História Undertale: Amada Sereia - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Undertale
Personagens Frisk, Sans
Tags Beach Romance, Chariel, Frans, Sanrisk, Sans X Frisk
Visualizações 46
Palavras 685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É, acabei postando um novo capitulo, mas é só esse mesmo. Acabou, está terminado.

(Isso é, até todos os meus Aus de Undertale se encontrarem) Talvez Spoiler? Vai demorar. :|

Capítulo 2 - Extra: Maldição


Fanfic / Fanfiction Undertale: Amada Sereia - Capítulo 2 - Extra: Maldição

Sans acordou na praia.

Nada tinha mudado. Sua espada estava um sua cintura, o sol brilhava forte e o som do mar era inesquecível.

O esqueleto se lembrava quando achava tudo isso incrível. Ele era um bom pirata nos velhos tempos, mas a muito tempo não queria ficar perto do mar.

Ele via o horizonte, sabendo que talvez aparecesse um barco ou coisa pior, mas ninguém por vontade própria ou em sã consciência viria para esta ilha.  

Ele ouviu um som vindo das arvores, mas ele não se moveu.

Quando uma bela moça apareceu ele também não se moveu.

Quando o rosto de sua amada apareceu na sua frente... Ele também não se moveu.

— Sans... Faz muito tempo... — Disse com um lindo sorriso no rosto, aliviada e feliz ao mesmo tempo.

Ela se ajoelhou, pois era mais alta que ele e enroscou seus braços em volta do esqueleto sentado na areia.

— Não sentiu falta de mim? ... Que rude. — Disse com um biquinho fofo que sempre fazia quando estava irritada.

Ela se sentou ao seu lado, ainda com os braços em volta dele. Ele não se moveu e seus olhos agora não possuíam pupilas, consumidos pela dor.

Frisk se aproximou mais, ainda sorrindo.

A espada de prata atravessou seu corpo e ela somente teve tempo de ficar surpresa, quando enfim a ilusão se desfez.

Essa ilha era um lugar perfeito para as sereias... Enganador como todas elas.

Ou... Quase todas elas.

Ele ficou lá na areia quente por mais alguns segundos, pensando em como sairia da ilha, afinal, da última vez tinha sobrado um bote do último barco.

Se levantou, tirando a areia que ainda estava grudada em sua roupa. Colocou a espada de prata de volta na bainha e estava começando a andar quando apareceu outra visão da ilha.

Sans bem que queria ver outras destas visões. Sua amada, de cabelo castanho brilhante e seus olhos cor de avelã, e principalmente, sua voz.

Mas a ilusão que ele via não era isso.

Ele congelou no sol escaldante. Ele poderia tremer, tanto de raiva quanto de medo.

— Ora, Sans, não pensei que o encontraria exatamente nesta praia. — Falou maliciosamente o outro esqueleto.

O mostro de aparência magra e aterradora, vestido de um tecido azul marinho caro, que somente poderiam ser comprados por reis. Encharcado e pingando no solo, o maculando com sua presença.

— O fundo do mar é solitário, deveria me visitar mais vezes.  — Disse se aproximando do pequeno monstro. — Mesmo eu sabendo que tentaria me matar no momento que me visse.

— Como da última vez... — Sussurrou.

Ele circulou o esqueleto mais jovem. Como um caçador circulando a presa.

— Mas você é sempre bem-vindo. — Falou colocando suas mãos nos ombros de Sans. — Não quer voltar para casa?

Sans não fez nenhum som. Como poderia? Estava petrificado com a presença dele.

O outro esqueleto agora estava de frente para ele, com seu rosto a centímetros do dele. Estava com as mãos atrás das costas, com um sorriso zombador no rosto.

— Não tens para onde ir não é. — Disse calmamente, mas então continuou. — Afinal... Minha maldição funcionou muito bem.

Essa foi a última coisa que Gaster disse antes de uma espada de prata o atravessar. A ilusão sumindo no ar.

Sans caiu com lagrimas nos olhos, indo direto para a areia, somente sendo suportado pela sua espada, agora fincada no chão.

Era culpa dele Frisk ter morrido.

A maldição: Aquele ou aquela que você verdadeiramente amar, morrerá.

Papyrus sendo a única exceção existente.

...

Frisk não somente morreu por causa de um arpão.

Frisk morreu por causa disso.

No fundo Sans não acreditava nesta maldição. Até que ela finalmente aconteceu.

E ele acabou somente trocando uma maldição por outra.

Tudo porque ele foi embora. Tudo porque ele enganou Gaster. Tudo porque ele roubou essa maldita espada de prata do seu pai.

Sans ficou novamente ajoelhado na areia, mas com a espada para lhe apoiar, parecendo mais que estava rezando.

De alguma forma estava.

Ele rezava por um desejo impossível. Morrer.

...

Mais uma vez, Sans derramou lagrimas por sua amada, sabendo que sua morte era culpa dele.


Notas Finais


Espero que gostem. (Suas loucas por Frans! Me fazendo escrever uma história de romance trágico!)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...