História Always Friends - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Clichê, Katthew
Visualizações 8.096
Palavras 3.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente, espero que gostem desse capítulo, ele tá bem longo mas tem uma coisinha no final que acho que vocês vão gostar kkkkk
Na notas finais estará o user do perfil da fic no instagram, e o link do grupo do whatsapp, entrem e tal, tudo lá está muito legal ☺
Boa leitura❤

Capítulo 10 - Magnata Hayes - parte 3


POV’s Kate

Eu estava na parte mais bela e mágica do meu sono, quando acordei com alguém me chacoalhando.

- que que foi? –gemi, praticamente dormindo ainda. – me deixa dormir. É sábado.

- E perder a oportunidade de te contar as novidades? – respondeu James. – não, obrigado.

Enfiei a cara no travesseiro e suspirei fundo. Isso era hora de contar as novidades?

- James, que horas são? – perguntei, tentando me controlar.

- nove e meia da manhã, Bela Adormecida – falou James, rindo.

- As dez e meia você me conta as novidades – retruquei, ainda insistindo.

- Pensei que você gostaria de saber que o Magnata Hayes está na cidade – proferiu James. – e vai dar uma mega festa hoje.

- Parabéns pra ele – ironizei. – que que eu tenho a ver?

- Ué, pensei que iria querer ir a uma das melhores festas do mundo – sibilou.

Me sentei na cama, bufando.

- Melhor festa do mundo? – contestei. – por acaso você se lembra do que essa festa causou ano passado?

James riu, afirmando.

- Claro que eu lembro, isso que a tornou épica – replicou James, como se fosse óbvio.

Eu revirei os olhos, me lembrando da última festa do Magnata Hayes que eu estive, já fazia um ano. Eu namorava Connor, o próprio irmão do Magnata (que na verdade se chama Scooter), e nós dois tínhamos ido juntos a festa, que acabou sendo uma das piores da minha vida, tudo porque Matt apareceu dando ataque de ciúmes e arranjando briga com o Connor. Conclusão: passei o restante da festa inteira cuidando de machucados.

- Parece tentador – respondi, sarcástica. – mas não, obrigada, prefiro ficar em casa e dormir.

- Você não vai conseguir ficar em casa dormindo enquanto sabe que o Matt tá na festa curtindo – balbuciou. – e você sabe disso, Kate.

Revirei os olhos, sabendo que ele estava certo.

- Eu ainda nem me recuperei da última festa que eu fui – retruquei. – eu perdi minha calcinha, James.

Ele gargalhou.

- Traumatizou?

- Com certeza sim.

Ele riu mais ainda, e eu revirei os olhos de novo.

- Vamos, vai ser legal – insistiu ele. – vai eu e o Chris, Liam e Lilly, você e a Lauren.

- Ah, que lindo, vocês vão todos de casalzinho e eu vou com a Lauren – debochei.

- O Matt também vai solteiro – disse ele, encolhendo os ombros.

- Muito obrigada por me lembrar – resmunguei.

- Muito de nada – piscou ele. – nós vamos, pra você tomar conta do seu homem, mulher. Quem sabe até dar uns beijinhos.

- A gente nem está se falando – enfatizei. – ou você se esqueceu?

- Não esqueci, e esse é outro motivo pra ir hoje na festa – falou James. – ótimo local para reconciliações.

- Ou pra causar mais discórdia ainda né – retruquei.

- Enfim, só perguntei por educação – disse ele. – mas na verdade você vai de qualquer jeito.

Bufei.

- Claro – disse eu, amarga. – que horas é a festa?

- Começa as dez da noite e vai até amanhã. Vai ser em um parque de diversões.

Fiquei surpresa, parque de diversões? Magnata sempre foi um cara diversificado, sempre variando nos locais das festas e sempre trazendo muitas loucuras para seus convidados, mas, parque de diversões? Isso é muito até pra ele.

- Nossa – falei, surpresa. – ele se supera a cada dia que passa.

- Pois é, to super animado pra ver no que que essa festa vai dar – respondeu James, não contendo sua animação.

Suspirei fundo, vendo que tinha perdido essa discussão.

- Ok, mas... Por que caralhos você me acordou as nove da manhã pra me avisar sobre uma festa às dez da noite? -falei, indignada, dando ênfase em “dez da noite”.

Ele riu.

