História Alvorecer - Capítulo 5


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe, Wendy Marvell
Tags No Fap Setember, Todos Os Dias Até Outubro
Visualizações 81
Palavras 2.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meu deus do céu, Berg! Quase que eu não posto hoje, meu deus do céu! To correndo feito um loco, café enfiado até o talo nas veias! E eu que pensava que o capítulo passado tinha sido difícil de escrever! Que engano, meu deus! O meu histórico de pesquisas do google tá a milhão! Tudo por uma boa construção de mundo, espero que gostem! Boa leitura!

Capítulo 5 - Os Árduos Caminhos de suas Relações


Fanfic / Fanfiction Alvorecer - Capítulo 5 - Os Árduos Caminhos de suas Relações

"Havia uma pedra no meio do caminho e no meio do caminho havia uma pedra[...]"*. Recomeçava a ler pela oitava vez Erza, totalmente confusa com o que o poema - pregado em uma das paredes da diligência - queria dizer. Indiferente ao seu real significado, a maga tinha certeza que tais versos combinavam com o caminho que estava trilhando. Desde que deixou a estação de trem em Rose Garden - depois de uma viagem de pouco mais de dezenove horas* -, partiu rumo à Península Rompe Mares* por pouco mais de uma hora em uma carruagem através de uma estrada de terra turbulenta e recheada de pedras.

Podia ouvir as rodas rústicas do veículo chocando-se contra o solo, fazendo tudo dentro chacoalhar. Quando, ao passar sobre algumas rochas, a carruagem ergueu-se como se o veículo que até então movia-se sobre rodas tivesse começado a caminhar como um animal bípede. Agora entendia o que Kagura quis dizer quando alertou-a para trazer algo acolchoado para se sentar. Os últimos metros foram os piores. Cada viga de madeira rangia, as ferragens tremulavam e produziam um chiado alto, agudo e contínuo. Parecia que tudo quebraria ao meio.

Quando enfim parou, restava apenas alguns metros de uma estrada pedregosa e íngreme demais para a velha carroça passar sem quebrar-se. Agradeceu o senhor que a trouxera e andou o resto do caminho, pouco preocupada que as pontas rochosas pudessem danificar o carrinho que usava pra puxar sua bagagem. Podia ver mais a frente um casebre no topo de um morro que demarcava a entrada de seu destino.

Alcançando o topo, perdeu fôlego.

Panpit, uma cidade construída dentro da cratera inundada. Foi por iniciativa de fazendeiros ricos que o gigantesco lago teve sua água gradualmente drenada para o plantio. Eventualmente, o lago secou e os fazendeiros o abandonaram à esmo, optando então por puxar água do mar. 

O lago tendo secado e os peixes que ali viviam mortos, foi somente décadas depois que um grupo de pessoas pobres e peregrinas mudou-se para lá, vivendo de pescar alguns peixes marinhos das bordas da cratera que o local voltou a ser vivo. Dai há alguns anos que descobriram uma grande concentração de minério de ferro no centro e nas paredes da cratera. Com a exploração do ferro, veio a oportunidade de crescer e com a administração certa, o local enriqueceu, ainda mais ao descobrirem metais nobres e pedras preciosas próximas ao centro do vale. Habitada e próspera, a cidade fora batizada de Panpit*.

Com uma história tão conturbada quanto essa, Erza duvidou que a cidade fosse sequer próxima de ser tão bela quanto Kagura lhe descrevia nas cartas.

Ledo engano.

A imensa cratera era povoada por casas reluzentes de tão brancas. No centro, um lago voltava a se formar, conforme os governantes tentavam recuperar a vida aquática que antes havia ali. Esse lago ocupava um quinto dá terra, próximos de suas margens, foram construídas pequenas casas e ruas flutuantes, no centro do novo lago, erguia-se uma pequena cidadela, ligada por por quatro pontes à nordeste, sudeste, noroeste e sudoeste, onde ficavam os governantes em si e onde a indústria podia explorar a mineração de pedras preciosas pelo subterrâneo. Pequenos canais roubavam a água do grande lago, por onde lácrimas irrigavam e nutriam as terras ao redor, garantindo que todo o solo fosse fértil para o plantio, enquanto que ao norte um grande canal ligava o lago regente à um menor, que mal ocupava um décimo do imenso buraco, semicircular, formado por uma cachoeira artificial criada nas bordas do vale. Ao lado da cachoeira, um sistema de eclusas levava embarcações da parte alta - onde era visível que outra cidade crescera - até o lago secundário, onde havia um porto que dominava toda sua margem e supria a cidade. Um portão controlava quais embarcações teriam acesso ao canal que levava à cidadela e seus diamantes, rubis e esmeraldas.

