História Amalya - o reino místico. - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Luka Couffaine, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Amor, Curiosidade, Marichat, Mistico
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Palavras 3.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


De volta a ativa, meus amores.

Capítulo 3 - O reino de Amalya.


Levou alguns minutos para que a mestiça voltasse com o livro dos Dragões , que o menino inteligente havia pedido , porém, Marinette ainda estava pensando sobre a rápida conversa , que teve com o seu amigo de infância , em seus pensamentos, a assistente da biblioteca, havia concluído , que os anos , que o Félix passou nos Estados Unidos, o havia mudando muito, ele não era mais aquele garotinho sonhador , que tinha conhecido há um bom tempo, para a mestiça, o amigo havia mudando muito, tornando-se uma cópia mais jovem do seu famoso tio, Gabriel Agreste.

 

 

Ao chegar na prateleira, onde ficava os livros sobre os Dragões, Marinette tinha várias opções de escolha, ficou algum tempo, vendo cada capa de livro, que tinha o tema pedido, mas, parecia que o destino, estava querendo pregar uma boa peça em Marinette, porque ela acabou se reencontrado com o amigo, mas ao contrário, distraída , lendo a capa do livro, que tinha em mãos, nem anotou a chegada do Félix ao seu lado, com o livro que queria em mãos.

 

 

 

- * * _

 

 

 

- Parece que é o destino, querendo que a gente se encontre novamente, Marinette. E então, encontrou o livro de Dragões, para ler aos seus pequenos amigos ? -´ Félix perguntou de surpresa, vendo a amiga levar um bom susto daqueles, deixando o livro cair .

 

 

 

- Pelo visto, não mudou muito, durante os anos , que tive em Nova Iorque. Ainda, é um pouco desastrada . - Félix comentou sobre a queda do livro antes que a Marinette responda a sua pergunta, sorrindo com deboche para ela

 

 

 

- Félix ! Você me assustou um pouco. Nem sabia que estava aqui. Ah, não. Não acredito… - Marinette fala exaltada para o loiro ao seu lado, ignorando o seu sorriso de deboche, percebendo que tinha deixado cair o livro, agachando-se para pegar.

 

 

 

- Ah, eu sei. Eu queria fazer uma surpresa , pelo visto. Eu consegui, como sempre. - Félix vendo a mestiça pegando o livro dela do chão, continuando a sorrir com deboche dela.

 

 

 

- Sim, você sempre . Que novidade. Eu te conheço, desde eramos pequenos. Lembra ? - Marinette fala sarcástica para o amigo, levantando-se do seu agachamento com o livro em mãos.

 

 

 

- Claro, que sim. Me lembro muito bem. Mas, parece que está mais bonita do que antes. E então, já teve namorado nos anos , que passei longe de Londres ? - Félix responde para a mestiça , anotando que a amiga tinha ficado muito bonita.

 

 

 

- Eu cresci, Félix . Eu sou uma mulher agora. Eu tive alguns amores . Porém, nenhum correspondeu aos meus sentimentos. Por isso, por enquanto . Não estou pronta, para um relacionamento amoroso. Já tive muitas decepções amorosas ,por uma vida inteira. - Marinette responde em um tom sério, aguardando o livro de volta á prateleira.

 

 

 

 

- Bem, eu posso mudar o seu juramento. Se quiser , podemos ter um encontro , mais tarde. - Félix fala para a mestiça , anotando que ela tinha ficado surpresa com o seu inesperado convite .

 

 

 

- Um encontro de verdade ?! Como você, Félix ?! - Marinette pergunta intrigada ao loiro, olhando pasma para ele.

 

 

 

- Sim, eu quero contar sobre a minha vida em Nova Iorque. E você, pode me contar da sua aqui. Temos que colocar a conversa em dia . O que acha ? - Félix fala ao olhar fixo para a mestiça, dando um sorriso misterioso para ela.

