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História Always - Jeverus Snames - Harry Potter - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Personagens pertencem a J.K Rowling
Erros Ortográficos
Boa Leitura

Capítulo 6 - Capítulo 06: James Potter


Fanfic / Fanfiction Always - Jeverus Snames - Harry Potter - Capítulo 6 - Capítulo 06: James Potter

James Potter¡!ON


Fiquei realmente surpreso quando senti os lábios da Lilian sobre o meu. Nunca pensei que ela teria essa iniciativa, porém como não era idiota, apenas fui na onda, segurei sua cintura e intensifiquei o beijo. Realmente ela sabia beijar, se fingia de santa. A santa Evans. Entretanto separei meus lábios do seu quando escutei o Sirius gritar Ranhoso. Algo dentro de mim, achou aquilo injusto, igual no dia que ele quase morreu por culpa do Sirius e minha. Eu somente vi ele saindo de cabeça baixa, ele iria chorar? Com aquele pensamento fiquei olhando para a porta e algo em mim queria ir atrás dele, porém, fiquei. A partir de agora eu namorava Lily Evans, aquela se sempre desejei. 

Porque essa afirmação saiu tão… falsa?

Esqueci desse pensamento e coloquei meu braço em volta dos seus ombros, a ruiva sorriu para mim, é como um bom namorado que sou, retribuir.

O dia passou, e eu passei o dia inteiro procurando pelo Ranhoso, sentia que tinha que o encontrar, tentar explicar. Porém desistir, quando Lilian me chamou para passear pelo castelo. Nosso primeiro dia de namoro foi, normal, me senti meio incomodado com isso, entretanto não falei nada, não queria estragar, talvez por eu não ser acostumado a ter encontros eu esteja precipitado. 

Quando nosso encontro passou, fomos para o grande salão, era hora do jantar. Me sentei junto dos meus amigos, com Lily na minha direita e Sirius na minha esquerda. Coloquei o meu braço nos ombros da Lily, que sorriu tímida. Foi nesse momento que o Severus apareceu, seus olhos estavam vermelhos, ele tinha chorado mesmo? Senti uma leve irritação, seus olhos pousaram sobre Lily, e senti uma nova onda de sentimentos ruins, por qual motivo ele estava olhando para minha namorada? 

Quando seus olhos saíram da nossa mesa, fiquei olhando e vi ele comendo apenas pão e um copo com água? Ele realmente estava mal pelo meu namoro com a Evans?

Depois do jantar, não o vi mais. Novamente ele havia sumido dos meus olhos. 

No dia seguinte, graças ao Lupin sair arrasto para a aula de poções, nem ao menos tomei café, pois havia acordado tarde. Quando cheguei no meu assento, vi Lily se sentar no lugar do Sirius, meu amigo deu de ombros e se sentou com alguma sonserina bonitinha. Evans segurou minha mão por de cima da mesa e meu deu um sorriso apaixonado. Sorrir. E sentir o olhar do Ranhoso cair sobre nós.

— Bom dia alunos. - Horácio sorriu para sua turma. — Hoje iremos trabalhar com a poção do amor, vamos se aproxime. - todos se aproximaram e Lily nem uma vez soltou minha mão. — Alguém sabe o outro nome dessa poção.

Lily levantou a mão com animação, e somente assim para ela me soltar.

— Amortentia. - olhei simplista para ela, já sabia que ela saberia, nunca vi alguém como ela para ler tantos livros, claro ela havia parado um pouco, mesmo ainda não tento descobrido o motivo.

— Certíssima, 10 pontos para Grifinória, pela resposta correta. Alguém sabe dizer como funciona? - o professor olhou sugestivo para a sua casa.

Somente vi os dedos magros do Severus, ele parecia mais magro, doente.

— Senhor Snape. - falou Slughorn com um sorriso, ele estava orgulhoso de pelo menos um dos seus alunos da Sonserina ter a coragem de levantar as mãos.

— A amortentia quando preparada corretamente, trás o aroma daquilo que mais lhe agrada, como terra molhada, briza do verão e polidor de vassoura - a voz do sonserino saiu tão baixa, que até cogitei a ideia que nem mesmo tivesse dito nada.

