História Always You - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Cara Delevingne, One Direction, Zayn Malik
Personagens Cara Delevingne, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Larry Stylinson
Visualizações 20
Palavras 4.664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei pra vocês meus amores ❤
Demorei mas consegui escrever algo que prestes sz

Boa leitura!
Larry is Real 💙💚

Capítulo 8 - Chapter VII


Fanfic / Fanfiction Always You - Capítulo 8 - Chapter VII

— Não. Lou... — Eu segurei a sua mão o trazendo para mais perto.

A porta foi fechada e me senti em uma encruzilhada devido ao Louis dizer aquelas palavras. Jamais teria vergonha dele, queria que ele entendesse isso do jeito certo mas ter que assustá-lo.

— Amor, eu não tenho vergonha de você tudo o que eu mais quero é te mostrar para muitas pessoas invejarem o namorou lindo que eu tenho agora. O fato de eu dizer ao Niall sobre sua ida para Holmes Chapel é meu pai. Ele é o problema. — passei meus dedos no seu queixo quando ele permaneceu com o olhar exprimido, um pouco cheios e demonstrando curiosidade. Eu suspirei porque uma hora ou outra ia ter que explicar sobre mim para ele. — Vem, vamos nos sentar que eu vou te contar toda a historia.

Um tanto retraído, Louis concordou comigo. Fomos para o meu quarto, achei melhor assim porque a qualquer momento Niall podia abrir a porta ou não, de fato eu tinha que prevenir que ninguém fosse nos atrapalhar. Embora minha cabeça esteja latejando desde o pulo involuntário que dei.

Em silêncio, segurei seus dedos e fiz carinho quando sentamos na cama. Louis se mostrou calmo diante aquilo.

— Tenho problema como meu pai, por isso estou em Nova York. — comecei a admitir. — Fugi de uma vida que não queria para mim, pois Des desejava que eu continuasse no seu cargo na empresa, quando na verdade a fotografia é o que amo. O único jeito de realizar isso foi fugindo. E agora minha mãe quer que eu volte para uma visita, quer que eu te leve. — engoli em seco. — Não é de você que tenho vergonha, tenho receio do modo como meu pai vai agir.

Louis permaneceu em silêncio, olhando para o lado e voltando a permanecer com os olhos sobre mim. Senti um leve arrepio no meu corpo se estender com medo do que ele iria dizer.

Sim eu sou uma pessoa que sente medo também. Ainda mais quando se trata do Yealing, ele tem se tornado tudo na minha vida em tão pouco tempo. Não quero que ele se afaste por estupidez minha.

— Você acha que ele não vai gostar de mim? — sua voz ressoou baixa.

Apenas sorri negando com a cabeça.

— Acho que ele deve gostar de você, o modo como ele agirá comigo é o que temo.

Louis ergueu suas mãozinhas quentes no meus rosto e beijou meu queixo se aproximando ainda mais de mim.

— Você não tem que temer isso, é um adulto que sabe tomar suas próprias decisões, Hazza, uma coisa você sabe e estar correndo atrás. Seu sonho — ele deslizou-as para meu peito — não é errado tentar correr atrás do que ama. E você faz um trabalho maravilhoso, Zayn não te contratou atoa, acredite em mim.

— Eu acredito.

Louis abriu o sorriso e voltou a me fazer um carinho.

— Aprendi que devemos bater de frente com nossos verdadeiros problemas, quanto mais fugimos menos conseguimos seguir em frente. E o que posso te dizer que é melhor lidar com seu pai agora do que esperar uma vida toda para isso, por mais que ele não aceite você terá feito sua parte.

Suas palavras surtiram efeito em mim, tudo o que eu quis foi proteger esse ser que conquistei. Pretendo mantê-lo comigo.

— Você é maravilhoso, sabia? — o puxei para cima mim, caindo para trás e Louis soltou um gritinho após rir.

— Harreh! — ele apoiou suas mãos no meu peito.

Estamos nos encarando agora, a ponto de eu estar sentindo sua respiração passando pelo meu rosto, o ar quente e com cheiro de chocolate. E eu estava paralisado erguendo minha mão, passei a palma nas suas bochechas e distribuir selinhos no seu queixo.