Nas paredes íngremes, casarões inteiros das pessoas mais ricas polvilhavam a rocha de branco, mas de longe, o que mais chamava a atenção, na realidade, reluzia chamativamente, era um paredão de ouro próximo não muito longe do porto.

A sede da Mermaid Heel.

Pelo que Kagura lhe contou, aquele era um rochedo cinza e sem graça que pouco chamava a atenção dos governantes, do povo e dos que tinham dinheiro para poder bancar a mineração daquele local. Foi Nana Zenobia* que, com planos de fazer daquele rochedo a base de sua guilda, comprou todo o paredão e o direito de poder escava-lo e explora-lo para a sua guilda. Se o prefeito soubesse que depois de três metros de monolito cru e bruto estaria a maior reserva de ouro em quilômetros, ele nunca teria vendido por tão pouco.

Assim que viu sair do local as primeiras pepitas douradas, Zenobia recebeu pedidos, ofertas, ameaças e até mesmo dotes por sua mão, todos querendo tirar uma lasca da parede a qualquer custo. Revoltada, Nana, junto de suas magas, esculpiu ali a sede de sua guilda e talhou nas paredes externas feitas de ouro maciço uma imensa runa que impedia qualquer um de conseguir sequer arranhar o precioso metal - além das magas - e fez questão de tirar cada milímetro de pedra cinzenta para expor à todos da cidade a exuberância amarelada que nunca poderiam ter. Mesmo quando o prefeito veio até ela, suplicando para que devolvesse o lugar, ou que ao menos abrisse mão de uma dúzia de metros não usados.

Ela negou. Juíz algum em Fiore poderia lhe tirar o fato de que comprara aquele lugar quando não passava de uma rocha que desagradava os que ali viviam, por tanto, ninguém poderiam tirar um grama de seu rico ouro. Além disso, exercito nenhum conseguiria desbancar a guilda que era conhecida por só perder para a Fairy Tail e pra Saberthooth em questão de força.

Assobiou diante de tal luxuosas demonstração de soberbia. Vendo o brilho loiro ofuscar o esbranquiçado só pôde pensar uma coisa: "exibidas". Não era à toa que eram uma das guildas mais ricas de Fiore.

Precisou ocupar quase um terço de um funicular destinado a levar vinte pessoas até o chão inferior da cidade. Lá chegando um guia à esperava. Ele a levou pelos principais pontos turísticos de Panpit, como um barco de metal no meio de uma praça, simbolizando como a ganância outrora arruinou aquele lugar, um aquário feito na forma de um labirinto, onde se viam alguns dos peixes que viviam ali antes, uma região propositalmente pobre, construída com base em como eram as primeiras moradias ali antes de tudo ser enriquecido e revitalizado, algumas estátuas das mulheres que administraram o lugar na época de seu enriquecimento e as ruas e comércios venezianos no centro da metrópole, apesar de que, com tamanha bagagem, a ruiva não podia entrar na maior parte daqueles lugares.

O guia a levou para a hospedagem onde ela deveria ficar, no entanto, Erza insistiu que fosse levada para outro endereço. Ele assentiu, quando, ao insistir que não, foi confrontado com uma cara assustadora demais para contrariar. Atravessaram quase que metade do vale circular até chegarem no endereço.

Abandonou o homem abismado que ela tivesse as chaves de um dos grandes casarões e entrou, por elevador, na casa atrelada ao íngreme paredão.

Ali haviam uma piscina modesta, um jardim vertical, um horizontal - o segundo nutrido por luz artificial -, uma cozinha, uma sala tão espaçosa quanto à que usava para guardar suas armaduras, uma área de treinamento, banheiros o bastante para que quatro pessoas pudessem usa-los ao mesmo tempo, o dobro disso em quartos de hospedes e um quarto principal que poderia abrigar quatro ocupantes com conforto, anexado à um closet invejável, tudo compulsivamente limpo e decorado em um estilo oriental.

Não perdeu tempo em desocupar as malas e ocupar o closet, apossando-se do quarto principal e jogando-se na cama super caesar size* - não antes de por o despertador da cômoda ao lado para acorda-la dentro de vinte minutos -, e por meia horas descansou o que pôde.

Ao lado do despertador, encontrou um bilhete que dizia "Não quis acorda-la. Pensei que seria melhor se descansasse dez minutos à mais.". Sorriu com isso e se aprontou para sair.

Num dos restaurantes venezianos, encontrou-se com alguns representantes de cada uma das grandes guildas. Apesar do conselho fazer questão de arbitrar todas as condições gerais e garantir o mínimo necessário para a subsistência de cada Guilda, ele era o último recurso que as guildas costumavam à recorrer.