 

 

 

- Bem, eu preciso pensar sobre isso. Nem sei, quando é a minha próxima folga aqui. Ainda tenho , que cumprir a minha promessa com o menino, que pediu o livro sobre os dragões. Eu tenho muitas coisas na minha cabeça . - Marinette responde ao loiro , decidindo levar o livro que tinha escolhido.

 

 

 

- Não vou forçar a sua decisão, Marinette. Mas, aqui está o meu número de celular. Pode me ligar a qualquer hora do dia , ou da noite. Sorte sua , eu não sou muito fã de alguém me ligando. A não ser, para as coisas importantes. Eu aguardo a sua ligação. - Félix fala para a mestiça, entregando o cartão dele para ela.

 

 

 

- É uma honra, Félix. Mas, eu não vou te atrapalhar, quando estiver uma reunião muito importante ? - Marinette recebendo o cartão, olhando para o número dele.

 

 

 

- Ah, eu sou o presidente da empresa do meu tio. Eu tenho uns certos benefícios com isso. Bem, eu vou indo. Espero a sua ligação em breve. - Félix responde , decidindo ir embora, deixando a mestiça confusa com o seu cartão na mão.

 

 

 

**

 

 

Aquilo deixou a mestiça em choque , ainda paralisada com o cartão na mão , vendo o Félix indo embora de perto dela, começando a refletir os diversos motivos, para que o seu velho amigo de infância, a tinha convidado para um encontro de verdade.

 

 

Marinette estava confusa com as suas emoções , em uma parte, ela estava confusa com o fato, que o seu amigo havia a convidado para um encontro, em outra parte, ela estava um pouco desconfiada com a gentileza do loiro.

 

 

Depois de algum tempo de paralisação , que somente foi tirada dela, foi quando, a sua chefe, madame Sancorer , veio atrás dela, para buscar ela .

 

 

 

**

 

 

- Senhorita Dupain – Cheng. Eu estou a um bom tempo á sua procura. Você deixou as crianças , totalmente sozinhas, há um bom tempo. Sei que deve ter um bom motivo. Você é uma das minhas assistentes mais queridas , eu sei que sempre chega atrasada. Mas, é uma boa funcionária. Não quero demitir você injustamente. - A senhora chamando a atenção da mestiça, chegando até ela, fazendo ela sair do transe.

 

 

 

- Me desculpe, madame. É que eu estava indecisa sobre o livro, que ia ler para as crianças. Mas, já encontrei. - Marinette voltando-se para frente para conversar com a senhora , sorrindo nervoso para ela.

 

 

 

- Bem, o que é isso ? - A senhora anotando o cartão na mão da mestiça, ficando curiosa em saber o que era.

 

 

 

- Ah, é um cartão de um amigo meu. Nos conhecemos , desde a nossa infância. - Marinette responde para a chefe, anotando que ainda segurava o cartão.

 

 

 

- Hum, eu posso saber quem é o seu amigo de infância, senhorita Dupain – Cheng ? - A senhora pergunta furtiva para a mestiça , olhando para o cartão na mão dela.

 

 

 

- Bem, é o Félix Agreste… - Marinette começando a responder , sendo interrompida pela chefe.

 

 

- Oh, minha nossa. Félix Agreste. O sobrinho do Gabriel Agreste ?! - Madame fala surpresa para a mestiça, ficando em choque ao saber que a empregada conhecia alguém bem famoso.

 

 

 

- Sim, nos conhecemos desde a infância. Mas, ele se mudou por algum tempo em Nova Iorque. Para melhorar os estudos dele. Hoje, eu acabei o reencontrado duas vezes aqui. - Marinette responde para a chefe, observando-a

 

 

 

 

- Minha nossa. Eu nem sabia disto. Bem, o que o seu amigo queria com você ? - Madame ficando muito curiosa com a vida pessoal da mestiça, observando-a com orgulho.