— Obrigado, por tudo. — sussurrei.

— Você não tem que agradecer, são apenas palavras de um mero ser como eu.

Sorri.

— Você é Louis Tomlinson, a pessoa mais importante que eu poderia ter o.prazer de me apaixonar a cada dia.

Ele riu.

— E você é Harry Styles, o homem maravilhoso cujo eu estou aprendendo a conhecer o amor novamente. Dessa vez — ele juntou nossas bocas — é algo real.

— Desse jeito eu acabo me convencendo, sabe? — levantei a sobrancelha. — Vou acabar me achando melhor que a Eleanor.

— Você pode fazer isso. — garantiu. — Porque você me faz me sentir real tendo o relacionamento assim também.

— Não quero te decepcionar, babe.

— Você não vai porque sabe como fazer as coisas darem certo.

Mexendo as pernas involuntariamente, Louis acaba atraindo a minha parte sensível da virilha. Não quero me considerar um maníaco tarado por conta disso.

— Vamos fazer o quê agora? — perguntei fazendo um carinho nas suas costas.

— Me diz você... — ele encarou meus lábios.

Sorri após envolver minha mão livre na sua nuca e juntar nossos lábios naquele beijo intenso que somente nós dois sabemos desfrutar. Nossos lábios moviam calmamente como nossa língua. O gosto de chocolate misturou-se como o doce dos seus lábios, foi uma combinação maravilhosa. Louis colocou as mãos por dentro da minha blusa, massageando minha cintura, isso me deixou mais calmo. Gosto dos seus toques e do valor que eles acabam caindo sobre mim.

— Quer assistir um filme? — perguntei.

— É desenho, tem certeza de que topa? — ele franziu o cenho fazendo biquinho.

Apenas dei uma risada.

— Tenho certeza, Yealing.

Louis negou com a cabeça e depois me beijou outra vez. Gosto quando parte dele toma essa atitude na nossa relação. Me surpreende além de ser novo pra mim também.

Fomos para a cozinha, onde Louis disse que poderia fazer um novo prato típico dos brasileiros. Isso envolvia simples ingredientes como leite condensado, achocolatado em pó, manteiga e um pouco de leite.

— E o que vai fazer? — cruzei os braços, o vendo perambular pelo cômodo.

— Brigadeiro. — sorriu após ligar o fogo.

O sotaque que ele usou para falar a palavra em português me deixou admirado.

— E o que seria esse Briga...

— Brigadeiro. — ele repetiu. — É como chocolate mas de outra forma, mais deliciosa de provar. Quando eu fui no Brasil com Liam e Zayn pela primeira vez, foi incrível, uma das fãs de Liam entregou esse doce pra gente, acabamos viciados e além disso, pedimos para ela ir aonde estávamos pra nos ensinar como se fazia. Digamos que pra uma pessoa que não sabe cozinhar — apontou para si mesmo — eu aprendi bem rápido. Só espero que fique bom.

Puxei os lábios indo para mais perto dele onde depositei um beijo na bochecha.

— Pode me ensinar? — perguntei com as mãos pousadas na sua cintura, vi como aquele ato mexeu com Louis e gostei.

— Claro, grandão.

Fomos nos espalhando pelo cômodo, resolvi ligar o som por enquanto e ajudei Louis quando ele pediu os ingredientes. A música que tocava de fundo era Last Nite dos The Strokes. Às vezes me pegava beijando a nuca de Louis para poder distraí-lo quando média o chocolate na panela. Ele ria ameaçando jogar a panela na minha cara caso eu o fizesse queimar o “Brigadeiro”. Achei fofo embora ele falasse muito sério.

Eu não tinha culpa que ele era pequeno e fazia tudo ser fofo. Só não disse isso ao Louis porque ele ficaria zangado com meu comentário. E ninguém queria — eu — queria deixá-lo estressado.

Aquele doce estava com um cheiro de dar água na boca, Louis também porque todo o instante queria poder provar um pouco mais dele. Não queria ser safado a esse ponto mas estaria mentindo para mim mesmo se negasse ou afirmasse que sou um anjo todas às vezes.

