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História Always around you - Capítulo 17


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Notas do Autor


Olha se não temos um capítulo de (quase) paz! Classificaria esse cap. como uma Guerra Fria kk
Boa leitura!

Capítulo 17 - Marcando território


 

Always around you

 

Capítulo 17 – Marcando território

 

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Narrador POV’s on

 

 O loiro bocejou encarando a apresentação de slides de uma dupla, Yamaguchi estava distraído mandando mensagens para Tsukishima, então o loiro concluiu que eles haviam se entendido, poderia ficar mais tranquilo em relação a isso e guardar a sua energia para aumentar o seu autocontrole para não recorrer aos piores métodos para afastar Kuroo dos amigos.

 A aula teve fim q o loiro pegou suas coisas rapidamente, rumando para fora da sala depois de acenar para Yamaguchi. Parou na porta e seus olhos se estreitaram, os olhos dourados cintilavam e ele se esforçou para não franzir o cenho, colocou um sorriso e foi até Kuroo, o puxando pela camisa para um beijo intenso que fez questão de prolongar até o ar faltar, afastou-se lambendo os lábios e sorrindo para Shimizu que estava conversando com o moreno segundos atrás, ela não conseguiu disfarçar a surpresa.

— Oi, me esperou por muito tempo? – Sorriu para o namorado.

— N-não, acabei de chegar. – Kuroo sorriu sem graça.

 A essa altura, ele já havia notado o motivo do afastamento de Shimizu e já a deixou desconfortável. Pensava que Kenma não sabia disso, então sequer considerou que ele fez isso por provocação.

— Oi. – Kenma sorriu amigável para a garota.

— Olá, Kozume-san. – Ela sorriu ajeitando os óculos.

— Vamos? – Kenma perguntou entrelaçando os dedos nos de Kuroo.

— Sim, vamos... Você vem com a gente? – Kuroo se virou para a garota.

— Claro. – Ela disse desanimada.

 Os três seguiram andando, Bokuto e Akaashi se juntaram a eles, logo Lev e Yaku também e todos seguiram em direção à cafeteria, logo que entraram viram Nishinoya servindo uma mesa com uma fantasia de mordomo, deixando claro que Ukai estava falando sério.

— Até daqui a pouco. – Kuroo acenou para os amigos seguindo Kenma para o vestiário.

 Deixaram suas coisas no armário tirando de lá as roupas da vez, Kenma observou o moreno se vestir, encarando as marcas com orgulho e um sorriso de canto. Sabia que não era o bastante para afastar as garotas que viviam secando Kuroo, mas era um começo. Vestiu-se encarando-se no espelho sentindo o rosto corar, se estava com vergonha com essa roupa, nem queria imaginar como seria quando chegasse em casa.

— Droga, você fica bem com qualquer coisa. – Kuroo o observou de cima a baixo mordendo o lábio inferior.

— Com licença. – Ouviram e a porta foi aberta, Ukai entrou.

 Ele os encarou e sorriu orgulhoso.

— Vocês vão atrair tantos clientes. – Disse ele emocionado.

— Pode confiar nesse rostinho. – Kuroo sorriu convencido.

— Então, ontem eu fui dar uma olhada da zona inimiga e adicionei um item no nosso menu, o pocky. No maid café as pessoas que pediam isso podiam escolher duas funcionárias para jogar o pocky game. Como vocês são o único casal nesse turno, queria saber se vocês podem fazer isso ou se eu cancelo do menu. – Ukai disse.

 Primeiramente Kenma pensou em negar, mas era uma chance de beijar o namorado no meio do expediente e ainda esfregar na cara de garotas como Shimizu.

— Por mim tudo bem. – Kuroo sorriu olhando ansioso para o loiro.

— Certo. – Disse e os dois outros sorriram animados, por motivos diferentes.

— Conto com vocês! – Disse os deixando sozinhos.

— Estou surpreso que você aceitou. – Kuroo riu saindo e sendo seguido pelo loiro.

— Sim, eu também. Não se acostume. – Sorriu pegando seu bloco de anotações.

