História Always Snape - Capítulo 19


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Dobby, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Merlin, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Tiago Potter, Tiago S. Potter
Tags Always, Draco Malfoy, Harry Potter, Imagine, Lucius Malfoy, Severo Snape, Severus Snape
Visualizações 52
Palavras 3.730
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só espero não sofrer hate com os acontecimentos desse cap.

Pfv n desistam de mim =^•^=

Boa leitura

Capítulo 19 - Morte


Fanfic / Fanfiction Always Snape - Capítulo 19 - Morte

             { POV [s/n] }

Mas que sonho foi esse? Ele parecia com a profecia da Trelawney... Meu coração está completamente disparado. Agora estou com essa mania de morrer em meus pesadelos. Eu levanto da cama e me direciono para o banheiro, lá eu tomo um banho e faço minhas necessidades. Ao voltar para o quarto, começo a trocar de roupa. Quando termino de colar minh calcinha sinto alguém me abraçar por trás.

- Bom dia, Princesa - Draco diz ainda abraçado comigo

- Draco... Por Merlin - Eu ponho a mão em meu peito - Você quer me matar de susto, garoto ? - Ele ri

- Não - Ele me vira para ele - Prefiro matar você de amor - Draco começa a me beijar enquanto segura minha cintura. Nosso beijo é suave e gostoso. O loiro me levanta e eu o envolvo com minhas pernas. Nós agora estamos deitados na cama enquanto nos beijamos. Draco passa sua mão pelo meu corpo e depois para no meu rosto, ele para de beijar minha boca e começa a beijar meu pescoço. Eu puxo o cabelo do loiro e ele solta um gemido, logo depois ele dá um chupão no meu pescoço

- Draco... - Eu gemo - Isso... Vai deixar marca - Eu riu

- Eu sei... - Ele olha para mim vitorioso. - Agora que tal eu deixar em outras partes ? - Ele fica por cima de mim e trilha um caminho até minha cintura. Quando o garoto beija a região, eu escuto batidas na porta.

- [s/n] ! - Consigo identificar a voz do Lucius, mesmo que esteja abafada. Draco saí rapidamente de cima de mim e eu coloco um vestido qualquer que eu tinha por perto. Ando até a porta e a abro.

- Bom dia, Lucius - Eu olho para ele com um sorriso

- Bom dia, querida - Ele me olha fixamente, mas depois levanta seu olhar e sua feição fica furiosa - O que está fazendo aí garoto? - Ele diz abrindo a porta por completo e entrando no quarto.

- Esse é meu quarto - Draco diz encarando o pai

- Não enquanto [s/n] estiver dentro dele - Lucius diz nervoso.

- Ela é minha namorada. E ela estando aqui dentro ou não, o quarto vai continuar sendo meu - Draco diz com o mesmo tom do pai - Na verdade... - o garoto solta um riso curto - Quando ela estiver aqui o quarto não é meu, é "nosso". Meu e dela - Ele lança um olhar desafiador para o pai

- Seu garoto mal criado - Lucius se aproxima do Draco.

- Lucius! Deixe o garoto - Narcisa aparece na porta do quarto, e ela me parece bem debilitada - Deixe o garoto em paz - Ao dizer isso Narcisa cai no chão

- Narcisa!! - Eu vou até ela tentando levanta-la

- Com licença, [s/n] - Lucius diz e eu me afasto. Ele levanta a esposa e a põe em seus braços. - Vocês dois se arrumem logo. Vamos para o hospital. - Eu e Draco colocamos nossas roupas e corremos ao encontro de Lucius. Lucius mesmo com a mulher em seus braços consegue nos aparatar para o Hospital bruxo. Ao entrar no Hospital os enfermeiros vêem e pegam Narcisa. Eles a colocam em uma maca, Narcisa é levada para uma sala para ser examinada. Draco está em prantos em ver a mãe daquele jeito e eu o acudo. Lucius me parace um pouco... indiferente a tudo isso... Eu não sei, ele pode estar sem reação... Ninguém que ama uma pessoa ficaria tão tranquilo ao ver essa pessoa sofrendo.

- Vai ficar tudo bem, Draco. - Eu digo enquanto tento acalmar o loiro, que está deitado no meu colo. - Vai ficar tudo bem - No ambiente só é possível ouvir o choro do Draco.

- Vai ficar tudo bem, garoto - Uma voz rouca invade o ambiente, a voz de Dumbledore.

- Pro-pro-professor, o que esta fa-fa-fazendo aqui ? - Draco diz entre os soluços.

- Vim buscar a senhorita [s/n] para voltar para a escola. - Ele diz se aproximando.