- Só pra ver sua carinha de sofrimento – disse ele, rindo. – agora pode voltar pro seu sono de beleza, bela.

Ele jogou um beijinho pra mim, rindo enquanto eu o chamava de tudo quanto é nome. James saiu do quarto e eu me deitei novamente para tentar recuperar meu precioso sono.

(...)

Acordei já era meio dia, e eu estava mais do que descansada. Não tinha percebido até então que minha semana tinha sido tão corrida e pesada, só agora percebi o quão cansada eu estava.

Me levantei da cama e fui para o banheiro, escovei os dentes e tomei um banho gelado, sai de lá revigorada. Coloquei a primeira roupa que vi pela frente e sai de casa para comer algo, já que nem James e nem Kim estavam em casa, e muito menos deixaram alguma coisa pra eu comer.

Decidi ir ao shopping, para comer e comprar alguma roupa para usar hoje à noite, meu guarda-roupa implorava por coisas novas. Chamei Lauren e Lilly, já que fazia muito tempo que não saía só com as duas, porém, nenhuma delas podia, Lilly estava em um almoço com Liam e os pais dela, e Lauren estava estudando para exames que teria segunda-feira.

Revirei todos os contatos do meu celular em busca de companhia para ir ao shopping. Eu não mantive amizade com nenhum dos meus amigos do ensino médio a não ser os meus melhores amigos, e eles estavam ocupados.

Depois de perder muito tempo procurando, vi o contato de Matt. O nome dele estava salvo com um coração do lado, como sempre fora. Nós estávamos brigados a muito tempo, talvez chamá-lo para ir ao shopping fosse uma boa ideia para reconciliação. Se bem que ele não teria paciência pra me acompanhar comprando roupa, e provavelmente perderíamos a paciência um com o outro hoje à noite, então decidi descartar essa opção. É melhor adiar a reconciliação do que brigar duas vezes.

Eu já estava me conformando com a ideia de ir ao shopping sozinha quando uma pessoa inusitada apareceu em meio aos meus contatos: Chloe, minha ex arqui-inimiga. Tudo bem que não éramos amigas, mas também não nos odiamos mais, então decidi ligar para ela.

- Alô? – atendeu ela.

- Oi, é a Kate – cumprimentei. – eu estava querendo ir ao shopping hoje, preciso comprar uma roupa pra ir na festa do Magnata e tal, quer ir comigo?

- Menina! Eu estava pensando exatamente a mesma coisa – respondeu. – vamos sim, agora?

Então combinamos tudo certinho, ela iria passar aqui pra me buscar e eu já estava pronta só esperando. Depois de meia hora Chloe chegou.

Chloe dirigia um conversível prateado, muito bonito. Entrei no carro, nos cumprimentamos e seguimos para o shopping.

Fomos o caminho todo escutando música, me senti em As Branquelas, cantando A Thousand Miles. O percurso foi bem menos estranho do que eu imaginei, porém fiquei um pouco perdida com as conversas de Chloe, que só falava sobre marcas caras de roupa e maquiagem, e eu não conhecia nenhuma, principalmente de maquiagem, que eu só usava as mais baratas e se eu gostasse delas comprava mais vezes. Nunca fiz questão de ter algo caro quando esse mesmo algo existe em preços menores, sem falar que preço não define qualidade. Bom, pelo menos não ficou um silêncio constrangedor.

Quando chegamos ao shopping, a primeira coisa que fomos fazer foi comer. Ela foi em um restaurante de comida saudável, e eu fui no McDonald’s.

Chloe se espantou quando viu eu chegando a mesa com uma bandeja do McDonald’s.

- Como você consegue manter seu corpo comendo desse jeito? – perguntou ela, pasma. Eu ri.

- Não sei – respondi, sinceramente. – acho que deve ser genética.

- Que vadia – disse ela. – e eu aqui lutando pra não engordar, comendo essa comida verde.

Eu ri, mas fiquei preocupada.

- Sabe Chloe, seu corpo é lindo – falei. – não deveria se forçar tanto a ter um corpo perfeito, isso não faz bem.

Ela revirou os olhos.

- É fácil falar, você tem uma boa genética – retrucou.

Decidi não responder, então apenas seguimos nosso almoço em silêncio. Quando terminamos, fomos andar pelo shopping em busca de nosso objetivo: roupas.