 Seguiu para as mesas e logo notou que nunca tiveram tantos clientes, principalmente mulheres. Desde o turno da manhã aquela temática estava acontecendo, foi o bastante para a notícia se espalhar, provocando a curiosidade das pessoas.

 O loiro observou Nishinoya atender as mesas, falava mais formal e mais calmo que o normal, chutou que era assim que entrava no personagem e começou a atender as pessoas assim.

— Olha, eles realmente colocaram no menu! – Lev riu apontando o último item.

— Ah, sim... De manhã passei aqui para comprar café para o caminho e o Sawamura-san e o Sugawara-san estavam jogando isso a pedido de uma das mesas, eles estão imitando o maid café lá de trás. – Yaku disse.

— Eles são um casal, certo? Então quem vai fazer isso agora... – Bokuto olhou para o amigo no balcão e para o loiro atendendo uma mesa.

— Provavelmente. – Akaashi concluiu.

— Ele está vindo, pergunta a ele. – Yaku apontou discretamente para Kenma.

 Shimizu suspirou pesadamente quando ele parou em frente a mesa deles.

— Olá, os senhores gostariam de pedir agora? – O loiro perguntou, totalmente no personagem.

 Akaashi agradeceu mentalmente a ele mesmo por ter decidido vir com os amigos.

— Um expresso. – Akaashi disse.

— Chá de hortelã gelado para mim! – Lev disse.

— Um expresso também. – Yaku disse.

— Frappuccino. – Bokuto disse.

— Chá verde gelado. – Shimizu disse.

— Ah, e pocky! – Lev sorriu.

 Kenma anotou tudo estava para virar quando sentiu um braços em seus ombros, olhou para o lado encontrando o rosto de Kuroo muito perto, ele tinha um sorriso de canto, sentiu o rosto esquentar imaginando o que ele queria.

— Olá, vou roubar ele um minuto. – Kuroo sorriu puxando o loiro.

 Kenma deixou-se levar pelo moreno até a última mesa, com três garotas de expressões ansiosas e com olhos brilhando na sua direção, viu Kuroo tirar uma caixinha de pocky do avental e pegar um com um sorriso muito contente.

— Já jogou isso, Gatinho? – Kuroo sorriu o vendo corar.

— Não. – Desviou o olhar.

— Então eu te ensino. – Sorriu.

— Eu sei como funciona, é meio óbvio. – Quase revirou os olhos.

— Tão arisco. – Kuroo sussurrou o apreciando enrubescer.

 Os gritinhos animados estavam começando a deixar o loiro muito mais envergonhado do que esperava ficar. Kuroo o virou a ponta do pocky e ele o segurou vendo o moreno se aproximar, sentia seu coração na boca. A cada mordida Kenma sentia que poderia morrer do coração, os gritinhos com certeza não ajudavam, quando os lábios se tocaram fechou os olhos, entreabriu os lábios sentindo suas línguas se encontrarem por alguns segundos antes de partirem o beijo.

— Eu ganhei. – Kuroo sorriu.

— Eu percebi. – Disse o vendo rir.

— O que foi? Jogar pocky te deixa tsundere? – Kuroo riu.

 Era vergonha, mas ele não admitiria isso.

— Kuro idiota. – Disse saindo.

— Tão fofo. – Kuroo suspirou levando a mão ao peito.

— Ei, vocês namoram? – Uma garota perguntou curiosa.

— Sim, como adivinhou? – Kuroo riu.

— Foi um chute. – A garota sorriu.

— Preciso ir, aproveitem. – Disse antes de seguir para atender outra mesa.

 Viu Kenma tentando equilibrar uma bandeja com cinco pedidos e foi até ele, pegou a bandeja e foram para a mesa dos seus amigos.

— Aqui, frappuccino para o Bokuto, expresso para o Yaku e o resto eu não sei. – Kuroo sorriu deixando as bebidas na mesa.

— Obrigado, você é o pior mordomo da história. – Yaku sorriu.

— Vá à merda. – Kuroo sorriu de volta.

— Você é péssimo. – Kenma disse e o moreno o olhou ofendido.

— Faltou um pedido. – Lev falou.