Logo depois de falar isso, senti o aroma de livros antigos, lírios e o algo semelhante a fragrância do lago negro. Me sentia atraído pelo aroma. Olhei para a Lily e sorrir, parecia que sentia o cheiro dela, ela realmente era minha alma gêmea. 

Logo o professor fechou o caldeirão fazendo todos saírem do transe que haviam entrado.

— Parabéns senhor Snape, 10 pontos para sonserina. Porém é uma poção extremamente perigosa, pois o amor não pode ser manipulado.

Olhei para a Lily, e percebi que o aroma que tinha sentido era realmente dela. Senti um certo alívio, significava que tudo aquilo que sentia no dia seguinte era apenas um equívoco.

Depois da aula do Slughorn, eu e a Lily fomos passear um pouco. Foi quando passamos pelo lago negro e vimos Severus, ele estava lendo algo. Estava tão focado, algo em mim ficou agitado, apenas deixei essa ideia de lado, quando Lily me levou para outro lugar. 

Quando chegamos na sala de transfiguração, Severus já estava lá, a aula correu normalmente, nem eu, nem os meninos fizemos brincadeiras com o Ranhoso, conhecemos muito bem a diretora da casa de Grifinória. Minerva McGonagall, uma leoa extremamente furiosa. Depois que a aula terminou, pedi para Lily me esperar no Salão Principal.

— Ranhoso, estávamos procurando você! - sorrir com a fala do Sirius, ele realmente era um grande idiota.

Vi que ele fingiu não ouvir e continuou a fazer a atividade da McGonagall. 

— Está surdo ranhoso? - falou Sirius, sorrir novamente.

Novamente fingiu não escutar, porém dessa vez o seu pergaminho foi roubado pelas mãos fofas do Sirius. 

— Me devolva! - Severus se levantou e ditou sério.

— Por que deveria devolver? - a voz do Sirius carregava diversão, eu soltei uma risada curta, Sirius amava provocar todo mundo.

Quando Severus se apoiou na mesa desconfiei, porque eles estaria se apoiando?

— Que foi ranhoso, está com medo? - falei com divertimento, me sentado com as pernas em cima da mesa.

— Black, me devolva. - pediu novamente. Por eu está sentando perto dele vi que ele tremia.

— Pessoal, ele não está normal. - adverte Lupin, olhando atentamente para o Ranhoso, sim ele não estava bem.

Vejo ele apontar a varinha para o Black, ela estava tão perto do pescoço que parecia que furaria seus pescoço.

— Me devolva meu pergaminho, Black! - sua voz estava fria, ele realmente estava sem paciência.

Foi quando eu, Lupin e Pettigrew, apontamos a varinha em sua direção, não deixaríamos ele fazer mal ao meu irmão almofadinhas. Isso fez com que Sirius sorri-se vitorioso, até parecia que ele tinha ganhado uma guerra.

— Parece que o jogo virou, Ranhoso. - disse Sirius vitorioso. 

Olhei para ele, que abaixou a varinha, ele nunca abaixava a varinha. Foi tão rápido, em um minuto ele estava de pé no outro estava no chão, tendo uma convulsão. Ele se retorcia no chão enquanto espumava, os meninos entraram em choque dizendo que tínhamos matado ele.

— CALEM A BOCA! - falei pegando o Severus em meus braços. — VAMOS A ENFERMARIA AGORA! - gritei e logo os três patetas me seguiram.

Nunca senti tanto medo na minha vida, ele estava morrendo em meus braços, e eu tinha uma parcela de culpa. Enquanto corria com ele nos meus braços, vi olhares sobre ele, apenas olhei para o Aluado que se colocou do meu lado, fazendo se impossível de ver o estado dele. 

Quando corria até a enfermaria, pude sentir seu corpo pelas vestes, ele estava magro, não um magro saudável, podia sentir suas costelas e suas coxas eram tão magras que me assustei quando ergui ele, estava tão leve. 