- Essa loja é perfeita! – exclamou Chloe, entrando em uma das lojas. Esta tinha um estilo mais jovial, e as roupas eram estilosas, os preços não eram tão opressores também.

Chloe escolheu um vestido rosa curto, estilo tubinho, foi experimentá-lo e amou.

- Agora eu vou te ajudar a escolher – afirmou ela. – sem querer ofender, mas o seu gosto pra roupas não é tão bom.

Ofendeu, mas ok.

- Não precisa, sério – insisti para que ela não tentasse ajudar, se dependesse dela, eu sairia de lá vestida como a Betty Boop.

- Eu insisto – disse ela, dando sua palavra final. – você tem um corpão e precisa mostrá-lo.

- Eu não colocaria isso como uma necessidade – murmurei.

- Mas é – disse ela. – relaxa aí que vou achar algo bom.

Esperei por ela, morrendo de medo. Chloe voltou com um cropped de veludo preto que mais parecia um sutiã, um short jeans rasgado e um kimono branco. A roupa era muito bonita, mas eu provavelmente sentiria frio.

- Bonito e tal – falei. – mas vou sentir frio.

- A bebida esquenta – Chloe deu de ombros. – vai experimentar!

Suspirei, mas cedi. Fui ao provador e coloquei a roupa. Ficou muito bom. O cropped dava a impressão que meus seios eram maiores, e o short parecia deixar minha cintura mais fina. Estava realmente muito lindo.

Chamei Chloe para ver, e como esperado, ela super aprovou.

- Amei, tá linda – disse ela, sorrindo. – O Matt vai ficar doidinho.

Eu ri.

- Vamos ver né – disse eu. Troquei de roupa de novo, ainda certa que iria sentir frio na festa, mas mesmo assim decidi levar, eu realmente me senti muito bonita naquela roupa.

Pagamos o que compramos e fomos para o meu apartamento, tinha convidado ela para se arrumar lá. Chegando lá, Lauren e Lilly estavam conversando com James no sofá, os três, que riam de algo, parou imediatamente ao ver quem estava comigo.

- Chloe? – Lauren disse, com nojo.

Chloe revirou os olhos.

- Vocês – respondeu Chloe, no mesmo tom que Lauren.

- É isto, Kate enlouqueceu – disse Lilly, pasma.

- Mantenham a calma – intervi. – ela é legal.

Os três olharam pra mim como se eu fosse louca.

- Kate, por acaso você esqueceu o ano passado todo? – perguntou Lauren, incrédula. – essa garota é uma peste, assim como a irmã dela e a Kara.

- Peste é você, minha querida – respondeu Chloe, se preparando para começar uma briga.

James assistia tudo sem falar uma palavra.

- Eu não vou ficar aqui pra ver vocês brigando – falei, com raiva. – tentem fazer as pazes pelo menos.

Eu estava me sentindo uma embaixadora da paz nada eficiente.

- Me poupe – ironizou Lilly.

Antes das três continuarem, arrastei Chloe para o quarto e ficamos lá até a hora da festa. Quando deu nove horas da noite, começamos a nos arrumar. Tomei um rápido banho, e coloquei a roupa que tinha comprado, Chloe foi tomar um banho também. Lauren entrou no quarto, ela já estava pronta.

- Ainda precisa da sua maquiadora oficial? – perguntou ela, sorrindo.

Sorri.

- Claro que eu preciso! – exclamei.

Ela pegou sua maquiagem e começou a me maquiar. Lauren era a que maquiava melhor.

- Sabe, nos desculpa por ter surtado com a Chloe – disse ela. – é que ano passado teve tanta treta, que é praticamente impossível que nós comecemos a confiar nela.

- Eu entendo – respondi com sinceridade. – sei exatamente como é, também estou nessa situação. Mas sei lá, no Dallas Club aquele dia, ela me pareceu ter mudado.

- Acredito que as pessoas mudam – disse Lauren. – espero que seja o caso, caso contrário, eu quebro a cara dela.

Eu ri.

- E eu te ajudo – falei.

Ficamos jogando conversa fora até ela terminar de me maquiar. Me olhei no espelho na minha parede. Lauren tinha caprichado, como sempre. Chloe entrou no quarto já com seu vestido rosa.

- Sua maquiagem ficou muito boa! – elogiou Chloe.

- Obrigada – agradeci. – Lauren que fez.

