História Always Snape - Capítulo 17


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Dobby, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Merlin, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Tiago Potter, Tiago S. Potter
Tags Always, Draco Malfoy, Harry Potter, Imagine, Lucius Malfoy, Severo Snape, Severus Snape
Visualizações 93
Palavras 2.407
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hj tem previsões com a Trelawney 💁💁 s/n é tipo a garota escolhida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Boa leitura 💚🐍💚

Capítulo 17 - Profecia


Fanfic / Fanfiction Always Snape - Capítulo 17 - Profecia

              {POV [s/n] }

Eu acordo no meio da noite com o som da minha porta sendo aberta, tiro o lençol do meu rosto e tento enxergar o que ou quem teria aberto minha porta... Não vejo ninguém. Coloco o lençol novamente sobre meu rosto, confesso que estou com um pouco de medo... pego minha varinha e fico segurando-a. De repente sinto uma mão sobre minha cintura, engulo seco. Eu me lavanto rapidamente e aponto minha varinha para a pessoa.

- Quem é você? - Eu falo um pouco assustada.

- Nossa, princesa. Eu te assustei ? - Draco diz e rir. Eu acendo as lamparinas do quarto e me sento novamente na cama

- O que você está fazendo aqui Draco? - Eu digo colocando minha varonha sobre a cabeceira. Draco se senta ao meu lado da cama.

- E-eu... Vim... Me desculpar por hoje - Ele passa a mão na nuca - Eu fui muito agressivo, me desculpe - Ele suspira e me olha.

- Eu sei... eu te desculpo, mas... - Eu digo enquanto rolo os olhos - Você não pode querer me controlar, Draco. - Eu bufo

- Me desculpe... - Ele diz um pouco triste - Eu fiquei apreensivo quando você não quis ir ao baile comigo, e quando você sumiu de uma hora pra outra eu fiquei muito muito irritado - Ele respira fundo e me puxa para perto dele. Eu me sento entre suas pernas, de costas para ele, e me deito sobre seu corpo.

- Esse é meu dom - Nós dois rimos fraco

- Um dom que me faz ficar triste - Ele diz e suspira. Eu me vira para ele e passo a mão no seu rosto.

- Draco... - Eu me aproximo dele e deposito um beijo suave em sua boca. Draco então segura meu rosto e intensifica nosso beijo. Seus dedos se fixaram no meu cabelo. Eu me viro completamente para ele e me posiciono em cima dele. Draco solta meu rosto e me segura na parte de baixo. Eu seguro o rosto do loiro enquanto nós nos beijamos. Draco sobe suavemente sua mão pelas minhas costas por dentro da minha blusa, me causando um enorme arrepio - Draco... - Eu solto um leve gemido

- Faça silêncio, ninguém pode saber que estou aqui, não lembra ? - Ele diz próximo ao meu rosto, consigo sentir o ar quente saindo de sua boca. Draco está ofegante. Eu sorrio enquanto nossas testas estão coladas. O loiro desliza sua mão das minhas costas até o feixe do meu sutiã e tenta abri-lo enquanto continua me beijando. Se passa algum tempo e o garoto ainda está tentando abrir o feixe, eu me sinto um pouco desconfortável e paro de beijar o Draco. Eu me afasto, tiro minha blusa e abro o feixe. Volto a beijar o garoto que está atrapalhado no que faz. Draco tira a blusa e a joga no chão, depois o garoto me coloca deitada na cama. Eu termino de tirar o sutiã, ele me olhou com os olhos bem arregalados e depois deu um sorriso malicioso. De alguma forma aquilo estava me deixando bem desconfortável... Dravo veio beijar meu pescoço mas eu o afastei com o braço.

- Draco... - Eu digo e me sento na cama. - É melhor não - Me estico para pegar meu sutiã e Draco rosna

- Ta falando sério? - Ele diz olhando para mim incrédulo. - Eu fiz algo de errado?

- Não, não... - Eu me aproximo de Draco e ponho a mão em seu ombro - Você não fez nada de errado, Draco. Eu só não me sinto pronta pra isso - Eu dou um sorriso fraco - Só isso... - Ele me olha um pouco triste

- Tudo bem... - Ele suspira, se levanta e pega a blusa que havia jogando. - Eu estava nervoso... seria a minha - Eu o interrrompo

- Eu sei... - Dou um sorriso, me aproximo dele e dou um selinho - Me desculpe...

- Está tudo bem, é sério - Ele me puxa e dar um beijo na minha testa - Eu amo você, não vou querer forçar nada...mas, quando estiver à vontade... me diz - Ele diz acariciando minha bochecha

- Pode deixar, Draco - Eu sorrio para ele

- Eu tenho que ir. Vão notar minha falta... - Ele tem um olhar triste

- Okay, vai lá - Eu digo e Draco me dá um último beijo e sai do meu quarto. Fecho a porta e volto para minha cama. Quando ponho minha cabeça sob o travesseiro só consigo pensar no meu desconforto perto do Draco. Será que meu corpo vai renegar qualquer pessoa que não seja o Sev? Argh, Severo... esse idiota. Estavamos muito bem e daí ele deixa a Mestrande beija-lo. Eu rolo os olhos lembrando daquela cena. - Acho melhor eu voltar a dormir, senão terei problemas com o sono amanhã - Com isso eu durmo.