Quando chegamos a enfermaria, Madame Pomfrey nós expulsou, não queria ir para a aula, mandei os meninos irem, eu assumiria a responsabilidade, mesmo eles indo contra. Comecei a andar de um lado para o outro. Quando Dumbledore chegou e me olhou, com um ar de desaprovação. Ele nunca tinha me olhado assim, então ele entrou na sala, juntamente com Slughorn e McGonagall, senti uma culpa fora do comum, por Merlin, Severus poderia morrer por talvez a minha culpa.

Quando Dumbledore saiu, tocou no meu ombro.

— Não se preocupe, ele está instável… irá para St.Mungs. Ficará bem. - Dumbledore saiu, me deixando sozinho na frente da porta da enfermaria. 

Me encostei na parede e desci até o chão, finalmente respirei calmamente, e deixei lágrimas caírem, ele não morreu, e ficaria bem, eu e os meninos não éramos assassinos. Senti alívio ao deixar as lágrimas caírem, e me deixei chorar que nem criança.

Cinco dias se passaram desde o incidente com o Ranhoso, Lily havia brigado comigo e com o meninos, pela nossa irresponsabilidade, e não tirava a razão dela, a gente poderia ter sido mandado para Azkaban. Soube que ele finalmente havia voltado porém tinha alguns dias de folga, para tentar se recuperar melhor.

As aula do dia correram bem, e como sempre fui visto com um herói. Porém escutei pessoas falando do cadáver ambulante, novo apelido do Severus, me senti incomodado com esse apelido. Deixei esse incômodo de lado, e me sentei com meus amigos e com a Lily para nosso jantar.

Quando estava preste a comer, vejo o Severus entrar no grande Salão Principal, ele nem ao menos olhou para nossa mesa, isso me deixou balançado, não sabia se ficava feliz ou triste, era um misto de sentimentos. Desde que ele entrou segui seus passos, ele tinha ganhado um pouco de peso, talvez esses cinco dias no St.Mungs o ajudaram. 

Logo, ele ergueu os olhos e olhou para mim, não pude deixar de sorrir largo.

— Está sorrindo assim porquê? - perguntou Sirius desconfiado.

— O Ranhoso voltou, estava pensando em novas brincadeiras… porém devemos nos desculpar primeiro. - disse com um largo sorriso. 

Quando o jantar terminou, eu e os meninos seguimos o Ranhoso que começou a correr quando viu que era a gente. Como um recente doente consegue correr tanto.

— Olha no mapa James? - disse Sirius.

— Esqueceu seu acéfalo que deixamos o mapa na dormitório? - disse Lupin irritado. — Vamos voltar e ver onde ele se escondeu. 

Quando voltamos para o dormitório, pegamos o mapa e abrir o mesmo, porém o nome dele não aparece. 

— Ele descobriu algum lugar desconhecido, o Ranhoso realmente tem muita sorte, no final de semana vamos procurar este lugar e vamos anotar no mapa. - falou Sirius rindo.

Todos afirmaram, e eu olhei para a janela, a noite estava agradável.

No dia seguinte, passei basicamente o dia todo vendo Severus fugir da gente, porém não ia atrás. Quando deu hora do almoço, vi ele indo até o lago negro, e achei isso vantajoso para a gente. Nós aproximamos do Ranhoso e todos sorrimos.

— Ranhoso, porque fugiu da gente ontem, queríamos brincar com você? - falou Black, com seu sorriso idiota, só pude revirar os olhos. E percebi que ele ignorou.

— Vamos ranhoso não me deixei falando sozinho. - vi o Sírius tocar no ombro do Ranhoso, e fiquei levemente irritado.

Porém, senti certa satisfação ao ver que o toque o Black foi tirado de forma rápida e nada amigável.

— Me deixem em paz. -  um sussurro fraco, saiu dos seus lábios. 

Então nós quatro rimos, e somente com um olhar retiramos nossas varinhas das vestes e apontamos para o Snape, sorri quando o mesmo ficou em posição de luta. 

— Expelliarmus! - falou Sirius desarmando, o moreno.

— Vamos Ranhoso, você é mais forte que isso. - dei um sorriso. 

O que está acontecendo? Porque havia cinco serianos na superfície, da cintura para baixo da água?

— AFASTAR! - gritou um mostrando seus dentes afiados.

Meu corpo arrepiou, e eu e os meninos nos afastamos. 