Desligando a panela, ele colocou no prato e disse que era para mim colocar na geladeira pois teria que esfriar. Contudo ficou as sobras na panela e estava tentado a provar pelo menos um pouco. Peguei a colher e raspei o chocolate, assoprando quando Louis fez o mesmo.

— Pode dar dor de barriga. — ele avisou. — Tem certeza disso?

— Qualquer coisa nós dois ficamos no banheiro apoiando um ao outro enquanto liberamos.... — Louis me deu um tapa.

— Harry, eca!

Eu ri um pouco mais.

— O quê? Vai me dizer que você não faz isso?

— Eu faço seu bobo, mas sozinho. E você é um nojento! — ele fez uma careta após morder a língua. — Acabou com um clima romântico e chocolate.

Fiz um beicinho quando dei meu último assopro.

— Eu sou uma anta. — falei. — Mas uma anta que vai provar o chocolate do seu namorado.

Coloquei a colher na boca, vendo Louis parado aguardando um comentário meu. Primeiro continuei sério, quando sentia aquele gosto doce com um pouco de queimado, isso deixava o sabor ainda mais gostoso, era algo meio pastoso e fazia minha boca salivar. O chocolate grudava nos dentes então tinha que passar a língua quando terminei de comer. Definitivamente aquilo é um doce maravilhoso, se eu estivesse triste iria fazê-lo porque ele parece ser algum tipo de cura.

— Então? — Louis pigarreou.

— É peculiar... — olhei para a panela. — Porém tão viciante que estou louco para decorar aquele prato na geladeira.

Ele colocou as mãos nos lábios quando riu do meu jeito falar.

— Você é um bobo, oh céus!

— Me faz ser bobo, Yealing. — deixei a colher em cima do balcão.

Vi suas bochechas coradas e seus olhos tímidos olharem para os pés ao invés dos meus olhos. Exatamente por isso, segurei seu queixo erguendo seu olhar. Foi quando percebi que ele prendeu o ar devido ao meu ato, aquilo era encantador demais.

— Consegue me deixar sem graça e nem faz esforço para isso. Inacreditável, Edward. — deu um tapinha no meu peito.

— Encantador como seu rosto bronzeado ganha cor quando estou por perto. Fica como um degrade único.

— Queria poder dizer o mesmo de você, mas parece o Edward Cullen. — ele riu quando abri minha boca e fechei. Não acreditando naquele comentário.

— Eu aqui fazendo um comentário bonito e você me chama daquele vampiro que brilha no sol.

— Ah, eu gosto dele! Assisti todos os filmes e li o livro se quer saber. — Louis foi se defendendo naquele instante.

Ia comentar algo mas começou a tocar Bill Withers e não resisti a uma dança colada com meu namorado. Trazendo-o para perto de mim, segurei sua cintura e entrelacei nossos dedos um no outro quando fazia o passo para a direita e esquerda.

— Harry, não sei dançar. Tenho dois pés esquerdos, esqueceu?

— Não tem problema, está indo bem, Bella Swan. — rir.

Louis mordeu os lábios porque fiz referência ao filme.

— Se eu fosse descrever essa cena, seria aquela em que eles estão no baile dançando no gazebo e o Edward coloca a Bella para subir nos seus pés. Ambos dançam sonolentos a música. — eu estava achando o Louis tão fofo falando da cena do filme, comparando a nós dois com ela.

Eu lembro de Gemma louca, assistindo essa parte quando eu fazia careta porque queria assistir meus desenhos no Cartoon. E eu lembro como os dois permaneceram. Levantando o Louis do mesmo jeito da cena que ele descreveu, comecei a dançar ainda mais lento, ele segurou meus braços devido ao susto. Apertei mais sua cintura rodando nossos corpos e deitei suas costas para trás, lentamente quando entendo o que se passava, Louis virou a cabeça deixando a mostra seu belo pescoço. Tombei meu corpo para frente e molhei meus lábios quando depositei um selinho naquela região. Ele riu e me encarou.

— Certeza que não gosta do filme?

— Absoluta. Mas nossa versão é mais legal. — trouxe para a posição de antes e o beijei.

Xx.