- Não! Não ! - Draco diz se pondo na minha frente - Eu não posso ficar aqui sozinho.

- Você não está sozinho, Draco... Você tem seu pai - Diz Dumbledore

- Mas... Ela não precisa ir - Draco rebate

- Precisa... A senhorita [s/n] não pode perder aulas, Draco. Você também não, mas devido as circunstâncias não posso impedi-lo de ver sua mãe. - Dumbledore diz calmamente. Draco torna a chorar e se vira para mim

- [s/n]... - Draco soluça em meus braços

- Vai ficar tudo bem, Draco. Confie em mim - Eu digo sem saber mais o que dizer para acalmar o garoto.

- Vá [s/n], eu fico com meu filho - Lucius diz se levantando e pegando no braço de Draco. Lucius puxa o garoto, que se agarra no pai. - Vá, querida... - Lucius passa a mão delicamente em meu queixo. Eu engulo seco e aceno com a cabeça.

- Tchau, Draco - Eu digo e passo a mão nas costas do garoto - Tchau, Lucy - Eu digo forçando um sorriso

- Tchau, querida - Lucius se despede de mim. Draco só continua chorando. Eu me viro para Dumbledore e nós saímos do Hospital.

- O Draco está bem triste, não é ? - Dumbledore diz puxando assunto

- Sim... parte meu coração ve-lo assim - Eu digo enquanto caminhamos

- Mas e o Lucius, ele está?

- Eu ... não sei... com certeza deve estar. Ele ama a Narcisa, é casado com ela. Provavelmente ele deve estar em choque ou a ficha dele não caiu ainda.- Eu dou uma pausa - De qualquer forma eu só quero que a Narcisa melhore.

- Eu também - Dumbledore diz docemente. Nós andamoa mais um pouco em silêncio. - E o Severus ? - Meu coração se aperta - Como vai com ele ?

- Não sei o porque da pergunta. Eu não vou com o Severus... Não soube do namoro dele com Mestrande ? - Eu bufo - Eu não quero pensar no Snape. Se ele quer brincar com meus sentimentos usando palavras vazias, eu nao vou permiti. - Digo nervosa

- Mas mesmo assim ainda continua amando ele, não? Na mesma intensidade - Dumbledore dá um sorriso

- Pare de falar essas coisas, professor - Eu digo parando de andar.

- Claro - Dumbledore dá um sorriso de canto - Vamos - Ele estira o braço e nós aparatamos para Hogwarts. - Sua primeira aula é de poções... Vai ser meio difícil não pensar nele, não é? - Dumbledore ri e eu suspiro revirando os olhos

- Até mais, professor - Ele acena e eu entro na escola. Passo no meu quarto e pego meus materiais.

Eu chego na sala de aula e bato na porta... Eu estou atrasada... Que ótimo. Severua abre a porta com uma cara nada boa.

- O que você quer? - Ele diz ríspido

- Desculpe pelo atraso, professor Snape. - Eu digo e engulo seco

- Vá esperar a próxima aula em outro lugar. Quem sabe não pode passar o tempo com o que estava fazendo para matar aula - Ele diz e lança um olha raivoso para mim

- Eu estava no Hospital - Eu digo brava

- Hospital? - Ele indaga e sua feição fica apreensiva - Você... Você está bem? - Ele nem pisca.

- Estou... Foi a mãe do Draco que passou mal. O Dumbledore foi me buscar lá, por isso me atrasei... Professor Snape - Digo seu nome com desprezo

- Entre - Ele retribui com o mesmo tom. Eu adentro na sala e tomo meu lugar. - Como estava falando... A poção polissuco é uma mistura complexa e demorada, é melhor deixada para bruxos e bruxas altamente habilidosos. Ela permite que o consumidor assuma a aparência física de outra pessoa, desde que tenha adquirido primeiro parte do corpo daquele indivíduo para adicionar à bebida. O efeito da poção é apenas temporário, e dependendo de quão bem foi fermentado, pode durar de dez a doze horas. Você pode mudar a idade, sexo e raça tomando a Poção Polissuco, mas não as espécies. - Snape explica tudo enquanto todos os alunos anotam o que ele fala - A poção é dívida em dois processos, no primeiro usamos : Descurainia, Sanguinária, Crisopa e sanguessugas. No segundo processo usamos chifre de unicórnio, crisopa e pele de ararambóia. - Snape fala tudo bem rápido -Independente de seu processo de fermentação, a Poção Polissuco precisa de uma boa preparação antes de fazê-lo. Por exemplo, as crisopas devem ser cozidas por vinte e um dias antes de fazer a poção, e somente a Descurainia colhida na lua cheia é aceitável. O processo total leva aproximadamente um mês para ser concluído. - Snape diz enquanto se movimenta pela sala. Ele para atrás de mim e sua voz fica um pouco brava de repete, mas depois volta o normal. Ele saí pisando forte no chão e volta para frente da sala.- Um pedaço da pessoa a ser imitada, geralmente cabelo, mas unhas cortadas, caspa ou coisa pior pode ser usada, é necessário para a transformação, a pessoa deve estar viva para que o poção faça efeio. Antes deste ingrediente final ser adicionado, a polissuco parece uma lama espessa e escura que borbulha lentamente. Quando o pedaço da pessoa a ser imitado é adicionado, no entanto, a poção muda de cor, parece reagir de acordo com a natureza da pessoa a ser imitada. As pessoas de bom coração resultam em cores e gostos mais atraentes, enquanto as pessoas comuns causam o efeito oposto. - Snape para de falar e se vira para a sala. - A aula acabou... Podem ir - Ele olha fixamente para mim. Eu pego minhas coisas e vou embora.

