História Am I your new, Baby Girl? ( Imagine Park Jimin ) - Capítulo 68


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Comedia Romantica, Imagine, Jimin, Romance, Violencia
Visualizações 350
Palavras 2.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uy estou aqui de novo

Estamos em +940 FV AAAAAAA
Que emoção !!

Eh o seguinte, temos três Pov's diferentes nesse capítulo
1° - Você
2° - Jimin
3° - Jeongguk
Eh isto

O Jeongguk tá bem pscicopata esse capítulo e a tentativa de comédia foi feita. Eu ADORO fazer a versão Pov's do Jimin, meLHOR PERSONAGEM A

Lembrando:
• A.I.Y.N.B.G • É ATT DOIS DIAS *
Quarta e domingo (Quarta a noite - Domingo a tarde)

* NÃO DEVIDAMENTE REVISADO *

Capítulo 68 - Hotel


Fanfic / Fanfiction Am I your new, Baby Girl? ( Imagine Park Jimin ) - Capítulo 68 - Hotel

Eu ri, mas não ri em ironia, e sim em nervosismo. O Jimin estava falando sério, e isso percebi no momento em que ele ficou calado pelos segundos seguintes. Me ajeitei na cama puxando o lençol para cima, ainda tínhamos um grande calor no corpo, e o Jimin, tinha um grande calor nas mãos.

- Park, olha só – Ele revirou os olhos –, eu sou uma defensora da lei e quer que eu mate alguém? Ainda por cima, inocente?! – Ele resmungou.

- Pelo que eu saiba, te demitiram. – Arregalei os olhos com sua fala, tão direta quanto uma régua, ele não me encarou apenas olhou para as mãos e ficou sério, bem mais que antes – E inocente é o que aquelas vadias não são, pare de ser santinha querida, é só uma surra, huh? – Eu ri baixo, e logo ele suavizou a face assustadora.

- Park Jimin, não me envolve nisso. – Ele assentiu e se jogou ao meu lado, observando o teto junto comigo.

- Então já que você não vai estar lá, dê um último adeus a sua titia.



Park Jimin •


Seis da manhã, desde quando eu tenho que acordar às seis da manhã para matar alguém?!

O Jeongguk era o único que tinha aceitado vim matar aquelas duas comigo, eu sabia bem que a ______ não iria – ela é certinha demais. Jin e Namjoon tinham ido para a casa dos pais, Taehyung iria cuidar da Chan e apenas tinha o Jeongguk para fazer o trabalho comigo.

Observei atentamente a garota que ainda dormia ao meu lado, de bruços. Ela respirava forte, e sorriu de repente quando sentiu meus dedos sobre os seus fios. Saltei da cama e procurei alguma roupa que eu pudesse vestir rapidamente – eu realmente tinha esquecido minha mala, e não tinha roupas algumas para vestir naquele momento.

Taebaek era uma cidade pequena – comparada a Seul – ela tinha supermercados pertos, e lojas de conveniências em toda as esquinas; o que eu mais adorava nesse lugar é que de tão pequeno, você não tinha muito onde se esconder. Quando mandei a ______ para cá, eu sabia bem que a tia dela junto com a vadia Joyce, iriam correr atrás para encher a cabeça dela com besteiras.

Eu não esperava muito ter a resposta positiva assim da _______ - não tão rapidamente – mas ela aceitou, e aceitou pelo menos no mesmo dia. Eu desci as escadas e encontrei as pequenas bebês sentadas no tapete felpudo que ainda tinha na sala, elas estavam com pequenas meias brancas nos pés, roupas rosas e vermelhas agasalhado seu corpo. Olhei para o Jeon do outro lado da sala, ele observava as meninas enquanto falava com alguém no celular. Andei até ele, e o vi dizer “tchau” no mesmo minuto.

- Um passarinho me contou que anda apaixonado. – Ironizei, mesmo sabendo que era verdade.

- Se esse passarinho foi o Taehyung, não é verdade. – Ele pirraçou, contrariando os momentos seguintes tudo que eu dizia.

- Bem, vamos sair às oito. – Ele assentiu, olhando para o relógio em seu pulso.

- Não acha melhor esperarmos alguns dias? – Ele andava preocupado por conta das meninas.

Eu sabia que a Elizabeth iria vir atrás das minhas filhas, e que já que ela não me atingiu, escolheria o próximo alvo rapidamente. Eu não iria perder tempo, não mesmo, iria dar um ponto final em tudo isso, e se a porcaria do destino colaborasse eu finalmente poder ter paz.

- Se esperarmos alguns dias, ela pode agir e foder comigo. – Peguei uma das bebês no colo, vendo o Jeongguk pegando a outra pequena, que coçava os olhos de sono – mesmo ela tendo acordado ainda a pouco.