O brigadeiro já havia esfriado o suficiente, fomos para o quarto com o prato, colheres e duas latas de refrigerante. Louis estava animado para assistir o filme do Homem-Aranha. Não era bem um desenho mas aceitei porque vi como ele ficou animado com isso. E se ele estava feliz, eu ficava também.

Ficamos coladinhos olhando para tela com o chocolate brasileiro nos lábios. Volto a repetir que é muito delicioso. Posso até afirmar que as minhas lombrigas voltaram a ativa.

Louis havia tirado seu moletom aquela noite como eu — no caso com a blusa. Suas costas estavam contra meu peito e ele ficava adorável de regata preta e short de dormir. Nosso prato de brigadeiro estava quase no fim, não deixaríamos para o Niall, é provável que meu amigo dê um piti por isso.

Em silêncio, percebi Louis concentrado na cena em que o Peter estava lutando contra o vilão. Não estava prestando muita atenção ali pois minha concentração estava voltada ao ser pequeno entre as minhas pernas. De certa forma estava acompanhando sua respiração subindo e descendo calmamente.

Passei a colher na metade do chocolate e coloquei um pouco no dedo, em seguida lambuzei o pescoço de Louis.

— Harry! — ele brigou mas dando risada.

— Deixa que eu limpo. — deixei a colher de lado.

Passando meus lábios suavemente pelo seu pescoço, começando a sugar sua pele junto com o chocolate. A reação do Louis foi soltar um gemido baixinho e segurar minha coxa. Da mesma forma que fiz ao abraçar sua barriga e o trouxe para trás. Quando vi estava vermelho aquele região e sorri.

— Agora está limpo. — beijei sua nuca.

— Isso foi jogo sujo mas — ele suspirou. — Particularmente gostei do que acabou de fazer.

Silêncio.

De fato não estava esperando por essas palavras de Louis, meu peito estava em constante batimentos cardíacos rápidos. Acho que ele podia sentir por estarmos colados.

E agindo como se não tivesse jogado uma bomba dentro do meu ser, Louis se voltou para o filme. Céus! Ele é tão incrível!

Deixei que tudo voltasse ao normal, quando olhei para seu ombro e comecei a fazer uma massagem ali, meus dedos apertavam os músculos relaxados dele. Durante esse tempinho, mantive meu controle e relaxei. Segurando bem seu corpo com a minha palma comecei a fazer um cafuné na sua cabeça. Meus dedos se perdiam por completo no seu castanho. Eles tinham cheiro de shampoo de cacau com baunilha, Louis em si tinha o cheiro de baunilha.

Deslizei meus dedos, fazendo um caminho até sua cintura, mantendo seu olhar na tevê, Louis não se moveu e nem reagiu em repulsa ao meu toque. Continuando a percorrer o caminho com a mão cheguei próximo a sua V-line, assim beijando seu pescoço. Louis continuou quieto quando eu comecei a sentir um frio na barriga. Respirei fundo com medo de avançar mais algum passo com ele, mas estava sentindo que ele talvez quisesse o mesmo que eu.

Engoli em seco, olhando para a tevê também e aproximei meus dedos até seu short de dormir, deixando por cima da sua box. Pude sentir seu volume pulsante contra a minha palma, parecia doloroso afinal ele soltou um gemido sôfrego quando toquei ali. Seu olhar ainda estava na luta que acontecia na tevê, molhei meus lábios novamente, mordendo seus ombros. Louis se mexeu dessa vez, encostando a sua bunda no meu pau duro.

Voltei a beijar seu ombro agora massageando seu membro duro, podia acompanhar sua respiração, o modo como suas costas estavam se movendo para cima e para baixo, suas mãos apertaram com mais força a minha coxa. Avançando mais meus toques, coloquei minha mão dentro da sua cueca segurando sua glande com cuidado. Foi quando senti suas unhas ficarem minha pele e sua respiração sair pelos lábios.

Da mesma forma eu.

Olhando para a tevê, comecei a movimentar a minha mão para cima e para baixo, fazendo Louis arquear as costas e fechar as pernas. Mas seu ato dificultaria tudo. Portanto com a mão livre, abri suas pernas, fazendo os movimentos retilíneos quando mantinha meus lábios no seu ombro.

