História Always Snape - Capítulo 25


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Dobby, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Merlin, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Tiago Potter, Tiago S. Potter
Tags Always, Draco Malfoy, Harry Potter, Imagine, Lucius Malfoy, Severo Snape, Severus Snape
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Palavras 2.679
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Gritos de socorro


              ~ Floresta ~

{ POV [s/n] }

Eu continuo correndo desesperadamente pela floresta, corro pela minha vida. Meu coração está a ponto de infartar... e meus olhos estão cheios de lágrimas. Me sinto muito fraca... a poção do Lucius... Desgraçado. Eu acabo caindo perto de uma árvore, exausta. Coloco a mão no peito sentindo meu tórax subir e descer muito rápido.

- Severus..

- Eu falo bem baixinho e seguro meu colar. Abaixo meu olhar até o colar e vejo que a cobra está soltando algumas lágrimas... De repente escuto um rosnado e me levanto rapidamente - Quem está aí ? - Digo olhando em volta. De trás da árvore surge um gigantesco cachorro preto, ele está soltando baba e em posição de ataque. - Por favor, por favor não me machuque - Eu digo me encolhendo no chão. Paro de escutar o rosnado do bicho, mas continuo tremendo.

- Eu não vou machucá-la - Alguém diz e coloca a mão em meu ombro - Por que está tão assustada ? - Eu tento olhar para a pessoa pela fresta entre meus braços... Sirius Black ?

- Si-si-sirius b-bla-black - Eu digo ainda assustada

- Não precisa ficar com medo - Ele diz tentando me acalmar. Eu respiro fundo - Qual seu nome ? - Black diz docemente

- [s/n] - Digo ainda ofegante

- [s/n] ? - Ele franze o cenho - O que está fazendo aqui ? Harry me disse que você estudava com ele - Sirius arqueia a sobrancelha

- Harry falou de mim ? - Digo olhando para ele

- Sim, ele disse que você era amiga dele ... Mas ainda não respondeu minha pergunta - Ele diz firme - O que está fazendo aqui ?

- Onde é aqui especificamente ? - Digo me sentando no chão cheio de neve. Sinto muito frio e começo a esfregar minhas mãos nos meus braços.

- Estamos na Rússia - Ele fala se aproximando e me entrango seu casaco.

- Rússia?? - Digo espantada - Como pode estar nevando ? Não estamos no inverno

- Eu também me perguntei isso quando passava perto dessa floresta, e resolvi entrar - Ele se senta ao meu lado

- Ele realmente encantou a floresta - Eu suspiro

- Ele ? - Sirius diz arqueando a sobrancelha. Meu coração se acelera e eu volta a ficar com medo.

- Lucius Malfoy - Digo com os olhos arregalados.

- O que ? - Sirius elava o tom de voz - Lucius ? O que o Lucius tem a ver com isso ?

- Ele me sequestrou- Volto a ficar ofegante - Ele me deu uma poção que me fez ficar muito fraca - Sirius me fita e a balança a cabeça.

- Vem, vamos, eu vou te levar embora. - Sirius se levanta e estende a mão.

- Ela não vai a lugar nenhum, Black - A voz de Lucius faz meu coração se encher de desespero. Sirius se vira rapidamente e eu consigo ver Lucius apontando sua varinha para ele.

- E é você que vai me impedir, Malfoy ? - Sirius dá um riso debochado - Vem garota. - Quando Sirius vem na minha direção, Lucius lança um feitiço que acerta a neve ao lado de Sirius. O Moreno se vira novamente para o Loiro.

- O próximo vai ser em você, Black - Lucius fala o nome do moreno com desprezo. O Loiro olha para mim e dá um sorriso de canto - Acho melhor você vir comigo, [s/n]. Estou começando a ficar extremamente irritado... nós dois sabemos que eu vou pegar você de novo e sabe... - Ele dá um riso debochado - quanto mais tempo você faz eu perder, maior será sua dor depois, querida - Meu corpo estremece.

- Não vai tocar nela - Lucius olha rapidamente para Sirius.

- Cruciatos ! - Sirius caí no chão se contorcendo. - Está doendo essa tortura, Black ? - Eu corro para perto do Lucius e tiro a varinha dele da direção do Sirius.

- PARA COM ISSO, LUCIUS ! - Lucius me segura firme e eu me debato.

