História Always - Malec (Shortfic) - Capítulo 6


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Rafael Lightwood-Bane, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Simon Lewis, Tessa Gray
Tags Amor, Baby's Malec, Beijos, Desentendimento, Domestic!malec, Família, Malec, Marysexrobert, Sizzy, Verdade
Visualizações 293
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá VADIAS!

Demorei mais voltei 😉

Capítulo 6 - But you are my future...


Fanfic / Fanfiction Always - Malec (Shortfic) - Capítulo 6 - But you are my future...

            



               ** 26/03/19 **



Eles andavam pelas rua de mãos dadas, sorrindo apaixonados um para o outro. A noite estava estrelada e a cidade movimentada. Era incrível como Nova York ficava ainda mais barulhenta de noite. Além de linda, claro.

- Aonde está me levando? - Alec perguntou, com os olhos brilhando.

- Não seja curioso, anjo. - riu vendo Alec fazer um beiço. - Eu pensei em comemorar nossos 8 meses de namoro no lugar onde nos conhecemos. - sorriu abertamente.

- Nós nos conhecemos no apartamento do Jace, Magnus. - bufou.

- Eu digo onde nos conhecemos de verdade, onde conversámos e soubemos as coisas um do outro.

Alec sorriu largamente. Eles andaram mais um pouco até chegarem em um bar.

- Hunter’s Moon. - Alec leu o nome do bar assim que parou em frente.

 - Entre, senhorito. - Magnus brincou, abrindo a porta do lugar, dando espaço para Alec entrar primeiro.

- Oh, muito obrigado. Tão cavalheiro. - suspirou exageradamente. - Homens como você são raros de se encontrar. - brincou, rindo junto com Magnus, entrando no lugar.

- Boa noite, rapazes. - um homem de barba e olhos negros os cumprimentou assim que sentaram no balcão.

- Boa noite. - Magnus respondeu sorrindo simpático.

- Eu conheço você. - Alec disse, com a testa franzida, como ele fazia quando tentava lembrar de algo.

- Nos conhecemos ano passado, faz tempo já. Eu sou Robert. -, estendeu a mão para Alec que a apertou sorrindo.

- Claro, lembro de você. - sorriu.

- Eu também me lembro de vocês rapazes. Como vocês estão? O que vão querer? - dizia enquanto limpava os copos com um pano.

- Estamos muito bem. - responderam juntos, se olhando e sorrindo.

- Acho que vamos começar com um Martini e um chopp. - respondeu Magnus.

- É pra já. Maia prepare um Martini caprichado, por favor. - pediu para uma moça de cabelos cacheados curtos e bonitos, de pele morena.

Maia assentiu e passou a preparar o Martine, assim como Robert que colocava o chopp em uma caneca de vidro funda.

- Aqui está. - os entregou.

Alec bebeu um gole, lambendo os lábios, tirando a espuma que ficou, fazendo cara de paisagem.

- Você não gostou, não é? - perguntou Magnus, tentando não rir.

-Não, ahn… - repousou o copo no balcão. - É bom. - sorriu amarelo.

- É ele odiou. - Robert disse. - Maia, outro Martini por favor, querida. - pediu rindo.

- Não precisa. - tentou Alec.

- Não se preocupe, filho. Pela cara de vocês, estão comemorando alguma coisa, então, a noite tem que ser especial. - sorriu o entregando o Martine. - Por conta da casa. - sorriu e foi atender os outros clientes.

Alec deu de ombros e bebeu o Martine.

- Hum, esse… Esse é bom. - fez uma leve careta ao engolir, mas tomou outro gole logo depois.

- Alec. - chamou e ele o olhou. - Eu sou seu pai. - disse usando sua voz de Darth Vader. Alec revirou os olhos, ouvindo Magnus rir.

- Você é um idiota.

- Ah qual é, Alec! Você disse naquela noite que ele tinha os olhos de Isabelle.

- Não, eu disse que os olhos dele me lembravam o de Isabelle. - deu ênfase ao lembravam. - Além do mais, você que veio com gracinha depois dizendo que eu havia achado meu pai, até falou pra ele. - apontou para Robert discretamente.

- Ah, então você lembra?! - estreitou os olhos.

- Como esquecer aquela noite?! - sorriu malicioso.

- Meu Deus, você é um tarado Alexander Lightwood. - Alec gargalhou.

- E você um imbecil. - rebateu.

- Mas bem que você ama o imbecil aqui. - jogou de volta.

Alec suspirou e encarou Magnus.

- É o carma. - disse tentando soar como brincadeira, mas seus olhos estavam brilhando.