— Qual? – Kuroo perguntou notando o loiro corar.

— Pocky. – Lev sorriu desafiador.

— Boa escolha. – Sorriu olhando para o namorado.

 Kuroo tirou outro pocky da caixa o segurando entre os lábios, abaixando o rosto e segurando o rosto do loiro pelo queixo, virando-o para ele.

— Ah! Não consigo ver! Isso é muito vergonhoso! – Bokuto cobriu os olhos corando.

 Shimizu baixou o olhar para a mesa, Lev e Yaku os encaravam sem problemas, inclusive julgando-o enquanto Akaashi olhava discretamente, invejando a sorte de Kuroo.

 Kenma corou mordendo primeiro, logo os dois estavam se aproximando, os lábios se tocaram e logo entreabriram dando espaço para as línguas explorarem a boca alheia antes de partirem o beijo.

— Ganhei. – Kuroo sorriu.

— Eu deixei. – Disse desviando o olhar corado.

— Mentiroso. – Riu vendo-o se afastar.

— Kuroo, eu te odeio. – Yaku disse.

— Do nada? Por quê? – Riu.

— Você tem que ser ruim em alguma coisa! Você tinha que beijar mal pelo menos, isso é injusto. – Yaku suspirou tomando seu expresso, ouvindo Lev rir.

— Desculpe, eu sou perfeito. – Sorriu convencido.

— Yaku-san, ele pode ter o pau pequeno. – Lev sugeriu.

 Kenma estava passando ali na hora e se aproximou.

— Não, é grande. – Kenma sorriu malicioso vendo Kuroo corar e se calar pela primeira vez.

 Saiu andando e todos na mesa começaram a rir da expressão chocada do amigo que estava vermelho.

— Nunca vi você ficar com vergonha! Ah, preciso agradecer ao Kozume por isso, que momento épico. – Bokuto riu.

— Cala a boca... Vou atender outras mesas. – Disse corado, saindo o mais rápido possível.

— Ei, então o que tem de errado com o Kuroo? – Lev perguntou e todos ficaram em silêncio tentando responder àquilo.

— Ele era um canalha até meses atrás. – Akaashi disse.

— Sim, mas agora ele mudou. O que tem de errado com ele atualmente? – Yaku disse.

“Nada! Desgraçado.” – Pensaram.

 

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— Até amanhã!

— Tchau!

 Kenma segurou a mão do namorado e saíram andando em direção às suas casas, o loiro o olhava de relance começando a ficar nervoso com os seus planos... Conseguiu pedir para Akaashi manter todos ocupados, sem chamar Kuroo para nada, agora teria tempo para ficar sozinho com ele, havia checado a grade de Kuroo e logo os horários e dias das aulas, estava certo que ele não tinha nada para fazer hoje, tudo ia como planejado, só faltava confiança.

— Você está tão quieto, o que foi? – Kuroo perguntou.

— Ah, nada. – Sorriu.

— Ei, acha que vamos ganhar um aumento? – Sorriu.

— Espero que sim. – Riu.

— Isso foi bem impressionante, nunca vi aquela cafeteria tão cheia, acabamos com uma caixa de pocky! – Kuroo comentou.

— Sim, não achei que esse lance de pocky fosse ser tão pedido. – Kenma disse.

— Eu ouvi de umas garotas que todo mundo começou a pedir quando souberam que eu e você estávamos jogando. – Kuroo disse sorrindo orgulhoso.

— Tinha gente da Universidade... Deve ter sido por aquela lista idiota. – Kenma disse.

— Provavelmente, nós somos o casal mais bonito de toda a região, isso realmente chama atenção. – Sorriu.

— Sim, eu acho. – Disse.

— Ei, vamos jantar juntos? – Kuroo perguntou quando pararam entre os prédios.

— Tenho atividade para fazer, não sei se vai ser rápido... Posso te chamar quando eu terminar. – Kenma sugeriu.

— Certo, vou ficar esperando. – Sorriu selando seus lábios.