            ~ De manhã ~

              { POV [s/n] }

Eu estava na primeira aula do dia esperando todos os alunos chegarem. A aula seria de adivinhação com a professora Trelawney, uma mulher de meia idade com cabelos grandes, e um enorme óculos que fiziam seus olhos ficarem maiores do que eram. Ela era uma figura bem engraçada, mal dava para acreditar em alguma coisa que ela dizia.

Todos adentram na sala e Draco não senta no meu lado como de costume, ele se senta na meda da frente. Draco me parece um pouco envergonhado... que ótimo, agora meu namorado não quer ficar perto de mim. Quando eu vou chamar o Draco, a professora começa a nos introduzir na aula.

- Vamos, olhem em suas xícaras. Me digam o que vêem - Ela diz empolgada.

- Eu vejo um pouco de café, professora - Todos riem com o comentário do Draco

- Não brinque com profecias, senhor Malfoy. - Trelawney diz advertindo o loiro. Eu escuto alguns alunos dizendo o que está em suas xícaras, mas eu não consigo ver nada na minha...

- Professora... eu não vejo nada... - Eu digo e suspiro. A professora vem até mim com um sorriso e pega a minha xícara. Ela olha para a xícara e o seu sorriso se desfaz.

- V-v-v-você - A professora começa a tremer um pouco - S-s-sua pro-pro-profecia - Ela está bem assustada.

- O que você ver, professora ? - A Hermione pergunta do outro lado da sala

- E-eu vejo sangue

- Sangue? Alguém morreu? - Eu digo assustada

- Não sangue por algum corte, eu vejo um sangue puro. Eu vejo o seu sangue em sua véia - Ela aponta para mim. Eu engulo seco - Sim, é você. Mas... - Ela hesita - atrás de você tem dois fundos. Um branco e um preto... No seu lado direito, o lado negro, há um anjo vestido de preto. No seu lado esquerdo, o lado branco, há um demônio vestido de branco. - Ela para de falar e me olha. - E eles começaram a se atacar. - Todos na salam estão com os olhos arregalados.

- Ah pare de besteiras, Trelawney - Draco se levanta - Pare de assustar a [s/n]

- Mas, Malfoy eu vi na - Draco a interrompe

- Você não viu nada sua charlatã. Toda aula você ver alguma coisa de ruim acontecendo à alguém. Por que nunca tem nada de bom ? - Ele diz se aproximando da Trelawney, que anda para trás - Deve ser porque você precisa prender a atenção das pessoas, e as pessoas não ligam pra nada se não envolver a morte delas. - A professora Trelawney encosta na mesa.

- Draco deixe ela - Eu digo e ele olha para mim - A aula já acabou de qualquer forma

- Sim sim, acabou - A professora diz um pouco nervosa. Todos pegam suas coisas e começam a sair da sala. Draco pega suas coisas rapidamente e vai embora sem me esperar.

- Eu v-vi realmente isso, se-senhorita [s/n] - Ela diz e dá um sorriso fraco

- Tenho certeza que sim, Professora Trelawney - Retribuo o sorriso. - E me perdoe pelo Draco - Ela acena com a cabeça. Eu pego meus materiais e me direciono para fora da sala. Estou bem assustada com essa visão da Trelawney... Não sei porque mas eu sinto que ela não está louca dessa vez. Só de pensar sinto um frio na espinha. Ando pelos corredores e mudo minha rota, não vou para a aula de herbologia, sigo meu caminho para a torre de astronomia.

Quando eu chego perto do observatório, escuto uma voz vinda por de trás da porta. Uma voz grave, mas não desafinada. Uma voz que cantava uma música um tanto melancólica.

~ _Know I’ve done wrong_

_Left your heart torn_

_Is that what devils do?_

_Took you so long_

_Where only fools gone_

_I shook the angel in you_

_Now I’m rising from the ground_

_Rising up to you_

_Feel with all the strength I found_

_There's nothing I can’t do_ ~

Enquanto a pessoa canta eu abro com cautela a porta e adentro no ambiente. Mesmo que esteja de dia, o ambiente é bem escuro. Quando fecho a porta, quase que no mesmo segundo, a pessoa para de cantar e tudo fica silencioso. Eu engulo seco. O silencio é tão grande que consigo ouvir apenas minha respiração, e ela está bem calma e baixa. De repente meu colar começa a brilhar, e eu tento esconder sua luz. Em um movimento lento, me viro para o espaço e vejo que também há uma luz fraca vinda do outro lado do telescópio. Aproximo-me devagar dá luz e quando chego em sua fonte, vejo um conhecido homem alto e pálido de vestes negras. Severus está olhando fixamente para o colar dele. O colar diferente do meu é uma cobra com asas e inteiramente negra com detalhes em dourado. Ele levanta calmamente seu olhar e me observa com uma expressão neutra.