Os cinco serianos apontavam lanças para a gente, senti meu corpo ficar tenso, eles nos matariam? Logo uma multidão se fez presente, e não demorou muito para que McGonagall aparecer, assim como a gente ela ficou assustando, porém sacou sua varinha e apontou para eles.

— O que por Merlin, está acontecendo aqui? Senhor Snape se afaste dessas criaturas. - falou a mulher em choque e em varinha em mãos.

Ele não se móvel, por caso ele era suicida?

— ... - Severus sussurrou algo ilegítimo.

As criaturas abaixaram as lanças, porém olhavam ameaçador para mim e os rapazes.

— Longe. Severus. Ficar. - avisou um dos serianos cuspido, senti novamente medo. Eles estão muito irritados e eu não sabia o motivo.

Porque eles queriam que a gente ficasse longe do Severus?

— Vão… - escutei Snape falar. Os seres aquático olharam para mim e afundaram

Quando as criaturas sumiram, vi o Ranhoso cair de joelhos, iria ajudá-lo se não tivesse quase na mesma situação. 

— Todos para sua sala, senhores Potter, Black, Lupin, Pettigrew e Snape me acompanhem - olhei para a McGonagall, e suspirei.

Já até sabia onde iríamos. Sala do Dumbledore. 

O velho diretor sorriu ao nos ver. Como podia sorrir dessa forma?

— Vejo que mexeram com coisas além da sua compreensão de vocês. - falou Dumbledore com um sorriso. — Fazia anos que não via serianos protegendo humanos, estou curioso, Severus, por que as criaturas desejavam matar James, Sirius, Remo e Peter? - sinto o olhar do Severus sobre mim e os rapazes.

— Não sei. - Notei certa verdade em suas palavras. 

O velho diretor olhou para nós quatro e em seguida para Snape.

— Minerva, cuide da detenção deles, gostaria de falar com Severus em particular.

— Mais Dumbo… - a mulher se calou ao ver a expressão do diretor. — Vamos! - a professora saiu na frente, e logo eu e os meninos atrás, porém antes de sair, olhei para Severus.

Depois de descobrir minha detenção, apenas a aceitei. Não era como se não fosse acostumado. Quando sair da sala da Minerva me sentei no chão na frente da estátua que levava a sala do diretor. Depois de alguns minutos Severus havia saído da sala do Dumbledore, me levantei e tirei a poeira da roupa.

— Quero falar com você. - digo olhando firmemente para ele.

Ele me ignorou, então segurei seu braço, o que fez ele me olhar friamente.

— Olha ranhoso… - depois que eu falei o seu apelido, senti vergonha então baixei o olhar.  — Severus, queria me desculpar.

Então ele começou a rir, me senti ainda mais tímido.

— Você não se desculpar, apenas rir. - suas palavras saíram ácidas. — Olha Potter, não desejo a sua pena, muito menos a sua desculpa, só me esqueça, está bem?

— Severus, não estou com pena de você, só estou me desculpando, pelo o que aconteceu na sala de transfiguração. - o olhei com arrependimento. — Madame Pomfrey me falou sobre seu caso… eu e os meninos só estávamos brincando, a gente não pensou que você poderia morrer, é sério Severus, me desculpe. 

Ele saiu sem me dá uma resposta. 

O resto do dia passou tranquilamente. Tirando que na hora do jantar, passei a observar o Sonserino.

No dia seguinte, bem na primeira aula era aula de Herbologia, eu e os meninos fomos até o vestiário, neste momento encontramos o Ranhoso se vestindo.

— Ranhoso, bom dia! - falou Sirius animado.

Severus nós ignorou, como sempre.

— Ranhoso, me responda, não lhe deram educação? - olhei para o Sirius e sorrir, provocativo como sempre.

— Não, nunca aprendi, minha mãe é louca e meu pai é um alcoólatra drogado. - depois que ele saiu, houve um silêncio quase mortal.

Depois da gente se vestir, fomos até a estufa. A professora Sprout já estava a nessa espera. 

— Forem duplas, esse trabalho requer quatro mãos. - a mulher sorriu a dizer isso. 

Olhei para todos, porém queria fazer a atividade com Severus, por isso fui até ele.