 Afastaram-se e cada um seguiu para o seu apartamento. Kenma destrancou a porta e entrou, não se preocupando em acender as luzes, foi ao quarto e deixou suas coisas na cama, pegou uma box preta e seguiu para o banheiro, logo ligou o chuveiro e tomou um banho demorado, enxugou-se, secou o cabelo e vestiu a box, seguiu para a cozinha, preparando ovos mexidos, seria a sua janta.

Logo que acabou lavou a louça e foi escovar os dentes, encarou-se no espelho notando que além das olheiras avermelhadas as suas bochechas estavam da mesma cor, tudo por estar pensando demais no assunto. Terminou de escovar os dentes espalhando um pouco do liptint nos lábios e encarando seu reflexo, respirou fundo e foi para o quarto, fechou as persianas e acendeu a luz, afastou o guarda-roupa e tirou o piso falso, encarando a roupa com as bochechas esquentando.

 Pegou tudo e fechou novamente, empurrando o guarda-roupa para o lugar, jogou tudo na cama e colocou o vestido preto rodado e volumoso graças às camadas de baixo brancas com as pontas de babados, o avental branco e no mesmo estilo das camas de dentro, calçou as meias pretas 7/8 e colocou a tiara, seguiu até o seu guarda-roupa, tirou de lá uma gargantilha de couro côo uma argola grande pendente, buscou nos seus cintos e logo tirou a corrente de um deles, prendendo na argola. Encarou-se no espelho levando uns dez segundos para lidar com a vergonha, andou até o espelho de corpo inteiro parando e se olhando de alguns ângulos, começou a se achar sexy vestindo aquilo. Era o que precisava, pegou o celular mandando uma mensagem para Kuroo.

“Kuro, pode vir” – 19:48

 Suspirou andando até a sala, acendeu a luz e logo a resposta veio.

“Estou indo!” – 19:49

 Entediado começou a puxar a corrente, testando se ela resistiria, riu baixo incrédulo por ter ido tão longe. O que ele não fazia por Kuroo, não é? Ouviu batidas na porta e seu coração acelerou, se aproximou girando a maçaneta e abrindo.

— Bem vindo de volta, mestre. – Disse baixo, sentindo as bochechas corarem.

 Kuroo estava em choque na porta, seu rosto havia alcançado um tom de vermelho absurdo, seu coração parecia querer sair pela boca, arrepiou-se inteiro com aquela voz calma e aveludada que tanto amava, seus olhos brilharam o analisando de cima a baixo.

— N-não gostou? – O loiro perguntou incerto.

— T-tá brincando?! Eu amei! – Kuroo sorriu entrando e fechando a porta.

 Tirou o celular do bolso tirando uma foto dele.

— Ei. – Kenma corou.

— Por favor! Isso não acontece todo dia. – Ele sorriu e viu o loiro suspirar e assentir.

 Kuroo tirou quatro fotos, de ângulos diferentes, seu desejo era emoldurar e colocar no seu quarto, mas sentia que se fizesse isso seria morto.

— Pensei que você não quisesse vestir isso. – Kuroo disse.

— Não em público... Para você eu uso. – Disse.

 O moreno sorriu o olhando extasiado.

— Vai ficar só olhando? – Perguntou estendendo a corrente.

— Desculpe, você está tão perfeito que eu me distraio. – Sorriu suspirando ao segurar a corrente e puxar o loiro na sua direção.

 Sentiam suas respirações se misturando, os olhos brilhavam intensos variando o olhar dos olhos para a boca do outro. Kuroo acabou com a diferença, juntando os lábios dos dois, apreciando a maciez dos lábios do loiro, que se entreabriram, invadiu a boca quente explorando cada canto. Suas mãos subiam as coxas cobertas pelas meias, passando dela para a pele, apertando a bunda dele.

— Mm...– O gemido foi abafado pela boca do namorado.

 Afastaram-se respirando ofegantes e corados, Kuroo suspirou extasiado contemplando a visão antes de levantar o rosto do loiro beijando o pescoço dele por cima da gargantilha.

— Hmm... Kuro...– Gemeu baixo sentindo sua cintura sendo apertada enquanto sentia-se preso com a mão de Kuroo enrolada da corrente.