Magnus sorriu lindamente e se aproximou de Alec, o beijando carinhosamente.

- Eu também amo você, Alec Lightwood. 

Eles sorriram um contra o outro e voltaram a se beijar.




*




Magnus entrou no apartamento carregando Alec pelos ombros. Ele fechou a porta com o pé e deitou Alec no chão, que o puxou para se deitar com ele.

- Alexander.

- Eu até falaria o mesmo que eu disse naquela noite, mas esqueci meu texto. - Magnus gargalhou.

- Então você quer um recordar é viver?

- Sim. - sussurrou de olhos fechados.

Magnus fechou os olhos e foi se aproximando lentamente dos lábios de Alec, que já tinha os olhos fechados.

      - Eu posso beijar você? 

           O sussurro soprado de Magnus bateu em seu rosto e Alec se sentiu sem chão por alguns segundos, pelas sensações que a voz de Magnus o causou, era ainda mais intenso do que a primeira noite.

        - Deve. - respondeu do mesmo modo ainda de olhos fechados e no segundo seguinte seus lábios estavam colados aos de Magnus.

Alec foi subindo com sua mão pelo pescoço de Magnus, até estar próximo da nuca e fazer carinho nos fios ali, deixando o outro arrepiado.

Mag se ajeitou entre as pernas de Alec e o beijou mais imensamente. Suas mãos foram para o rosto dele, aprofundado sua língua na boca dele, ouvindo Alec deixar escapar um gemido.

Batidas na porta o fizeram se sobressaltar, e Magnus se separou de Alec mordendo o lábio inferior dele e o puxando no final.

- Vou ver quem é. - sussurrou se levantando de cima dele. Alec resmungou e bufou, cruzando os braços. Magnus riu. - Eu já volto emburrado.

Seguiu até a porta e a abriu, vendo o porteiro do seu prédio parado ali.

- Boa noite, senhor Bane. Desculpe incomodá-lo tão tarde, mas um rapaz passou aqui faz alguns minutos e me pediu que lhe entregasse isso. - estendeu um envelope branco.

- Uma carta? - perguntou erguendo as sobrancelhas.

- Sim, senhor. Ele disse que era para o seu namorado. - Magnus ergueu ainda mais as sobrancelhas.

- Por favor me chame de Magnus. Eu vou entregar para o meu namorado. Obrigado, Senhor Resende. - sorriu simpático.

- Magina, sen… Magnus.

- Boa noite, senhor Resende. - Alec saldou do sofá, com o tronco erguido, se apoiando nos cotovelos.

- Boa noite, senhor Alec. - riu e saiu.

- É pra você. - entregou na mão de Alec.

- De quem? - perguntou se sentando no sofá, abrindo a carta.

- Não diz.

Alec assentiu fraquinho e começou a ler o que estava escrito. Ele não demonstrava nenhuma reação ou sentimento lendo aquilo. Mais cedo do que Magnus imaginava, ele acabou de ler a carta.

Magnus, apesar de curioso, não perguntou ou falou nada, apenas esperou Alec falar qualquer coisa.

Alec suspirou e encostou as costas no sofá, entregando o papel na mão de Magnus.


Ele viu Magnus bufar e ameaçar o papel, jogando no chão e saindo da sala. Alec respirou fundo massageando as têmporas antes de se levantar e seguir pelo corredor.

- Mag. - chamou entrando no quarto, ouvindo o barulho do chuveiro.

Ele tirou peça por peça e seguiu até o banheiro. Ele entrou no box e subiu as mãos pelas costas de Magnus, passando pelos ombros e descendo e parando no peitoral, encostando a testa nas costas de Magnus, o abraçando.

- Meu maior medo é você me deixar como naquele dia em que ele te ligou. - sussurrou Magnus.

- Eu nunca faria isso. - sussurrou de volta. - Eu amo você, Magnus Bane. Eu amo vo.cê. - disse convicto, se virando de frente para Magnus.

- Eu sei, eu só… - suspirou - Você o amava e…

- Disse certo. Amava. - o interrompeu segurando o rosto dele com as mãos. - Passado. Jace pode me dar o passado… Mas você é meu futuro Magnus Bane.

Magnus sorriu e aproximou o seu rosto do de Alec. Puxou os lábios dele com os dentes e o beijou lentamente.

Eles se beijaram e se amaram a noite toda. Sentindo que aquilo era o certo. Que Magnus pertencia a Alec e Alec pertencia a Magnus. Ambos completavam um ao outro. Como se tivessem nascido para isso.



Notas Finais




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