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História Always and Forever ( boku no hero deku vilan) - Capítulo 10


Escrita por: dinossaourofeliz

Notas do Autor


Mais um capitulo para vocês, espero que gostem!

Capítulo 10 - 9 o teste


Izuku pov:

Acordo e vejo que a Emi ainda está na minha cama, olho para o relógio que fica ao lado da minha cama e vejo que são 5:30 da manhã. Resolvo tomar um banho, sem acordar a Emi levanto e vou para o banheiro. Não sei quanto tempo eu fico no chuveiro, mas quando eu saio coloco a roupa e abro a porta do banheiro vejo que a Emi está se espreguiçando. 

Emi: Assim você vai acabar com a água do mundo - fala com o cabelo preto dela todo bagunçado, e coçando o olho. 

Izuku: Bom dia para você também. -Olho para o relógio e vejo que está de ela levantar e começar a se arrumar-  Vai logo levanta preguiçosa, toma um banho e desce para tomar café, daqui a pouco estamos indo. - falo a levantando da cama antes que deite de novo. Escuto ela resmungar, algo como chato ou sei lá.

Ela começa andar meio torto para o meu banheiro. A cena estava engraçada. 

Izuku: Para onde pensa que está indo? Vai para o seu banheiro. - falo sabendo que ela não iria mesmo, mas gosto de perturbar ela. 

Emi: Eu vou tomar banho onde eu quiser Izuku, por favor, traz a minha roupa lá no meu quarto - fala entrando no banheiro fechando a porta. - ABUSADA! - grito para ela.         

Saio do meu quarto , passo no dela e pego a roupa que estava encima da cama. Volto para o meu coloco a roupa na minha cama, saindo novamente indo tomar café. Chegando no refeitório, vejo o Tomura tomando o café dele. 

Izuku: Bom dia Tomura-ni. - sento e pego uma torrada e café preto. 

Tomura: Bom dia! Como você consegue ficar animado às 7:00 da manhã? - fala com a voz um pouco rouca de sono, rir com a cara que ele tava fazendo.

Dois minutos depois a Emi aparece com uma calça preta e com uma camisa de manga curta, nos seus braços dá para ver as suas cicatrizes. Uma coisa que nós nunca conversamos é a sua estadia na prisão, como o porque as paredes tinham sangue, ou porque ela tinha essas cicatrizes. Mas eu sei que em seus pesadelos está na prisão novamente e eles estão fazendo algo. Eu tenho um grande palpite sobre o que estão fazendo com ela. 

Emi: Bom dia. - fala com uma cara de sono. Para qualquer um ela só estava com sono, mas para mim eu sei que tem algo errado. Mas como estamos na frente de Tomura não vou perguntar. - Bom dia, Ozu. Você está pior que eu. - Fala Tomura, tomando o seu café e sorrindo um pouco. Emi só sorri. 

 

Estamos na frente da famosa escola U.A, se eu falar que estou “feliz” por estar aqui é estranho? Acho que não, sempre foi o meu sonho estudar aqui. Olho para a Emi que estava com os olhos brilhando, com a boca aberta. 

Izuku: Olha a boca que pode entrar mosca - comento já andando, não quero levar um soco. Escuto um “Izuku!” Atrás de mim, mas não viro. Distraído sinto eu esbarrando com alguém, no instinto seguro a pessoa pela a cintura impedindo de cair. 

??: Desculpa - pede uma menina que eu impedi de cair. Ela estava muito corada

Izuku: Não seria eu a pedir desculpa? - Vejo a menina ficar mais corada ainda, se é possível. - S..SIM, v..verdade. - Gente que fofa. - Bom seria ruim se você caísse logo no dia do teste, não é, não traz sorte. - vejo a Emi chegar perto de mim, ela claramente estava tento não rir. 

??: V..verdade não traria sorte, bom obrigada e tchau - com isso sai bem rápido e muito vermelha. 