 Kenma havia acabado de perceber que realmente amava dar o controle total à Kuroo. Suspirou pulando no colo dele, as pernas presas ao redor da cintura dele, sendo segurado rapidamente, o abraçou sendo carregado para o seu quarto, a luz acesa era quase um milagre que Kuroo adorou, queria ver tudo.

O jogou na cama se livrando da camisa e dos tênis antes de subir ficando por cima e apreciando a visão antes de sorrir o beijando intensamente, sendo rapidamente correspondido, teve um gemido abafado quando o loiro levantou a perna entre as suas, roçando ali, partiu o beijo mordendo seu lábio inferior.

— Já? – O loiro provocou com um sorriso de canto.

— Desde que você abriu a porta. – Sussurrou rouco vendo o loiro estremecer e corar.

— Então, deixa e resolver isso. – Disse levantando e empurrando o moreno para fazer o mesmo.

 Kuroo respirou fundo ao se ver em pé enquanto o loiro o estendeu a corrente, segurou e o viu se abaixar lentamente deslizando as mãos pelas suas pernas, ficando de joelhos, sentiu seu rosto esquentar o vendo abaixar sua calça e logo a cueca.

 Abriu a boca em um gemido mudo quando o sentiu beijando e lambendo toda a extensão lentamente, logo viu o loiro envolver seu membro com a boca e gemeu o sentindo começar a se mover, agarrou-se aos cabelos loiros, segurando a corrente com mais força na outra mão.

— A-aahh... – Seus olhos reviraram com a pressão em seu membro.

 O loiro corou medindo as reações do moreno, aumentou a velocidade, pressionando mais a sua língua sentindo o aperto no seu cabelo ficar mais forte.

— Ken... Aarrhh... – Cerrou os olhos em deleite com a visão privilegiada.

 Kenma aumentou a velocidade sentindo seu coração acelerar e a sua ereção latejar, viu o moreno respirar pesado o olhando cheio de desejo enquanto gemidos deixavam os lábios, continuou sentindo-o apertar mais seu cabelo e tentar puxá-lo para cima pela corrente, mas se manteve firme.

— Aaarrhh! – Gemeu se desfazendo, olhou para baixo corando ao ver o loiro limpar o canto dos lábios.

 Respirou fundo ignorando o corpo mole, puxou-o pela corrente com mais força o fazendo levantar, sorriu juntando seus lábios, Kenma entreabriu o dando espaço para invadir sua boca, suas línguas se encontravam, entrelaçavam e exploravam, puxou o loiro consigo, tirou o restante de suas roupas e jogou o loiro na cama ficando por cima, tomando seus lábios de novo, arrepiando-se com os dedos na sua nuca, arranhando e puxando os fios. Partiram o beijo ofegantes.

— Não vai tirar a minha roupa? – Perguntou.

— Claro que não. – Sorriu descendo o rosto, suspendeu a vestido o deixando segurar a barra contra o peito.

 Tirou a box levando a mão à ereção do namorado, levantou uma coxa mordendo, beijando e marcando a parte interna acima da meia enquanto movia a mão mais rápido.

— Aaahh... K-Kuro...– Gemeu apertando o tecido nas suas mãos.

 O moreno fazia o mesmo na outra coxa, sem parar a mão fazendo o loiro se contorcer.

— Aahh... E-espera... Haahh! – Gemeu se desfazendo na mão do moreno ofegando.

— Essa foi rápida, acho que você está gostando mais disso do que admite. – Kuroo sorriu provocante o vendo corar.

 Abriu a gaveta tirando de lá o lubrificante, melou dois dedos, subiu para beijá-lo enquanto o invadia com um dedo, percebeu a facilidade e deduziu que ele havia feito isso antes de chamá-lo, colocou o segundo dedo.

— Hmm... Ahh... – Partiu o beijo gemendo baixo.

 Sorriu beijando o pescoço dele enquanto movia os dedos dentro dele rapidamente, ouvindo os gemidos baixos bem no seu ouvido, não precisou de mais que isso para estar duro de novo, notou que ele também estava naquela situação, mordeu o pescoço acelerando.