- Quer que eu faça a sua também, Chloe? – perguntou, Lauren. Dava pra ver no modo em que ela disse que precisou reunir muito esforço para falar.

- Quero! – disse Chloe. – só não se vinga de nosso passado na minha cara, por favor.

Lauren riu e foi maquia-la, não demorou muito para todos ficarmos prontos, Lauren e Chloe até que se deram bem, a que mais ficou receosa em relação a isso foi Lilly, mas até ela cedeu um pouco.

Estávamos em dois carros, o do Liam e o de Chloe. Decidi ir com Chloe, por ser a mais próxima dela, Lauren quis ir com a gente também. Lilly e James iriam com Liam, e eles iam passar na casa de Matt e de Chris para buscá-los também.

Nós três fomos na frente, seguindo para a festa do Magnata. Ele tinha planejado uma coisa grande, pois ele tinha criado um parque de diversões do zero, só para fazer uma festa. Ele comprara um terreno baldio e construira um parque de diversões nele, de uma hora para outra, duas semanas de trabalho. Isso só comprova mais ainda a riqueza de Scooter, era simplesmente de assustar.

- Quais são as intenções de vocês pra essa noite? – perguntou Chloe, maliciosa.

- Beber muito – respondeu Lauren. – e dar uns beijinhos. Talvez até mais.

Nós rimos.

- Deus te ouça – disse Chloe. – to precisando disso.

Pra ser sincera, eu nem sabia o que esperar dessa festa, eu estava completamente desanimada, só decidi ir porque, sei lá, me chamaram. Mas até que não seria ruim se eu ficasse com alguém.

Chegamos na festa, que dava para ver mesmo a uma certa distância. Era um lugar enorme, e literalmente, um parque de diversões. A roda gigante era de fato gigante e linda, brilhava em diversas cores. Tinha carrossel, montanha-russa, tudo. E tinha uma pista de dança enorme, colorida e linda, o bar também era neon. Tudo ali era neon, inclusive a roupa dos dançarinos e artistas que ali estavam. Já estava lotada também, e só eram dez e quinze.

- Ele se supera cada dia que passa – comentou Lauren, impressionada.

Concordamos, rindo. O carro de Liam chegou pouco tempo depois. Quando Matt saiu do carro, meu coração acelerou, como sempre acontecia quando o via.

Chloe revirou os olhos pra ele, e decidiu ir pegar uma bebida no bar. Agradeci a ela mentalmente, provavelmente ele daria em cima dela se a visse.

Ele deu um sorriso maravilhoso e irônico pra mim, erguendo uma sobrancelha, eu revirei os olhos, tentando não sorrir.

- Você tá querendo rir que eu sei – disse ele, rindo.

Revirei os olhos mais uma vez, mas não consegui mais conter o riso.

- Cala a boca – falei.

- Mas eu não fiz nada! – exclamou ele, rindo. Ele me puxou para seus braços, me abraçando. Encostei a cabeça em seu peito, o abraçando de volta. O coração dele batia forte. – me desculpa, eu exagerei, to com saudade e blah blah blah.

Eu ri.

- Você continua sendo um idiota?

- Provavelmente – respondeu ele, sinceramente.

- Você não muda mesmo né? – perguntei.

- Não, faz parte do meu charme – disse ele, se achando.

Odiava admitir isso, mas era verdade. Com certeza fazia parte do charme dele.

Quando percebemos, ninguém mais estava ali, todos tinham ido aproveitar a festa, e eu e Matt estávamos sozinhos.

- Nos abandonaram – conclui.

- Parabéns por dizer o óbvio – ironizou ele, e eu dei um tapa em seu braço. – Ai! Você que é lerda e eu que apanho?

- Eu não sou lerda, estava apenas observando um fato! – me defendi. – Cala a boca, garoto.

- Só se você vier calar – respondeu ele, malicioso.

Decidi ser um pouco mais ousada com a minha resposta

- Me provoca pra ver se eu não vou – falei, com a melhor voz sexy que eu tinha. Ele ficou surpreso com minha resposta, respondendo com um sorriso sacana, Matt ficou sem palavras. Aproveitei a deixa para sair de lá, sabendo que ele iria me seguir.

Fomos até o bar e Matt pediu uma garrafa de vodka pra gente, ergui a sobrancelha.

- Está tentando me embebedar? – perguntei.