- O que está fazendo aqui? - Ele diz de forma calma, ainda segurando o colar.

- Eu precisava esvaziar um pouco a mente... - Eu digo e depois desvio meu olhar para os lados

- Algo te preocupa ? - Ele diz com o mesmo tom de antes

- Nada que eu queria falar... Agora - Eu engulo seco.

- Entendo... - Ele solta o colar e quando faz isso as asas da cobra se abrem e começam a brilhar mais intensamente. Severo olha para mim e volta a segurar o objeto, mas quando faz isso parece levar um choque. Eu me aproximo e encosto no pingente. A cobra parece tomar vida e se enrola em meu dedo, ela faz algumas voltas esfregando levemente suas asas em meu dedo indicador. A cobra volta a ser um pingente e suas asas se fecham. - Ela gosta de você... - Ele diz olhando para o chão.

- Ela? É fêmea ? - Eu digo retirando o dedo de cima do pingente

- Sim... o seu pingente de ser um macho. - Ele diz e solta um riso quase imperceptível.

- sim... - Eu digo e passo a mão no meu braço. Claramente o clima está tenso aqui, um pouco pesado. Acho que nós dois queremos falar sobre o que ocorreu ontem, sobre a reviravolta que teve em nosso momento tão lindo...mas... nenhum dos dois tem coragem, Humphf normal para sonserinos. Eu me direciono para uma escada e me sento, não demora muito e Severus faz o mesmo. Nós ficamos ali durante um tempo sem falar nada, apenas sentado um do lado do outro olhando para frente. Mesmo que o clima seja constrangedor, eu fico feliz de estar do lado dele. - Lembrei que acabou nem dando as aulas extras para o Draco - Eu digo ainda olha pra frente, com minhas mãos envolta dos meus joelhos.

- Eu não acho que ele queria ajuda com alguma matéria... queria ajuda com uma coisa que só você poderia auxilia-lo. - Ele dá uma pausa - E parece ter conseguido, estão até namorando. - Severus olha para mim rapidamente e depois volta seu olhar para frente - Deveria terminar com ele... você nem o ama - Eu engulo seco. Sei que estou fazendo o Draco de idiota, mas... nem eu sei o porque aceitei namorar com ele. Estava em um momento difícil e o Draco me ajudou, não sei o que me deu para fazer isso.

- Tem razão... mas eu não posso fazer isso do nada. Prefiro esperar até que o Draco me dê um motivo ou coisa do gênero. Assim ele não fica no meu pé. - Eu suspiro - Pra mim faz sentindo...eu não sei - Digo enquando apoio minha cabeça nos joelhos.

- Você... preferiria... Namora com outra pessoa ? - Severus diz pausadamente

- Sim... - Digo e levanto minha a cabeça - Um idiota romântico que tenta passar a imagem de uma pessoa fria, que em um momento é completamente romântico e na outra está beijando outra pessoa. - Eu bufo

- Esse cara me parece um idiota... - Ele vai entrar no joguinho mesmo ? - Mas... Quem sabe esse cara tenha sido enfeitiçado e não pode fazer nada - Ele diz me olhando de cima a baixo, com uma cara triste

- Eu sei... mas, ele saberia se desviar desse feitiço. Quem sabe ele não tenha gostado? - Eu digo e comprimo oa labios

-Vai ver ele gostou mesmo... - Ele diz e seu olhar é com uma completa tristeza.

- Eu não acredito... - Eu me levanto do lado dele, seu olhar acompanha meus movimentos - Me diz... Por que fez aquilo?

- O beijo? Oras por que... - Eu o interrompo

- Não o beijo... A dança o terraço... As juras de amor... Você noção do quanto isso me deixa confusa? - Eu digo e solto um olhar de desprezo para o Severus - Sabe de uma coisa ? - Digo passando a mão em minha testa e depois ajeitando meu cabelo - Eu cansei disso... Cansei de ficar confusa por sua causa. Eu sinto que estou ficando doente com essas reviravoltas que nosso relacionamento dá de uma hora pra outra. - Eu passo a língua pelos meus lábios. Desço até o último degrau da escada e olho para ele novamente - Faz um favor de não fazer mais nenhuma ceninha como a de ontem, okay? - Digo ríspida e vou para a porta.

- Okay... senhorita - Eu olho para trás e ele ainda continua na mesma posição que estava. E sua voz é melancólica. Eu respiro fundo e abro a porta. Desço as escadas e vou direto para a próxima aula... certamente eu chegaria um pouco atrasada.


Notas Finais


S/n renegou o Draco 🤧🤧 coitadooooooo


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