— Aahhh... K-kuro aahh... – Gemeu o agarrando pela nuca.

 O moreno acrescentou um dedo passando a movê-lo junto com os outros na mesma velocidade, notando o loiro se contorcer e o apertar, sorriu antes de beijá-lo de novo.

— Hmm...Haaahh! – Gemeu partindo o beijo e arranhando as costas do moreno enquanto se desfazia.

 Corou com o sorriso malicioso, desviando o olhar enquanto recuperava o ar, mas suas paz não durou mais, ele voltou a mover os dedos agilmente o acertando mais vezes em seu ponto, o fazendo gemer sem controle até o ver com uma ereção e tirar os dedos encarando o loiro corado e ofegante abaixo de si.

 Espalhou lubrificante pelo seu membro encarando o loiro ainda segurando a barra do vestido e o olhando em expectativa, sorriu de canto se posicionando entre as pernas do loiro, fazendo questão de segurar as coxas dele firmemente.

— Kuro... Por favor. – Pediu manhoso e aquilo foi um tiro no peito do moreno.

 O penetrou de uma vez ouvindo um gemido alto, corou respirando fundo, se esforçando para não se mover, até senti-lo mover o quadril contra si, encontrou os olhos dourados e ele confirmou silenciosamente, sorriu movendo-se devagar, apreciando os gemidos contidos, aumentou o ritmo.

— Aaahh... Aahh...– Kenma gemeu apertando o vestido contra si.

— Aarrhh... Kenma... – Gemeu deitando a cabeça no ombro do loiro.

 As unhas curtas do loiro traçaram caminhos nas costas do namorado, fechou os olhos sentindo-se invadido, gemendo alto toda vez que Kuroo o atingia na sua próstata.

— Haaahh! – Gemeu logo mordendo seu lábio inferior.

— A-aahh... Apertado. – Gemeu fechando os olhos.

 O moreno o beijou brevemente enquanto aumentava a velocidade. Os corpos tremiam, entre os beijos bagunçados e gemidos o loiro arqueou as costas com um espasmo forte quando sua próstata foi acertada várias vezes seguidas, sua mente estava em branco.

— Haaahhh! Aaahhh... K-kuro! – Gemeu apertando os olhos enquanto se desfazia, sentiu o corpo relaxar e ser tomado por ondas de prazer.

 O moreno corou o ouvindo, sentiu seu membro ser pressionado e logo ele também de desfez.

— Aaarrhh... Kenma! Haaahh... – Gemeu apertando as coxas do loiro.

  Kenma mordeu o lábio inferior sentindo seu interior derreter, abriu os olhos devagar notando a visão turva, assim que conseguiu ver o rosto de Kuroo, suado, corado e sorrindo, confirmou que valeu a pena todo o esforço até ali. Kuroo se retirou de dentro do loiro e ele suspirou com o vazio.

 Fechou os olhos respirando fundo, Kuroo sorriu pegando o celular no bolso da calça, tirando uma foto do namorado, com certeza era a foto mais sexy que tinha dele, corou quando ele abriu os olhos.

— Se você mostrar isso para alguém eu te mato. – O loiro disse vendo o outro sorrir.

— Certo, obrigado. – Sorriu deitando atrás do loiro novamente, o abraçando pelas costas.

— Kuro? – Chamou.

— O que foi? – Perguntou.

— Eu te amo. – Sorriu.

— Eu também te amo. – Sorriu fechando os olhos.

 No fundo, Kenma estava até torcendo para Kuroo mostrar alguma foto para os melhores amigos, quem sabe até para Shimizu. Não tinha maneira melhor de marcar território do que deixando Kuroo completamente apaixonado ao ponto de exibi-lo por aí.

 O loiro estava mais tranquilo, com os amigos de Kuroo afastados, suas rivais intimidadas e Kuroo loucamente apaixonado ele não tinha com o que se preocupar, era só questão de tempo até Tetsurou perceber que não precisava de ninguém além de Kenma.

 


Notas Finais


O clima melhorou um pouco né, foi tão difícil para mim depois de tantos capítulos insanos! O que acharam?
Até o próximo!


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