- Talvez – respondeu ele, enchendo meu copo. Brindamos e bebemos. Eventualmente nós víamos nossos amigos, Lauren já estava com um cara, Lilly e Liam não se desgrudavam, muito menos James e Chris. Chloe passava com um cara diferente toda vez que a via.

Eu já estava ficando animadinha, assim como Matthew, então pensei, por que não me assanhar um pouco? E depois colocar a culpa na bebida, é claro.

- Vamos na roda gigante? – perguntei, inocentemente. Ele riu.

- Está querendo me isolar pra abusar de mim? – debochou ele.

- Exatamente – falei, rindo. – e eu quero observar o céu lá de cima.

Ele sorriu, com um certo brilho no olhar.

- Seu desejo é uma ordem – respondeu ele. Saímos em direção a roda gigante. Matt não fazia questão nenhuma de esconder o sorriso sacana que estampava seu rosto. Assim que chegamos, não tinha fila nenhuma, então entramos direto, mas antes de subir, Matthew foi falar com o maquinista, eu não consegui ouvir a conversa, apenas vi o meu melhor amigo entregando uma nota de cem dólares para o cara. Meu queixo caiu.

- Não acredito que você subornou o cara! – falei, rindo, eu sabia que estava ruborizada.

- Só pedi para ele deixar a gente no topo por mais tempo – disse Matt, inocentemente. – assim você pode olhar melhor as estrelas.

Ele piscou pra mim e sorriu. Eu sabia muito bem do céu que ele estava falando. Estava mais para paraíso.

Nos acomodamos no vagão, e como se uma força superior comandasse a roda gigante, o brinquedo deu um pequeno solavanco e começou a rodar.

A vista ficava cada vez mais linda enquanto subíamos. Por a festa ser em um local isolado, não havia muita poluição no ar, o que deixava as estrelas mais lindas de se olhar. Na cidade grande era impossível ver um céu tão estrelado, mas em um lugar distante de toda a urbanização, esse fenômeno era comum.

Parecia um lindo sonho do qual eu não queria acordar. Observei as pessoas pequenas embaixo de nós, e ao se olhar para o horizonte, eu conseguia ver as luzes da cidade, bem distante. Eu me pus de pé, audaciosa, estava eufórica. O vento frio passava pelo meu corpo, e eu finalmente senti o efeito da bebida, porque mesmo com toda a brisa, eu estava pegando fogo.

Me virei para Matthew, ele estava sorrindo bobo, olhando pra mim.

- Então, a vista é linda né? – falei, igual uma criança boba.

- Prefiro a visão que estou tendo agora – disse ele, sacana. Eu sorri. Me agachei em sua frente, apoiei meus cotovelos em seus joelhos e aproximei nossos rostos.

- Não seja tão mentiroso! – falei, perto de sua boca. – impossível superar um céu tão lindo.

Ele olhou pra minha boca.

- Tenho certeza que você consegue – falou ele, no momento antes de colar nossos lábios. Beijamos lentamente, o que tornava tudo mais erótico. Ele colocou a mão em minha nuca e puxou meus cabelos com certa força. Sem interromper o beijo, sentei em seu colo, rebolando em sua ereção ainda coberta pela calça. Separamos nossas bocas por alguns milímetros, apenas o suficiente para ele dizer:

- Como eu quero você, Monroe – disse ele, olhando nos meus olhos, ambos estavam ofegantes.

Nós estávamos completamente colados, mas não importava a proximidade de nossos corpos, poderia ter cada pedacinho de Matt pressionado contra mim, mas eu ainda pediria para ele me puxar pra mais perto. As suas mãos ágeis passearam por todo meu corpo, apertando minhas coxas e minha bunda, da forma deliciosa que ele sempre fazia. Por muito tempo sentir as mãos dele no meu corpo era tudo que eu precisava, e agora eu tinha isso. Meu desejo estava forte demais para pensar em desistir, e eu conseguia ver em seus olhos que Matt sentia o mesmo. Ele suspirava entre os beijos, e só esse simples som me deixava mais louca.

Matthew beijou meu pescoço, chupando de leve, eu agarrava seus cabelos loiros e o puxava mais para mim. Ele fez uma trilha de beijos do meu pescoço até meus seios.

