História Always Snape - Capítulo 24


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Dobby, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Merlin, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Tiago Potter, Tiago S. Potter
Tags Always, Draco Malfoy, Harry Potter, Imagine, Lucius Malfoy, Severo Snape, Severus Snape
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Palavras 3.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aiii gnt, queria pedir desculpa já aqui. Eu n sei fazer final de fic🤧🤧🤧🤧🤧 sorry

Boa leitura 💚🐍💚

Capítulo 24 - Cabana


Fanfic / Fanfiction Always Snape - Capítulo 24 - Cabana

       ~ Na mesma hora ~

{ POV Snape }

Onde está a [s/n] ? Ela me evitou o dia todo... Será que ela ficou com raiva por causa do Lupin? Se esse desgraçado fez ela ficar com raiva de mim... Eu juro que mato aquele lobisomem.

O tempo passa e eu não a vejo entrar no Grande Salão... Espero que ela não tenha voltado a parar de comer. Quando todos os alunos saem do Salão, eu me levanto e vou em direção a saída.

- Severus... - A voz de Dumbledore me alcança... Ele não parece feliz. - Venha comigo. - Eu aceno e o sigo. - Torta de limão - O velhote diz a senha e a porta se abre. Ele entra na sala e eu o acompanho. - Diga garoto... Por que continua com esse ódio ? Pensei que a [s/n] tivesse tirado toda a amargura do seu coração ... - Ele diz se dirigindo a mesa com alguns doces.

- Está falando do Lupin? Oras... - Eu dou um riso debochado - Apenas estou cuidado para que um lobisomem não ataque nossos alunos, Alvus - Deixo em meu rosto um sorriso debochado

- Como se : você se importasse com os alunos... - Dumbledore diz e se vira para mim - Ele poderia ter continuado aqui, essa era a minha vontade. Porém, Remus decidiu ir embora.

- Eu sei... Pelo menos, ele sabe o lugar dele. Dos quatro, ele era o mais ajustado - Digo com desprezo

- Ainda sente dor por isso não é ? - Dumbledore põe a mão sobre meu ombro

- Como não sentiria? Eles foram a principal causa do meu afastamento para com Lily, eles me humilhavam... - Eu suspiro.

- Eu sei, meu garoto... - Dumbledore também suspira - Mas eu vejo em seu coração, que Lily se tornou um amor muito saudável e eterno. Porém, não é um amor como era antes, sabe... O lugar que era de Lily agora é da [s/n] - Eu coro

- Vai me chamar sempre aqui para me envergonhar ? - Digo voltando a minha carranca natural.

- Só até você pedi a menina em namoro e assumir de uma vez por todos seu amor por ela, para todo mundo. - Eu chego a engasgar com a minha saliva - Ah vamos, Severus. Você tem minha aprovação para isso.

- Você só pode está ficando gaga, velhote - Digo irritado e corado

- Não diga como se não tivesse gostado da ideia - Ele ri e eu bufo. De repente, ouço batidas na porta da sala de Dumbledore e a abro.

- Professor Snape, que bom que está aqui... - É a monitora de sonserina. Senhorita Parkinson, Pansy Parkinson. Ela me parece bem agitada.

- Fale o que quer - Digo frio.

- O Draco... - Ela diz muito ofegante, deve ter corrido para chegar até aqui - E a... - Mais uma vez ela para e retoma o fôlego.

- Vamos garota, diga logo ! - Eu grito e ela se assusta.

- O Draco e a [s/n] Sumiram ! - Ela diz rápido e meus olhos se arregalam. Como um raio eu solto a porta, passo pela a garota e vou em direção a sala comunal de sonserina. Quando chego lá, vejo alguns alunos sentados nos sofás conversando animadamente, eles percebem minha presença e ficam assustados.

- Quero todos dessa casa nessa sala agora! - Eu falo segurando toda minha raiva. Alguns alunos correm para os dormitórios e voltam com os outro que faltavam. Eles se organizam em filas. - Eu vou ser bem claro e direto... - Digo enquanto ando entre eles - Alguém viu o senhor Malfoy ou a Senhorita [s/n] antes do jantar ? - Ninguém responde - Alguém os viu ? - Digo com um pouco mais de raiva. Vejo que o senhor Crabble levanta a mão, ando rápidamente até ele, deixando minha capa flutuar pelo ar. - Sim...? - Arqueio a sobrancelha.