- Ótima menina - Ele diz me segurando com força.

- Lucius... - Sirius se levanta ainda com dores por causa do feitiço.

- SIRIUS, VÁ EMBORA. POR FAVOR ! - Digo ainda me debatendo - AVISE A SEVERUS, POR FAVOR ! PEÇA AJUDA A ELE

- A Severus ? - Sirius parece contrariado

- SIRIUS ! - Eu dou um grito de dor

- Ele não vai pedir ajuda alguma, meu amor. Black não vai sair daqui vivo. - Lucius levanta a varinha para Sirius de novo. - Avada Kedrava !

- NÃOOO! - Digo apoiando meu rosto no peito de Lucius e chorando. De repente, sinto uma sombra muito grande em cima de mim. Lucius nós vira rapidamente e vejo o mesmo cachorro gigantesco corre para longe de nós.

- Desgraçado - Lucius diz com raiva. Sinto um breve alívio em meu coração.

- Sirius... - Eu suspiro.

- A senhorita acha que vai sair impune disso ? - Lucius diz me virando para ele e me olhando com fúria. - Eu vou ensinar você a fazer o que eu mando - Ele começa a me puxar com força

- ME SOLTA ! - Eu tento me soltar dele

- Calada! - Lucius diz me arrastando. Eu seguro meu colar com força.

- SEVERUS ! - Eu dou um imenso grito de desespero.

~ Em Hogwarts ~

{ POV Snape }

- Já sei! - Todos olham para o Potter - E se aparatarmos para onde ela está ? - Eu suspiro e coloco a mão na testa.

- Potter... Você poderia ser menos insolente ? - Digo passando as mãos nos olhos - Não sei se percebeu, mas - solto um riso fraco de deboche - não sabemos onde ela está - Reviro meus olhos

- Severus, não seja tão rude. Harry também está preocupado com a [s/n] - Minerva fala em tom de repreensão.

- Imagino o porquê - Novamente reviro os olhos.

- Porque ela é minha amiga ! - Potter dispara em minha direção.

- Aham, claro. Vejo o quanto ela é sua - Eu sou interrompido pelo forte brilho que começa a sair do colar. Retiro o colar debaixo das minhas vestes e todos encaram com curiosidade o objeto. Eu seguro o pingente com muita força e uma visão vem a minha mente.

~visão

_-SEVERUS ME AJUDA - É A [s/n] !!! Eu vejo ela sendo arrastada pelo o Lucius a força. - SEVERUS! POR FAVOR - Ela grita com um imenso desespero. Sinto lágrimas escorrem dos meus olhos._

_- ELE NÃO VAI VIR - Lucius grita fazendo esforço para controla a menina._

_- SEVERUS PELO AMOR DE DEUS - A [s/n] continua gritando com toda a força que consegue. Lucius dá um tapa na garota._

_- CANSEI DE VOCÊ CHAMANDO POR ELE - Lucius amarra as mãos da garota e começa a puxa-la com mais facilidade. - Agora você vai se arrepender de tentar fugir - Ele dá um sorrisinho em direção a [s/n]_

~fora da visão

Eu largo o pingente e meu coração está totalmente acelerado. Estou chorando desesperadamente.

- Severus, meu garoto, se controle, por favor - Dumbledore vem na minha direção e me segura em seus braços.

- ELE ESTÁ MACHUCANDO ELA ! EU VOU MATAR AQUELE DESGRAÇADO! - Eu grito entre as lágrimas que caem.

- Severus, mantenha a calma - Dumbledore tenta me acalmar.

- CALMA ? - eu me separo dele - COMO VOCÊ QUER QUE EU TENHA CALMA ? A MULHER DA MINHA VIDA ESTÁ SOFRENDO E EU NÃO POSSO AJUDÁ-LA - eu ponho as mãos na cabeça - Na verdade eu posso...

- Severus, você não vai sozinho ! - Dumbledore me repreende. Eu olho com tristeza para ele. De repente, entra na sala... Sirius Black! Como ele pode vir aqui ?

- SIRIUS ! - Potter corre para abraçar o padrinho - O que está fazendo aqui ?

- Pois é, Black... Aqui não é Azkaban - Digo sinicamente.