— Sirius faz a atividade com a Anabelle. - falei indo em direção do Ranhoso.

— Posso fazer com você? - disse sorrindo, e olhei para o olhar descrente do mesmo. — Posso? - repetir.

— Pensei que faria com sua namorada. - perguntou, senti que ele estava incomodado.

— Lily? Não, ela não gosta de estudar comigo, diz que sou irresponsável demais. - falei com um sorriso brincalhão.

Vi o mesmo revirar os olhos e dei uma pequena risada com o ato.

— E seus amigos? - perguntou sem interesse, porém para mim parecia interessado.

— Lupin quis fazer com o Peter e o Sirius com uma das meninas da grifinória.

Olhei para meu amigos e em seguida para Snape e novamente ele revirou os olhos, sorri novamente.

— Bom alunos, hoje iremos ter aula sobre Rosa Tentaculosa Italiana, uma linda planta posso dizer, porém cuidado, quando ameaçada ela pode estrangular aquele perto de seus galhos, nesta planta o que desejo são suas flores abundantes, pois suas raízes e caule não servirá de nada. Extraiam as flores e tentem tirar o pó, que servirá para fazer um sonífero extremamente forte. - a professora Sprout sorriu — Vamos comecem. 

Olhei para Severus e vi que com certeza um de nós morreríamos nessa aula, nesse caso eu.

— Tente não ser estrangulado pela planta, Potter! - sorrir, no mínimo ganharia arranhões, então ele foi ler o livro de Herbologia, para ver a forma mais simples de tirarmos as flores sem morremos.

Ele parou de ler e se aproximou da planta, segurei sua mão.

— Deveria tomar cuidado, os galhos estão se mexendo. - falei sério.

— Faça as honras Potter. Não faça movimentos rápidos, e não tire os olhos da planta. - disse me entregando o instrumento.

Comecei a tirar as flores.

— Bom, continue assim. - falou, e eu sorrir.

Tirei cinco flores, era realmente difícil tirar as flores sem morrer.

— Potter, me ajude aqui. - Severus me chamou e eu sair lentamente de perto da planta.

Foi tão rápido, que só vi quando a gente estava no chão. Minhas mãos foram automaticamente para sua cintura fina. 

— Por Salazar, queria morrer! - ele soava irritado, quando tentou se levantar segurei ainda mais.

— Cuidado Severus, ainda estamos perto da planta, não quer ser estrangulado, não? - perguntei com um sorriso presunçoso.

— Você realmente é um trasgo! - sua irritação era notaria, foi quando ele começou a se levantar lentamente.

— Vocês estão bem? - perguntou a professora.

— Sim professora, foi apenas um descuido meu. - falei e novamente ele revirou os olhos.

— Potter se fazendo de santo… Santo Potter - vi que o mesmo ficou incomodado.

A professora Sprout, brigou com nós dois pela falta de atenção e retirou cinco pontos de cada casa pela irresponsabilidade. Senti Severus mais irritado comigo.

Depois da aula de Herbologia, não vi mais o ranhoso até a hora do almoço. Antes mesmo dele ir em direção da mesa coloquei meus braços e volta do seu ombro. 

— Então, hoje não vai ver seus amiguinhos aquáticos? - perguntei com um divertimento. — Estava afim de ver eles hoje.

Para ser mais exato, depois desse dia. Eu senti uma certa curiosidade sobre aqueles seres, queria me aproximar das criaturas sem que elas me matassem

— Me deixe em paz… - coloquei minha mão em seu pulso, ainda estão tão magro.

— Vamos, te salvei quando teve a convulsão, te ajudei na aula de Herbologia, e o mais importante me desculpei. - falei sério, porém logo dei meu melhor sorriso. — Custa me apresentar a eles, em?

Sua expressão me mostrava sua raiva, ele provavelmente me mataria, porém ele fez o contrário. 


— Vai a merda Potter! - ele se soltou de mim, e saiu correndo.

Me senti mal, meu peito falhou uma batida, era como se tivesse cometido um erro, oras estava sendo legal com ele, pois queria ver as criaturas do lago negro.


Notas Finais


Até a próxima.
Não se esqueçam do álcool em gel


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