História Alyssa Carter - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alyssa, Carter
Visualizações 7
Palavras 2.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - Cap 18


Fanfic / Fanfiction Alyssa Carter - Capítulo 18 - Cap 18

22:07

Sábado 


Observei que Thomas, Nathan, Christian, Carl e outros garotos estavam conversando entre si e pareciam um pouco nervosos.


Todos os F.B do sairam rapidamente de dentro do  Trailer.


- O que está acontecendo? - Roberta me pergunta preocupada. -


- Não sei. - Avisto Thomas caminhando em minha direção- O que está acontecendo? - Pergunto a ele -


- Você e o resto das garotas, fique aqui. Ok? - Thomas diz olhando em meus olhos com a expressão fria-


- Ok..


- Promete?


- O que vai fazer? - Pergunto-


- Só fique aqui. - Thomas diz se retirando do Trailer -


Ouvimos algumas vozes vindo de Fora.


Vesti o casaco de Thomas para ir lá fora.


- O que você vai fazer? - Lana pergunta-


- Ir até lá fora, ver o que esta acontecendo.


- Mas Thomas disse que é para ficar aqui. - Lana diz-


- O dia que a Alyssa deixar de desobedecer Thomas, eu bato palmas. - Regina diz sorrindo -


- Eu vou ir também.  Vamos! - Roberta diz-


Quando saimos, avistei Thomas e os outros garotos Indo até aonde havia mais garotos que não eram do F.B


- São os caras do Yakuza. - Lana diz -


Os garotos começaram a trocar xingamentos.
Observei Thomas, que estava completamente calmo enquanto os outros estavam alterados.

Nathan estava trocando empurrões com um dos garotos, prestes a brigar.


Após olhar os dois garotos se empurrando, Roberta agarrouse em meu braço. 


O garoto deu um soco no rosto de Nathan, e em seguida uma cabeçada, fazendo o cair no chão.


Todos começaram a berrar, e tentar atacar uns aos outros.


Observei que Thomas estava com uma garrafa de vidro em sua mão.


Thomas ergueu a garrafa e a guebrou na cabeça do rapaz que havia socado Nathan.


- THOMAS! -- Roberta berrou, chamando a atenção de Thomas e dos outros garotos. -


****


3:07
Domingo


Depois da festa, e daquela briga de grupo.
Thomas me levou para minha casa, Junto com Roberta.


Eu estava sentada em minha cama fingindo que mexia em meu celular, para ignorar ele.
Thomas estava com o nariz e a sombrancelha cortada, e o olho e em volta do olho completamente roxo.


Não trocamos nenhuma palavra desde que saimos do Trailer. 


Thomas estava em seu banheiro, olhando para seu rosto no espelho, ouvi alguns gemidos de dor de Thomas.


Thomas saiu do banheiro, e ficou me encarando por alguns minutos, mas logo parou e foi trocar de camisa, ja que a sua estava ensangüentada.


- Não podemos parar com esse silêncio e discutir logo? Para acabar logo com isso. - Thomas diz -


- Não quero discutir. - Digo-


Mentira, Quero sim.


- Sim, você quer. - Thomas diz- Vai dizer algo do tipo : Tem que parar de brigar, Thomas.
- E eu vou dizer : Não quis que visse aquilo.
-Você vai dizer: Mas eu vi, quero que pare.
- Eu : Tudo bem, vou parar.
- Você vai falar - Ótimo.
- Eu vou falar : Ta bom.
- E Aí, vamos acabar logo com isso? - Thomas Pergunta revirando os olhos -

- Thomas..Você quebrou uma garrafa na cabeça de um cara, que eu sinceramente acho que sua irmã conhecia.


- Em defesa pessoal? sim. - Thomas diz-


- Podia ter matado ele! - Digo- Não entende como isso é sério?


- O que é sério é que os Yakuza batem em pessoas inocentes. Alguém tinha que fazer algo.


- Ninguém tinha que fazer nada! Podia ter conversado com ele! Ou chamar a polícia, ou sei lá! De fato não responder com violência - Roberta diz na porta do quarto. -


- Wow, você é ingênua


- Eu sou ingênua? só porque eu não acho que violência resolve tudo?


- Roberta, Violência resolve tudo, todos os dias. O mundo gira em torno de violência e Guerra. Como acha que a Noruega se tornou um país tão livre e democrático? Tiveram uma boa conversa com bolo e café? Não.  As pessoas lutaram por isso. Com violência. Como nos defendemos se alguém tentar tirar nossa liberdade? Nós resolvemos com violência.