- Eu não vi o Draco, mas.. - Ele engole seco, está com medo - Antes de ir para o Salão, eu fui no quarto chamar o Draco. Quando eu cheguei lá escutei o Draco brigando com alguém. Não cheguei a abrir a porta, mas tenho quase certeza que o Draco estava falando com o senhor Malfoy - O garoto parece tirar um peso das costas.

- Lucius... - Eu falo e me curvo para o garoto - E como pode ter certeza que era Lucius ?

- A voz parecia dele... E também ouvi o Draco falar : " Você não vai encostar um dedo nela, pai" - Nela? [s/n] ? Eu volto a ficar ereto e caminho para os dormitórios, sinto todos me seguirem com o olhar. Me encaminho ao quarto de [s/n], abro a porta e vejo tudo completamente arrumado... Se Lucius pegou ela, como ela não lutou ? Conheço essa garota ela não ia deixar ser levada assim... Volto para a sala e todos ainda estão em fila.

- Podem voltar ao que estavam fazendo - Digo impaciente. Todos imediatamente fazem o que mando e eu me direciono a saída. Sinto algo se mexer em meu peito, quando olho, vejo o pingente do meu colar tomar vida... e a cobra libera uma lágrima. Espero que o Lucius não toque em nenhum fio da minha [s/n], se não eu vou matar ele.

~ Em um lugar muito distante de Hogwarts ~

{ POV [s/n] }

Minha cabeça dói bastante e mal consigo abrir meus olhos.

- Você é a pessoa mais idiota que eu já vi na minha vida! Por que apenas não jogou um feitiço nela? - A voz de Lucius é completamente cheia de fúria. Eu solto um grunido baixo e Lucius para de falar. Sinto que alguém se aproxima, sinto o bafo quente de alguém perto do meu pescoço. - Parece que alguém acordou. - É o Lucius... Engulo seco. Eu permaneço de olhos fechados. - Olhe para mim, querida. - sinto ele passar a mão delicadamente em meu rosto. Continuo de olhos fechados - Olhe para mim, querida ! - Dessa vez ele fala com um tom mais firma, e segura meu queixo. Eu abro os olhos e comprimo meus lábios. - Boa garota - Consigo ver um sorriso de canto em seu rosto.

- O que você quer comigo ? - Eu digo sentindo meu corpo fraco.

- Ei ei ei - Ele segura meu braço quando eu tento movimenta-lo - Não faça esforço, se não vai acabar desmaiando de novo. - Ele olha para mim e coloca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha - Sabe, eu não sou idiota. Te dei uma poçãozinha pra te deixar... - ele suspira e olha para mim - fraquinha, entende? Para previnir que não vai ter forças para aparatar. - Eu cerro os dentes - Não fique brava comigo. Sabe, eu não precisaria fazer isso se você tivesse colaborado. Mas não, você preferiu me rejeitar. - Ele fica novamente ereto e começa a andar para perto de uma mesa - Eu tive que fazer tantas coisas para ficar com você, meu amor. - Ele se apoia na mesa - Tive que tentar juntar você com o Draco; tive que matar a Narcisa... - Quando ele diz isso meus olhos se arregalam.

- Você é um monstro ! - Eu grito - Ela amava você! Você amava ela! - Eu digo me rebatendo na cadeira. Ele se aproxima de mim e me segura com firmeza.

- Amava é? - Ele dá um riso de deboche - Você realmente é bem romântica... - Outro riso - Sabe uma coisa que amo mais do que qualquer coisa? Pureza sanguínea. - Ele arqueia a sobrancelha - E sabe... Quando eu descobri que você era descentende de Salazar Slytherin, eu enloqueci. - Novamente eu fico supresa. Eu? Descendente de um dos fundadores de Hogwarts? Do fundador de Sonserina? Como? Eu sou totalmente diferente de Salazar! - Supresa? Eu também fiquei... Sabe... Você é tão doce e justa. Como alguém assim pode ser descendete de Salazar ? - Ele suspira - Mas aí... eu passei a perceber que foi sua criação. Foi criada para ser alguém diferente... Mesmo assim, o sangue Slytherin corre em suas veias, garota. Um lindo e puro sangue Slytherin.