 

 

 

- Duas coisas. Primeiro, ele queria um livro sobre grandes empresas mundiais. Segundo, ele queria ter um encontro comigo. Por isso, ele me deu… - Marinette lembrando-se dos breves encontros, mostrando o cartão para a chefe, ficando surpresa com a senhora interrompendo mais uma vez.

 

 

 

 

- Você aceitou o encontro ? - Madame perguntou com curiosidade , ficando ansiosa com a resposta.

 

 

 

- Eu falei que ia pensar. Mas, eu tenho ainda muito trabalho aqui. … - Marinette responde para a chefe, vendo-a ficando muito agitada.

 

 

 

 

- Ah, Marinette. Está tendo uma única oportunidade na sua vida. Não são todas , que tem a oportunidade de ficar ricas, sem esforço algum. Casando-se com um homem muito rico. - Madame fala agitada para a mestiça, olhando para ela.

 

 

 

- Mas, eu nem quero me casar com ele, madame . Eu amo o que faço aqui. E também, eu quero realizar um sonho meu… - Marinette responde calma para a senhora, anotando que ela tinha ficado emburrecida com a sua resposta.

 

 

 

- Ah, sei. O seu sonho de conhecer o reino de Amalya. Que alguém da sua família, havia conseguido encontrar. Você deveria deixar tudo de lado. Aqui, é o mundo real , Marinette. Está perdendo a oportunidade de ficar rica , sem esforço algum. Casando-se com um homem muito rico. Por um sonho bobo , de encontrar um reino mágico ?! - Madame fala emburrada para a mestiça, olhando com rancor para ela.

 

 

 

- Não é um sonho bobo, madame . Eu sei de tudo. Eu somente preciso, encontrar o caminho certo. - Marinette defende o seu sonho, vendo que a senhora tinha erguido a sua mão para fazer com que ela se cale.

 

 

 

- Nem venha mais ficar me dizendo , que está quase chegando perto do seu sonho bobo, senhorita Dupain – Cheng. Eu acho melhor, que você aceite o encontro com o senhor Agreste. Se não aceitar até a próxima sexta- feira, daqui a duas semanas. Eu vou ser obrigada a demitir você. - Madame dando um ultimato para a mestiça, fazendo-a que entrasse em choque.

 

 

 

 

- Mas, eu nunca fiz nada contra a senhora. Eu sempre cumpro com os meus deveres. Por que está me dando , este ultimato ? - Marinette fala em choque com a senhora, olhando chocada para ela.

 

 

 

- Por causa do seu sonho bobo em encontrar o reino de Amalya. Está jogando fora, uma boa oportunidade de ficar muito rica. Se casando com um homem rico. Está trocando essa oportunidade,por um sonho bobo . - Madame responde dura para a empregada, mirando -a com descrença.

 

 

 

- Ah, está bem. Eu vou ligar para o Félix em breve. Mas, não sei , o dia que vou poder tirar folga daqui. - Marinette aceitou o pedido da chefe, fazendo um sacrífico pelas crianças.

 

 

 

- Me avise , quando for ligar para o Félix. Assim, eu vou dou o seu dia de folga . Foi bom em ter mudando de ideia. Está escolhendo o que é melhor para você. Bem, agora, volte a ler para as crianças . - Madame ficando satisfeita com a decisão da funcionária, indo embora de perto dela.

 

 

 

Ah, minha nossa . O que foi , que eu fiz. Se não aceitar o convite do Félix , eu vou ficar sem o meu emprego. Se eu aceitar, eu vou te abandonar o meu sonho de encontrar o reino de Amalya. Ah, que droga. - Marinette entrando em choque depois que a chefe foi embora , falando indecisa sobre tudo o que tinha acontecido.

