História Amaldiçoado - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Imortal, Maldição, Mistério, Terror, Violencia
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Palavras 713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Rebeca


Jaime On

Se passaram dois meses depois da morte de Amanda e do fim de minhas aulas, minha vida poderíamos de dizer que não piorou, trabalho normalmente numa Mc Donalds, e me sustento. Basicamente tenho que ser frio com algumas pessoa para não criar sentimentos amorosos, tenho alguns amigos e saio com eles de vez em em quando.
O sol estava forte, o dia seria quente e a tarde iria chover. Eu estava cochilando no meu horário de almoço encostado na parede, até que eu fui acordado com um cascudo.
- Não é hora de dormir Jaime, temos que voltar a fazer os lanches - Ela se chamava Karla, era magra e tinha cabelos pretos cacheados, ela usava uma camisa listrada vermelha e amarela, e uma saia da mesma cor.
Na secção que eu trabalhava, além de mim e Karla, tinha o Paulo, Daniel e a Rebeca, todos já eram meus amigos, eu me fazia com o tímido e frio, não tinha muitas conversas, mas sempre saíamos. Usávamos a mesma roupa amarela e vermelha.
Quando terminei o expediente, e já tinha me trocado e pegado uns lanches para levar pra casa, Paulo me chamou.
- Então Jaime, Eu e o Daniel vamos numa festa, vai querer ir?
- Não vai dar, vou receber visitas de parentes - Era a única mentira que eu tive em mente, mas eles compreenderam e nos despedimos, e quando eu estava saindo Rebeca me abordou.
- Me passa seu número - Disse ela mascando um chiclete, ela era baixinha tinha cabelos pretos pintados de azul escuro na parte de baixo - Já tenho de todos menos o seu.
Depois que eu passei o número pra ela, descobrir que ela pega o mesmo ônibus que eu, conversamos sobre nossa vida no trabalho e como entramos, ela era muito legal, simpática e interessante.
Quando cheguei em casa, tomei banho, e jantei e liguei a TV, e ainda tinha a notícia da menina encontrada morta no bosque, foi constatado que ela morreu subitamente, o velório de Amanda aconteceu faz um mês e eu não pude ir por medo.
Peguei a caixa dos remédios, era um mistério para mim, quando descobrir sobre minha maldição, sabia que tinha sido Laura, fui falar com ela e ela me deu a caixa com 10 pílulas, cada pílula dura cinco horas, cinco horas sem que a pessoa que em que eu aplico sentimento do amor não morre, ela tinha me dito "usa na sua casa ruiva". Mas dessa vez ela me deixou com 20 pílulas.

Meus dias geralmente são acordo e vou ao trabalho, e guardo meu dinheiro, não preciso comer, nao bebo água, geralmente gasto com roupas, não gasto com contas, a casa era minha, uma herança de minha irmã.
Tudo estava normal até.
- Quer sair comigo? - A baixinha de cabelos pretos azuis disse, Rebeca era uma garota muito legal,e boa. Eu não posso.
- Eu tenho namorada - Disse meio contraído e frio como eu sempre aparentava. Nossa amizade será destruída depois disso, eu não queria isso.
- Idai, eu não me importo - Eu fiquei calado tentando assimilar - E você está mentindo, Vamos nos encontrar em frente do Shopping as 17:00, eu sou pontual não se atrase.
- Mas eu nem respondi se eu vou - soltei um sorriso, acho que foi a primeira vez que ri, ela sorriu também.
- Mas você vai! não é? - Eu estava pensativo, eu iria sair com uma garota da minha idade, e provavelmente que gosta das mesma coisa que eu, e eu iria matar ela, com certeza seria não.

* No dia seguinte *

O que eu estou fazendo.
Eu estava com uma blusa moletom cinza, fazia frio, uma sarja preta, e um boné também preto, me olho na câmera frontal e percebo que estou... sei lá bonito, faz tempo que eu não me arrumava. Eu cheguei exatamente 17:00, ela não tinha chegado, eu estava sentado no banco do Shopping, com uma lata de coca. Sinto mãos frias nos meus olhos.
Todo a mão, ela estava sei lá, linda demais, ela usava uma touca preta, e suéter bege, estava com uma jeans azul claro. E seu sorriso era o mais lindo de tudo. 

- Então, vai ficar parado aí?

Mais que merda.



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