Ele mordeu meu seio ainda coberto pelo cropped como em uma brincadeira e chupou a parte que estava a mostra, deixando várias marcas. Eu mordi o lábio, contendo o gemido.

Ele desceu o zíper do meu cropped, que ficava nas costas, e o jogou no chão de metal daquela roda gigante. Meus seios, agora livres, virou o próprio parque de diversões pro Matthew, que os chupava e os apertava.

Matthew tirou a própria camisa e eu arranhei todo o seu abdômen definido, deixando marcas profundas. Eu já não estava aguentando mais de tanta euforia, eu o queria, e queria agora.

Desabotoei sua calça e ele a tirou, junto com sua cueca. Meu short e minha calcinha já estava no chão a muito tempo.

- Hoje eu quero ouvir você gemendo meu nome, Monroe – disse ele, baixinho no meu ouvido, só de ouvir suas palavras eu já entrava em êxtase. Matthew me beijou fortemente por uma última vez e me levantou brutalmente, me colocando de costas para ele.

Segurei o ferro da cabine, sentindo um frio quando o material gelado entrou em contato com minha pele fervente. Escutei Matt abrir uma camisinha.

Antes de realmente começar, ele deu um forte tapa na minha bunda e se inclinou por cima de mim, passando seu membro pela minha bunda, apenas para provocar. Ele deu uma mordidinha na minha orelha e sussurrou, com a voz mais sexy do mundo:

- Eu foderia você o dia inteiro se pudesse.

Senti meu corpo todo se encher de prazer, e eu estava cada vez mais impaciente para que começássemos a ir ao que realmente importava.

Matthew finalmente me penetrou, profundamente. Não consegui conter um gemido.

Ele começou com lentas estocadas profundas, deliciosas, porém, torturantes. Tão torturantes que nem ele mesmo aguentou, então ele logo aumentou a velocidade. Eu gemia a cada estocada, no meu mais alto nível de prazer. Matt agarrou meu cabelo e o puxava fortemente, o que só deixava tudo mais excitante. Eu conseguia ouvir sua respiração ofegante, que se tornava música para meus ouvidos misturada com o assobio do vento.

A noite era fria, mas eu soava de calor. Minhas pernas tremiam enquanto Matt metia, eu já não estava aguentando mais. Matt me abraçou e mordeu meu pescoço, penetrando mais profundamente na minha intimidade. E isso foi o que precisava para eu desmanchar em seus braços, em um longo orgasmo.

- Como você é gostosa – disse ele no meu ouvido, ao chegar do clímax.

Matt saiu de dentro de mim e tirou a camisinha, a colocando dentro da embalagem em seu bolso. Estávamos exaustos. Eu ia sentar no banco novamente, mad Matthew me abraçou e me pôs no seu colo.

Tudo estava perfeito, eu poderia ficar ali pelo restante da minha vida. Matt me mantinha firme em seus braços enquanto distribuía beijos em meu rosto, depois beijou minha boca lentamente. Eu não queria sair dali nunca.

De repente, sentimos um solavanco.

- Ai meu Deus, cade minha roupa? – falei, já estava desesperada.

Ele riu da situação.

- Calma, tá aqui – disse ele, me entregando o short e a calcinha. Os vesti rapidamente, peguei meu cropped da mão do Matt que só ria da situação.

Quando eu ia falar umas poucas e boas pra ele, sentimos um outro solavanco, dessa vez mais forte, e com um barulho muito alto.

Me desequilíbrei e cai em cima de Matt.

- Ainda bem que estou aqui pra te salvar, Kate – disse ele, fazendo graça, com a cara nos meus peitos. – pode cair assim em cima de mim sempre que quiser.

- Cala a boca e me dá o meu cropped! – exclamei, me afastando dele no desespero.

- Ué, mas eu já te dei – falou ele, confuso.

- Merda – exclamei. – eu deixei cair na hora do tombo.

Era uma situação muito séria, mas tudo que Matt fez foi rir.


Notas Finais


Então, gostaram??? Espero que sim, todo mundo me pediu muito uma cena dessas, só Deus sabe o quanto morro de vergonha pra escrever, sem dizer que não sou muito boa nas partes eróticas kskfkd
Enfim, espero que tenham gostado, deixem a opinião de voces nos comentários porque eu sempre amo ler❤
User no insta: @alwaysfriends44
Link do grupo da fic no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/LP18C8rMCYHHnoC5W43JmR


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