Atordoada com a chantagem de sua chefe, ainda por cima, muito magoada com ela, e assim como, a mestiça tremia em não realizar o seu maior sonho, que era conhecer o reino de Amalya, para ela, as vezes a realidade doía muito, e também , tinha um gosto amargo em sua boca, caminhando entre as fileiras da biblioteca, ainda em pensamentos, sem querer , ela esbarrou-se em alguém , e então, a mestiça respirou fundo, antes de encarar a pessoa, que tinha se esquecer esbarrando.

 

 

 

~ ~

 

 

- Me desculpe por isso. Eu estava muito distraída, você está bem ? - A mestiça pede desculpas com a cabeça abaixada , segurando o livro de dragões em seus braços.

 

 

 

- Senhorita Dupain - Cheng . Que bom que te encontrei. Demorou muito em trazer o livro . Mas , tudo bem, um garotinho inteligente me contou , que você o colocou de responsável da turma. Foi uma ideia muito sábia a … - A supervisora fica feliz em reencontrar a mestiça, anotando que ela estava um pouco deprimida.

 

 

 

- Senhorita Dupain – Cheng. O que foi , algum problema ? - A supervisora perguntou preocupada para a mestiça, olhando calma para ela.

 

 

 

- Não é nada, senhorita Varlie . É que eu estava apenas em pensamentos meus. - Marinette mentiu para a supervisora , erguendo a sua cabeça timidamente.

 

 

 

- Ah, não é nada mesmo, senhorita ? ! Porque eu estou vendo que tem um semblante muito triste mesmo. Você sempre é bem animada, mesmo , chegando sempre atrasada. As crianças te adoram, os pais delas também. E então, não ainda em mentir para mim. - A supervisora fala para a mestiça, olhando com calma para ela.

 

 

 

 

- Bem, é uma longa história. Basicamente, hoje , eu reencontrei um velho amigo de infância , que estudou uns anos em Nova Iorque. Depois , ele me convidou para um encontro de verdade. Eu disse para ele , que ia pensar bem. E também, não sei , quando a minha próxima folga, para ir ao encontro...- Marinette resumiu toda a história , erguendo a sua cabeça para contar .

 

 

 

- Isso é muito bom mesmo, senhorita Dupain- Cheng. Talvez , o seu amigo quer ter algo mais com você. Ah, me desculpe por te interromper, sem avisar. E então , pode prosseguir. - A supervisora fala animada para a mestiça, percebendo que ela tinha sido um pouco grossa em interromper a funcionária no meio da sua história.

 

 

 

- Bem, como eu estava dizendo. Depois do nosso segundo encontro, o meu amigo me deu o cartão dele , para que eu ligue no caso de mudança de ideia . - Marinette lembrando o restante, entregando o cartão do Félix como prova de sua história.

 

 

 

- Minha nossa, eu nem sabia que você conhecia o Félix Agreste, ele é sobrinho do Gabriel Agreste. Ah… - A supervisora leu o nome no cartão, começando a comentar sobre a amizade da empregada com alguém famoso , percebendo que a mestiça com um olhar triste , que ela não queria se aprofundar no assunto.

 

 

 

- Me desculpe novamente, eu somente fiquei muito animada. Bem, pode me contar sobre o restante. - A supervisora pedindo novamente por desculpas, entregando o cartão de volta.

 

 

 

- Tudo bem, eu já me acostumei com isso. Bem, depois eu me encontrei com a minha chefe, também contei a mesma história , então, ela me pareceu muito irritada, porque acreditou que eu tinha rejeitado o convite do meu amigo. E me ameaçou em me demitir. E ainda por cima, ela zombou do meu sonho. - Marinette fala triste, pegando o cartão de volta.

 

 

 

- Ah, o que é ? A madame Sancorer. Te ameaçou de demissão ? Por qual motivo ? - A supervisora ficando séria com a história, olhando fixo para ela.

 

 

 

- Porque eu estava jogando fora , a oportunidade de ficar rica, sem trabalhar. Ela quer me case com o Félix. Mesmo sabendo, que eu o reencontrei hoje, depois de anos , que ele estudou no exterior. Eu fiquei em choque, porque ela é minha chefe, ela pode fazer o que quiser comigo. - Marinette responde séria , ficando chateada com a chefe.