- Nossa, Ranhoso... nunca vi você tão mal, e olha que eu já te vi de cueca. - Ele faz cara de nojo - Não que eu me lembre disso com felicidade.

- Olha aqui deu desgraçado - Eu vou para cima dele.

- Sirius, creio que não seja a hora para brincadeiras - Dumbledore diz e eu arqueio a sobrancelha.

- E eu creio que Black não seja capaz de se controlar, Alvus. - Eu disparo

- Okay... se não quer escutar o recado que a [s/n] mandou para você, por mim tudo bem - Sirius diz cínico se virando para a porta, no mesmo instante eu arregalo os olhos e seguro o ombro do Black.

- [s/n]!? Você sabe onde ela está? - Eu digo exaltado

- Sim... e eu não tenho notícias boas - Sirius suspira

- Lucius está com ela ? - Potter diz se aproximando de Black

- Sim... Como sabe ? - Sirius arqueia a sobrancelha

- Lucius esteve aqui e levou o filho e a [s/n] - Digo seco

- Mas por que ? - Sirius dá uma pausa - Alguma coisa para você-sabe-quem? - Ele lança um olhar desafiador para mim

- Na verdade é uma maluquice do Malfoy - Granger começa a falar - [s/n] é descendente de Salazar Slytherin - Sirius arregala os olhos.

- Ela me pareceu tão legal para alguém de - Sirius me olha de cima a baixo - Sonserina - e fala o nome da minha casa com desprezo. - Bom, mesmo assim ela está correndo um imenso perigo. - Meu coração volta a ficar pesado.

- Onde ela está, Sirius ? - Dumbledore pergunta calmamente

- Na Rússia - Todos se espantam. Eu seguro firme o pingente novamente.

~visão

_Lucius joga a [s/n] em cima da cama e ela dá um grito de dor_

_- Eu tentei ser bonzinho com você, meu amor. Você que não colaborou - Ele fala em meio ao choro de desespero da garota._

_- SAI DE PERTO DE MIM! - [s/n] continua gritando - SEVERUS! - Lucius olha para ela com fúria._

_- JÁ DISSE PARA NÃO FALAR O NOME DELE - Ele dá um tapa no rosto da minha garotinha. - Sabe de uma coisa? Eu não vou te dar uma chance... Eu vou ser totalmente maldoso com você, [s/n] - Lucius diz o nome da garota calmamente e ela engole o choro._

_- POR FAVOR ME DEIXA EM PAZ - Ela debete os pés._

_- Ah meu amor - Lucius sorri maliciosamente - Eu vou te levar no céu para você ter paz... - Ele começa a tirar a blusa dela e a [s/n] torna a gritar desesperada._

_- SEVERUUUUS SOCORROOOO ! -_

~fora da  -

- PARE COM ISSO, SEVERUS ! - Minerva segura minha mão impendindo que eu continue a ver aquela cena.

- EU NÃO POSSO DEIXA ELA SOZINHA, ELA ESTÁ CORRENDO UM SÉRIO PERIGO AGORA, ALVUS ! - eu digo completomente descontrolado.

- Severus... Nós vamos criar um plano. - Dumbledore diz para anenizar a situação.

- Sim, nós vamos ajudar -Potter dá um sorriso

- Potter, já temos alunos demais em perigo. Agradeço a oferta de ajuda, mas... Não vamos envolver os três - Minerva fita os três irritantes - nisso - Eu continuo chorando

   - Tenha calma, Severus, Lucius não vai mach - Alvus é interrompido

- SEVERUS ME AJUDA POR FAVOR - O grito da [s/n] sai do colar e todos ficam abismados. Eu olho para Dumbledore e ele balança a cabeça negativamente. Seguro firme o colar e aparato para onde a [s/n] está.

~ Cabana ~

{ POV [s/n] }

Eu aparato para dentro do lugar onde [s/n] está. A vejo na cama com as mãos amarradas, e com Lucius por cima dela.

- CRUCIATOS! - Eu lanço o feitiço com todo o meu ódio sobre o desgraçado. Lucius cai da cama se debatendo. Eu corro e pega a [s/n] em meus braços.

- severus... severus - [s/n] fala com uma voz bem fraquinha e então desmaia.

- Meu amor... - Falo olhando com tristeza para o corpo desfalecido em meus braços. Eu olho para frente e vejo Lucius se levantando desorientado.