- E o que a _______ disse? – Suspirei, e entramos dentro do quarto, colocando as bebês nos berços.

- Ela não concordou, óbvio. – Ele riu – Ela é uma detetive, não acho que ela gostaria de matar alguém... Bem, ela só matou alguém uma vez.

- É, e foi assustador. – Dessa vez quem riu foi eu.

É verdade, quem é que mete uma barra de ferro na cabeça de outra pessoa?!

- Minha detetive é insana.



Calibramos as armas, e as jogamos no banco de trás. Observei os ferros que tinham ali e senti ainda as duas armas em minha cintura. Não que a Elizabeth e a Joyce fossem um perigo – aposto que até para dormir alguém faz isso por elas – mas é que elas têm dinheiro, e com dinheiro se consegue seguranças. Eu apostei com o Jeongguk que eles não nos acertariam – mesmo também duvidando disso.

- Eles estão ali. – Apontou para o prédio de luxo que tinha em nossa frente.

Os homens de preto estavam ali, rodeando a janela que – provavelmente – a Joyce poderia estar. Saí do carro e ajeitei o boné em minha cabeça, os cabelos loiros estavam escondidos e os óculos escuros poderiam dificultar – o mínimo possível – o meu disfarce. O Jeongguk saiu de dentro do carro e suspirou – primeiro, porque ele odiou a minha ideia de disfarçar a nossa entrada e saída – ele parou ao meu lado e olhou para mim, colocando o óculos escuros em seguida.

- Depois dessa merda, você vai me dar passagens para a Hungria. – Eu ri, agarrando sua mão, entrelaçando os dedos nos seus.

- Ok, vou te dar essas passagens cara, para você ir com a sua namoradinha. – Ele me encarou com raiva enquanto atravessávamos a rua quase vazia, vendo de longe os homens de terno ao lado da velha bem vestida – Ela esta ali na frente – Sussurrei em seu ouvido, o vendo franzir as sobrancelhas – eu fico com a Elizabeth. A Joyce, é toda sua.

Ele sorriu, e andou comigo até a recepção, falando a recepcionista o número do nosso quarto. Ela nos olhou de relance, provavelmente acreditando em nosso teatrinho. Quando entramos no elevador ele retirou o boné e o óculos, ajeitando os fios negros no espelho.

- Onde a Joyce está? – Ele me perguntou, olhando para a tela do celular junto comigo.

- Quarto 63. – Ele assentiu e saiu junto comigo, ignorando com destreza os homens que vinham em nossa direção.

Adentramos dentro do quarto e olhamos para o garoto alto que estava ali, mexendo nas armas que tínhamos em cima da cama. Ele riu, riu quando viu a aliança no meu dedo e no dedo do Jeongguk – claro que tudo parte do plano.

- Olha que casal bonitinho. – Ele riu, olhou para o Jeongguk que o encarava como se quisesse matá-lo de vez.

E olha que isso não é uma má ideia.

- Cala a boquinha Yugyeom. – Ele assentiu e se curvou para mim, logo após me olhando como sempre, debochado.

- Hyung, bom te ver. – Sorri de leve para ele – Não entendo o porquê me chamar quando só precisa de algo. – Ele me olhou com aqueles olhos “sentimentalistas” e eu o encarei.

- Você ainda tem sorte de ser meu amigo, se não, eu já teria te dado uns tiros. – Ele colocou a mão no peito, fingindo estar ofendido com minha fala – Tu é chato pra um caralho!

- Também te amo Hyung. – Revirei os olhos, indo em direção a cama.

Peguei as minhas armas e as coloquei sobre a cama, coloquei as balas dentro das mesmas e as joguei em cima do colchão, misturando-as com as outras. O Jeongguk por outro lado parecia animado, estava escolhendo com atenção a arma que iria pegar para estourar a cabeça da Joyce.

Jeongguk e Joyce nunca foram tão próximos, mas quando ele descobriu que ela tinha o usado contra mim, brincando com seus sentimentos, ele simplesmente decidiu acabar com a vida dela. Ele teria a matado se ela não tivesse fugido, o Jeongguk era meio louco – como eu. Eu não iria o impedir, a Joyce tinha mesmo mexido com quem estava quieto, e agora ela iria pagar por isso.

- Hey Jimin! – Jeongguk me chamou, segurando uma submetralhadora na mão, a tão famosa “bebê” do Yugyeom – Posso usá-la? – Ele praticamente implorava, e mesmo se eu dissesse não, ele iria usá-la.

- Pra quê trouxe isso? Eu disse que iríamos matar duas garotas e não um exército delas! – Yugyeom riu.