Emi: Gente o que você falou para ela. - eu a olho-  Nada, ela só se encantou com a minha beleza - falo andando. Emi começa a rir incontrolavelmente. - Beleza sei, você deve ter falado algo como, nossa que fofa ou me beija. Porque só com a sua beleza não é não. - olho para indignado. - Nossa tá me chamando de feio? - To - fala rindo entrando nas gigantes portas. Balanço a cabeça rindo, ela me paga. 

Entrando na sala com várias cadeiras e um palco lá embaixo, vejo que tem um cara no palco. Reconheço esse cara é o Present Mic, vai ficar barulhento aqui. 

Present Mic: OLAAA! SEJAM BEM VINDOS A NOSSA MARAVILHOSA U.A. HOJE NÓS FAZER O TESTE. ARE YOU READYYY!. YEAAAAAHHHHH!!!

Será que eu respondo? Ah não, não to afim não, foi mal aí o Present Mic. Ninguém o responde. Fica um silêncio constrangedor na sala, mas parece que não o abala. 

Present Mic: EU VOU DAR UMA BREVE RESUMIDA NO QUE NÓS VAMOS FAZER NO EXAME DE HOJE. OKAAAAY???!!!     

Continua, ninguém o responde, no meu lado vejo a Emi com os olhos falando “tadinho” concordo com a cabeça. Mas aparentemente ele não se abala, e começa a explicar os testes que vamos fazer. 

Present Mic: Vamos começar, vocês serão divididos em arenas, e nessas arenas são soltos robôs, esses robôs têm um determinado tipo número de pontos, há 3 tipos de robôs como vocês podem ver no telão. - fala apontando atrás de si.  - para vocês passarem, precisam de pontos, com isso terão que enfrentar os robôs e ganhar pontos os destruindo.   

??: Com licença - um cara alto fala e levanta. Todos começam a olhar para ele. 

Present Mic: Sim, jovem, alguma dúvida? - pergunta claramente feliz por alguém falar. 

Lida: Boa tarde, meu nome é Tenya Lida, tenho uma observação a fazer - o que esse quer? Observação? Sério? Ai jesus. - Você explicou para a gente que são 3 robôs, cada um com um tipo de pontos diferente, mas no telão tem 4 robôs, está faltando um robô? Quer nos prejudicar? A U.A deveria se envergonhar. - com esse comentário algumas pessoas começam a perceber também é a comentar. Sério que ele ficou incomodado com isso? Rolei os meus olhos, quanta enrolação, to começando a ficar impaciente.       

Present Mic: Se acalmem, não estamos tentando te prejudicar, o quarto robô não vale ponto, por isso não recomendo que lutem com ele. - opa! Pera ai, um robô que não vale ponto? Interessante, isso com certeza é um teste. Viro para falar com a Emi. 

Izuku/Emi: É um teste -falamos juntos e mais baixo que o normal. Sorrimos e voltamos a prestar atenção. 

Lida: Entendido, me desculpe pela interrupção. - e se sentou de volta. 

Present Mic: Sem problemas, agora podem se levantar e trocar de roupa para o verdadeiro teste começar. - os alunos começam a levantar e ir nos vestiários para colocar roupas apropriadas. 

 

Estou na frente da arena A, infelizmente a Emi foi designada para a arena B. Mas aquela menina da entrada está aqui, vejo que ela está fazendo exercício de respiração, está se concentrando, olhando para o outro lado… não, porque aquele desgraçado está aqui. Katsuki Bakugou, quanto tempo meu velho amigo. Quando ia dar um passo para falar com ele, o cara de hoje cedo entra na minha frente. Ótimo. 

Lida: O que vai fazer com ele? - fala fazendo movimentos estranhos com o braço. Quando eu ia mandar ele ir a merda, uma sirene toca. Nessa o garoto se distrai, com essa oportunidade, saio e me preparo. 