Além de burocrático e lento, o conselho tinha o péssimo costume de fiscalizar em excesso os pedidos que à ele chegavam. Era necessário, claro, uma vez que essas mudanças e pedidos eram, de modos gerais, de escopo mais administrativo. Se um pedido errado fosse aprovado, poderia significar a morte de uma guilda.

Mas isso não impede que as guildas negociarem seus interesses por vias diretas.

A partir dessas alianças podia-se garantir alguns recursos, trocas de conhecimento e até trabalhos eram trocados com acordos firmados nessas negociações. Além da grande valia que era o auxílio no poderio militar envolvido. O quanto Cristina, o bombardeiro da Blue Pegasus, não os ajudou contra a Oración Seis? E quantos não estariam ilesos se a Fairy Tail tivesse relações minimamente saudáveis com a Phantom Lord?

Tais alianças eram uma excelente maneira pra uma guilda crescer e, a partir de certo ponto, eram a única maneira de uma guilda continuar crescendo e permanecerem tão grandes. Nesse quesito, a gestão do Macao fora um completo terror e a posterior dissolução da guilda pelas mãos de Makarov foi quase que um golpe de misericórdia nas relações externas dela, uma vez que seus acordos firmados simplesmente deixaram que valer.

Por isso ela estava aqui. Para tentar consertar essa bagunça.

O encontro da grande aliança era um acordo velado entre as partes e acontecia anualmente. Antes, faziam parte da aliança: Fairy Tail, Blue Pegasus e Lamia Scale, as maiores guildas até então. Com o vácuo de Tenrou*, Fairy Tail acabou por deixar a aliança e no vazio deixado, a Quatro Cerberus entrou. Apenas quando a Fairy Tail fora revivida que Mermaid Heel e Sabertooth - guildas extremamente poderosas e autossuficiente o bastante para que optassem por ignorar a aliança - resolveram integrarem a grande aliança. Todos os anos, uma guilda diferente presidia o encontro e garantiam a necessidade dos representantes das demais.

No encontro, encontrou Rogue e Rufus da Sabertooth, Jura e Lyon da Lamia Scale, Ichiya e Hibiki da Blue Pegasus, Bacchus e Warcry da Quatro Cerberus e com a própria Kagura. Comumente, não se enviava mais que dois membros para representar sua guilda - a exceção da guilda anfitriã, que só enviava um representante -, tão pouco um mestre. Os encontros aconteciam em locais mais neutros, por isso estavam em um restaurante ao invés do templo dourado que a Mermaid Heel chamava de sede.

Duas coisas eram estranhas nesse encontro. Somente Erza vir da Fairy Tail, mas isso se explicava com o fato de que as únicas pessoas acostumadas a tais encontros além dela, eram a Mirajane e o Laxus, que estavam aproveitando a lua de mel em algum lugar estranho de Fiore e só retornariam na próxima semana. Fora isso, havia uma pessoa a mais.

Mileta Griffon compareceu ao encontro para representar a Phasma Maiden* uma nova guilda que demonstrou interesse em participar da aliança. Três coisas tornavam tudo bem delicado sobre a adesão dessa nova guilda. Primeiro, Mileta quebrou a tradição implícita desse encontro, ao comparecer, mesmo sendo ela a mestra de sua guilda. Segundo, a guilda era formada por membros remanescentes de outras guildas há muito dissolvidas pelo próprio conselho, o que deixava em cheque a confiabilidade da Guilda, especialmente quando muitos dos principais membros dela vieram da antiga Phantom Lord - o que tornava tudo especialmente delicado. E por fim, mas não menos importante, ela tinha relações diretas com Warrod, um dos magos santos e um membro fundador da Fairy Tail.

A jovem garota era simpática e levemente desajeitada, mas isso não facilitou pra ela. A adesão foi a principal pauta do primeiro dos três dias do encontro. O que especialmente bom para Erza que conseguiu, entre um acordo e outro, evitar de ceder uma porcentagem generosa de trabalhos aos demais, além de ter conseguido algumas concessões que seriam muito importantes. Por mais que a força da guilda ainda fosse inquestionável, o seu lado diplomático ainda estava aos pedaços. Todo e qualquer acordo que pudesse conseguir sobre trabalhos extras, informações, conhecimento e recursos seriam vitais para fazer Fairy Tail voltar à sua antiga glória.

O fim do encontro foi, basicamente, uma longa conversa e socialização com todos os outros. Foi o mais cortês que pôde, fugindo de algumas cantadas do Ichiya e de uma competição de bebida com o Bacchus, que provavelmente queria lutar ou tirar-lhe a roupa no final dela. Trocou algumas palavras agradaveis com Lyon sobre o Gray e pouco pôde falar com os magos da Sabertooth que eram reclusos demais, limitando-se à responder perguntas. Tentou tirar algumas dúvidas com Mileta, mas ainda não tinha ficado claro se a garota era filha, esposa ou uma simples aprendiz do senhor Warrod.