As aulas correm normalmente, e agora é hora do almoço. Todos estão no Grande salão se alimentando. Quando eu chego lá vejo a Mestrande sentada na mesa ao lado de Snape. Eles tão conversando e rindo... Meu coração doe em ver essa cena, e meu colar começa a brilhar. Eu olho para o Severus e seu colar brilha também, ele imediatamente segura o colar. O olhar de Snape sobe levantamento até me achar na porta do Salão e eu saio correndo do local. Eu corro pelos corredores deixando algumas lágrimas caírem. Mesmo que eu tente não me abalar, parece impossível.

- [s/n] ! - Aquela voz me faz ficar paralisada... Ele veio atrás de mim

- O que você quer, seu idiota? - Eu me viro bruscamente e acabo caindo em seus braços. - Me solta - Eu o empurro com força - Vamos! Diga o que você quer.

- Quero que pare de falar com seu professor desse jeito, garota estúpida - Ele diz cuspindo as palavras em cima de mim

- Estúpida? Olha aqui seu mentiroso idiota... - Eu falo com ódio

- Como é? Me chamou do que ? - Ele diz entre os dentes

- Não escutou bem ? Chamei de mentiroso idiota. Mas achou que fui muito boazinha falando de você seu corvade, um corvade que brinca com os sentimentos das pessoas ! - Eu digo praticamente aos berros

- Nunca me chame de corvade, sua garotinha mimada - Ele segura meu braço com força - Eu vou ensina-la a como tratar seu professor bem. Está de detenção. Fará uma grande prova prática e cada erro irá para suas notas. Espero que tenha prestado atenção em minhas aulas, senhorita [s/n] - Ele solta meu braço com brutalidade e eu rosno para ele. Severus dá meia volta e vai embora. Esse cara se acha né? Idiota mentiroso covarde SIM.

          ~ Mais tarde ~

            { POV [s/n] }

Estou andando em direção a sala de poções. Eu não consigo acreditar que aquele idiota me deixou de detenção por falar a verdade... Argh. Ando de cabeça baixa pensando em tudo o que aconteceu não consigo ver nada na minha frente, de repente eu esbarro em alguém.

- Aii garota! - Eu levanto minha cabeça para ver quem falou aquilo. - O que você está fazendo aqui? - Mestrande ! Argh, nem acredito que enconstei nessa coisa.

- Estou indo para a detenção - digo me levantando

- Hum... Parece que não é tão boazinha como todos pensam, não é? - Ela arquea a sobrancelha e dá um sorriso debochado.

- Claro, claro. Assim como pensam que você é um doce, mas na verdade é bem amarga - Eu rebato

- Escuta aqui garotinha, se você está com ciúmes... Saiba que eu não posso fazer nada se o Sevinho me quer e não a você. - Ela dá uma pausa e me olha de cima à baixo - Bem... Não é muito de entender o porquê - Ela ri baixo e eu me seguro pra não meter a mão na cara dessa mulherzinha. Eu olho para seus braços, ela está segurando alguns potes com alguns ingredientes.

- O que está fazendo no depósito? E pra que pegou todos esse ingredientes? - Eu olho mais atentamente - Sanguinárias... - Ela põe as coisas dentro de uma bolsa me impedindo de ver mais.

- Não é da sua conta, sua enxerida. - Ela diz irritada - Agora saía da minha frente ou se não eu vou deixa-la em mais detenções. - Mestrande diz e passa no meu lado batendo propositalmente em meu ombro. Mulher abusada! Eu respiro fundo e sigo meu caminho. Subo as escadas para a sala de poções.