- Como você entrou aqui ? - Ele fala ainda tendo algumas convulsões no corpo.

- Do mesmo jeito que eu vou sair - Ao dizer isso, eu aparato de volta para Hogwarts. Eu só consigo aguentar o peso ds [s/n] até perto da cabana do guarda-caças. - [s/n]... - Eu aperto a garota com força. - Me desculpe... Me desculpe - Algumas lágrimas escorrem dos meus olhos.

- Severus... - Sinto que ela retribui o meu abraço com a mesma intensidade. [s/n] começa a chorar.

- Está tudo bem, meu docinho. - Eu passo a mão no cabelo da garota. Olho para baixo e vejo que ela está só com a rouoa de baixo. - [s/s/s/n] - Eu gaguejo e nos separo. Tiro minha capa e coloco na mão dela, depois desabotou os botões do meu sobretudo. Retiro meu sobretudo e pego minha capa de volta - Tome - Entrego meu sobretudo para a garota.

- Não imaginava que usava um camisa branca por debaixo de todo esse preto - Ela diz ainda chorosa.

- Creio que já tenha me visto sem cada parte do meu vestuário - Tento suaviza o clima do ambiente

- Estava meio escuro - Ela dá um risada fraca e eu apenas sorrio. [s/n] veste o sobretudo e eu coloco minha capa em seus ombros.

- Parece um véu - Ela sorri

- Não tire sarro da minha capa, mocinha - Finjo estar bravo - Venha, vamos entrar - Eu pego na mão dela e nós caminhamos em direção ao castelo.

- Severus... Você está calmo? - Ela diz olhando para o chão enquanto caminha

- Calmo ? não... - Eu digo suspirando - mas, estou feliz que esteja a salvo agora. - Ela olha para mim e sorri - Desculpa ter demorado. - Eu suspiro triste.

- Está tudo bem, pelo menos foi... - Ela diz e eu a puxo pela cintura - ai - ela geme de dor.

- O que ? - Eu paro de andar e fico na frente dela.

- O Lucius ele... - [s/n] passa a mão na cintura, eu me aproximo e agacho na altura dela. Eu afasto um pouco o sobretudo e vejo alguns cortes paralelos na cintura dela.

- Eu não acredito que ele fez isso - Digo entre os dentes.

- Tecnicamente, ele não fez de propósito. Eu estou com alguns arranhões no braço porque eu e Lucius estavamos em uma guerra. Ele puxava meu braço e eu tentava me soltar. Já na minha cintura, foi quando ele me jogou na cama... - Ela toma uma expressão triste - a ponta da bengala dele me cortou - Lembro que a bengala de Lucius tem uma cobra com os dentes a mostra, curiosamente a sua varinha está na sua bengala e a cobra é a ponta da varinha.

- Vamos, vamos entrar no castelo e eu lhe darei uma poção de cura - Eu me aproximo ainda mais dela e passo minha mão em sua bochecha. De repente, o pingente do meu colar começa a tomar vida e a se mover incessantemente por meu peito. Uma ideia maluca surge em minha cabeça e eu coloco a cobra do meu pingente sobre o ferimento na cintura da [s/n]. A cobra começa a brilhar e o ferimento começa a fechar. Eu e [s/n] ficamos de olhos arregalados.

- Quantos truques esses colares podem fazer ? - Ela diz sorrindo.

- Eu não sei... Mas contanto que esses truques te deixem segura, vai estar tudo bem para mim - Digo com um sorriso de canto. Me levanto e dou uma bagunçada na cabeça da garota.

- Severus ! - Ela fala fingindo estar brava e com os braços cruzados.

- Vem - Digo rindo - Vamos, docinho. Eu pego em sua mão e nós nos direcionamos ao meu quarto. Enquanto estamos andando pelo corredor a [s/n] começa a sentir seu corpo meio pesado.

- Eu não to bem, sev - Ela diz um pouco abóbada.

- Ele te deu alguma coisa ? - Digo segurando a garota contra mim

- Me deu uma poção para me deixar fra... - Ela diz a quase parando e por fim desmaia em meus braços. Eu a pego no colo e a levo para meu quarto... Por hoje ela irá descansar, depois veremos o que vamos fazer.


Notas Finais


Ai scrr


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