Present Mic: READYYYYY ….. GOOOO!!! - com isso alguns mais rápidos já começam a correr, outros o olham confuso. - Vão galera, aqui não tem contagem regressiva. - agora todos começam a correr. Hora da ação. 

 

Narrador on:

Com várias pessoas fazendo muito barulho, com isso atraindo muitos robôs. Em pouco tempo vários alunos estavam lutando com robôs. Mas de longe uma pessoa se destaca mais que as outras. Usando somente uma das individualidades Izuku Midoriya, envolto de raios verdes ia passando pelos robôs o os destruía até que bem rápido e ainda ajudando outras pessoas. 

Em uma sala em cima da arena alguns profissionais e professores comentavam o desempenho dessa leva de estudantes.    

??: Tem uns bem promissores nesse ano.

??: Verdade, olhe aquele com as explosões nas mãos, já está com mais de 80 pontos- fala vendo uma “ficha”. 

??: Na verdade eu estou mais olhando, para aquele que está correndo com uns raios verdes no corpo, 90 pontos de destruição e subindo, com ainda mais 20 pontos de resgate. - todos os professores voltam a observar os participantes. 

Lá no campo uns participantes já estavam com a respiração fraca, bastantes suados. Mas continuavam a destruir. 

Present Mic: MAIS 2 MINUTOS!!! - todos os participantes antes de pensarem, começaram a sentir o chão a tremer, alguns sem mesmo saber o que estava acontecendo começaram a correr. Mas o Deku achou estranho, e ficou observando de longe. 

Alguns a correr outros ficarem confusos, um robô de mais de 30 metros, avançando e destruindo tudo pela frente. Nessa hora o Deku, saiu do lugar que estava para correr, quando escuta um grito, e começa a procurar de onde veio ele. Seus olhos pararam bastante perto do robô, viu que a menina da entrada estava no chão com um pedaço de concreto em cima dela, e isso provavelmente a estava impedindo de correr. Sem pensar duas vezes correu em direção ao robô. Ativado a sua individualidade, seu corpo se envolveu com raios verdes. Pulando o mais alto que conseguiu, ficando mais ou menos na altura do “rosto” do robô, dando um soco bastante forte fazendo ele começar a cair. Usando a pressão do ar e o corpo para voltar ao chão o mais rápido o possível. Quando coloca os pés, rapidamente corre até a menina, levantando um pouco do concreto, já era possível a menina usar os seus poderes. Como concreto sem peso, Izuku levanta ela do chão e começa a levá-la para o mais longe do robô. 

Present Mic: ACABOUUUU!!!!!!

Alguns alunos ainda estão chocados com o que tinha acabado de acontecer. Dava para ouvir respiração ofegantes, alguns estavam no chão, outros com as mãos nos joelhos. Antes que qualquer coisa, uma velhinha com uma bengala começa a andar, perguntando se tinha feridos. Deku reconhecendo quem era levanta a mão e a chama.

Izuku: Recovery Girl! Aqui! Ela está machucada! - com isso a Recovery Girl chega e dá um beijo nela, fazendo isso voltar ao normal. Antes que a menina pudesse agradecer o Deku, percebe que o garoto misterioso já tinha ido embora. E ela nem pode agradecer. 

Os professores ficaram surpresos com o que tinha acabado de acontecer, ele tinha superado a marca do All might, criando um novo recorde. 

 ??: Quem é esse garoto? - perguntou um, vendo o garoto saindo pelo portão da arena como se nada tivesse acontecido. 

??: Ele será o maior herói. - todos da sala concordando. 

Mas tinha somente um que não estava nada feliz com o acontecido. E estava indo embora com uma cara estranhamente de raiva. Pensando o que iria fazer, com aquele garoto que não passou batido por ele. 

Lá na saída Izuku estava assobiando alegre, pois ele tinha passado muito bem. Esperou a Emi aparecer, para irem embora.

 


Notas Finais


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