- Isso é mentira ! - Eu grito no ouvido dele - Como eu posso ser um Slytherin ? Eu não sou ofidioglota ! - Ele me olha e sorri.

- Ah não? - Eu aceno negativamente - nunca viu alguma cobra antes ? Nunca falou com alguma ?

- Você não conta! Você é um animago ! Você se disfarçou como o bichinho da Mestrande ! - Ele me solta e sorri.

- Outra coisa que eu tive que fazer por você. Passei meses preparando minha poção de transfiguração. - Ele se segura o meu queixo - Aliás, Você dança muito bem... e o Severus também. Não sabia que o jovem Severus dançava.

- Como sabe que era o Severus ? - Digo com a respiração oscilante

- Eu estudei com o Severus, pode te sido há um bom tempo mas... Ainda lembro como ele era. Se bem que ele não mudou muito. - Ele diz e direciona um olhar raivoso para mim - Tirando o fato que o amor dele agora é para você e não para Lílian. - Engulo seco

- Eu não sei de nada disso - De repente, Severus aparece da escuridão.

- Severus ! - Meu coração se acelera - Severus me tira daqui, por favor - Eu imploro e meu olhos se enchem de lágrimas. Escuto Severus rir.

- Severus ? Você não entendeu, não é? - Ele rir de novo - Eu não sou o Severus - De repente, Severus se torna a Mestrande - Eu sou a Isabella Mestrande, queridinha - Mestrande se aproxima de mim. Vaca! - Deveria ver sua cara de decepção - Ela ri.

- Vagabunda ! - Eu digo com lágrimas nos olhos.

- Me chamou do quê ? - Vejo ela levanta a mão. Eu viro o rosto esperando pelo tapa, mas ele não vem. Quando olho de novo, vejo Lucius segurando o pulso da Mestrande e ela fazer uma cara de dor. - Me solta, Lucius !

- Você não vai encostar sua pata nela, sua vagabunda ! - Mestrande vai abaixando até cair no chão. Lucius solta o pulso dela e escuto ela grunir de dor. Mestrande se levanta passando a mão no pulso. Lucius se vira e vai novamente para perto da mesa. Eu olho para Mestrande e cuspo nela. Mestrande arqueia a sobrancelha, vem para perto de mim e me dá um soco na barriga.

- Ai - Eu faço questão de gritar de dor. Vejo Lucius de relance com uma grande cara de ódio.

- Lucius, calma! A garota me provocou - Mestrande diz assustada

- Provocou é ? - Vejo Lucius apontando a varinha para Mestrande.

- Sim! E você não pode me machucar. Precisa de mim - Mestrande assume uma postura superior.

- Preciso ? - Lucius diz debochado.

- Lógico que precisa. Não pode fazer nada sem a minha ajuda. - Ela rebate

- Se eu preciso tanto de você, por que vou fazer isso ? - Lucius lança um sorriso

- Fazer o - Mestrande é interrompida por um grito

- Avada Kedrava - Depois disso vejo o corpo de Mestrande caído no chão.

~ Em Hogwarts ~

{ POV Snape }

- Algodão doce - Digo a senha da sala de Dumbledore e a porta se abre. Quando entro no recinto vejo : Dumbledore, Minerva, Potter, Granger, Weasly e Filch.

- Eu não a vi, Alvus. Ela não estava nos corredores - Filch diz segurando a madame nora, sua gata.

- Mas Argus, ela não pode ter andando por aí sem ter sido vista - Minerva fala preocupada.

- Foi ele ! - Potter diz e aponta para mim, no mesmo instante paro e olho com raiva para o garoto.

- Sim, Dumbledore. Foi o Snape - Granger também me acusa.

- Por que dizem isso, crianças ? - Dumbledore fala confuso.