- Relaxa Hyung eu sei bem – Ele se sentou no colchão e olhou para mim, que observava a janela e a movimentação na rua – mas grande parte dos seguranças delas estão aqui.

- Eu sei, vamos matar a eles, e partimos para elas.

- Vamos fazer isso em silêncio. – Jeongguk disse, colocando a arma na mão novamente.

Saímos, vimos atentamente o pouco movimento que o corredor tinha, o Yugyeom foi primeiro pegando o celular e falando alto, distraindo ao máximo – que ele conseguia. Os caras olhavam com uma certa raiva para o Yugyeom, pois o barulho que ele fazia até mesmo me irritaria.

- Hey Jeongguk, aponta. – Ele apontou a arma com o silenciador para um dos homens enquanto eu apontei para o outro.

As armas foram disparadas quase segundos após a outra, os homens caíram e logo a chance do Jeongguk entrar no quarto estava feita. Ele sorriu tão maléfico que até mesmo eu estranhei, olhei para seus passos fortes e sua respiração pesada, ele parecia um louco.

- Jeongguk, pega leve! – Yugyeom disse, o fazendo rir.

- Não conte com isso.


Jeon Jeongguk  •


Os três homens foram ao chão rapidamente, a Joyce estava prestes a chorar me vendo parado em sua frente, eu ri ao ver aquilo. Ela parecia tão indefesa que eu poderia ter pena, ela se levantou e procurou a arma que antes estava perto de seu corpo, mas quando ela a encontrou e a pós na mão, um tiro soou e logo ela caiu ao chão gritando.

- Sentiu saudades? – Andei até ela, vendo a garota agonizando no chão.

A mão dela parecia ter explodido com apenas uma bala, eu me agachei no chão e olhei ao redor vendo as cordas que tinha ali – maldita hora que prometi que seria rápido, e nem tortura eu faria. A Joyce chorava, gritava, queria que o sangue parasse de jorrar de sua mão, aquilo apenas divertia mais.

- O-o que quer?! – Ela gritou.

Levantei a minha mão com a arma e logo após a abaixei com certa força, batendo em sua cabeça. Vi a garota cair desmaiada, e peguei o seu corpo pelo braço a arrastando para onde eu iria. Abri a janela do 16° andar, onde ela estava e a coloquei sentada na borda, peguei a arma e apontei para sua testa, pressionando o gatilho logo após. Joguei seu corpo, vendo as pessoas na calçada gritando quando viram o corpo morto cair ao seu lado.

Era tão irônico ver aquilo.


Park Jimin •


- Eu odeio isso! – Eu olhava aquela velha com a arma apontada para mim, e dava até mesmo vontade de rir.

- Vamos lá Park, me mate, mas eu juro que você vem junto. – Ela disse, chegando perto de mim.

Mas que velha irritante. Apontei para ela novamente, e a vi se posicionar em minha frente, perto de mim. Apertei o gatilho, e ela também. A bala foi em meu braço, me fazendo grunhir baixo pelo imenso impacto, vi a minha camisa se inundando em sangue e suspirei – com certeza eu teria que a lavar depois. A Elizabeth tinha caído ao chão, com a bala na cabeça, eu não queria rir – mesmo que tínhamos feito uma chacina bem ali, dentro do mais famoso hotel de Taebaek – mas eu apenas me senti aliviado.

- Uou! – Jeongguk disse, vindo atrás de mim, indo em direção ao carro bem ao lado do Yugyeom – A _______ vai te matar! – Eu sabia muito bem disso.

O telefone tocou de repente, olhei para a tela e vi o nome da minha querida noiva brilhando. Olhei para os garotos enquanto entravamos dentro do carro e dei um sorriso um tanto que forçado por conta da dor.

- Olá querida! – Os garotos riram baixo, e eu os encarei.

- Onde você está? Estou preocupada. – ela disse, e ouvi de longe as pequenas bebês atrás de si.

- Ah, eu... Estou indo pra casa.

- Com o braço baleado! – Jeongguk disse atrás de mim.

Maldito seja Jeon Jeongguk.

- Você o quê Jimin?! – Ela gritou do outro lado da linha.

- Até mais tarde! – Eu tinha desligado, e suspirei ao saber que eu teria que a aguentar ainda mais os seus sermões.

- Foi mal Hyung. – Cerrei os olhos para aquele traidor e desejei ardentemente que eu estivesse pelo menos com o braço esquerdo baleado e não o meu tão precioso direito.

- Vou tirar isso do seu salário! – Ele riu e encostou as costas no banco do carro em movimento.

- E desde quando você me paga?

Oh garoto ousado.


Notas Finais


- Próximo capítulo: Domingo, a tarde.


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