Ele liberou seu pré gozo na minha mão, estava quente e eu louco para provar.

Sei que tudo era novo para ele, por isso faria as coisas com calma para não assustá-lo. O filme deixou de ser importante para nós, Louis gemia meu nome quando mais subia e descia a minha mão com a sua glande. Trouxe o cada vez para trás, podendo não ter nenhum tipo de espaço entre nós.

Louis colocou as mãos no meu pescoço, apertando-o com os dedos a medida que atingia seus limites com meus toques. Liberou uma delas para se apoiar da minha coxa.

Nossas respirações estavam ofegantes e os corpos suados. Louis colocou os pés nas minhas pernas, deixando uma abertura boa para que eu pudesse continuar a masturbação.

— Hum... Hazza!

Ele começou a puxar meus cabelos e aquilo me deixou insano. Aumentando a velocidade, fodia meu pulso quando seu pau estava contra meus dedos. Tocava na sua glande e eu sabia que ela estava rosada. Minha ereção encostando nas suas costas latejava quando o ouvia gemer e não ia parar até então. Continuei com o sobe e desce. Louis mordia os lábios, jogando a cabeça para trás.

Sei que ele iria gozar e esse era meu objetivo.

— Seus lábios... — ele girou o rosto, sentando no meu colo e esmagando meu membro com a sua bunda. Gemi por ver seu rosto próximo do meu. — Preciso deles.

Sem hesitar os juntei, iniciando um beijo com urgência quando percebi Louis contraindo sua barriga ao prender o ar. Podia sentir que ele estava prestes a atingir seu ápice, limite que não queria até então. Seus lábios estavam quentes e deixavam os meus dormentes. Ele mordia minha língua e sugava para dentro da sua boca quando ele lubrificou minha palma com seu gozo.

Separando nossas bocas, respirou ofegante assim como eu. Inverti nossas posições ficando por cima dele, contraí meus músculos e abracei sua cintura. Voltando a degustar do seu beijo, fui baixando seu short com cuidado até a perna podendo jogar em algum canto.

Ele me puxou para cima, voltando a me beijar quando colocou sua mão dentro da minha bunda para poder friccionar nossos sexos. Soltei um gemido pois ainda estava duro e sensível. Ele apertou meus glúteos, quando desceu seus beijos pela minha nuca e mordiscava meu queixo. Meu peito queimou como fogo em brasa. Louis me ajudou a tirar meu short para podermos ficar despidos.

Seus pequenos dedos vagaram um caminho pela minha pele, me olhando nos olhos, o vi morder os lábios. Parecia nervoso quando segurou meu membro e começou a mover como uma massagem na minha glande. Contraí a barriga enterrando meu rosto no seu pescoço.

— Lou.... Não precisa fazer isso. — sussurro com a voz grougue é arrastada.

— Eu quero. — respondeu. — Ao menos te tocar agora.

E não disse mais nada, beijando seus lábios e agarrando sua bunda quando ele começou a atingir meus limites. Sendo eles externos e internos. Toda a minha palma cobria a região com carne que ele tinha e mordi o travesseiro quando Louis aumentou seus movimentos. Pude ver meu pré-gozo escorrendo pelos seus dedos pequenos e ele gemendo comigo quando nossos lábios estavam presos um no outro.

Caralho!

Ele sabia fazer aquilo tão bem.

Meu peito molhado pelo suor bateu contra o seu, Louis puxava mais meus cabelos, enterrando sua língua dentro da minha. Choraminguei quando meu ápice ameaçou vir tão rápido.

Porra! Agora não!

Mas eu não pude lutar contra ele, minha glande liberou o líquido na mão de Louis e nas nossas barrigas. Juntei nossos lábios novamente relaxando meus músculos que caíram sobre o seu e apreciei aquele momento. Deixei Louis exausto devido a masturbação, imagina quando tudo estiver avançado.

Caindo para o lado, o virei de frente para mim, desligando a tevê e cobrindo nossos corpos com o lençol. Beijando meu peito, ele apertou meus bíceps e sorriu.