- Aqui Dumbledore - Potter se aproxima de Dumbledore e lhe entrega um envelope. Dumbledore lê e olha para mim.

- O que foi, Alvus ? - Eu arqueio a sobrancelha.

- Tome, Severus - Dumbledore estende a carta para mim e me aproximo. Pego a carta e começo a ler.

~ Oie Harry, sou eu [s/n] O(≧∇≦)O

Sabe, eu to escrevendo isso como garantia de uma coisa. Hoje, depois que a gente se despediu do Lupin, eu encontrei o Severus e ele estava estranho. Ele não parecia ele... Tava me chamando de gatinha e a toso custo queria ficar muito perto de mim. Ele pediu para encontra-lo na tenda perto da área de voo.

Harry, caso aconteça alguma coisa comigo... Entrega essa carta para Dumbledore.

XOXO [s/n] ~

Eu olho incrédulo para o pedaço de papel.

- Pra onde você levou ela, Snape ? - Potter grita para mim e eu entrego a carta para Dumbledore. - Vamos responda! Seu covarde ! - O garoto vem até mim e grita. Eu olho para ele com raiva e o seguro pelo colarinho, o levantando.

- ESCUTA UMA COISA, POTTER. VOCÊ ACHA QUE SE FOSSE EU DE VERDADE, [s/n] IRIA ME ACHAR ESTRANHO? IRIA FALAR QUE "NÃO PARECE O SEVERUS"? - vejo que o menino está com muito medo - EU NUNCA IRIA MACHUCÁ-LA SEU IDIOTA.

- solte ele, Severus. - Dumbledore põe a mão em meu ombro - Todos estão com os nervos a flor da pele. - Solto o potter.

- Foi Mestrande... - Eu digo olhando para o chão - Ela fez um polissuco e se passou por mim... - Eu ponho as mãos na cabeça. - E enquanto Mestrande levava [s/n], Lucius levava o Draco.

- Lucius Malfoy ? - Minerva diz com o cenho franzido. - Como pode? Como Lucius entrou aqui ? - Minerva fala se aproximando.

- Eu não faço ideia... - Eu suspiro.

- Severus... Me disse que Lucius e Mestrande trabalhavam juntos, não é? - Dumbledore diz calmamente.

- Sim, Alvus. Vi os dois discutindo no baile... Ele parecia ser cúmplice dela... - Eu tentando segurar o choro.

- E Mestrande não se separava daquela cobra, não é ? - Dumbledore fala e eu desvio rapidamente para ele. - E não te parece estranho que ela tenha arrumado um animal do nada? - Como eu não pensei nisso antes?

- Tem razão... Uma vez eu vi um pensamento vindo daquele cobra... - Digo inconformado

- Pera pera pera - Granger diz balançando a cabeça - Quer dizer que a cobra da Mestrande era o Lucius Malfoy ?

- Sim, senhorita - Minerva diz suspirando.

- Ta, mas... Por que Lucius quer tanto a [s/n] ? - Potter fala confuso.

- Antes não faziamos a mínima ideia de quem seria o chefe disso tudo... Mas, agora sabendo que é Lucius, tudo muda. - Dumbledore fala se aproximando do menino.

- Lucius é completamente obcecado por pureza sanguínea. E... A [s/n] é descendente de Slytherin. - Vejo o trio de ouro ficarem com os olhos arregalados.

- Pera... Que? - O Weasly fala perdido

- Ela sabe disso? Que é uma Slytherin... Ela sabe que pode abrir a câmera secreta? - Granger fala

- Ela não sabe que é descentende de Salazar. - Eu digo suspirando. Todos parecem bem angustiados com a situação.

- Vamos salva-la ! - Potter diz olhando para todos

- Como, Harry ? - Granger diz olhando para o garoto - Não sabemos onde ela está. Sabemos? - Ela olha para mim.

- Não... Nem ela, nem Draco, Nem Lucius, muito menos a Mestrande - Digo irritado.

- Então, o que vamos fazer, Alvus ? - Minerva indaga Dumbledore

- Eu não sei, minha cara amiga. Eu não sei - Dumbledore fala triste e eu seguro o choro.

