar aquela aberração carniceira para longe. 

A imperatriz decidiu então, não usar o reflexo de seu passado para lutar contra César. Ela teria que achar outra forma de ser tão astuta e pulso firme quanto no passado e se Gabrielle pudesse dizer algo naquele momento, possivelmente diria “Mostre para ele que está diferente, porém mais perigosa”. Por que ela achava que Gabrielle pensava daquele jeito? Não sabia, mas de fato iria mostrar para César que o fato de não estar matando cada homem que cruzava em seu caminho a deixava ainda mais imprevisível que antes.

Depois daquele encontro doce com sua mulher, Xena manteve a cabeça mais calma e mais clara com relação a seus planos. Ela nem viu o tempo passar conforme os dias passavam e no terceiro dia em alto mar César estava bem perto. 

Um dos soldados bateu apressadamente na porta da cabine enquanto Xena almoçava. Ela se levantou e escancarou a porta para ver o que era. 

-Majestade. Navios logo a frente.- O homem falou enquanto apontava para um outro soldado que estava na torre de vigia no mastro maior. 

Xena caminhou até a borda do casco e ficou olhando para o leve borrão ao fundo. César estava se aproximando.

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Os soldados combatentes ficaram agitados no convés do navio. Eles se posicionaram logo atrás de Xena que continuava perto do casco aguardando César se aproximar mais. 

O navio que trazia a maior bandeira romana ficava perto e ao longe era possível contar em torno de 10 navios romanos. O que já era de se esperar, pois o exército romano estava diminuído, devido aos dois últimos conflitos em Cartago.

Solan e Lexa ficaram atrás de Xena e a mulher fitou ambos bem.

-Saiam daqui. Não quero que César de uma boa olhada em vocês até que eu saiba com o que estou lidando.- Xena falou firme e quando Solan e Lexa abriram a boca para contestar, ela virou seu corpo completamente de frente para ambos, estufou o peito e fez uma cara de raiva. Os dois fecharam a boca e desceram calados até o convés inferior.

Quando Xena se virou de frente, o navio de Cesar estava muito mais perto e parecia muito maior que o seu. Ela então deu uma boa olhada e concluiu que era somente seu receio pregando peças. Porém, por mais que o navio estivesse um pouquinho distante, já erá possível ver César “brilhando”. Ele estava com sua cabeça erguida para cima e seu olhar perfurava a figura da imperatriz. 

Os navios finalmente chegaram perto um do outro e o capitão romano virou o navio para que ambos ficassem emparelhados. Romanos de todos os tamanhos e feições se penduraram no casco para dar uma boa olhada no navio da imperatriz e os soldados gregos ficaram desconfortáveis, ao mesmo tempo em que ficaram firmes em sua posição.

Agora, sob o sol quente e depois de verões, Cesar e Xena se olhavam como inimigos. Eles não piscavam e não se mexiam. Parecia até que estavam evitando de se movimentar para não serem atacados. 

Uma parte do casco de ambos os navios foram abaixadas e uma plataforma colocada entre eles. Agora o navio grego e romano estavam ligados por uma prancha. 

César com seu ar imperial, caminhou até a prancha ficou parado no meio dela. Xena sabia que ele estava fazendo aquilo para parecer corajoso e desafiando a morte. Ela com seus passos firmes foi até ele e fez questão de balançar a prancha. 

Agora de frente um para o outro, puderam dar uma boa olhada nas armaduras extravagantes e cobertas de pedras preciosas. Ele estava na cor vermelha e ela estava na cor roxa. Quando finalmente se olharam de cima a baixo, Cesar sorriu e Xena sentiu vontade de quebrar aqueles dentes brancos com o punho da espada.

-Eu ouvi histórias de você ter rejuvenescido, mas confesso que não acreditei.- Disse ele finalmente com seu tom lento e debochado de sempre. Xena sentiu vontade de vomitar quando ouviu aquela voz incômoda, porém para a infelicidade dos ouvidos de Xena, ele continuou. -Você não mudou nada desde a última vez que nos vimos.- 

AAh Xena se lembrava bem da última vez que se viram, pois foi quando ele tentou matá-la.

-Te garanto que estou longe de ser a mesma pessoa, César.- Disse ela em tom de ameaça.

-Você não faz ideia como é bom ouvir meu nome, Xena! Eu me acostumei com as pessoas me chamando de “majestade” o tempo todo e preciso dizer aqui em particular o quão solitário é.- Ele respondeu e Xena sabia que ele se sentia tudo com aquela coroa de louro, menos solitário.

-Te garanto que da minha boca não vai sair esse tratamento.-  Respondeu Xena com ironia.

-Fico feliz em saber disse, Xena! Afinal, somos bem íntimos para não querer desfrutar dessa intimidade.- Ele respondeu mais irônico ainda. -Pois, bem. Meu general disse boas coisas sobre a reunião que teve em Corinto. - César mudou de assunto. - Fiquei muito feliz em saber que você não levou a mal minha aliança com Péricles.-

-É mesmo?- Xena não diminuiu o deboche.

-Claro. Eu imaginei que você entenderia que essa é a forma que imperadores jogam.- Sorriu ele.

-Claro que sei.- Xena sorriu de volta.

-Sem ressentimentos, Xena?- César esticou a mão.

-Sem ressentimentos.- Ela pegou a mão dele e enfim selaram um cumprimento. Tal cumprimento que fez os soldados de ambos os lados soltarem o folego e respirarem com mais calma.

-Antes de mais nada eu gostaria de me desculpar pelo transtorno que Maximiano causou em seu palácio. Eu espero que ele não tenha machucado Ísis.- César fez questão de informar a Xena que ele sabia que ela tinha uma filha e sabia seu nome por sinal.

-Não machucou. Eu estava lá o tempo todo.- Xena sentiu vontade de enforcá-lo quando pronunciou o nome de Ísis, mas pela boa política, ela somente deixou claro que sua presença a protegeu o tempo todo.

Xena e César não tinham intenção nenhuma em esconder suas inimizades. Toda a formalidade era pelo simples fato de não poderem se matar. Pelo menos ainda.

-Eu adoraria ficar lhe contando qual foi a cara que Maximiano fez quando sai do escuro e o atirei da sacada, mas receio que temos negócios importantes para falar primeiro, certo?- Xena falou sorrindo.

-Claro, não vamos ficar nesse sol.- César virou de costas e ofereceu passagem para Xena o acompanhar. A mulher sem temer ou olhar para trás, passou pela frente de César e pisou no navio romano sem escolta alguma. César a acompanhou e a prancha foi retirada de ambos os navios. 

A porta da cabine de César se abriu e os dois imperadores desapareceram por várias marcas de velas.

 


Notas Finais


⚠️ Aviso: Todos os capítulos estão sujeitos a correção ortográfica depois de postados.


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