— Estou cansado, Hazza. — suas bochechas estavam coradas e aquilo era fofo.

— Vamos dormir agora, anjo. — beijei sua testa, a franja dele estava úmida e colada ali. Eu apenas consegui sorri para aquilo. Por debaixo do lençol, entrelacei nossas pernas.

Fazendo um cafuné nele, até que fosse o primeiro a pegar no sono. O que não diferente de mim também.

Xx.

Uma respiração quente passava pelo meu peito, quando meus braços apertavam um corpo pequeno e nu. A claridade invadiu meu rosto e apenas exprimi o olhar para que a clarividão fosse embora mas aquele ato foi inútil afinal. Abri meus olhos, vendo Louis de costas para mim e minhas mãos na sua cintura, sorrir por lembrar da noite passada e do fato dela ser maravilhosa. Sua bunda estava encostada na minha ereção matinal e tive que soltar um suspiro silencioso, não queria que ele acordasse. Ele parecia um anjo quando dormia.

Sentindo-me observado, olhei para frente vendo Niall nos encarando com os lábios entreabertos.

Puta merda!

— Vocês fizeram sexo? — Sussurrou quando apontava para nossas roupas no chão.

Eu mereço aquilo...

— Niall, cai fora. — Sussurrei de volta. Se Louis o vê no quarto ficará envergonhado e não sei o que faria com ele.

Niall é idiota e não facilitaria as coisas.

— Oh my GOD! Seus safadinhos... — ele gargalhou. Aquele filho da mãe ia acordar Louis. Olhei para o que tinha perto de mim e acertei o travesseiro do chão no seu rosto.

— Cala a boca, porra! Não acorde ele. — apontei para o Louis que soltou um suspiro longo.

Colocando as mãos nos lábios, Niall pegou o travesseiro colocando na sua cama e ficou por cima do mesmo.

— Você! — apontou para mim rindo — E o Louis! — para o travesseiro. E começou a fingir penetração nele.

Aquele idiota!

Eu queria rir mas estava me controlando. Aquele loiro nunca ia amadurecer.

— Quero que me conte tudo. — pediu.

— Tá, vou tomar banho e te encontro na sala, agora sai porra!

— Vou te esperar, penetrador....

Rolei os olhos. Vendo que Louis se encolheu na cama puxando mais o lençol. Tudo que ele faz é fofo, não queria sair dali mas Niall provavelmente iria voltar e faria barulho. E era algo que evitaria.

Xx.

Saindo do banho após secar meus cabelos, olhei para Louis que continuava dormindo. Parecia um ursinho encolhido. Antes de sair do quarto, deixei um bilhete para ele tomar banho e usar uma das minhas roupas se ele preferisse. Peguei as nossas da noite passada para lavar na máquina.

Chegando na cozinha, Niall estava comendo. O que não era nenhuma surpresa para mim.

Ele tinha posto o café da manhã na mesa, era capuccinos e torta. Quando seu olhar encontrou o meu, ele sorriu malicioso.

— Então, como foi? — foi direto ao ponto.

— Não foi. — passei por ele, indo até a dispensa e joguei a roupa dentro da máquina, ligá-la e deixar a roupa lavar no sabão.

Me virei e Niall estava encostado no batente, me dando mais um susto aquela manhã.

— Puta que pariu! — levei a mão no peito. — Quer parar com isso?!

— Ah nem vem, comece a falar os detalhes! — exigiu.

Bufei passando por ele, indo direto para a mesa com a comida e Niall me seguiu como um verdadeiro parasita. Ele não ia parar até que eu abrisse minha boca. Olhei para a porta do quarto que estava fechada e o encarei.

— Não fizemos sexo. Ainda não. — ele franziu o cenho.

— Como assim? E aquelas roupas fedidas de esperma, era algum tipo de leite condensado? — rolou os olhos.

— Você tem que parar de ser idiota. — dei um tapa na sua cabeça e isso o fez revidar. — Apenas tivemos um momento intenso, ainda não aconteceu nada. Como eu disse.

Ele semicerrou o olhar desconfiado mas logo voltou ao seu estado normal. Ou seja de demência.

— Como se seguram tanto?