~ Em um lugar muito longe de Hogwarts ~

{ POV [s/n] }

- Você matou ela, Lucius - Eu grito. Ele se aproxima de mim e lança um sorriso.

- Sério ? - Ele ri debochado - Essa verme merecia. Já não aguentava mais suportar ela. - Ele suspira e vem em minha direção - Ela não te machucou, não é? - Eu aceno negativamente. - Ótimo...

- Lucius... - Ele olha para mim. - Pra onde você me trouxe ?

- Pra que quer saber ? - Ele arqueia a sobrancelha.

- Só quero saber onde eu estou - Faço bico

- Bom... Não vai poder sair daqui mesmo - Ele dá de ombros - Estamos bem longe de Hogwarts. Em uma cabana que parece completamente acabada por fora, mas por dentro é um completo luxo. - Lucius suspira debochado- Nos padrões certos para alguém como nós dois. - Ele dá uma pausa - Essa cabana é rodeada por uma floresta densa. Sabe... Eu também tomei o cuidado de impedir qualquer intervenção... Então, ninguém vai entrar na cabana sem a minha permissão. Sem chances do seu mestiço - Ele diz a palavra com desprezo - Entrar nessa cabana aparatando. Na verdade - Ele ri - Sem chances dele encontrar essa cabana - Eu o olho com fúria.

- Você não sabe de nada

- Sei que você e o Draco vão ficar sobre meu controle - Eu arregalo os olhos.

- Draco ? O Draco tá aqui ? - Eu digo e Lucius retira um globo de neve do bolso. Eu me concentro no globo e vejo o Draco batendo no vidro - Você é monstro, Lucius. Completamente maluco - Eu olho para ele - Ele é seu filho.

- Por isso mesmo... Trouxe ele comigo. Mas, ele foi relutante, por isso coloquei ele aqui. - Lucius diz fitando o objeto - Desculpe por te separar dela, Draco.

- Separar? - Eu digo confusa.

- Sim... Eu não tava gostando muito do seu relacionamento com Draco, então mandei Mestrande separar vocês - Lucius hesita - Polissuco, novamente.

- Agora eu entendi o porque do Draco fica sorrindo enquanto eu brigava com ele - Eu olho para o Draco - Tira ele daí , Lucius - Digo ofegante

- Depois, meu amor - Lucius coloca o globo dentro de uma estante com vidro e a fecha - Agora... Eu não quero ouvir o irritante do meu filho. - Lucius se aproxima de mim - Quero fazer outra coisa - Ele passa a língua nos lábios. Lucius aproxima sua boca da minha e eu viro meu rosto, ele me segue mas eu viro o rosto novamente. - Para quieta! - Ele diz firme e segura meu rosto. Então, ele começa a me beijar... Eu não retribuo. - É melhor você ser uma menina boazinha, sabe... Eu não quero ter que machucar você - Eu engulo seco e me rendo - Isso aí, minha garotinha - Eu me sinto suja, o beijo dele é completamente desagradável. Me dá vontade de vomitar. Ele para de me beijar e me olha - Está com fome, não ? Vou pegar uma coisa pra você comer. - Ele pisca para mim e se levanta. - Já venho, meu amor. Se comporte - Lucius saí e do quarto e o tranca. Lágrimas vêm ao meu rosto e eu começo a me desesperar. Começo a me debater na cadeira e acabo caindo. Quando eu caio a cadeira se quebra e eu me vejo livre das cordas.

- Draco, Draco - Eu vou até a estante - Draco, eu não consigo te tirar daqui - Eu vejo o menino apontar para trás de mim. Quando eu olho, vejo uma janela. - Draco... - Eu escuto passos se aproximarem da porta e corro para a janela. Eu abro a janela

- VOLTO AQUI GAROTA - olho para trás e vejo Lucius vindo em minha direção. Não penso duas vezes e pulo da janela. - [s/n] !! - Eu me levanto mancando e ando em direção a floresta. - Incarcerous ! - Lucius lança o feitiço, mas ele erra. Eu apresso meu passo e acabo sumindo de sua visão.


Notas Finais


Ficou uma merda? Sim, mas eh isto


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