 

 

 

- Primeiramente, não é ela , quem demite aqui.,Aqui , sou eu. E também, ela não deve ter obrigar a se casar com alguém , que apenas considera como amigo. Ela está ficando muito louca mesmo. Eu preciso ter uma conversa séria com ela. Não é primeira vez dela, a senhora Sancorer, já fez isso um monte de vezes. Eu perdi a conta de quantas funcionárias se demitiram . Eu vou dar um ultimato para ela, melhor, hoje , ela será demitida. - A supervisora assumindo uma postura firme, decidindo o futuro da chefe da mestiça.

 

 

 

- Ah, mas , enquanto a mim. Se ela descobrir que fui a causa da demissão dela. Ela pode fazer o mesmo comigo. - Marinette ficando preocupada com a reação da chefe dela, começando a ficar muito nervosa.

 

 

 

 

- Não, ela não pode fazer isso. Mesmo, que queria . Ela precisa saber, que eu sou a chefe dela. E de todos aqui. Você aceitou a ameaça dela ? - A supervisora responde firme , olhando para a mestiça.

 

 

 

- Sim, eu aceitei. - Marinette responde com a verdade, abaixando a sua cabeça derrotada.

 

 

 

- Tudo bem, você teve que ficando preocupada com isso. Bem, eu vou pedir para alguém chame a senhora Sancorer, a minha sala. E enquanto a você, pode voltar a ler para as crianças. Daqui alguns minutos, iremos fechar. - A supervisora fala com tranquilidade para a jovem, pretendendo colocar a conversa com a chefe dela.

 

 

 

- Tudo bem, muito obrigada mesmo. Eu tenho que ir . - Marinette responde para a supervisiona , retirando-se de perto dela.

 

 

 

- Até mais , senhorita. Bem, vamos ver sobre o assunto da chantagem. Isso , eu considero uma falta de respeito. - A supervisora vendo a retirada da mestiça pelo corredor, decidindo em sair a busca da responsável.

 

 

 

- -

 

 

 

Enquanto isso ,acontecia no mundo real , em uma certa floresta desconhecida, dois caçadores de animais, estavam caçando por animais, para vender eles , no mercado negro, eles tinham armas letais, desde de armas, até armadilhas.

 

 

 

Eles estavam tão concentrados em sua caçada , que nem perceberam , que uma névoa misteriosa, havia aparecido , de repente, cobrindo toda a mata, começando a desnortear eles.

 

 

 

 

- -

 

 

 

- Erik, de onde vem essa névoa ?! Não estou vendo nada, nem a floresta na minha frente. - Um dos caçadores chamou a atenção do amigo, tendo a sua visão bloqueada, mirando a arma para qualquer lugar.

 

 

 

- Eu também , não sei, Léon. Mas , precisamos ficar atentos. Perdemos um animal muito raro . Se a gente encontra- ló, vai nos dar um bom dinheiro. Imagino, que vai ser a nossa aposentaria. - Erik responde ao amigo, tendo a mesma dificuldade que ele.

 

 

 

 

- -

 

 

 

Porém, eles não sabiam, que estavam indo a nenhum lugar, pela mata , e então, se perderam na névoa densa da frente, sem saber, se voltariam a ver a família deles.

 

 

 

Em uma certa árvore, três fadas e um elfo, estavam vendo os caçadores se perdendo na mata virgem.

 

 

 

 

- -

 

 

 

- Nunca gostei de caçadores . Eles sempre pensam em dinheiro. Foi uma ideia muito boa , do bruxo Mestre Fu. Assim, eles vão aprender uma boa lição. - Uma pequena fada alaranjada comenta aos amigos, saindo voando do seu lugar na árvore.