No fim do dia, os magos saíram pelas ruas, cada qual em uma direção diferente. Ela, exausta física e mentalmente resolveu simplesmente voltar pra cama perfeita no casarão que iria morar pelos próximos quatro dias.

Jogou-se e dormiu. Dormiu desde o final da tarde até o começo da manhã.

Acordou e sentiu-se leve. Mais leve do que deveria estar.

Sorriu ao sentir o peso de outra pessoa se aproximando de si na cama, mas nada disse ou moveu. Apenas permaneceu ali como se ainda dormisse.


Notas Finais


*Referência ao poema "No Meio do Caminho"(https://www.culturagenial.com/poema-no-meio-do-caminho-de-carlos-drummond-de-andrade/)
*Considerando que Fiore tenha 175km do seu ponto mais ao norte até seu ponto mais ao sul, e tenha 192km do seu ponto mais a oeste até seu ponto mais a leste, a rota de Magnólia até Rose Garden, passando por Era, Crocus, Terra Ignis e Ace of Spades(baseado nesse mapa: https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fi.imgur.com%2FKGVKbPF.jpg&imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.fairytail-rp.com%2Ft38056-official-map-of-fiore&docid=wM26wP8g7GFoTM&tbnid=6lq2toRXeqCjGM%3A&vet=10ahUKEwiUyKL72svkAhXIHLkGHWzVAf8QMwhEKAIwAg..i&w=2000&h=2000&client=firefox-b-d&bih=966&biw=1920&q=fiore%20map&ved=0ahUKEwiUyKL72svkAhXIHLkGHWzVAf8QMwhEKAIwAg&iact=mrc&uact=8) levaria em torno de 11 horas, considerando a velocidade média dos trens comerciais do Brasil no ano de 2018(de acordo com site da Agência de notícias especializada no setor de infraestrutura brasileiro, http://www.agenciainfra.com/blog/velocidade-media-de-transporte-de-trem-nao-sai-do-lugar/), considerando duas horas em cada parada, totalizando assim, dezenove horas dentro do trem.
*A título de curiosidade, com tais dimensões, Fiore estaria em 137 no ranking de maiores países do mundo, entre a Bélgica e a Moldávia(https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_e_territ%C3%B3rios_por_%C3%A1rea)
*A parte mais ao norte de Fiore é uma península, à esquerda dessa peninsula se encontra o mar das nuvens, à direita se encontra o mar dos redemoinhos. Tomei a liberdade de batiza-la "Península Rompe Mares"
*Pan pode ser traduzido como: panela, tacho, frigideira, caçarola, tina e etc...; ao passo que a tradução de pit pode ser: cova, fosso, abismo, escavação, fenda, poço de mina. Em linha gerais, a ideia por tras desse nome é passar a noção de um imenso buraco coberto de metal por baixo da superfície.
* Sétima Zenobia (século III) Responsável pelo governo da Síria do ano 250 até 275, Zenobia liderou seus exércitos montada em um cavalo e usando uma armadura completa para derrotar as legiões romanas sob o reino de Claudio. A vitória dela foi tão decisiva que seus inimigos tiveram que bater retirada de boa parte da Ásia Menor, ao passo que a Arábia, Armênia e Pérsia se tornaram seus aliados quando ela se declarou rainha do Egito por direito de ancestralidade.
*A cama Super Caesar Size mede incríveis 2,75 metros de largura e 2,15 metros de comprimento, e pode comportar até sete pessoas deitadas(http://www.getlaidbeds.co.uk/blog/our-huge-super-caesar-frame/)
*Vácuo de Tenrou refere-se ao período em que a guilda ficou sem seus principais membros
*Phasma Maiden: Guilda criada por mim. Maiden traduz-se como "donzela" e Phasma refere-se aos Fasmídeos, Família de insetos do gênero ortóptero acrófilo, que se identifica com os caules ou hastes dos vegetais onde vivem, e a que pertence o bicho-pau. O bicho-pau traz a simbologia sobre a paciência, levando-se em conta que ele anda vagarosamente e passa boa parte do tempo parado, maneira pela qual camufla-se na natureza, aqui, ele representa pros personagens da guilda a paciência que é necessária para errar, cair e se reerguer sempre, construindo sua vida aos poucos

Estou cansado. Bom, pra quem não quer entrar no meu servidor, estou lendo os capítulos lá em call todos os dias, não queria falar nada

O capítulo de amanha vai direto pra putaria, então nem tragam as crianças!

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Nos lemos!


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