- Está de detenção de novo, senhorita [s/n] ?- Um dos quadros diz a mim

- Ela está! Snape parece gostar de deixa de detenção - Outro quadro diz e ri

- Vai ver ele quer a companhia dela - Um quadro de uma mulher gorda diz enquanto eu continuo subindo as escadas sem dar atenção para eles

- Deixe de besteiras! Snape está namorando com a Mestrande - Um quadro pequeno resmunga

- Se ele está namorando com a Mestrande, por que o Snape sempre foge da Mestrande? - A Mulher gorda fala novamente

- Calados! Eu quero dormir - Um quadro bem grande diz.

- Pare de ser chato, Hunter - A mulher gorda diz irritada. Eu finalmente chego no final da escada e entro na sala de poções. A sala está um pouco mais escura do que de costume. Apenas velas claream o ambiente. Mesmo com a visão limitada, consigo ver um caldeirão e alguns ingredientes dispostos na mesa principal.

- Mesmo para sua detenção você se atrasa. Decepcionante - A voz rouca de Snape invade meus ouvidos.

- Eu teria chegado mais cedo se a sua namoradinha não tivesse entrado no meu caminho. - Eu digo me aproximando da mesa. Da escuridão o rosto de Snape aparece na minha frente, eu não consigo ver seu corpo por causa de suas veste negras que se fundem com a escuridão. - Aliás, legal essa coisa dela ser sua namorada e poder pegar qualquer coisa do depósito de ingredientes para poções. - A feição do Snape se torna confusa por um segundo, mas depois volta a sua carranca natural.

- Isso eu resolvo depois com a Mestra... Quer dizer, Isabella - Ele parece um pouco desconfortável. - Bom, não está aqui para falar da minha vida pessoal. Abra seu livro! sua prova prática vai começar. Se seu desempenho for bom, não terá nenhuma penalidade em sua nota e nenhum acréscimo. Porém, se não obtém êxito... Sua nota será drasticamente afetada. Entao... Boa sorte. - Ele força um sorriso e depois cerra os olhos. Eu abro meu livro e começo a procurar a pagina da poção que ele quer...mas eu não sei qual é.

- Qual seria a poção que devo fazer ? - Pergunto ainda olhando para o livro

- Poção de acônito - Ele diz fazendo pouco caso

- Acônito?? - Eu digo supresa - Essa poção é muito complicada - Eu digo e Snape vem rápido pra minha frente. Ele se curva com uma cara feia e fala grosso.

- E você por acaso achou que eu facilitaria pra você?Por que eu faria isso? - Sua respiração está um pouco ofegante - Além do mais eu não vou ajudar aquela aberração - Ele fala com desprezo

- De quem está falando ? - Eu digo confusa. Snape olha para mim arrependido

- De nada que te importa, garota. - Ele se afasta - Vamos! - Ele grita - Eu disse para fazer a poção, não disse!? - Eu me assusto e abro o livro rápido na parte sobre o acônito. Essa poção requer ingredientes muito caros... se eu errar provavelmente Snape irá me matar e não só tirar minha minha nota. Eu começo a adicionar o ingredientes com maior cuidado. A poção de acônito, também conhecida com poção mata-cão, é usada para amenizar a irritabilidade de um lobisomem. A poção não cura a licantropia, que é a doença que transforma as pessoas em lobisomem. Geralmente essa doença é passada por meio de arranhões ou mordidas de um lobisomem. Os lobisomens só são hostis com seres humanos. Isso eu aprendi na aula de DCAT, o professor Lupin é um professor muito bom. Eu hesito quando vou adicionar o acônito na poção, pois é uma planta extremamente venenosa. Snape que estava atrás de mim se aproxima e segura meu braço - Ponha logo - Ele leva minha mão até o caldeirão e eu solto a planta. Depois disso a poção toma uma cor azulada, e de acordo com o livro, ela está pronta. O Snape não se afasta de mim mesmo depois disso, e então pega meu cabelo e o joga todo para o lado direito. Ele põe a mão sobre a marca que o Draco havia deixado no meu pescoço. Escuto Snape rosnar. Depois, ele passa meu cabelo para o lado esquerdo e põe suavemente sua boca sobre meu pescoço. Meu corpo se arrepia e eu solto um leve gemido. Snape então beija a região. - É minha - Após dizer isso ele chupa com forma meu pescoço.... Com certeza isso deixou a marca que ele queria. Eu levanto furiosa e olha para ele.