 

 

 

- Tem razão, Trixx. Mas, nem todos os humanos pensam assim. Existem bons . Por isso, que apenas os humanos de bom coração, podem vir aqui, sem problema algum. - Uma fadinha vermelha fala para a amiga , defendendo os humanos.

 

 

 

- É por isso, que eu prefiro os queijos. Eles são mais fácies de entender. Não é mesmo, meu precioso . - Um elfo comenta para as duas ao fazer carinho no queijo dele, começando a devorar ele.

 

 

 

- Apesar, de considerar , que o Plagg pode ter uma opinião muito … Bem, nem sei , o que eu devo dizer sobre isso. Mas, concordo ,em parte , com ele. - Uma fada amarela observava o elfo comendo , decidindo mudar de assunto.

 

 

 

 

- Sim, mas, eles são caçadores de animais. Que pretendem vender os coitados, que capturam diariamente. Vendendo eles , como mercadoria . Para ganhar dinheiro. Parece, que eles não entendem como a natureza pode ser ao mesmo tempo frágil , e forte. - Trixx argumenta contra os caçadores, voltando para o lugar da sua amiga.

 

 

 

 

- O que você acha em relação á isso, Tikki ? - Trixx perguntou ao pousar ao lado da amiga, olhando de lado para ela.

 

 

 

- Bem, eu concordo com você. Como rainha fada das fadas do fogo. Eu poderia mandar uma pequena tropa , para ir ao acampamento deles. Para soltar os animais de lá. - Tikki fala para a fada , decidindo enviar uma tropa de resgaste animal.

 

 

 

 

- Bem, temos , muito tempo. Geralmente, os humanos , que se perdem na névoa encantada. Voltam em questão de algumas semanas, ou até mesmo , anos de vida. - A fada concorda com o plano dela , saindo do seu lugar.

 

 

 

- As minhas fadas da luz , podem ajudar. Imagino, que está ficando de noite. Tem pouca luz á noite. - A fada ofereceu a ajuda para a amiga, acreditando que o poder dela ia ajudar muito.

 

 

 

- Bem, como o rei dos elfos de água. Não preciso participar da missão. E vou ter mais tempo para o meu precioso. - Plagg fala para as fadas, dando uma dentada no queijo dele depois.

 

 

 

- Sim, Plagg. Mas, a ajuda das minhas fadas da Terra. Pode ser também útil. Pode nunca se sabe, se tem algum humano , além dos nossos amigos. - Trixx fala com o elfo comendo com gosto, revirando os seus olhos com descrença, oferecendo a ajuda dela com o resgaste.

 

 

 

- Bem, vamos falar com o Wyazz , á respeito disto. Somente , o mestre Fu pode nos deixar sair daqui. - Tikki decidiu que ia conversar com o assistente do bruxo , olhando para os amigos.

 

 

 

 

- É o mais certo a fazer. E então, vamos indo- A fada concordou com a ruiva, voando na frente de todos, deixando um pó de mágico para atrás.

 

 

 

 

- Espere, Pollén. Não tenha muita pressa. - Trixx pede para que a loira não saia sem elas, ficando frustrada com aquilo,decidindo ir atrás.

 

 

 

 

- Bem, eu vou indo , Plagg. Nos vemos depois. - Tikki despediu-se do elfo, saindo no rastro que as amigas tinham deixado para atrás.

 

 

 

 

 

- Até mais, Tikki. - Plagg continuando a comer com gosto, mastigando o pedaço de queijo com prazer, sentindo-se muito bem.

 

 

 

- -

 

 

 

 

Já no reino de Amalya, um forte centauro loiro , que estavam cavalgando no meio da mata da floresta, procurando pelo espírito guardião, que protegia , a muito tempo, começando a ficar preocupado com a falta de pistas da localização, continuando a cavalgar pela mata, deixando pegadas no caminho.


Notas Finais


Me desculpe por algum erro cometido.


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