-  Alyssa, acho que você não pode ficar com um cara que quebra garrafas na cabeça de outras pessoas. - Roberta diz-


- O que? - Thomas pergunta confuso, como se não acreditasse que a própria irmã disse isso. -


- Sim, mas eu preciso de um pouco de espaço. Pra pensar em toda essa situação. Não consigo pensar em nada direito quando estou com você.   Tudo vira uma bagunça na minha cabeça. - Digo -


- Ok... um pouco de espaço. - Thomas diz me encarando nos olhos, e logo se retirando. -


*******


15:07
Domingo.


Não falei com Thomas depois daquilo, nem por mensagem, nem pessoalmente.


Me senti mal e desanimada.


Eu estava na mesma lanchonete com as garotas.


- Quando a gente consegue ir no trailer, surge uma briga do nada. - Regina diz revirando os olhos -


Avistei Thomas, Nathan, Carl e mais o resto dos F.B do outro lado da rua, onde é a pista de Skate.


- Mas não foi do nada. - Lana diz- Christian me contou que eles tinham planejado de se encontrar lá. Carl ligou para o resto dos F.B depois que Dylan apanhou dos Yakuza.  - Lana explica-


- Dylan apanhou? - Pergunto-


- Sim, mas não muito ao ponto de se machucar, foi impedido na hora. - Continuou - Enquanto nós nos divertimos, Nathan mandou aquelas mensagem pro Carl.


- Por que tinha que acontecer justo no dia que a gente tava lá? - Regina pergunta -


- O que o Patrick fez para receber uma garrafada na cabeça? - Roberta pergunta-


- Você o conhece? - Lana pergunta-


- Sim, e não é justo ele receber aquilo, ele não faz parte desse grupo.


***


18:28


Eu havia convidado Roberta que estava enfurecida com Thomas ainda para ir a minha casa. A qual estavamos agora.


Estavamos na cozinha, bebendo uma das garrafas de vinho do meu pai.


- Olá meninas. - Aline diz chegando em casa-


- Olá. 


Aline notou o meu silêncio e o de Roberta.


- O que estão fazendo? - Ela pergunta -


- Só bebendo. - Digo-


- Mas não consegue tirar o Thomas da cabeça, certo? - Aline pergunta-


- Como você sabe do que aconteceu? - Roberta pergunta-


- Eu escutei hoje de madrugada a discussão. - Aline diz-

- Mas Você escuta tudo, meu Deus. - Digo-

- Então, qual o problema?


- O problema é que eu gosto dele, tipo.. muito mesmo. - Digo-


- Então por que não fica logo com ele? - Aline pergunta bebendo  um pouco do vinho também-


- Porque ele é uma pessoa ruim. - Roberta diz- Alyssa não merece esse tipo. Sou a irmã do Thomas, e tenho certeza disso.


- Por que ele é uma pessoa ruim? - Aline pergunta-


- Primeiro, ele é bem controlador.  Ele diz a Alyssa o que ela deve fazer, o que ela deve sentir, o que ela deve dizer. - Roberta diz-


- E Alyssa - diz destacando meu nome- Por que você não contradiz ele?


- Não, eu faço isso. - Digo-


- Mas ele fica com raiva quando discorda dele? - Aline pergunta -


- Não, ele não fica com raiva. Mas ele discuti de um jeito que eu não consigo contradizer ele - Digo-


- Então.. Qual o problema? Que ele é mais esperto que você, ou?


- Ele tenta mudar a opinião dos outros. - - Roberta diz-


- Mas sua opinião só muda quando acha que ele está certo.


- Sim, mas só estou tentando ser forte e independente. Não posso.. devo mudar todas as minhas opiniões por um cara, então?


- Você é forte e independente quando mudade opinião.  Não importa o gênero que mude você. Não tem nada de errado com ele desafiar o jeito que você pensa. Se não tem medo de se expressar não precisa ter medo dele te controlar.- Aline diz-


- Mas ele é violento. Ele quebrou uma garrafa na cabeça de alguém. - Digo-


- Ah, ok. Mas ele fez isso por quê?


- Porque ele tem essa ideia louca de que o mundo gira em torno de guerra e violência. Alyssa e Thomas são completamente diferentes. - Roberta diz-


- Não foi por isso que ele quebrou a garrafa. Ele quebrou a garrafa porque estava com raiva e assustado. Por que será? - Aline diz -


- Eu não sei. - digo-


- Não perguntou para ele?