— Ah desculpa mas não somos você, que de primeira já vai com tudo. — puxei a torta e a coloquei no prato.

Niall não se ofendeu.

— É isso aí! Eu sou uma vadia malvada. — ele baixou o Ray-bain no nariz e empurrou para trás. — Ainda vou ver um sextap dos dois e vou gravar um áudio do qual estarão gemendo.

Rolei os olhos o deixando falar.

— Oh Louis, como você é apertado...oh, oh, oh....Au porra! — ele resmungou quando apertei suas bolas com as minhas mãos. — Meus filhos... Por que fez isso?

— Pra parar de imitar uma atriz pornô enfiando os dedos na vagina de outra.

— Você parece uma. Pensa que eu não ouvi vó se tocando? — refutou fazendo careta quando massageava sua região sensível.

— Não quero nem saber o que te levou a fazer isso. — tomei o capuccino e queimei a língua esquecendo que estava quente.

Niall puxou o celular me ignorando.

— Eu não sou tão psicopata assim. Tá legal?

— Sei....

O som do chuveiro ligado me fez questionar se Louis ouviu nossa conversa. Tomara que não, bem, ele é tímido demais para essas coisas e tento o privar ao máximo de ter que lidar com isso.

— Eita, estou louco para saber o tamanho da bunda do Louis. — Niall brincou e eu lancei um olhar mortal a ele. Que encolheu os ombros erguendo a mão para cima. Deixei claro que aquela bunda era minha e de mais ninguém. — Nossa você é a porra de um possessivo.

— Eu tenho que ser, afinal, quando se trata de você não posso esperar tanto.

Niall me mostrou o dedo do meio e eu o lambuzei com torta. Como ele era irônico a tudo, chupou os dedos rindo de mim.

— Como foi? — perguntei me referindo ao encontro.

O brilho nos olhos do meu amigo foi o suficiente para mim saber que tudo foi mágico.

— Ed vai conhecer meus pais quando formos para Holmes Chapel! — ele abriu um sorriso. — Tô ansioso por esse momento.

— E eu vou tirar minhas informações com ele. — olhei sério para Niall. Que assim rolou os olhos.

— Deveria cuidar do seu namorado, isso sim! E parar de bancar o irmão chato mais velho. — bufei.

Abri a boca para respondê-lo quando a porta do quarto é aberta. Louis saiu vestido apenas de cueca e minha blusa enorme de manga preta escrita, “I ❤ NY”. Coloquei a minha mão tapando o olho de Niall mas acabei dando um tapa no seu nariz com o torço.

— Aí porra! — Niall resmungou.

Louis sorriu encolhido. Coçando os olhos sonolento, abriu um sorriso fraco.

— Bom dia, amor! — disse ignorando o pisão que Niall me deu no meu pé.

— Bom dia. — bocejou, se aproximando e eu o sentei no meu colo. Passando os braços ao redor da minha nuca, ele enterrou seu rosto no meu peito. — Oi Niall!

— Oi Lou! Ainda bem que chegou seu namorado tá insuportável. — bufou se levantando. — Se puder acalmar ele, de alguma forma já agradeço.

Lancei um olhar feio para Horan que virou as costas indo para o quarto. Provavelmente indo tomar banho.

— Por que ele está zangado? — Louis me encarou.

— É bobagem. — selei meus lábios na sua nuca. — Dormiu bem?

Vi suas bochechas coradas e tive a certeza que ele estava se recordando da noite passada. Apertei sua cintura quando ele fez o mesmo com meus ombros. E sorriu como um verdadeiro anjo.

— Você sabe.... — sussurrou juntando nossos lábios. — Obrigado por ontem.

— Quando você quiser podemos fazer de novo. — disse.

— Definitivamente. — ele me fez um carinho. — Mas hoje temos que ir ver os preparativos da festa de casamento da Ceci e o Charlie. Ok?

— Ok.


Notas Finais


Desculpem os erros
Voltei a pedido de duas leitoras 💞❤

O que acharam?
Obrigada por continuarem comigo
Perdão pelo quase smutt, não sei escrever isso não kkkkkkkkkkk mas tento

See u soon 💚
All the love, A.


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