- Você por acaso ta louco? - Eu falo aos berros - Me diz. Está louco? Quem você pensa que é pra fazer isso? - Ele se aproxima de mim e eu dou um tapa em seu rosto. Snape põe a mão sobre a sua bochecha e depois vira o rosto para mim. Consigo ver em seus olhos uma imensa fúria. Ele segura meus braços e eu tento solta-los

- Você vai ser expulsa dessa escola garota! Eu mesmo vou fazer isso - Ele diz com muita raiva

- Me solta seu maluco ! - Eu digo com o mesmo tom.

- Solte ela, Severus - A voz de Dumbledore invade o local. Eu e Snape ficamos paralisados. Olho para a porta e vejo o Velho professor e o Lupin. O professor Lupin me parece um pouco cabisbaixo, muito diferente do que ele é normalmente. Snape contra gosto me solta e ajeita suas vestes. - Não se preocupe senhorita [s/n], não será expulsa.

- Eu sou o diretor de sonserina! Eu decido o que fazer com os alunos dessa casa. - Snape diz carrancudo

- E eu sou o diretor da escola. Precisa da minha aprovação para isso, garoto. - Ao dizer isso Dumbledore dirige o olhar para a mesa principal - A poção já está pronta ?

- Sim, acabei de terminar. Eu não sei se ela está boa. - Eu digo e Dumbledore parece assustado. O professor Lupin levanta sua cabeça e olha para mim com os olhos arregalados.

- V-v-vo-você que fez a poção ? - Lupin diz gaguejando

- Sim... O Professor Snape me deu como detenção e também uma prova prática.- Eu digo sem entender o espanto dos dois.

- Snape... - Dumbledore diz um pouco chocado

- Não se preocupe. Não deixaria isso na mão de alguém que não saberia fazer. - Snape diz calmamente. Ele se vira e pega um frasco - Além do mais, não quero correr o risco de ser atacado por um lobisomem asqueroso. - Snaoe põe a poção dentro do frasco e entrega para Dumbledore - Não queremos isso, não é, Lupin? - O professor Lupin engole seco.

- Não... Não queremos - Lupin diz - Mas tenho certeza que o Lobisomem se recusaria a ir atrás de você, Snape - Lupin dá ênfase no nome do Severus.

- Ele deve estar cansado de ter feito isso por anos... Junto com um cervo, um cachoro, e um rato - As palavras de Snape saem com desprezo.

- Parem vocês dois. - Dumbledore afasta Snape de Lupin. - Vamos Lupin, a noite já está caindo. - Lupin engole seco e sai da sala - Senhorita [s/n], vamos, a sua detenção acabou. - Eu aceno, pego minhas coisas e me dirijo para Dumbledore. Eu passo por Snape e sinto seu olhar me fuzilar por inteira.

~ No corredor ~

{ POV [s/n] }

- Professor... Tem algum lobisomem na escola? É para a aula de DCAT ? - Eu pergunto um pouco assustada para o professor Lupin.

- Hã... Claro... Que dizer mais ou menos. Encontramos um Lobisomem e vamos dar a poção para ele, só isso. Não precisa se preocupar. - Ele força um sorriso

- Ah... E não diga nada sobre isso à ninguém. Você não quer ver nenhum aluno em pânico, não é ? - Dumbledore diz ao meu lado

- Não senhor - Eu sorrio

- O que o Snape estava fazendo para você ? - O Lupin diz um pouco irritado

- Nada... - Eu suspiro - Ele só é um idiota

- E como - O Lupin revira os olhos e eu riu. Nós chegamos na porta da sala comunal da sonserina e Dumbledore se despede de mim. Lupin apenas acena com a cabeça. Eu entro na sala comunal e vou direto para meu quarto. Quando chego em meu quarto, uma coruja muito bonita entra pela janela. Por julgar pela penagem da coruja ela parece ser cara... Malfoy. Meu coração se aperta um pouco. O que será que aconteceu ? Eu me aproximo da coruja e pego a carta.

~ Querida [s/n]

Queria te informar que pouco tempo depois que você saiu, houve uma complicação grave com a Narcisa. O coração dela parou e ela acabou não resistindo. Infelizmente, a Narcisa morreu.

Draco está em estado de choque e não para de chorar. Sei que está perdendo algumas aulas por causa do meu filho, mas, por favor, venha para o velório da minha esposa. Precisamos de você.

Ass : Lucius Malfoy ~

Só tenho uma coisa a dizer: Eu to em choque. 


Notas Finais


Haja coração kkkkkkkkkkkkkk pqp quanta coisa aconteceu;
Lucius bem suspeito,
Briga com o Snape,
MESTRANDE EXTREMAMENTE SUSPEITA,
Poção acônito,
Morte da Narcisa. Krll, chega faltou ar


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