-Não.  - digo-


- Ok. Roberta, acho interessante você se dizer que é contra a guerra. Guerra não começa com violência. Começa com desentendimentos e proconceito.


- Sim, e dai?


- Se disser que é a favor de um mundo cheio de paz precisa entender porque os outros agem do jeito que agem.  Tem que aceitar que nem todo mundo pensa do mesmo jeito que vocês. Não pode acreditar que todos entendam o Que é certo e errado. Se você Alyssa, nem mesmo tentou entender a pessoa que você ama, então serei pessimista em nome de todo mundo. Não precisa ficar com ele, mas não pode decidir sem ao menos tentar compreender ele. Se você  gosta realmente desse Thomas, você tem que tentar fazer dar certo.  Não é certeza que vai ser fácil.  Pode até dar tudo errado. Mas é a vida! É impossível saber com certeza.


- Você tem razão.  - digo-


*****


8:30
Segunda


Eu esperava o momento certo para falar com Thomas.


Eu estava no corredor com Regina, quando o vi passar.


- Ei Thomas,  você ja trabalhou em festas particulares? - Carl pergunta enquanto ria-


- É, em duas.  - Thomas diz rindo junto-


- Então já comeu uma coroa no verão? -  Carl pergunta gargalhando-


- Acho que isso é uma parte de uma fantasia do cinco contra um. Até mais. - Thomas diz se afastando dos garotos-


- Cinco contra um? - Pergunto a Regina-


- Cinco dedos, um pênis.  Masturbação. - Regina diz imitando o movimento-


- Ta bom, para, chega. - digo-


- Ele pegou uma coroa mano, com certeza. - Um dos garotos que estava com Carl diz gargalhando-


Avistei Lana com uma garota, acho que uma das novatas que entraram. 


- Então, costumo começar esse tour com um pouco de história e contexto. - Lana diz a garota-


- Nosaa escola Wait foi inaugurada em 1945 e...- Lana é interrompida pela garota-


- E desde então não foi redecorada, pelo visto.  - A garota diz- E então, como é a vida social aqui? Festas?


- Toda os sábados tem festas na casa de um dos F.B...-  Um garoto que eu não conheço diz se aproximando, deve ser alguma amigo de Lana. -


- Quem são os F.B e o que significa isso?


- São os Fuckboys da escola, os mais populares e pegadores e etc.. - Lana diz-


- Sou Kevin Kayler. - O garoto se apresenta-


- Sou Rachel Amber. - A garota se apresenta. -


- Kevin, a Rachel é nova aqui. E Rachel o Kevin é...- Lana é interrompida mais uma vez-


- Gay, Graças a Deus! Seremos melhores amigos.


Nathan estava do lado do seu armário, mal sabendo que as atenções dos três estavam para ele.


- Aquele ruivo, é o ruivo gato que eu vi antes conversando com você.  - A garota que se chama Rachel diz- Ele é seu namorado?


- Não, somos apenas amigos. - Lana diz-


- Não, ele é hetero. - Kevin diz-


- Nesse caso, se importa de deixar para mim? Ja provei de todos os sabores, menos laranja.


- Ah..


- Na verdade, só pra esclarecer, Lana e Nathan não estão namorando, mas estão quase lá.


- Ah, então tudo bem.


- gostei dela. - Regina diz sorrindo para mim, se referindo a Rachel-


******


Eu estava do lado da sala de Thomas, esperando o sinal tocar.


Até que em fim tocou.


O esperei Thomas sair da sala, o que demorou pra caralho.


Até que ele saiu, depois de todos.


- Ei.  - O chamo-


- Oi. - Ele diz-


- Sobre o que eu disse de precisar de espaço você entendeu errado. Não quis dizer do modo que nós tratassemos como se nunca nos conhecêssemos. - Digo-


- Pensei que era isso o que você queria.


- Mas não era.


- É claro que não era o que você  queria. Era o que Roberta queria. E você simplesmente atendeu o pedido dela. Você foi o mais trouxa possível de ir na pilha da Roberta.  Quando Roberta  esta com raiva de mim, ela usa outras pessoas para me afetar. Você não percebeu isso? - Thomas diz -


- Você está certo! pronto. Agora acabou? - Pergunto com o tom de voz mais alto-


- Não.


Thomas me puxa para um beijo.


- Ta bom, nós temos que  parar com  isso de perguntar se acabou e logo nos beijar, ja esta ficando repetitivo e clichê.  - digo gargalhando-



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